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	<title>Arquivo de Variedades | Construa Negócios</title>
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	<description>Conhecimento Constrói Grandes Obras</description>
	<lastBuildDate>Fri, 04 Sep 2026 17:26:20 +0000</lastBuildDate>
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	<title>Arquivo de Variedades | Construa Negócios</title>
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	<item>
		<title>Sensores IoT trazem rastreabilidade inédita ao transporte de concreto</title>
		<link>https://revistaconstrua.com.br/variedades/sensores-iot-trazem-rastreabilidade-inedita-ao-transporte-de-concreto/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[revistaconstrua]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 04 Sep 2026 17:26:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Principal]]></category>
		<category><![CDATA[Variedades]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Nova tecnologia elimina pontos cegos nas obras e permite o monitoramento em tempo real do trajeto das betoneiras.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Garantir que a quantidade exata de concreto contratada chegue de forma integral e na hora certa ao canteiro de obras sempre foi um dos grandes desafios logísticos da engenharia. A falta de controle milimétrico no trajeto percorrido pelas betoneiras criava um ponto cego na cadeia produtiva, abrindo margem para perdas e atrasos em um setor ainda marcado pela baixa digitalização.</p>
<p>Embora pesquisas apontem que a grande maioria das empresas da construção civil ainda esteja em estágios muito iniciais de maturidade digital, soluções inovadoras estão começando a transformar essa realidade operacional através do uso de inteligência e dados estruturados.</p>
<h3>Rastreabilidade no canteiro</h3>
<p>A instalação de sensores de Internet das Coisas (IoT) diretamente no balão das betoneiras surge como a resposta definitiva para esse controle logístico. Essa tecnologia capta dados como o giro do tambor e cruza a informação com o GPS do veículo em tempo real. Especialistas em inovação da construção destacam que esse rastro digital transforma o que antes era apenas uma movimentação física imprecisa em uma informação totalmente verificável, revolucionando o controle de qualidade e mitigando de forma definitiva os desperdícios durante o fornecimento de materiais pesados.</p>
<h6>Fonte: Redação</h6>
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		<title>O terreno mais disputado do Brasil fica no Ceará</title>
		<link>https://revistaconstrua.com.br/variedades/o-terreno-mais-disputado-do-brasil-fica-no-ceara/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[revistaconstrua]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 03 Sep 2026 18:15:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Principal]]></category>
		<category><![CDATA[Variedades]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Investimento de R$ 200 bilhões da ByteDance no complexo do Pecém transforma a região e altera a lógica de valorização imobiliária no Brasil.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Com um investimento histórico anunciado, a ByteDance, empresa controladora do TikTok, prepara-se para instalar o seu maior data center fora da China. O complexo portuário do Pecém, localizado no estado do Ceará, foi o local escolhido para abrigar a megainfraestrutura, orçada em R$ 200 bilhões. Com previsão de início das operações para 2027 e com a possibilidade de instalação de até cinco unidades idênticas no mesmo complexo, o projeto sinaliza uma transformação profunda no setor tecnológico nacional e altera significativamente a lógica do mercado imobiliário.</p>
<h3>O Brasil como polo tecnológico na América Latina</h3>
<p>A movimentação da gigante chinesa ocorre em um cenário de forte expansão tecnológica. Apenas nos últimos dois anos, o Brasil registrou mais de R$ 150 bilhões em aportes anunciados voltados para a construção de data centers, consolidando-se como líder absoluto na região. Atualmente, o país já responde por cerca de 48% de toda a capacidade instalada desse tipo de infraestrutura na América Latina.</p>
<p>A escolha do complexo do Pecém, preterindo capitais e grandes centros urbanos tradicionais, obedece a novos e rigorosos critérios do setor de tecnologia. Para abrigar operações massivas de processamento de dados, três fatores tornaram-se indispensáveis: acesso abundante à energia limpa, conexão robusta de rede e terrenos com atributos muito específicos.</p>
<p>O projeto da ByteDance será alimentado integralmente por energia eólica, aproveitando parceiros de geração renovável já instalados na região. Além disso, o Pecém beneficia-se de uma localização geográfica altamente estratégica, próxima aos principais pontos de chegada de cabos submarinos de fibra óptica que conectam diretamente o Brasil aos continentes europeu e africano.</p>
<h3>A nova dinâmica de valorização de terras</h3>
<p>A chegada desse megaprojeto evidencia uma mudança no paradigma de valorização imobiliária. Enquanto o comércio tradicional busca essencialmente áreas com grande densidade e circulação populacional, o mercado de data centers exige propriedades que ofereçam, simultaneamente, energia renovável com custo competitivo, rede elétrica de altíssima capacidade, disponibilidade de água para modernos sistemas de resfriamento e infraestrutura de fibra óptica nas imediações.</p>
<p>Como resultado, regiões que historicamente passavam despercebidas pelo mercado imobiliário comercial começam a ser rapidamente reprecificadas. Segundo dados da Associação das Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação (Brasscom), o setor de data centers no país — que já conta com a atuação de gigantes como Ascenty, Equinix, Scala e ODATA — deve receber cerca de US$ 11,4 bilhões em aportes até 2026. A busca por terrenos que possuam esse conjunto específico de características tem gerado uma intensa disputa no setor.</p>
<p>Especialistas do mercado imobiliário alertam, no entanto, que a simples disponibilidade de grandes espaços físicos não garante atratividade aos investidores. Sem outorga de água para refrigeração e infraestrutura de rede pré-existente e confiável, as extensões de terra continuam sem serventia para essas empresas, o que torna as áreas efetivamente aptas cada vez mais raras e disputadas na nova economia digital.</p>
<h6>Fonte: Redação</h6>
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		<item>
		<title>Estoque alto e juros travam reajuste de preços do aço</title>
		<link>https://revistaconstrua.com.br/variedades/estoque-alto-e-juros-travam-reajuste-de-precos-do-aco/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[revistaconstrua]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 24 Aug 2026 17:50:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Principal]]></category>
		<category><![CDATA[Variedades]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Distribuidoras sustentam 3,6 meses de estoque — acima do nível considerado saudável pelo Inda — e mercado descarta altas no curto prazo diante da concorrência das importações</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Com estoques em 3,6 meses — patamar considerado elevado pelo Instituto Brasileiro de Distribuição de Aço (Inda) — e juros básicos em torno de 14% ao ano, o mercado de aço não vê espaço para reajustes de preço no curto prazo. A leitura é do próprio Inda, que aponta o custo de carregamento de estoque como um desincentivo adicional à manutenção de posições elevadas nos distribuidores.</p>
<h3>Por que os estoques subiram — e o que frustrou a estratégia</h3>
<p>O acúmulo de estoque nas distribuidoras não foi casual. Segundo o Inda, a percepção dominante no mercado era de que as usinas produtoras elevariam seus preços — o que levou os distribuidores a aumentar as compras para garantir volumes pelo preço anterior. Como essa perspectiva de grandes reajustes não se concretizou, a estratégia perdeu a racionalidade e gerou o excesso atual.</p>
<p>Com juros a 14% ao ano, manter capital imobilizado em produtos estocados representa um custo financeiro expressivo para as empresas. A orientação do Inda é clara: &#8220;Seria saudável, e é o que recomendamos aos nossos associados, que diminuam esses estoques&#8221;, afirmou o representante da entidade.</p>
<h3>Importação indireta aperta a demanda interna</h3>
<p>Além do excesso de estoques, o mercado de aço enfrenta outro vetor de pressão: a concorrência da importação indireta. Trata-se do aço incorporado aos produtos industrializados importados pelo Brasil — que reduz a demanda doméstica pelos produtos siderúrgicos nacionais sem aparecer nas estatísticas de importação direta de aço.</p>
<p>As compras das distribuidoras avançaram em julho, mas o acumulado do ano permanece negativo, com retração de 2,9%. A perspectiva do Inda aponta crescimento de aproximadamente 1,5% nas vendas de agosto em relação a julho, porém insuficiente para reverter o resultado negativo do acumulado. &#8220;Dificilmente vamos ver um crescimento do aço esse ano&#8221;, sintetizou.</p>
<h6>Fonte: Redação</h6>
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		<item>
		<title>Encontro em Fortaleza reúne experts em edificações</title>
		<link>https://revistaconstrua.com.br/variedades/encontro-em-fortaleza-reune-experts-em-edificacoes/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[revistaconstrua]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 19 Aug 2026 17:23:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Principal]]></category>
		<category><![CDATA[Variedades]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>BTB, Colmeia, Diagonal e Moura Dubeux estão entre as construtoras presentes no evento com participação de consultoras internacionais especializadas em grandes alturas</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Fortaleza sedia, nesta quarta-feira (19), um encontro técnico de alto nível sobre os desafios de engenharia envolvidos na concepção e execução de arranha-céus e edifícios de grande porte. O evento reúne empresas cearenses e nacionais do setor de construção civil ao lado de profissionais internacionais com vasta experiência em projetos de torre de alta complexidade.</p>
<h3>Perfil dos participantes e relevância do setor</h3>
<p>Entre as empresas representadas estão BTB Engenharia, Colmeia, CR Duarte, Diagonal e Moura Dubeux — nomes de peso no mercado imobiliário nordestino e nacional. A composição do evento reflete o crescente interesse do setor em aprofundar conhecimentos técnicos diante da aceleração da verticalização nas capitais brasileiras, sobretudo no Nordeste.</p>
<h3>Especialistas internacionais no programa</h3>
<p>O encontro tem como um dos destaques a participação de Stéphane Domeneghini, diretora executiva da Talls Solutions, consultoria europeia especializada em edifícios altos e supertall — categoria que abrange construções com mais de 300 metros de altura. Com mais de 15 anos de atuação no segmento, ela é referência no desenvolvimento de metodologias específicas para torres de grande escala.</p>
<p>Também integra a programação Fatih Yalniz, profissional com experiência consolidada em empreendimentos de porte internacional, incluindo participação em projetos como o World Trade Center.</p>
<h3>Contexto: verticalização como tendência estrutural</h3>
<p>O avanço dos projetos de edifícios altos no Brasil acompanha a valorização do solo urbano nas grandes cidades e o crescimento da demanda por unidades residenciais e comerciais de alto padrão em localidades com infraestrutura consolidada. Esse cenário exige das empresas de engenharia o domínio de técnicas estruturais, sistemas de ventilação, análise de cargas de vento e logística de obra específicas para empreendimentos verticalizados de grande altura.</p>
<p>A realização do evento em Fortaleza sinaliza o protagonismo crescente do Nordeste nesse segmento, com a capital cearense figurando entre as praças com maior volume de lançamentos verticais de alto padrão no país.</p>
<h6>Fonte: Redação</h6>
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		<item>
		<title>Gestão urbana entra em alerta com salto na sobra de obras</title>
		<link>https://revistaconstrua.com.br/variedades/gestao-urbana-alerta-salto-sobra-obras/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[revistaconstrua]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 14 Aug 2026 17:44:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Principal]]></category>
		<category><![CDATA[Variedades]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O aumento na geração de resíduos da construção civil acende alerta sobre a infraestrutura municipal e a urgência de políticas de reciclagem eficientes.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O aquecimento silencioso provocado pelas &#8220;pequenas reformas&#8221; tem um efeito colateral volumoso. Dados recentes apontam que a remoção de entulho e resíduos da construção civil saltou cerca de 34% nas grandes metrópoles. O dado revela não apenas um aumento na movimentação de obras domésticas e corporativas, mas um enorme gargalo para a gestão pública.</p>
<p>O crescimento no descarte pressiona aterros sanitários e evidencia a falta de Ecopontos estruturados para receber volumes fracionados. Sem opções viáveis e próximas, o descarte irregular em terrenos baldios e vias públicas dispara, gerando custos altíssimos de limpeza para as prefeituras e agravando problemas de drenagem urbana durante as chuvas.</p>
<h3>Reciclagem como modelo de negócio</h3>
<p>Especialistas em logística reversa apontam que o problema deve ser encarado como uma falha de mercado. Resíduos inertes, como blocos e concretos quebrados, são perfeitamente recicláveis, podendo retornar ao mercado como agregados para pavimentação e sub-bases de ruas, promovendo uma autêntica economia circular na construção civil.</p>
<p>Para que a reciclagem decole de fato, é necessária uma regulamentação mais rígida e incentivos fiscais para as usinas de beneficiamento de resíduos. Algumas capitais já exigem, em editais públicos, o uso de um percentual mínimo de agregados reciclados. Expandir essas iniciativas é a única saída para evitar que o desenvolvimento urbano sufoque a cidade sob seus próprios escombros.</p>
<h6>Fonte: Redação</h6>
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			</item>
		<item>
		<title>Vendas de cimento mantêm ritmo de crescimento no país</title>
		<link>https://revistaconstrua.com.br/variedades/vendas-cimento-mantem-crescimento-julho/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[revistaconstrua]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 11 Aug 2026 13:07:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Principal]]></category>
		<category><![CDATA[Variedades]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O forte desempenho do insumo básico reflete a retomada consistente de lançamentos imobiliários e das pequenas reformas residenciais em todo o Brasil.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Um dos principais termômetros da construção civil nacional apontou novamente para o alto. O mercado brasileiro de cimento registrou um volume expressivo de vendas durante o mês de julho, consolidando uma trajetória de aquecimento que já vinha sendo desenhada desde o início do segundo trimestre. A alta nas comercializações traz alívio e otimismo para a base da cadeia produtiva.</p>
<p>Segundo representantes da indústria cimenteira, o bom desempenho do insumo básico está intimamente ligado à retomada dos canteiros de obras de construtoras focadas em moradias populares. Com a revisão e expansão de programas habitacionais do governo federal, grandes volumes de cimento voltaram a ser encomendados por incorporadoras que antes operavam com estoques mínimos.</p>
<h3>O poder das pequenas reformas</h3>
<p>Apesar do impacto das grandes construtoras, o consumidor final tem sua parcela de mérito nesses números. A chamada &#8220;construção formiguinha&#8221; — que engloba as pequenas reformas residenciais, puxadinhos e ampliações feitas diretamente pelo proprietário — mantém a demanda do varejo aquecida em todo o território nacional.</p>
<p>Para os próximos meses, o setor se mantém otimista, mas atento às flutuações das taxas de juros, que influenciam diretamente o poder de compra e crédito tanto de empresas quanto de pessoas físicas. Por ora, os fornos das fábricas de cimento operam a pleno vapor, garantindo que o insumo mais indispensável do país continue impulsionando a expansão urbana brasileira.</p>
<h6>Fonte: Redação</h6>
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			</item>
		<item>
		<title>Brasil precisa de R$ 2 trilhões para a infraestrutura</title>
		<link>https://revistaconstrua.com.br/variedades/brasil-precisa-trilhoes-superar-desafios-infraestrutura/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[revistaconstrua]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 06 Aug 2026 16:50:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Principal]]></category>
		<category><![CDATA[Variedades]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Estudos apontam déficit gigantesco no setor de transportes e logística, que necessita de investimentos massivos para superar seus gargalos crônicos.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A dimensão continental do Brasil sempre impôs desafios logísticos proporcionais, mas o déficit acumulado ao longo das décadas atingiu uma cifra alarmante. Especialistas apontam que o país precisa de aproximadamente R$ 2,03 trilhões em investimentos diretos para conseguir superar as limitações atuais de sua infraestrutura de transporte e logística.</p>
<p>O volume financeiro assustador reflete a urgência de modernização não apenas nas rodovias, que escoam a maior parte da produção nacional, mas também na expansão inadiável das malhas ferroviárias, hidroviárias e na modernização dos portos. A falta de investimentos estruturais impacta diretamente a competitividade do produto brasileiro no mercado externo devido ao chamado &#8220;Custo Brasil&#8221;.</p>
<h3>A busca por parceiros privados</h3>
<p>Diante da notória limitação fiscal do governo federal, que não possui caixa para arcar com um plano de obras dessa magnitude, a saída aponta inevitavelmente para a iniciativa privada. O sucesso de recentes leilões de concessões rodoviárias e portuárias mostra que há apetite de fundos estrangeiros pelo mercado brasileiro, desde que as regras do jogo sejam claras.</p>
<p>O grande desafio da atual gestão é estruturar um arcabouço regulatório que garanta segurança jurídica e retorno previsível aos investidores de longo prazo. A transição energética e a busca por modais de transporte mais limpos adicionam uma camada de complexidade, mas também atraem o chamado &#8220;dinheiro verde&#8221;. O país tem pressa e o ritmo das concessões ditará a velocidade do desenvolvimento nos próximos anos.</p>
<h6>Fonte: Redação</h6>
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]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Club Med avança com mega resort de R$ 1 bilhão no Ceará</title>
		<link>https://revistaconstrua.com.br/variedades/club-med-mega-resort-kitesurf-ceara/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[revistaconstrua]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 05 Aug 2026 17:00:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Principal]]></category>
		<category><![CDATA[Variedades]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Focado em sustentabilidade e turismo esportivo, o primeiro resort da rede com temática exclusiva para o kitesurf promete transformar o litoral nordestino.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O litoral do Ceará está prestes a receber um dos maiores aportes do turismo brasileiro recente. O grandioso projeto do Club Med, orçado em cerca de R$ 1 bilhão, acaba de avançar nas fases de licenciamento e planejamento estrutural. A grande novidade do complexo é a sua vocação inédita: será o primeiro resort da renomada rede global totalmente dedicado ao kitesurf.</p>
<p>A escolha da costa cearense não foi por acaso. Reconhecida mundialmente pelos ventos constantes e águas mornas, a região atrai milhares de esportistas todos os anos. A infraestrutura projetada pelo Club Med visa elevar essa experiência, combinando o turismo de aventura e esporte com a sofisticação da alta hotelaria que é marca registrada da bandeira francesa.</p>
<h3>Sustentabilidade e integração local</h3>
<p>Além da grandiosidade financeira, o projeto tem se destacado pelas diretrizes de integração comunitária e sustentabilidade. Estão previstos métodos de construção com baixo impacto ambiental e programas de capacitação para a contratação de mão de obra local, visando aquecer a economia da região sem descaracterizar a cultura nativa.</p>
<p>O avanço desse megaempreendimento também deve provocar uma onda de modernização na infraestrutura local, como melhorias em estradas e no fornecimento de energia. Com previsão de atrair hóspedes internacionais de alto poder aquisitivo, o resort exclusivo de kitesurf do Club Med coloca o Ceará definitivamente na elite do turismo esportivo global, abrindo espaço para um novo padrão de hospitalidade na região.</p>
<h6>Fonte: Redação</h6>
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]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Construsul projeta faturar R$ 900 milhões com inovações</title>
		<link>https://revistaconstrua.com.br/variedades/construsul-faturamento-milhoes-tecnologia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[revistaconstrua]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 03 Aug 2026 17:15:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Principal]]></category>
		<category><![CDATA[Variedades]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A 27ª edição do evento aposta em soluções tecnológicas para alavancar a indústria construtiva no Sul do país.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O setor da construção civil e infraestrutura se prepara para um de seus maiores encontros anuais na região Sul. A 27ª edição da Construsul promete ser um marco histórico de negócios, com uma projeção financeira ambiciosa: movimentar cerca de R$ 900 milhões durante os dias de feira.</p>
<p>O grande diferencial deste ano está na adoção e exposição massiva de ferramentas digitais e tecnologias limpas. Empresas fornecedoras estão focadas em apresentar materiais que reduzem o tempo de obra e otimizam a eficiência energética, refletindo uma demanda crescente de consumidores e construtoras por soluções sustentáveis.</p>
<h3>Tecnologia como motor de crescimento</h3>
<p>Mais do que apenas um balcão de negócios, a feira se estabelece como um termômetro de inovação. Máquinas conectadas à internet das coisas (IoT), softwares avançados de gestão de canteiros (BIM) e novos materiais ecologicamente corretos estão no centro das atenções. A modernização do mercado é vista como o principal atrativo para investidores que desejam maximizar a produtividade e reduzir o desperdício estrutural.</p>
<p>Especialistas apontam que feiras desse porte não apenas impulsionam a economia local através do turismo de negócios, mas também aceleram a transformação digital da construção civil em todo o território nacional. A expectativa de alto faturamento confirma a resiliência do setor, que continua apostando pesado na renovação de processos.</p>
<h6>Fonte: Redação</h6>
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		<title>Capacitação em tecnologia BIM recebe aporte de R$ 1,9 milhão para apoiar pequenas construtoras</title>
		<link>https://revistaconstrua.com.br/variedades/capacitacao-tecnologia-bim-pequenas-construtoras/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[revistaconstrua]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 28 Jul 2026 16:15:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Principal]]></category>
		<category><![CDATA[Variedades]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Com mentoria do SENAI, iniciativa do governo federal busca reduzir o retrabalho e acelerar a digitalização de projetos em oito estados, incluindo o Ceará.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Pequenos e médios negócios ligados à construção civil e à arquitetura terão a oportunidade de transformar radicalmente a forma como administram seus projetos. Uma iniciativa da administração federal está injetando R$ 1,9 milhão para acelerar a adesão da metodologia de modelagem inteligente, beneficiando dezenas de empreendimentos por meio de suporte profissional gratuito.</p>
<h3>Ação nacional coordenada</h3>
<p>Idealizado em conjunto pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC) e pela Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI), o programa &#8220;BIM na Prática&#8221; está inserido nas metas da Nova Indústria Brasil (NIB). A finalidade é alavancar a produtividade do ramo construtivo, minando custos gerados por retrabalho e aumentando a eficácia na coordenação das obras no país.</p>
<p>O foco atual visa capacitar 60 corporações sediadas no Ceará, São Paulo, Paraná, Santa Catarina, Pernambuco, Bahia, Rondônia e Distrito Federal. Os executores dessa rodada de capacitações, que segue até o próximo ano, serão os especialistas do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (SENAI).</p>
<h3>Como funcionará a consultoria em tecnologia BIM</h3>
<p>O suporte às pequenas e médias empresas será rigoroso e dividido em duas etapas que totalizam 300 horas de imersão. No primeiro ciclo, composto por 120 horas de consultoria individualizada, as equipes do SENAI investigarão o grau de maturidade digital da empresa participante e formularão um plano de introdução à <strong>tecnologia BIM</strong> alinhado à sua realidade de mercado.</p>
<p>A fase final e mais densa, de 180 horas, fará a ponte entre a teoria e o canteiro de obras. Neste ponto, haverá uma implementação guiada onde os novos processos e padrões do modelo virtual serão testados e consolidados em projetos reais. As construtoras interessadas já podem buscar as regras e pré-requisitos nos canais oficiais do programa para efetuar a inscrição.</p>
<h6>Fonte: Redação</h6>
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		<title>Alta de juros impulsiona busca por crédito no BNDES e operações podem somar R$ 30 bilhões</title>
		<link>https://revistaconstrua.com.br/variedades/alta-juros-credito-bndes-infraestrutura/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[revistaconstrua]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Jul 2026 17:25:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Principal]]></category>
		<category><![CDATA[Variedades]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Com Selic elevada e cenário externo instável, grandes projetos de infraestrutura recorrem a pacote especial do banco para garantir viabilidade financeira.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O cenário macroeconômico global e doméstico frustrou as expectativas de quem apostava em uma queda acelerada das taxas de juros ao longo de 2026. A instabilidade internacional, agravada por conflitos no Oriente Médio, manteve a Selic na casa dos 14,25% ao ano. Como consequência direta, grandes concessionárias de infraestrutura que arremataram projetos recentes precisaram recalcular rotas, voltando-se de forma massiva para o crédito no BNDES.</p>
<p>Para atender a essa forte demanda, o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social estima que vai desembolsar mais de R$ 30 bilhões apenas neste ano. Esse montante será viabilizado prioritariamente por meio de um pacote de medidas anticíclicas elaborado para momentos de restrição monetária.</p>
<h3>O papel decisivo do PEFI no crédito no BNDES</h3>
<p>Criado em 2023, quando os juros também estavam em forte escalada, o Pacote de Estabilização de Funding para Infraestrutura (PEFI) tornou-se a boia de salvação para fechar as contas de grandes obras. O objetivo central da ferramenta é evitar que as empresas fiquem presas a financiamentos extremamente caros no longo prazo.</p>
<p>De acordo com Felipe Borim, superintendente de Infraestrutura da instituição, os mecanismos de flexibilização são fundamentais para que as contratações não parem. Somente em 2025, o programa já havia liberado cerca de R$ 15 bilhões, beneficiando fortemente as áreas de rodovias, ferrovias e aeroportos, incluindo a concessionária Aena. Para 2026, os segmentos de mobilidade e saneamento básico também devem puxar a fila das captações.</p>
<h3>Opções flexíveis para o investidor</h3>
<p>As linhas oferecidas contam com produtos que permitem uma certa maleabilidade diante da imprevisibilidade da curva de juros. O chamado <em>mini-perm</em>, por exemplo, confere liquidez na largada dos projetos e possibilita uma renegociação futura caso o cenário macroeconômico melhore.</p>
<p>Além disso, os tomadores de crédito no BNDES têm a alternativa do custo flexível. Neste modelo, o cliente decide, na hora em que o dinheiro for liberado, se prefere atrelar a dívida à Taxa de Longo Prazo (TLP) definida no contrato inicial, ou se opta por um custo referenciado pelo IPCA do momento.</p>
<h3>O desafio das debêntures institucionais</h3>
<p>Outra frente de trabalho do banco de fomento está na transição dos modelos de debêntures. Hoje, as concessões dependem fortemente das debêntures incentivadas, que oferecem isenção fiscal para pessoas físicas. No entanto, o governo sinaliza um possível esgotamento dessa fórmula a longo prazo.</p>
<p>A alternativa estrutural pretendida pela equipe econômica, validada pela Lei 14.801/2024, são as debêntures de infraestrutura focadas em fundos e grandes instituições financeiras. O obstáculo atual, contudo, é a alta atratividade dos títulos públicos. Com papéis atrelados à inflação (NTN-B) rendendo quase 8% ao ano no Tesouro, atrair o investidor institucional para o risco da infraestrutura segue sendo um desafio que o mercado tentará superar nos próximos meses.</p>
<h6>Fonte: Redação</h6>
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		<item>
		<title>Reforma tributária exige tecnologia de construtoras</title>
		<link>https://revistaconstrua.com.br/variedades/reforma-tributaria-na-construcao-gestao-moderna/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[revistaconstrua]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Jul 2026 18:16:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Principal]]></category>
		<category><![CDATA[Variedades]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Exigência de controle rigoroso para obtenção de créditos fiscais promete acelerar a digitalização do setor e incentivar fusões entre pequenas empresas.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A transição para o novo modelo de impostos no Brasil não trará apenas mudanças contábeis para o mercado imobiliário. O impacto será, antes de tudo, estrutural e gerencial. Historicamente caracterizada por altos níveis de informalidade e processos pouco integrados, a construção civil precisará passar por um verdadeiro choque de tecnologia e governança para se adaptar às novas regras.</p>
<p>Durante a longa transição do sistema atual para o Imposto sobre Bens e Serviços (IBS) e a Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS), que vai de 2027 a 2033, as empresas do setor terão que administrar obras em dois regimes tributários paralelos. Especialistas apontam que a complexidade de manter controles separados decretará, de uma vez por todas, o fim da gestão baseada em planilhas simples. O uso de softwares avançados e equipes integradas se tornará questão de sobrevivência.</p>
<h3>O cerco à informalidade na cadeia de suprimentos</h3>
<p>Um dos pilares da reforma tributária na construção é a lógica de não cumulatividade do imposto de valor agregado (IVA). Para que as incorporadoras e construtoras possam abater o imposto pago na cadeia produtiva, elas dependerão de fornecedores que emitam documentação fiscal válida e rigorosa.</p>
<p>Isso altera profundamente o jogo de forças no setor. Um fornecedor que opera na informalidade pode até oferecer um preço final mais atraente num primeiro momento, mas perderá competitividade ao não gerar créditos fiscais utilizáveis. Consequentemente, o próprio mercado será o agente fiscalizador, priorizando parceiros regulares e empurrando prestadores de serviço irregulares para fora da cadeia. Empresas do Simples Nacional, por sua vez, continuarão gerando créditos, mas apenas proporcionais ao que efetivamente recolherem, exigindo cálculos mais precisos por parte dos compradores.</p>
<p>Nesse cenário, pequenos negócios que não conseguirem arcar com os custos de digitalização e conformidade tendem a buscar consolidação. É esperada uma onda de fusões e associações entre pequenas empresas de engenharia para ganhar escala e viabilizar os investimentos necessários em tecnologia.</p>
<h3>Blindagem para a habitação popular</h3>
<p>Enquanto a adaptação tecnológica pesará sobre a operação de todas as construtoras, o impacto financeiro será sentido de forma distinta dependendo do produto oferecido. Para evitar o colapso dos programas de habitação, a legislação aprovada incluiu o chamado &#8220;redutor social&#8221;.</p>
<p>Essa ferramenta permite descontar R$ 100 mil da base de cálculo do IBS e da CBS na venda de imóveis residenciais novos. A dinâmica beneficia diretamente os empreendimentos voltados para famílias de menor renda. Em um apartamento popular de R$ 300 mil, por exemplo, o desconto representa um terço da base tributável. Já em um imóvel de alto padrão avaliado em R$ 5 milhões, o abatimento se torna praticamente irrelevante. Com isso, os projetos vinculados ao Minha Casa, Minha Vida e similares devem sentir um peso muito menor da reforma em comparação às unidades de luxo.</p>
<p>Outra proteção importante garantida pelo novo texto é o redutor de ajuste para aquisição de terrenos. Custos com ITBI e certas contrapartidas ambientais poderão ser deduzidos, equilibrando a tributação de terrenos comprados de pessoas físicas, modelo amplamente utilizado no país.</p>
<h3>Industrialização como saída para a eficiência</h3>
<p>Por fim, a necessidade de gerar créditos com base na regularidade dos fornecedores pode acelerar um processo que a construção civil brasileira ensaia há anos: a industrialização dos canteiros de obras.</p>
<p>Para otimizar os custos e garantir segurança fiscal, as construtoras devem priorizar sistemas construtivos modulares e industrializados — como drywalls e estruturas pré-fabricadas. Além de garantirem maior rastreabilidade das notas fiscais, esses métodos reduzem os prazos de entrega de forma dramática. Projetos que levariam um ano no método convencional poderão ser concluídos em uma fração desse tempo, alinhando a construção civil aos padrões de produtividade da indústria de transformação.</p>
<h6>Fonte: Redação</h6>
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		<item>
		<title>Mudança de motores atrasa renovação da frota de pesados</title>
		<link>https://revistaconstrua.com.br/variedades/mudanca-de-motores-atrasa-renovacao-da-frota-de-pesados/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[revistaconstrua]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Jul 2026 16:20:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Principal]]></category>
		<category><![CDATA[Variedades]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Vendas de caminhões sofrem retração brutal com o encarecimento gerado pelas novas regras de emissão do padrão Euro 6.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O mercado de transportes de carga terrestre está atravessando uma fase de turbulência severa. O custo da inovação ambiental cobrou um pedágio alto das montadoras e compradores, que agora lidam com um retrocesso significativo na renovação de suas frotas após a implantação obrigatória dos motores de padrão Euro 6.</p>
<p>Ao modernizar os veículos pesados para emitir menos poluentes, as fabricantes viram os preços saltarem violentamente nas concessionárias, afastando os frotistas. As consequências diretas desse movimento foram consolidadas nas planilhas recentes da Anfavea:</p>
<ul>
<li><strong>Retrocesso nas projeções:</strong> A expectativa otimista do setor despencou, e a meta de emplacamentos para o ano teve de ser cortada drasticamente para 106,7 mil caminhões.</li>
<li><strong>Perdas acumuladas:</strong> O susto com as novas etiquetas de preço provocou um hiato de compras, resultando em mais de 18 mil veículos não faturados no biênio atual.</li>
<li><strong>Dificuldade de crédito:</strong> Para piorar a conta, as altas taxas de financiamento barraram os caminhoneiros autônomos, que não conseguem encaixar os pesados da nova geração em seus orçamentos.</li>
</ul>
<p>Sem um pacote de incentivos agressivos ou o arrefecimento das tabelas de juros, o escoamento logístico do agronegócio e da construção civil corre o risco de passar a depender de caminhões com idade avançada e manutenção cara nas estradas federais.</p>
<h6>Fonte: Redação</h6>
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]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Projeção de analistas para a inflação do ano sofre leve recuo</title>
		<link>https://revistaconstrua.com.br/principal/projecao-da-inflacao-sofre-recuo-focus/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[revistaconstrua]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 Jul 2026 17:08:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Principal]]></category>
		<category><![CDATA[Variedades]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://revistaconstrua.com.br/geral/projecao-da-inflacao-sofre-recuo-focus/</guid>

					<description><![CDATA[<p>Embora a expectativa tenha caído para 5,30%, o indicador ainda rompe o teto da meta estipulada pelo Banco Central para a economia brasileira.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Após 16 semanas consecutivas de estabilidade ou alta, a expectativa para o comportamento dos preços na economia brasileira cedeu marginalmente. De acordo com o mais recente relatório Focus, divulgado pelo Banco Central, a <strong>projeção da inflação</strong> para o encerramento do ano foi ajustada de 5,33% para 5,30%.</p>
<h3>Pressão além da meta</h3>
<p>Apesar do respiro identificado pelos analistas do mercado financeiro, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) continua pressionado e posicionado fora do limite considerado ideal pelo governo. A meta definida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN) exige que a inflação fique em 3%, permitindo uma tolerância que varia de 1,5% a, no máximo, 4,5%.</p>
<p>Olhando para o futuro, o mercado enxerga um leve viés de alta para o próximo ano. A estimativa para 2027 passou de 4,17% para 4,18%. Para o longo prazo, as apostas seguem inalteradas, apontando para índices de 3,7% em 2028 e 3,5% em 2029.</p>
<h3>Estabilidade nos juros e no PIB</h3>
<p>No front da política monetária, o radar dos investidores não captou mudanças de rota. A Selic, taxa básica de juros, tem previsão de fechar 2026 em 14% ao ano. Isso significa que o mercado aguarda apenas mais um corte residual por parte do Comitê de Política Monetária (Copom), que recentemente reduziu a taxa para 14,25%. As reuniões decisivas do Copom estão marcadas para a primeira semana de agosto.</p>
<p>As perspectivas para o custo do dinheiro nos anos seguintes também ficaram congeladas no boletim Focus. O mercado projeta a Selic em 12% ao fim de 2027, recuando gradualmente para 10,5% e 10% em 2028 e 2029.</p>
<p>Do lado da atividade econômica, não houve surpresas. A projeção para o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) ficou ancorada em 1,99% para o ano vigente. Já para 2027, houve um ajuste quase imperceptível, com a estimativa passando de 1,68% para 1,69%, mantendo-se a previsão de crescimento de 2% para o biênio posterior. O câmbio também não sofreu alterações nas expectativas, com o dólar projetado a R$ 5,20 até dezembro.</p>
<h6>Fonte: Redação</h6>
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]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Condições das rodovias encarecem o transporte de cargas no Brasil</title>
		<link>https://revistaconstrua.com.br/variedades/deficiencias-rodovias-transporte-cargas-especiais/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[revistaconstrua]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 03 Jul 2026 17:16:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Principal]]></category>
		<category><![CDATA[Variedades]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Movimentar grandes equipamentos pelo país exige planejamento complexo e expõe a dependência da malha asfáltica para a economia nacional.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h3>A infraestrutura como barreira logística</h3>
<p>A dependência do Brasil em relação à sua malha viária é inegável, com as estradas respondendo por mais da metade de tudo o que circula no país. No entanto, a infraestrutura tem cobrado um preço alto da economia. Dados recentes indicam que as péssimas condições de pavimentação em diversos trechos podem elevar as despesas operacionais das transportadoras de forma drástica. O excesso de buracos, a sinalização precária e as deficiências no traçado das vias são fatores que minam a competitividade, refletindo diretamente no custo final dos produtos.</p>
<p>O cenário torna-se ainda mais delicado quando se trata do deslocamento de maquinários gigantes e estruturas de grandes proporções. Operações dessa magnitude, que envolvem componentes industriais, turbinas e transformadores, não podem contar apenas com a sorte. Elas demandam estudos detalhados de viabilidade e autorizações rigorosas, uma vez que pontes antigas ou viadutos com restrição de altura podem inviabilizar completamente o trajeto inicialmente previsto pelos operadores logísticos.</p>
<h3>Planejamento integrado para superar obstáculos</h3>
<p>Para contornar esses gargalos, as empresas especializadas são obrigadas a desenhar estratégias minuciosas que, muitas vezes, levam meses para serem concluídas. Antes mesmo do caminhão dar a partida, equipes técnicas analisam as capacidades estruturais das estradas e as possíveis interferências em redes elétricas. Esse nível de planejamento é crucial, pois qualquer imprevisto com cargas superdimensionadas pode não apenas causar prejuízos milionários, mas também interromper o trânsito de rodovias importantes por dias.</p>
<p>Além da gestão do percurso terrestre, a chave para o sucesso no transporte complexo reside na integração com outros modais, como os portos e as ferrovias. Muitos equipamentos vêm do exterior, exigindo uma transição fluida entre a chegada nos terminais portuários e o carregamento nas pranchas rodoviárias. A conclusão é que, enquanto o Brasil não investir de maneira contínua e estruturada em sua malha rodoviária, o esforço para movimentar o progresso continuará sendo uma tarefa hercúlea para as transportadoras.</p>
<h6>Fonte: Redação</h6>
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]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Oportunidades de emprego crescem com força no setor de serviços</title>
		<link>https://revistaconstrua.com.br/variedades/mercado-trabalho-criacao-empregos-servicos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[revistaconstrua]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Jul 2026 17:37:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Principal]]></category>
		<category><![CDATA[Variedades]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://revistaconstrua.com.br/geral/mercado-trabalho-criacao-empregos-servicos/</guid>

					<description><![CDATA[<p>Novas contratações garantem saldo positivo no estado, embora áreas como a indústria e o agronegócio enfrentem desafios.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h3>O impulso dos serviços e da construção civil</h3>
<p>A geração de postos formais no estado manteve seu ritmo de expansão, fechando o quinto mês do ano com milhares de novos trabalhadores com carteira assinada. Esse resultado expressivo colocou a região entre as mais dinâmicas do Nordeste no quesito empregabilidade. O grande motor dessa recuperação contínua foi o setor de serviços, que sozinho absorveu grande parte da mão de obra disponível, demonstrando a força do consumo e do atendimento urbano.</p>
<p>Logo atrás dos serviços, a construção civil também desempenhou um papel crucial na absorção de profissionais, mantendo os canteiros de obras ativos. A área de tecnologia, especialmente o segmento de informação e comunicação, foi outra que contribuiu de forma significativa para a consolidação de um ambiente favorável, oferecendo vagas com salários iniciais competitivos no mercado de trabalho.</p>
<h3>Retração na indústria e no campo</h3>
<p>Enquanto as áreas urbanas celebraram os números positivos, outros setores da economia enfrentaram um cenário de perda. A atividade industrial, por exemplo, registrou um volume maior de demissões do que de novas admissões, indicando dificuldades em manter o quadro de funcionários. Fatores como a oscilação da demanda e os custos de produção têm pressionado as fábricas locais.</p>
<p>No interior, o agronegócio também não conseguiu acompanhar o ritmo de expansão das cidades, fechando o mês no vermelho. Essas quedas pontuais evidenciam que o desenvolvimento das oportunidades profissionais está ocorrendo de forma desigual, concentrando-se principalmente em atividades menos dependentes do crédito agrícola ou dos ciclos de safra.</p>
<h3>Perspectivas para a economia local</h3>
<p>A concentração da geração de empregos em segmentos intensivos em mão de obra traz impactos diretos para a economia estadual. Especialistas apontam que a manutenção desse cenário pode injetar uma quantia bilionária em massa salarial até o final do ano. Esse montante representa não apenas números estatísticos, mas sim um aumento real na renda das famílias, o que deve estimular ainda mais o comércio local.</p>
<p>No entanto, o grande desafio para os próximos meses será garantir que essas novas oportunidades não sejam apenas temporárias. Para que o mercado de trabalho atinja um patamar de estabilidade, será necessário fomentar políticas que levem crédito aos pequenos negócios e estimulem a qualificação profissional, garantindo que o desenvolvimento contemple também a indústria e o setor primário.</p>
<h6>Fonte: Redação</h6>
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]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Minha casa, minha vida foca na industrialização para combater déficit</title>
		<link>https://revistaconstrua.com.br/variedades/industrializacao-construcao-civil-minha-casa-minha-vida/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[revistaconstrua]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 Jun 2026 17:38:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Principal]]></category>
		<category><![CDATA[Variedades]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://revistaconstrua.com.br/geral/industrializacao-construcao-civil-minha-casa-minha-vida/</guid>

					<description><![CDATA[<p>Ministro das Cidades defende o uso de sistemas construtivos industrializados para acelerar a entrega de moradias e baixar custos das obras.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O combate ao déficit habitacional no Brasil ganhou um novo direcionamento estratégico por parte do governo federal: a <strong>industrialização da construção civil</strong>. Durante o Summit da Construção, evento promovido pela Abrainc (Associação Brasileira de Incorporadoras) em São Paulo, o ministro das Cidades, Vladimir Lima, cravou que o uso de métodos construtivos pré-fabricados e em escala industrial é o passaporte obrigatório para alavancar a produção do programa Minha Casa, Minha Vida (MCMV).</p>
<p>“O Brasil vive o melhor momento de sua história na habitação. Temos demanda elevada, o Minha Casa, Minha Vida com disponibilidade de financiamento e o setor disposto a investir. Vamos aproveitar esse momento e alavancar as contratações, mas isso só será possível com a industrialização dos processos construtivos”, declarou o ministro aos empresários presentes.</p>
<h3>Padronização para destravar obras</h3>
<p>Um dos maiores gargalos para a adoção massiva de tecnologias modulares e offsite (fora do canteiro) no país é o emaranhado de legislações municipais. Como cada cidade possui seu próprio código de obras, padronizar projetos habitacionais em nível nacional sempre foi um desafio jurídico e logístico para as construtoras.</p>
<p>Para solucionar esse entrave, o Ministério das Cidades já iniciou mesas de diálogo entre a indústria e associações de prefeitos. O objetivo é criar um marco normativo unificado que viabilize e acelere a aprovação de projetos modulares em diferentes municípios. “Entendemos as dificuldades do setor quando esbarram em códigos de obras diferentes. O Governo do Brasil está sensível a essa questão”, garantiu Lima.</p>
<p>Do ponto de vista financeiro, os ganhos são evidentes. De acordo com o presidente do SindusCon (Sindicato da Indústria da Construção Civil), Yorki Estefan, a padronização e o processo de montagem industrial podem derrubar os custos totais da obra entre 15% e 20%, viabilizando o enquadramento de mais famílias nas faixas de financiamento do MCMV.</p>
<h3>Ações do Grupo de Desburocratização</h3>
<p>Para provar que a pauta é tratada como prioridade, a pasta habitacional instituiu um grupo focado em desburocratização, inovação e industrialização. A agenda de trabalho deste comitê inclui a elaboração de um ambiente regulatório padronizado e seguro, a coordenação institucional entre os diferentes atores da cadeia produtiva e, principalmente, a formatação de novas linhas de financiamento específicas para o fomento de fábricas de construção offsite.</p>
<p>O foco em modernizar as técnicas construtivas surge num momento de otimismo com a economia habitacional. Segundo os dados levados por Lima ao evento, o crédito imobiliário atual já equivale a 10% do PIB nacional, com forte tendência de escalar para 11% até o fechamento deste ano.</p>
<p>Ao conectar subsídios robustos à eficiência das linhas de montagem, o Minha Casa, Minha Vida não apenas mira na redução drástica da carência de moradias populares, mas também se consolida como um poderoso indutor de tecnologia, emprego qualificado e renda no setor de engenharia brasileiro.</p>
<h6>Fonte: Redação</h6>
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		<title>Novas tecnologias sustentáveis impulsionam o crescimento das edificações pré-fabricadas no país</title>
		<link>https://revistaconstrua.com.br/variedades/mercado-de-construcao-modular/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[revistaconstrua]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Jun 2026 16:48:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Principal]]></category>
		<category><![CDATA[Variedades]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://revistaconstrua.com.br/geral/mercado-de-construcao-modular/</guid>

					<description><![CDATA[<p>O sucesso da feira ECOS no Anhembi revela que soluções ágeis e de menor impacto ambiental estão transformando não apenas a engenharia, mas também os setores de turismo e hospitalidade.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A consolidação de novos métodos produtivos na engenharia brasileira ficou evidente durante a 7ª edição da Expo Construção Offsite (ECOS). Ao longo de quatro dias de atividades no Anhembi, em São Paulo, o evento reuniu aproximadamente 10 mil profissionais e movimentou cifras que ultrapassaram a marca de R$ 500 milhões. O volume de negócios reflete um momento de amadurecimento do <strong>mercado de construção modular</strong> na América Latina.</p>
<p>Com a participação ativa de mais de 700 marcas expositoras, o encontro serviu como uma vitrine abrangente para a evolução da infraestrutura pré-fabricada. Mais do que apenas transações comerciais, a feira ofereceu um vasto programa de qualificação e difusão de conhecimento, vital para impulsionar a transição tecnológica em toda a cadeia de suprimentos da construção civil.</p>
<h3>A força das estruturas habitacionais rápidas</h3>
<p>A velocidade de execução inerente aos sistemas offsite foi posta à prova e comprovada na prática através da Arena Expo Offsite. A infraestrutura, que abrigou as principais palestras do evento, foi totalmente erguida em um prazo recorde de três dias. Para viabilizar esse feito, as equipes utilizaram telhas autoportantes aliadas a sofisticados módulos habitacionais, provando a eficiência do método em tempo real.</p>
<p>Foi nesse espaço que especialistas debateram, durante mais de 15 horas de painéis, os rumos do setor. As discussões aprofundaram temas indispensáveis para o futuro das edificações, como as novas dinâmicas de produtividade nos canteiros, os processos de industrialização e as projeções estratégicas para a expansão do offsite no cenário macroeconômico atual.</p>
<h3>Expansão para o turismo e a hospitalidade</h3>
<p>Um dos fatores que mais tem acelerado o <strong>mercado de construção modular</strong> é sua versatilidade para atender a demandas fora do eixo estritamente urbano e residencial. A ECOS destacou como a abordagem industrializada está reformulando o ecoturismo e a hotelaria, segmentos que dependem de agilidade e mínimo impacto local.</p>
<p>Projetos focados em experiências imersivas, como cabanas premium, hospedagens do tipo glamping e estadias com forte apelo ecológico, atraíram os olhares de investidores. Esses novos modelos de negócio demonstram uma adequação perfeita aos métodos offsite, entregando sofisticação arquitetônica e respeito às características naturais dos terrenos.</p>
<h3>Sustentabilidade e precisão digital em pauta</h3>
<p>A racionalização no uso de insumos é um traço marcante dessas novas tecnologias. Em contraste com os canteiros tradicionais, os processos industrializados apresentados no evento garantem reduções drásticas no consumo hídrico, na geração de entulhos e no desperdício de matérias-primas, alinhando a construção civil aos princípios de uma economia de baixo carbono.</p>
<p>Somado a isso, o evento jogou luz sobre as mais recentes inovações digitais empregadas no acompanhamento de projetos. Soluções como o escaneamento a laser móvel e tecnologias de captura 3D da realidade foram exibidas, mostrando como empreiteiras podem eliminar erros de cálculo e aumentar a segurança das operações através de um mapeamento virtual fidedigno do local das obras.</p>
<h3>Foco no desenvolvimento técnico e profissional</h3>
<p>A transição para um modelo mais tecnológico exige, obrigatoriamente, profissionais habilitados a gerir essa nova complexidade. Por isso, a programação da ECOS dedicou atenção especial ao aprimoramento de engenheiros, arquitetos e gestores de incorporadoras.</p>
<p>As sessões de treinamento abordaram tópicos críticos como o controle logístico de peças pré-fabricadas, a inteligência por trás de sistemas multiconstrutivos e a orquestração de diferentes interfaces no canteiro de montagem. Segundo os organizadores, promover esse ambiente de aprendizagem e troca de experiências é o que garante a evolução sólida e contínua do ecossistema offsite no Brasil. O setor já se prepara para o próximo encontro, agendado para o meio de junho de 2027.</p>
<h6>Fonte: Redação</h6>
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		<title>Sucata ferrosa tem recuo em maio, mas acumula alta</title>
		<link>https://revistaconstrua.com.br/variedades/sucata-ferrosa-exportacao-maio/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[revistaconstrua]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 15 Jun 2026 16:37:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Principal]]></category>
		<category><![CDATA[Variedades]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Vendas externas ficaram abaixo do volume de 2025 no mês, enquanto setor de reciclagem cobra tributação mais uniforme.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A sucata ferrosa exportada pelo Brasil perdeu força em maio na comparação anual, mas ainda mantém resultado positivo no acumulado de 2026. O insumo, usado na produção de aço, somou 76.609 toneladas vendidas ao exterior no mês.</p>
<p>O volume ficou praticamente estável frente a abril, quando foram exportadas 77.039 toneladas, mas representou queda de 11% em relação às 86.425 toneladas registradas em maio de 2025.</p>
<h3>Acumulado ainda supera 2025</h3>
<p>De janeiro a maio, as vendas externas chegaram a 390.338 toneladas, segundo dados do Ministério da Economia e da Secex. O número é 17% maior que as 333.502 toneladas embarcadas no mesmo período do ano passado.</p>
<p>As exportações correspondem aos excedentes que não foram absorvidos pelo mercado interno. Por isso, a leitura do setor depende tanto da demanda externa quanto do interesse das usinas brasileiras pelo material reciclado.</p>
<h3>Mercado interno ganha atratividade</h3>
<p>Para o Instituto Nacional da Reciclagem, o mercado ainda se ajusta à isenção de PIS e Cofins nas vendas para a indústria. A avaliação da entidade é que os embarques tendem a voltar a uma faixa entre 60 mil e 70 mil toneladas mensais nos próximos meses.</p>
<p>Com o fim dos impostos e uma demanda doméstica mais firme, os preços da sucata ferrosa permaneceram praticamente estáveis em junho, conforme levantamento da S&amp;P Global Platts.</p>
<p>Compradores ouvidos pela agência associam a procura maior ao encarecimento do ferro-gusa básico desde o início do ano, movimento que pode tornar a sucata uma alternativa mais competitiva para parte da cadeia siderúrgica.</p>
<h3>Tributação vira ponto central para recicladores</h3>
<p>O Inesfa também destacou operações recentes da Polícia Federal e da Receita Federal contra sonegadores de material reciclado. Para a entidade, a fiscalização ajuda a reduzir concorrência desleal contra empresas que atuam formalmente.</p>
<p>Clineu Alvarenga, presidente do instituto, defende uma tributação homogênea para a reciclagem em todo o país, tanto no âmbito federal quanto estadual. A entidade acompanha a PEC da Reciclagem, que será analisada em comissão especial na Câmara dos Deputados.</p>
<p>O setor argumenta que a atividade ficou fora de correções importantes da reforma tributária e pode ser impactada por uma carga próxima de 27%. Para os recicladores, a solução passa por regras mais uniformes, capazes de estimular legalização, economia circular e fornecimento regular à indústria.</p>
<h6>Fonte: Redação</h6>
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		<item>
		<title>Aluguel de equipamentos reduz desperdício nas obras</title>
		<link>https://revistaconstrua.com.br/variedades/aluguel-de-equipamentos-reduz-desperdicio/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[revistaconstrua]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 12 Jun 2026 17:04:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Principal]]></category>
		<category><![CDATA[Variedades]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://revistaconstrua.com.br/geral/aluguel-de-equipamentos-reduz-desperdicio/</guid>

					<description><![CDATA[<p>Uso compartilhado de máquinas ajuda construtoras a diminuir ociosidade, ampliar a vida útil dos ativos e avançar em metas ambientais.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O aluguel de equipamentos deixou de ser apenas uma alternativa para cortar custos pontuais na construção civil. Em obras pressionadas por prazos, orçamento e exigências ambientais, o modelo passou a ser visto como uma forma de usar melhor máquinas e ferramentas sem ampliar o volume de bens parados nos canteiros.</p>
<p>A lógica é simples: quando um equipamento atende várias frentes de trabalho ao longo de sua vida útil, a necessidade de novas compras diminui. Isso reduz desperdício, evita descarte precoce e melhora o aproveitamento de recursos já disponíveis no mercado.</p>
<h3>Menos máquinas paradas, mais eficiência</h3>
<p>A construção civil concentra uma fatia relevante do consumo de recursos naturais no Brasil. Dados citados pelo Conselho Brasileiro de Construção Sustentável indicam que o setor responde por cerca de metade desse uso, além de gerar grande volume de resíduos.</p>
<p>Nesse cenário, o aluguel de equipamentos aproxima as obras da economia compartilhada. Em vez de cada profissional comprar ferramentas usadas poucas vezes, locadoras colocam os mesmos ativos em circulação entre diferentes clientes e projetos.</p>
<p>O resultado é uma operação com menor ociosidade. Equipamentos que ficariam meses guardados podem ser utilizados de forma recorrente, o que aumenta a eficiência do investimento feito na fabricação dessas máquinas.</p>
<h3>Manutenção também pesa na sustentabilidade</h3>
<p>Outro ponto importante está na conservação dos equipamentos. Empresas especializadas em locação costumam manter rotinas de revisão, limpeza e manutenção preventiva, o que prolonga a vida útil dos itens e reduz falhas durante a execução dos serviços.</p>
<p>Máquinas em bom estado também ajudam a evitar retrabalho. Cortes, perfurações, compactações e concretagens executadas com precisão diminuem perdas de material e reduzem a necessidade de refazer etapas da obra.</p>
<p>Segundo Expedito Arena, cofundador da Casa do Construtor, a locação está ligada ao uso racional dos recursos. Para ele, tornar a obra mais eficiente também significa reduzir tempo, consumo inadequado e desperdícios no processo construtivo.</p>
<h3>Pressão por ESG muda decisões no canteiro</h3>
<p>Com empresas e consumidores mais atentos a práticas ESG, a escolha por equipamentos alugados passa a fazer parte de uma estratégia maior. A decisão envolve custo, produtividade e impacto ambiental.</p>
<p>Redes estruturadas de locação ainda podem diminuir deslocamentos desnecessários, já que facilitam o acesso regional a máquinas e ferramentas. Além disso, a renovação do parque de equipamentos permite que tecnologias mais recentes, eficientes e econômicas cheguem a obras de diferentes portes.</p>
<p>Para construtoras, profissionais autônomos e pequenos empreiteiros, o avanço desse modelo indica uma mudança de mentalidade. A posse do equipamento perde força quando o foco passa a ser disponibilidade, desempenho e menor impacto ao longo da obra.</p>
<h6>Fonte: Redação</h6>
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			</item>
		<item>
		<title>Locadoras precisam transformar procura em cotação mais rápido</title>
		<link>https://revistaconstrua.com.br/variedades/locadoras-procura-cotacao-rapida/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[revistaconstrua]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 10 Jun 2026 19:32:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Principal]]></category>
		<category><![CDATA[Variedades]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://revistaconstrua.com.br/?p=32640</guid>

					<description><![CDATA[<p>No aluguel de equipamentos, o cliente decide com pressa; por isso, a comunicação da empresa deve reduzir dúvidas e acelerar o pedido de proposta.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Para uma locadora, presença digital só tem valor quando facilita a contratação. O cliente geralmente chega com uma necessidade imediata: uma obra parada, uma demanda de manutenção ou um serviço que depende do equipamento certo.</p>
<p>Nesse momento, vence a empresa que informa melhor, responde antes e conduz a conversa com objetividade.</p>
<h3>A disputa começa na primeira resposta</h3>
<p>O preço importa, mas muitas oportunidades são perdidas antes da comparação de valores. Falta de clareza, demora no retorno e informações incompletas fazem o cliente procurar outra empresa.</p>
<p>A locadora precisa deixar evidente o que oferece, onde atende, como solicitar proposta e quais dados o cliente deve enviar para receber uma indicação adequada.</p>
<h3>O que deve ser medido</h3>
<p>A divulgação não pode ser avaliada apenas por alcance. Os números mais úteis estão ligados à área comercial:</p>
<ul>
<li>pedidos de cotação recebidos;</li>
<li>contatos qualificados;</li>
<li>tempo médio de resposta;</li>
<li>propostas enviadas;</li>
<li>contratos fechados.</li>
</ul>
<p>Se esses indicadores não evoluem, a comunicação pode estar chamando atenção sem gerar resultado.</p>
<h3>Atendimento digital também vende</h3>
<p>O canal de mensagens precisa funcionar como parte do processo comercial. Em vez de apenas responder perguntas soltas, a equipe deve identificar a necessidade, orientar a escolha do equipamento e encaminhar a próxima etapa.</p>
<p>Uma resposta rápida, clara e segura pode transformar uma dúvida inicial em pedido de locação. Já um atendimento lento ou genérico reduz a confiança e abre espaço para concorrentes.</p>
<h3>Menos exposição, mais caminho de compra</h3>
<p>O objetivo não é aparecer por aparecer. A locadora deve criar um percurso simples: o cliente encontra a empresa, entende a solução, fala com alguém preparado e recebe uma proposta sem demora.</p>
<p>Quando esse fluxo funciona, a divulgação deixa de ser vitrine e passa a apoiar diretamente a receita. O resultado aparece em mais cotações, negociações mais ágeis e maior chance de fechamento.</p>
<h6>Fonte: Redação</h6>
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			</item>
		<item>
		<title>Saneamento pode transformar turismo no litoral cearense</title>
		<link>https://revistaconstrua.com.br/variedades/saneamento-no-turismo-ceara/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[revistaconstrua]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 10 Jun 2026 19:11:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Principal]]></category>
		<category><![CDATA[Variedades]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://revistaconstrua.com.br/geral/saneamento-no-turismo-ceara/</guid>

					<description><![CDATA[<p>Estudo aponta ganho potencial de R$ 3,8 bilhões até 2040, enquanto destinos turísticos ainda convivem com baixa cobertura de esgoto.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Praias, hospedagem e serviços turísticos costumam ocupar o centro das discussões sobre destinos litorâneos. No Ceará, porém, um estudo do Instituto Trata Brasil coloca outra infraestrutura no centro da competitividade: o saneamento.</p>
<p>A universalização dos serviços em cidades com vocação turística poderia adicionar R$ 3,8 bilhões em receitas até 2040, segundo levantamento feito em parceria com a consultoria EX Ante. O ganho anual estimado é de aproximadamente R$ 209 milhões.</p>
<h3>Por que saneamento no turismo muda a economia</h3>
<p>O saneamento no turismo interfere diretamente na qualidade ambiental dos destinos. Coleta e tratamento de esgoto, além de acesso à água tratada, ajudam a preservar praias, reduzir riscos sanitários e melhorar a experiência de visitantes e moradores.</p>
<p>Quando esses serviços falham, o impacto ultrapassa a saúde pública. A balneabilidade pode ser comprometida, a imagem dos destinos se deteriora e o fluxo turístico tende a perder força, especialmente em regiões onde o litoral é o principal ativo econômico.</p>
<h3>Destinos conhecidos ainda enfrentam gargalos</h3>
<p>O estudo aponta deficiências em municípios relevantes para o turismo cearense. Em Aquiraz, mais de 80% da rede não possui ligação com sistema de esgoto. Em Fortim, o índice chega a 88%, e em Cascavel, a 99%.</p>
<p>No litoral oeste, o cenário também preocupa. Jijoca de Jericoacoara registra índice superior a 80%, enquanto Amontada chega a 89%, segundo dados do IBGE citados no levantamento.</p>
<h3>Impacto chega à renda do trabalhador</h3>
<p>A ausência de saneamento adequado também aparece na renda. Trabalhadores do turismo que vivem em residências com saneamento básico recebem, em média, R$ 2.383,53. Entre os que moram em áreas sem esses serviços, a renda média cai para R$ 1.785,79.</p>
<p>A diferença, próxima de R$ 600 por mês, mostra que infraestrutura urbana e desempenho econômico caminham juntos. Um destino mais saneado tende a atrair mais visitantes, elevar a qualidade dos serviços e ampliar oportunidades de trabalho.</p>
<h3>Financiamento pode acelerar projetos</h3>
<p>O Banco do Nordeste aparece como uma das fontes possíveis para destravar investimentos. Em 2024, a instituição destinou R$ 1,6 bilhão a projetos de saneamento básico. Para 2025, a expectativa era chegar a R$ 2,3 bilhões, crescimento de 43%.</p>
<p>Os recursos do Fundo Constitucional de Financiamento do Nordeste podem apoiar municípios e operadores interessados em ampliar redes, melhorar tratamento e estruturar projetos com impacto social e ambiental.</p>
<h3>O ganho vai além das praias</h3>
<p>O Trata Brasil estima que os benefícios socioeconômicos líquidos da universalização do saneamento no Ceará poderiam alcançar R$ 36,8 bilhões, com geração de cerca de 35 mil empregos.</p>
<p>Para o turismo, a conclusão é direta: saneamento não é obra invisível. É uma condição para destinos mais competitivos, cidades mais saudáveis e economias locais capazes de crescer sem degradar seus próprios atrativos.</p>
<h6>Fonte: Redação</h6>
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]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Prevenção nos canteiros avança com programa de segurança</title>
		<link>https://revistaconstrua.com.br/principal/prevencao-nos-canteiros-programa-seguranca/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[revistaconstrua]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 09 Jun 2026 16:46:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Principal]]></category>
		<category><![CDATA[Variedades]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://revistaconstrua.com.br/geral/seguranca-nos-canteiros-joinville/</guid>

					<description><![CDATA[<p>Redução de afastamentos e expansão do Obra Mais Segura indicam uma mudança de gestão nas empresas formais da construção.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A segurança nos canteiros de obras ganhou novo peso na construção de Joinville. Dados do SECONCI local indicam que as empresas associadas vêm ampliando ações de prevenção, saúde ocupacional e orientação técnica, em paralelo ao avanço do Programa Obra Mais Segura.</p>
<p>Ao longo de 2025, foram registradas 54 Comunicações de Acidente de Trabalho entre 174 empresas associadas. O universo atendido pela entidade varia de 4,3 mil a 4,8 mil trabalhadores por mês, o que coloca a prevenção como tema central de gestão.</p>
<h3>Segurança nos canteiros reduz afastamentos</h3>
<p>Os números mostram melhora em um indicador relevante: os dias de afastamento. Em 2025, foram 636 dias com trabalhadores afastados, contra 928 dias no ano anterior. A redução sugere impacto positivo de rotinas mais estruturadas de acompanhamento e treinamento.</p>
<p>Também houve queda nos acidentes de trajeto. A participação desse tipo de ocorrência passou de 26,53% em 2024 para 14,81% em 2025, sinalizando maior atenção ao deslocamento dos trabalhadores e à orientação preventiva fora do ambiente estrito da obra.</p>
<h3>Programa fortalece cultura preventiva</h3>
<p>O Obra Mais Segura busca melhorar as condições de saúde, qualidade de vida e segurança no ambiente de trabalho. A proposta vai além de cumprir exigências legais: o objetivo é criar uma cultura de prevenção dentro das empresas e entre as equipes de campo.</p>
<p>Segundo a avaliação do SECONCI Joinville, companhias formais e comprometidas com programas estruturados tendem a ficar menos expostas a acidentes. A combinação de capacitação, orientação técnica e monitoramento contínuo ajuda a transformar a segurança em prática permanente.</p>
<h3>Selo reconhece boas práticas</h3>
<p>Em Joinville, 18 novas obras foram certificadas com o Selo Obra Mais Segura em 2025. Mensalmente, cerca de 4,5 mil trabalhadores foram alcançados por ações de conscientização, promoção de saúde, qualidade de vida e prevenção.</p>
<p>O resultado reforça a leitura de que a segurança nos canteiros passou a ser tratada como indicador de eficiência empresarial. Obras mais organizadas reduzem afastamentos, evitam perdas operacionais e tendem a melhorar a previsibilidade dos cronogramas.</p>
<h3>Meta é ampliar adesão em 2026</h3>
<p>Para 2026, a expectativa do SECONCI Joinville é aumentar a adesão ao programa e reduzir ainda mais os indicadores de acidentes. Se esse movimento se consolidar, a cidade pode ganhar posição de referência estadual em saúde e segurança na construção civil.</p>
<p>A mudança é especialmente relevante em um setor marcado por equipes numerosas, atividades simultâneas e riscos diários. Ao transformar prevenção em rotina de gestão, as empresas reduzem vulnerabilidades e fortalecem a sustentabilidade do negócio.</p>
<h6>Fonte: Redação</h6>
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]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Pecém receberá torre eólica de 257 metros</title>
		<link>https://revistaconstrua.com.br/principal/torre-eolica-pecem-257-metros/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[revistaconstrua]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 08 Jun 2026 16:07:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Principal]]></category>
		<category><![CDATA[Variedades]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://revistaconstrua.com.br/geral/torre-eolica-pecem-257-metros/</guid>

					<description><![CDATA[<p>Estrutura deve começar a ser construída em julho e mira ventos mais altos para ampliar a eficiência da geração em terra.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Complexo Industrial e Portuário do Pecém deve receber uma <strong>torre eólica</strong> de 257 metros de altura, projetada para ser uma das maiores estruturas do tipo nas Américas. As obras estão previstas para começar em julho.</p>
<p>O projeto é desenvolvido pela CTZ Tower, empresa ligada ao Grupo Cortez, e prevê investimento estimado em R$ 100 milhões. A proposta é usar tecnologia de construção em concreto para viabilizar torres mais altas e ampliar a eficiência da geração eólica em terra.</p>
<h3>Torre eólica busca ventos mais fortes</h3>
<p>Com 257 metros, a estrutura terá altura equivalente a um prédio de mais de 80 andares. O objetivo é alcançar correntes de vento em altitudes superiores, onde a intensidade e a regularidade tendem a ser maiores.</p>
<p>Esse ganho de altura pode aumentar a produtividade dos aerogeradores e tornar parques terrestres mais competitivos. A tendência de torres mais altas já é observada em diferentes mercados de energia renovável.</p>
<p>No Brasil, a iniciativa chama atenção pelo porte e pela tentativa de reduzir limitações logísticas comuns em equipamentos eólicos de grande escala.</p>
<h3>Tecnologia em concreto reduz gargalos</h3>
<p>A solução proposta pela CTZ Tower utiliza concreto e foi desenvolvida para diminuir custos e dificuldades de transporte associados a estruturas muito grandes. O formato pode facilitar a instalação de torres de maior porte em áreas estratégicas.</p>
<p>Após as licenças necessárias, o cronograma prevê o início das obras de fundação e preparação do terreno. Depois da montagem, o projeto passará por etapas de testes e monitoramento em condições reais de operação.</p>
<p>A expectativa é que a estrutura sirva de referência para novos investimentos em energia renovável, tanto no mercado brasileiro quanto em outros países interessados em ampliar a geração eólica onshore.</p>
<h3>Nordeste reforça liderança em energia limpa</h3>
<p>O Nordeste concentra a maior parte da produção eólica brasileira, favorecido por condições climáticas e pela presença de parques já instalados. A nova torre se soma a esse movimento de expansão tecnológica e produtiva.</p>
<p>Ao alcançar ventos mais estáveis, o equipamento pode contribuir para uma geração mais eficiente e para a redução do custo por megawatt produzido. Para o setor, esse tipo de avanço é importante em um cenário de demanda crescente por energia limpa.</p>
<p>O projeto também reforça o papel do Pecém como polo industrial e energético. Com porto, área industrial e investimentos em novas cadeias, o complexo vem se consolidando como uma base para projetos de infraestrutura e transição energética.</p>
<h6>Fonte: Redação</h6>
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		<title>Garantias revelam o custo oculto das obras</title>
		<link>https://revistaconstrua.com.br/variedades/garantias-revelam-o-custo-oculto-das-obras/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[revistaconstrua]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 01 Jun 2026 17:07:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Principal]]></category>
		<category><![CDATA[Variedades]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://revistaconstrua.com.br/?p=32545</guid>

					<description><![CDATA[<p>Chamados, retrabalhos e manutenções após a entrega podem consumir parte relevante do VGV e expõem a falta de dados estruturados no setor.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O desempenho financeiro de um empreendimento não termina na entrega das unidades. Depois que o cliente recebe o imóvel, começam custos que muitas construtoras ainda tratam como rotina administrativa, mas que podem comprometer margens relevantes.</p>
<p>Dados da Câmara Brasileira da Indústria da Construção indicam que o pós-obra pode consumir até 5% do Valor Geral de Vendas de um empreendimento. Em uma obra de R$ 50 milhões, a perda potencial chega a R$ 2,5 milhões.</p>
<h3>O problema não é só manutenção</h3>
<p>Esse gasto inclui garantias acionadas, retrabalhos, chamados sem solução e manutenções que se repetem por falhas de projeto, especificação ou execução. Para o engenheiro civil Jean Sacenti, CEO da Predialize, a raiz do problema está na ausência de aprendizado estruturado entre uma obra e outra.</p>
<p>O setor investiu em planejamento e execução, mas deixou o pós-obra fora do ciclo de inteligência. Na prática, muitas construtoras não checam com dados aquilo que funcionou, aquilo que falhou e o motivo de cada ocorrência.</p>
<h3>BIM organiza a memória técnica</h3>
<p>A integração entre BIM e inteligência artificial é apontada como uma forma de mudar essa lógica. O BIM armazena informações técnicas do empreendimento, como sistemas construtivos, especificações, componentes e prazos de garantia.</p>
<p>Quando esses dados são cruzados com registros reais do pós-obra, a empresa consegue identificar padrões. Uma solução que falha em determinada condição climática, por exemplo, pode ser substituída antes de aparecer novamente em outro projeto.</p>
<p>A inteligência artificial entra justamente para acelerar essa leitura, detectando recorrências que seriam difíceis de enxergar em planilhas, relatórios dispersos e chamados isolados.</p>
<h3>Regulação aumenta a pressão por adoção</h3>
<p>O avanço do BIM também ganhou força institucional. O Decreto 11.888/2024 estabeleceu a Estratégia Nacional de Disseminação do BIM, e a nova lei de licitações públicas tornou a metodologia preferencial em obras de engenharia.</p>
<p>Esse ambiente tende a influenciar o mercado privado, que passa a lidar com clientes mais exigentes, maior risco jurídico e necessidade de comprovar eficiência técnica.</p>
<h3>Pós-obra vira inteligência de negócio</h3>
<p>A leitura de Sacenti é que a tecnologia não substitui o engenheiro, mas reduz o peso de análises repetitivas e libera profissionais para decisões de maior valor. O objetivo é transformar o histórico de falhas em melhoria contínua real.</p>
<p>Para construtoras, isso significa olhar para o pós-obra como uma base de dados estratégica. Quando garantias e chamados passam a alimentar novos projetos, o setor reduz passivos, melhora especificações e protege a rentabilidade de empreendimentos futuros.</p>
<h6>Fonte: Redação</h6>
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		<title>Como a economia circular e a floresta podem desatar o nó do carbono na produção de cimento</title>
		<link>https://revistaconstrua.com.br/variedades/como-a-economia-circular-e-a-floresta-podem-desatar-o-no-do-carbono-na-producao-de-cimento/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[revistaconstrua]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 27 May 2026 16:58:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Principal]]></category>
		<category><![CDATA[Variedades]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://revistaconstrua.com.br/?p=32519</guid>

					<description><![CDATA[<p>Enquanto a dependência de coque importado expõe fragilidades do setor, investimentos bilionários em coprocessamento e soluções baseadas na natureza redesenham a matriz energética da indústria cimenteira nacional</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A indústria do cimento no Brasil enfrenta um dilema que vai além das metas ambientais. Aproximadamente 80% do coque de petróleo consumido nos fornos do setor vem de fora do país, o que coloca as fábricas à mercê de choques geopolíticos, oscilações cambiais e interrupções logísticas internacionais. Cada crise no Oriente Médio ou tensão comercial entre potências globais repercute diretamente na planilha de custos das cimenteiras nacionais, comprimindo margens em um mercado já altamente disputado.</p>
<h3>Resíduos que substituem combustíveis fósseis</h3>
<p>Diante dessa vulnerabilidade, o coprocessamento emergiu como um dos mecanismos mais concretos de transformação. A técnica permite que biomassa, pneus inservíveis, resíduos urbanos e subprodutos industriais substituam parte do combustível fóssil nos fornos rotativos. O país já atingiu uma taxa de substituição térmica próxima de 30%, o que evita a emissão de cerca de 2,8 milhões de toneladas de CO₂ anuais — volume equivalente ao que seria gerado por uma frota de mais de 600 mil caminhões pesados rodando durante um ano.</p>
<p>Os investimentos previstos até 2030, estimados em R$ 3,5 bilhões, devem ampliar ainda mais esse patamar. Além do ganho ambiental, a diversificação da matriz energética reduz a dependência de importações e confere maior previsibilidade aos custos de produção — fator decisivo para viabilizar obras de infraestrutura de longo prazo.</p>
<h3>O desafio químico que a tecnologia sozinha não resolve</h3>
<p>Existe, contudo, uma barreira que nenhuma troca de combustível é capaz de eliminar completamente. Parte significativa das emissões de CO₂ na fabricação de cimento decorre da calcinação do calcário — uma reação química inerente ao processo produtivo. Tecnologias de captura e armazenamento de carbono (CCUS) existem, porém ainda apresentam custos elevados e demandam infraestrutura complexa, pouco compatível com a realidade de muitas plantas industriais brasileiras.</p>
<p>É nesse contexto que as chamadas Soluções Baseadas na Natureza (SbN) ganham relevância estratégica. Projetos de restauração florestal, conservação de biomas e manejo sustentável do solo permitem compensar as emissões residuais — aquelas que a eficiência energética e a redução de clínquer ainda não conseguem zerar. O Brasil, com sua extensão territorial e diversidade de ecossistemas, reúne condições excepcionais para implementar essas iniciativas em larga escala.</p>
<h3>Um modelo que combina fábrica e floresta</h3>
<p>Segundo Paulo Camillo Penna, presidente do Sindicato Nacional da Indústria do Cimento (Snic) e da Associação Brasileira de Cimento Portland (ABCP), integrar a agenda industrial à conservação ambiental é o caminho mais pragmático para a descarbonização no curto e médio prazo. &#8220;Ignorar esse potencial seria desperdiçar uma das principais vantagens competitivas reais do país na economia de baixo carbono&#8221;, afirma.</p>
<p>O arcabouço regulatório brasileiro avançou em 2025 com o Plano Clima e, em 2026, com a construção do Sistema Brasileiro de Comércio de Emissões. Ainda assim, falta definir com precisão como as SbN serão incorporadas a esse novo modelo. Sem essa clareza normativa, projetos que poderiam atrair investimentos internacionais e gerar créditos de carbono verificáveis ficam em compasso de espera.</p>
<p>Na avaliação de Penna, apostar exclusivamente em soluções tecnológicas caras e ainda pouco maduras pode ser contraproducente. &#8220;Ao integrar indústria, economia circular e ativos naturais, o Brasil tem a oportunidade de construir um modelo de transição mais competitivo, resiliente e alinhado às suas próprias vocações&#8221;, conclui.</p>
<h6>Fonte: Redação</h6>
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		<title>Indústria de cimento cobra pacote robusto de obras públicas para alavancar crescimento</title>
		<link>https://revistaconstrua.com.br/variedades/industria-de-cimento-cobra-pacote-robusto-de-obras-publicas-para-alavancar-crescimento/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[revistaconstrua]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 14 May 2026 17:14:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Principal]]></category>
		<category><![CDATA[Variedades]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Operando muito abaixo de sua capacidade produtiva, o segmento alerta que a estagnação na infraestrutura e os juros altos freiam o desenvolvimento do país.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>As empresas responsáveis pela base estrutural do país enfrentam um cenário de subutilização de seus parques industriais. Durante um encontro promovido pela Coalizão Indústria, a Associação Brasileira de Cimento Portland (ABCP) revelou que o setor opera atualmente com quase 40% de sua capacidade fabril paralisada. Segundo Paulo Camillo Penna, principal representante da entidade, essa ociosidade é o resultado de uma expansão forte que ocorreu na última década, mas que hoje não encontra vazão devido à freada no consumo.</p>
<p>Os números apresentados apontam que as fábricas têm potencial para entregar 109 milhões de toneladas de cimento anualmente, no entanto, a demanda interna tem esbarrado na marca de 67 milhões. A maior fatia desse volume é absorvida pelo modelo de varejo, diretamente impactado pelas dificuldades enfrentadas pelos consumidores médios que encaram juros elevados e a falta de crédito na praça.</p>
<h3>Gargalos e a necessidade de descarbonização</h3>
<p>Mesmo com as margens apertadas e uma perspectiva de crescimento tímido para este ano, a indústria do cimento segue focada em se alinhar a diretrizes mais ecológicas. Há um esforço contínuo na busca por maior eficiência nas operações e em processos que reduzam a emissão de gases de efeito estufa. Porém, os executivos avaliam que é crucial o retorno de incentivos fiscais, a exemplo da depreciação acelerada, para fomentar novas atualizações tecnológicas.</p>
<p>Os representantes do setor ressaltam que o Brasil carece de soluções urgentes para problemas históricos. A deficiência habitacional que ultrapassa as 5 milhões de unidades, aliada a estradas não asfaltadas e redes de esgoto inexistentes na maior parte dos municípios, são vistos como as frentes onde o governo deve atuar. Para as indústrias, investimentos a longo prazo nessas áreas são vitais não apenas para o reaquecimento das vendas de cimento, mas para o progresso da infraestrutura nacional de forma geral.</p>
<h6>Fonte: Redação</h6>
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		<title>Eficiência e sustentabilidade impulsionam o uso do aço na indústria nacional</title>
		<link>https://revistaconstrua.com.br/variedades/eficiencia-e-sustentabilidade-impulsionam-o-uso-do-aco-na-industria-nacional/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[revistaconstrua]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 May 2026 16:30:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Principal]]></category>
		<category><![CDATA[Variedades]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Além de reduzir em até 80% o consumo energético, a adoção de fornos elétricos a arco e o reaproveitamento de sucatas otimizam custos operacionais.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Reconhecido por sua capacidade de ser reaproveitado inúmeras vezes sem perder suas propriedades essenciais, o aço consolida-se como um recurso estratégico para o desenvolvimento industrial brasileiro. A possibilidade de transformar o material em novas ligas não apenas diminui os custos operacionais, mas também atenua os impactos ambientais em setores que vão desde a fabricação de veículos até a edificação de grandes obras.</p>
<h3>Avanços tecnológicos e economia de energia</h3>
<p>O aprimoramento dos métodos de produção tem sido fundamental para alavancar a reciclagem. Um grande diferencial atual é a implementação dos fornos elétricos a arco. Ao utilizarem majoritariamente sucatas metálicas em vez de minério de ferro primário, essas tecnologias conseguem diminuir o gasto de energia elétrica em cerca de 80%, aumentando consideravelmente a eficiência nas plantas siderúrgicas.</p>
<p>Do ponto de vista ambiental, os ganhos são expressivos. A cada tonelada de aço reciclado que retorna à cadeia, evita-se a extração de aproximadamente 1,4 tonelada de minério de ferro, além de poupar centenas de quilos de carvão e calcário. Esse ciclo sustentável traz previsibilidade financeira para o setor, já que a reinserção de sucatas estabiliza a aquisição de matérias-primas e fomenta todo um mercado de coleta e processamento prévio.</p>
<h3>Consumo em alta reflete a força da economia</h3>
<p>O mercado interno acompanhou essa evolução estrutural. Dados recentes do Instituto Aço Brasil revelam que o país absorveu 26,1 milhões de toneladas do produto em 2024, número que dialoga com o crescimento de 3,4% da economia nacional no mesmo período. A construção civil desponta como a principal demandante, consumindo mais de 37% de toda a produção, seguida de perto pela indústria automotiva e pelo segmento de bens de capital.</p>
<p>Para Valdomiro Roman, diretor de operações da Associação Brasileira de Metalurgia, Materiais e Mineração (ABM), as características intrínsecas do metal garantem sua longa vida útil nas fábricas. Ele avalia que a manutenção do desempenho técnico aliado à sustentabilidade são os pilares para a competitividade em diversas áreas da economia estrutural do Brasil.</p>
<h6>Fonte: Redação</h6>
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		<item>
		<title>Reajuste de 9,61% na energia deve impactar comércio e indústria no Ceará</title>
		<link>https://revistaconstrua.com.br/variedades/reajuste-de-961-na-energia-deve-impactar-comercio-e-industria-no-ceara/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[revistaconstrua]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 27 Apr 2026 17:12:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Principal]]></category>
		<category><![CDATA[Variedades]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://revistaconstrua.com.br/?p=32377</guid>

					<description><![CDATA[<p>Cerca de 5.280 empresas de alta tensão passam a pagar mais pela tarifa da Enel, gerando pressão inflacionária e preocupação entre os setores produtivos do estado</p>
<p>O post <a href="https://revistaconstrua.com.br/variedades/reajuste-de-961-na-energia-deve-impactar-comercio-e-industria-no-ceara/">Reajuste de 9,61% na energia deve impactar comércio e indústria no Ceará</a> apareceu primeiro em <a href="https://revistaconstrua.com.br">Construa Negócios</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Aproximadamente 5.280 indústrias e grandes empreendimentos cearenses passaram a arcar com um aumento de 9,61% na tarifa de energia elétrica desde a última quinta-feira (23). O reajuste, aprovado pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) para clientes de alta tensão da Enel Ceará, promete pressionar o comércio local e gerar reflexos no bolso do consumidor final.</p>
<p>A alta de quase 10% nos custos energéticos atinge 0,12% dos clientes da distribuidora ligados à média e alta tensão. Já para os consumidores residenciais, o reajuste médio aprovado em 2026 foi de 4,61%.</p>
<h2>Impacto duplo sobre o comércio cearense</h2>
<p>Para a diretora institucional da Fecomércio Ceará, Cláudia Brilhante, o reajuste impõe um impacto duplo ao comércio cearense. Segundo ela, o cenário se agrava pelo efeito em cadeia sobre a inflação, &#8220;uma vez que a energia elétrica distribuída pela Enel é componente relevante na formação de preços de vários produtos e serviços, o que tende a gerar aumentos sucessivos ao longo da cadeia produtiva&#8221;.</p>
<p>Já o presidente da Federação da Agricultura e Pecuária do Ceará (Faec), Amílcar Silveira, manifestou profundo descontentamento com a medida. Segundo ele, o setor produtivo enfrenta um momento crítico, marcado por excesso de oferta energética e reajustes que superam significativamente os índices inflacionários.</p>
<p>&#8220;Na nossa avaliação, é um equívoco. Esse aumento, principalmente da alta tensão, que é de 10%, não tem nenhuma inflação que chegue perto disso&#8221;, reforçou Silveira.</p>
<h2>Pressão inflacionária inevitável</h2>
<p>O presidente do Conselho Regional de Economia do Ceará (Corecon-CE), Wandemberg Almeida, alerta que a energia é um insumo essencial e insubstituível no curto prazo. &#8220;Isso vai trazer um certo desconforto porque vai fazer uma compressão de margem de lucro para as empresas&#8221;, avalia.</p>
<p>Almeida destaca que o custo operacional elevado acaba sendo repassado ao preço final de produtos e serviços básicos, atingindo o consumidor de forma duplicada. &#8220;Quanto menor a concorrência e mais essencial for o produto, maior vai ser o repasse para o consumidor final&#8221;, complementa o economista.</p>
<h2>O que explica o reajuste</h2>
<p>Segundo a Aneel e a Enel Ceará, os principais fatores que pressionaram a tarifa foram os encargos setoriais, que registraram alta de 17,8% e financiam políticas públicas e subsídios, além dos custos de aquisição de energia, influenciados por um regime hidrológico menos favorável do que o verificado no ano anterior.</p>
<p>O fim de descontos temporários e diferimentos aplicados em 2025 também contribuiu para o aumento, gerando um efeito de recomposição tarifária. Um dado relevante é que a parcela da tarifa destinada à operação e manutenção da rede pela Enel (Parcela B) teve, na verdade, uma redução de 1,24%.</p>
<p>Isso significa que o aumento percebido pelo setor produtivo é composto quase inteiramente por custos repassados a geradoras, transmissoras e encargos definidos em lei. Especialistas alertam que esse reajuste gera uma &#8220;inflação de custos&#8221;, comprometendo diretamente a competitividade das empresas cearenses no cenário nacional.</p>
<h2>Mercado livre ameniza o impacto, mas também enfrenta pressão</h2>
<p>Por outro lado, o impacto do reajuste pode ser mitigado para uma parcela significativa de consumidores com contas a partir de R$ 20 mil mensais, que já compram energia diretamente no Mercado Livre. Atualmente, a Enel Ceará possui mais de 4 milhões de unidades consumidoras.</p>
<p>Segundo Bernardo Viana, diretor de regulação do Sindienergia, o reajuste da distribuidora impacta esses clientes apenas na Tarifa de Uso do Sistema de Distribuição (TUSD). &#8220;Quem está no Mercado Livre é impactado minimamente com o custo do fio da rede&#8221;, esclarece.</p>
<p>Porém, o próprio Mercado Livre de Energia também registra forte pressão. Um estudo da Associação Brasileira dos Comercializadores de Energia (Abraceel) revela que, entre 2024 e 2026, os preços para contratações de longo prazo subiram 59%, enquanto as compras trimestrais dispararam 121%.</p>
<p>De acordo com Rodrigo Ferreira, presidente da Abraceel, esse cenário de escassez e preços elevados pode expor consumidores a custos &#8220;impagáveis&#8221;, afetando diretamente a competitividade industrial e a inflação. Na prática, mesmo a indústria que não compra energia diretamente da Enel enfrenta um mercado de geração com preços em trajetória ascendente.</p>
<h6>Fonte: Redação</h6>
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			</item>
		<item>
		<title>Rodovias e saneamento dominam agenda de concessões nos estados com R$ 160 bilhões investidos</title>
		<link>https://revistaconstrua.com.br/variedades/rodovias-e-saneamento-dominam-agenda-de-concessoes-nos-estados-com-r-160-bilhoes-investidos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[revistaconstrua]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 Apr 2026 16:52:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Principal]]></category>
		<category><![CDATA[Variedades]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://revistaconstrua.com.br/?p=32363</guid>

					<description><![CDATA[<p>Levantamento da Radar PPP revela crescimento de 28,7% nos aportes estaduais em infraestrutura desde 2023</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O mercado da construção civil brasileiro atravessa um momento de contrastes em abril de 2026. Se, por um lado, o setor comemora a geração robusta de empregos formais e números recordes no programa Minha Casa, Minha Vida, por outro enfrenta uma escalada nos custos de insumos agravada pelo cenário geopolítico internacional.</p>
<p>De acordo com o &#8220;Boletim da Construção&#8221; de abril, elaborado pelo Departamento da Indústria da Construção e Mineração (Deconcic) da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (FIESP), o cenário exige atenção redobrada dos agentes do setor diante de riscos inflacionários que podem comprometer a sustentabilidade do crescimento.</p>
<h2>Custos em alta puxados por conflitos internacionais</h2>
<p>A persistência dos embates geopolíticos envolvendo Estados Unidos, Israel e Irã desencadeou o que analistas classificam como um &#8220;choque energético&#8221;, com reflexos diretos no preço do petróleo e do diesel. Essa pressão se propaga pela cadeia produtiva da construção, encarecendo fretes e derivados como asfalto e tintas.</p>
<p>Os números do Sistema Nacional de Pesquisa de Custos e Índices da Construção Civil (SINAPI) confirmam a tendência: o custo total acumulou alta de 6,7% em 12 meses. A mão de obra registrou o avanço mais expressivo, com aumento de 9,9%, enquanto os materiais subiram 4,4% no mesmo intervalo.</p>
<h2>Emprego formal bate marca histórica</h2>
<p>Apesar da pressão nos custos, o emprego formal no setor demonstrou forte resiliência. O número de trabalhadores com carteira assinada na construção civil atingiu a marca de 3 milhões em fevereiro de 2026, representando crescimento de 3% na comparação anual. O indicador reforça a capacidade do segmento de manter a geração de postos de trabalho mesmo em ambiente adverso.</p>
<p>A expectativa de atividade em âmbito nacional permanece estável e em patamar elevado de confiança, registrando 51,3 pontos. No entanto, o estado de São Paulo apresenta um quadro diferente, com o índice retornando ao território de pessimismo ao marcar 43,8 pontos.</p>
<h2>Minha Casa, Minha Vida alcança recordes</h2>
<p>O destaque mais expressivo do período ficou por conta do programa Minha Casa, Minha Vida (MCMV), que registrou marco histórico com expansão de 38,5% nos lançamentos e de 12,1% nas vendas acumuladas em 12 meses. Os resultados colocam o programa habitacional como o principal motor de aquecimento do setor residencial.</p>
<p>Em contrapartida, o mercado total de lançamentos residenciais apresentou leve retração de 1% em dezembro, sinalizando arrefecimento fora do segmento econômico.</p>
<h2>Financiamento e consumo de materiais apresentam sinais mistos</h2>
<p>As operações de financiamento com recursos do FGTS voltadas a novos imóveis registraram crescimento de 19,8% no ano. Já o crédito via Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE) segue prejudicado pelo patamar elevado dos juros, acumulando queda de quase 20% em 12 meses.</p>
<p>No campo dos materiais básicos, os dados indicam desaceleração. O consumo aparente de cimento apresentou viés negativo em fevereiro, com recuo de 0,3%, enquanto o aço longo manteve trajetória descendente, registrando redução de 3,1% no período de um ano.</p>
<p>O investimento do Governo Central em obras e instalações recuou 2,1% no acumulado anual, apesar de leve crescimento no investimento total. Enquanto isso, o preço dos imóveis, medido pelo IGMI-R, acelerou 19,7% em 12 meses, avançando em ritmo significativamente superior ao Índice Nacional de Custo da Construção (INCC-DI), que subiu 5,7% no mesmo período.</p>
<h6>Fonte: Redação</h6>
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		<title>Gerdau lança linha de aço com baixa emissão de carbono voltada para construção e indústria</title>
		<link>https://revistaconstrua.com.br/variedades/gerdau-lanca-linha-de-aco-com-baixa-emissao-de-carbono-voltada-para-construcao-e-industria/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[revistaconstrua]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Apr 2026 16:34:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Principal]]></category>
		<category><![CDATA[Variedades]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://revistaconstrua.com.br/?p=32319</guid>

					<description><![CDATA[<p>Gerdau NewEco utiliza sucata ferrosa e energia 100% renovável, posicionando a empresa com emissões cerca de metade da média global do setor siderúrgico</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Gerdau lançou a Gerdau NewEco, uma nova linha de aço com baixa emissão de carbono destinada a atender empresas dos setores automotivo e de construção civil que buscam avançar em suas estratégias de descarbonização. A solução amplia o portfólio da companhia com produtos de menor pegada ambiental, posicionando-a como fornecedora estratégica em um mercado cada vez mais orientado pela transição para uma economia de baixo carbono.</p>
<p>&#8220;A Gerdau NewEco foi desenvolvida para contribuir com a descarbonização dos projetos, iniciativas e produtos finais de nossos clientes, com foco em competitividade e sustentabilidade&#8221;, afirmou Gustavo Werneck, CEO da Gerdau.</p>
<h2>Produção baseada em economia circular</h2>
<p>Os aços da linha NewEco são fabricados a partir de sucata ferrosa, reforçando o papel da Gerdau como uma das maiores recicladoras da América Latina. Atualmente, cerca de 70% de toda a produção da empresa utiliza sucata como matéria-prima, com a reciclagem de aproximadamente 10 milhões de toneladas por ano.</p>
<p>A produção conta ainda com energia elétrica proveniente de fontes integralmente renováveis, o que reduz significativamente as emissões de gases de efeito estufa ao longo do processo produtivo. A intensidade de emissões dos produtos é mensurada por metodologia alinhada às melhores práticas da indústria siderúrgica mundial, com dados auditados por terceira parte independente.</p>
<h2>Emissões de CO₂ abaixo da média global</h2>
<p>Graças à sua matriz produtiva sustentável, a Gerdau opera atualmente com uma das menores intensidades de emissão de gases de efeito estufa do setor: 0,85 tonelada de CO₂ equivalente por tonelada de aço produzida (escopos 1 e 2), número que representa cerca de metade da média global do segmento siderúrgico, segundo dados da Associação Mundial do Aço (worldsteel).</p>
<p>A meta da empresa para 2031 é reduzir esse indicador para 0,82 tonelada de CO₂ equivalente por tonelada de aço. &#8220;Com a linha NewEco, a empresa reforça seu compromisso com as mudanças climáticas e com a geração de crescimento econômico sustentável, oferecendo ao mercado soluções em aço que unem qualidade e resultados concretos&#8221;, destacou Cenira Nunes, gerente geral de meio ambiente da Gerdau.</p>
<h6>Fonte: Redação</h6>
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		<title>Portos brasileiros podem esgotar capacidade de contêineres até 2030, aponta estudo</title>
		<link>https://revistaconstrua.com.br/variedades/portos-brasileiros-podem-esgotar-capacidade-de-conteineres-ate-2030-aponta-estudo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[revistaconstrua]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Apr 2026 16:39:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Principal]]></category>
		<category><![CDATA[Variedades]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://revistaconstrua.com.br/?p=32307</guid>

					<description><![CDATA[<p>Pesquisa da Macroinfra revela saturação em Santos, Paranaguá e terminais catarinenses, com risco de colapso logístico caso novos projetos de expansão não avancem</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Os principais portos brasileiros podem atingir o limite de sua capacidade de movimentação de contêineres até 2030, caso os projetos de expansão e construção de novos terminais não sejam implementados a tempo. O alerta consta de um estudo da Macroinfra, consultoria especializada em infraestrutura e logística de transporte, elaborado com base em dados da Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq) referentes ao período entre 2015 e 2025.</p>
<p>O levantamento identificou um quadro de saturação operacional em quatro complexos portuários estratégicos: Santos (SP), Paranaguá (PR), Itajaí/Navegantes (SC) e Itapoá (SC). Segundo a pesquisa, esses terminais já operam no limite ou acima de sua capacidade prática, o que gera custos extras, atrasos, perda de confiabilidade logística e risco de paralisações.</p>
<h2>Santos opera sob pressão extrema</h2>
<p>No Porto de Santos, o maior complexo portuário da América Latina, a taxa de ocupação conjunta dos principais terminais saltou de 55,9% em 2015 para 76,8% em 2024, alcançando 79,7% no ano passado. Embora a produtividade média tenha avançado nesse intervalo — de 72 para 86 TEUs por hora —, os ganhos de eficiência são insuficientes para acomodar o crescimento da demanda.</p>
<p>Em Paranaguá, a taxa de ocupação do terminal TCP atingiu 81,8% em 2024 e 86,0% em 2025, entrando em zona de saturação. Apesar de a produtividade ter crescido de forma consistente entre 2015 e 2023, passando de 83 para 107 TEUs/hora, houve queda para 88 TEUs/hora no último ano.</p>
<h2>Santa Catarina também no limite</h2>
<p>O Porto Itapoá, em São Francisco do Sul (SC), reconhecido como um dos mais eficientes do país, viu sua taxa de uso subir de 50,2% em 2015 para 84,7% em 2024, chegando a 88,7% em 2025. A produtividade, contudo, cresceu de forma expressiva no período, passando de 64 para 93 TEUs/hora.</p>
<h2>Redistribuição para portos secundários</h2>
<p>Com a sobrecarga dos principais terminais, a logística marítima brasileira tem sido forçada a redistribuir fluxos para portos antes ociosos. O destaque é o Rio de Janeiro, cuja participação no total nacional de contêineres quase dobrou nos últimos dez anos, saltando de 3,7% para 6,2% entre 2015 e 2025. &#8220;Sua movimentação total cresceu 139% no período, saindo de 292 mil TEUs para 917 mil TEUs&#8221;, destacou Olivier Girard, sócio-diretor da Macroinfra.</p>
<p>Portos do Nordeste, como os de Salvador (BA), Pecém (CE) e Suape (PE), também ampliaram ou mantiveram suas participações, absorvendo cargas que buscavam alternativas aos corredores congestionados do Sul e Sudeste.</p>
<h2>Demanda cresce sem contrapartida estrutural</h2>
<p>O estudo aponta que as exportações e importações marítimas brasileiras utilizando contêineres cresceram 60% entre 2015 e 2025, enquanto a navegação por cabotagem avançou 111% no mesmo período. A demanda projetada para 2030 é de 20,4 milhões de TEUs, volume que consumiria quase toda a capacidade total prevista de 23 milhões, indicando risco de esgotamento completo até 2032.</p>
<p>As obras de ampliação em andamento — como o terminal STS10 em Santos e o novo terminal da Maersk em Suape — são consideradas insuficientes para reverter o cenário. Segundo a Macroinfra, o planejamento imediato de uma nova leva de projetos é indispensável para sustentar o crescimento econômico do país.</p>
<h6>Fonte: Redação</h6>
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		<title>Materiais importados ganham espaço em obras de alto padrão</title>
		<link>https://revistaconstrua.com.br/variedades/materiais-importados-ganham-espaco-em-obras-de-alto-padrao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[revistaconstrua]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 Apr 2026 18:11:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Principal]]></category>
		<category><![CDATA[Variedades]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Investimentos internacionais em hotelaria e empreendimentos premium elevam a exigência técnica nos canteiros, e insumos nacionais nem sempre atendem às especificações de projetos globais</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Com a chegada de novos investimentos internacionais em hotelaria, resorts e empreendimentos de alto padrão ao Brasil, cresce um desafio relevante para o setor da construção civil: atender, no mercado nacional, às especificações técnicas exigidas por projetos de padrão global. Variações de espessura, resistência estrutural e uniformidade de acabamento — muitas vezes toleradas em obras convencionais — podem comprometer desempenho, prazo e resultado final quando o projeto segue auditorias internacionais rigorosas.</p>
<h2>Uso de insumos importados avança em projetos vinculados a marcas globais</h2>
<p>Dados da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC) mostram que a utilização de insumos importados tem avançado em obras de alto padrão, especialmente em projetos vinculados a marcas globais. O SindusCon-SP aponta que os retrabalhos podem chegar a 10% do custo total da obra, frequentemente associados à incompatibilidade de materiais.</p>
<p>Segundo Celso Zaffarani, CEO da Zaffarani Design Build, o desafio vai além da disponibilidade. &#8220;Projetos internacionais já chegam com especificações muito claras de desempenho e acabamento. Parte dos materiais disponíveis no Brasil apresenta variações aceitáveis em obras comuns, mas que não atendem a auditorias técnicas mais rigorosas&#8221;, afirma.</p>
<h2>Diferenças mínimas geram impactos relevantes nos canteiros</h2>
<p>Na prática, variações aparentemente pequenas podem gerar efeitos consideráveis. Chapas metálicas com espessura irregular, por exemplo, afetam alinhamento, acabamento e durabilidade — além de aumentarem o risco de retrabalho e atrasos, especialmente em projetos auditados por marcas internacionais. Diante desse cenário, a importação deixa de ser uma escolha comercial e passa a ser uma decisão técnica.</p>
<p>Estudos da Fundação Getulio Vargas (FGV) indicam que o Brasil ainda enfrenta gargalos em segmentos que exigem alto nível de padronização e controle de qualidade. Dados de comércio exterior mostram que bens intermediários — categoria que inclui insumos industriais — representam cerca de 60% das importações brasileiras, evidenciando a dependência estrutural dessas cadeias.</p>
<h2>País ainda depende de mercados como Itália, Alemanha e China para especificações técnicas</h2>
<p>Mesmo sendo um grande produtor de aço, o Brasil ainda depende de insumos vindos da Itália, Espanha, Alemanha e China para atender exigências específicas de projetos premium. &#8220;A importação está diretamente ligada à previsibilidade da obra. Quando o material não entrega o desempenho esperado, o risco de retrabalho, atraso e desgaste reputacional aumenta significativamente&#8221;, afirma Zaffarani.</p>
<h2>Instabilidade geopolítica e carga tributária ampliam custos</h2>
<p>Fatores logísticos e econômicos recentes também elevam a complexidade do cenário. A instabilidade no Oriente Médio já impacta rotas marítimas e pressiona custos de frete, afetando diretamente o planejamento de obras que dependem de importação.</p>
<p>&#8220;Já observamos mudanças nos fluxos de navios em rotas estratégicas, o que influencia prazo e custo. No Brasil, isso se soma a uma carga tributária que incide em cascata e pode mais do que dobrar o valor final do insumo importado&#8221;, destaca o CEO. Estudos da Confederação Nacional da Indústria (CNI) indicam que o chamado &#8220;Custo Brasil&#8221; pode elevar em até 30% os custos para empresas.</p>
<h2>Pressão por qualidade deve se intensificar nos próximos anos</h2>
<p>Dados do IBGE mostram que a participação da indústria de transformação no PIB brasileiro caiu de cerca de 27% na década de 1980 para aproximadamente 11% atualmente, impactando a capacidade de desenvolvimento de produtos de alta especificação.</p>
<p>&#8220;Nesse contexto, garantir materiais compatíveis com padrões globais será decisivo não apenas para cumprir prazos e evitar retrabalho, mas para sustentar a competitividade do setor e a atração de novos investimentos&#8221;, conclui Zaffarani.</p>
<h6>Fonte: Redação</h6>
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		<item>
		<title>Importações de aço crescem 22% em fevereiro e pressionam siderurgia nacional</title>
		<link>https://revistaconstrua.com.br/variedades/importacoes-de-aco-crescem-22-em-fevereiro-e-pressionam-siderurgia-nacional/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[revistaconstrua]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 26 Mar 2026 17:06:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Principal]]></category>
		<category><![CDATA[Variedades]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://revistaconstrua.com.br/?p=32186</guid>

					<description><![CDATA[<p>Entrada de produtos laminados sobe 32,6% enquanto produção interna recua 7,9%, e confiança dos executivos do setor cai para abaixo dos 50 pontos</p>
<p>O post <a href="https://revistaconstrua.com.br/variedades/importacoes-de-aco-crescem-22-em-fevereiro-e-pressionam-siderurgia-nacional/">Importações de aço crescem 22% em fevereiro e pressionam siderurgia nacional</a> apareceu primeiro em <a href="https://revistaconstrua.com.br">Construa Negócios</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>As importações de aço cresceram 22% em fevereiro na comparação com janeiro, totalizando 629 mil toneladas. O avanço ocorre em um momento de pressão crescente sobre a indústria siderúrgica brasileira, que enfrenta a combinação de aumento na entrada de produto estrangeiro e queda na produção doméstica.</p>
<h2>Produtos laminados lideram o avanço das importações</h2>
<p>Os dados, divulgados pelo Instituto Aço Brasil em 19 de março, mostram que o crescimento foi impulsionado principalmente pelos produtos laminados, que representaram a maior parte do volume importado. Foram 588 mil toneladas nessa categoria, uma alta de 32,6% na comparação mensal.</p>
<p>Enquanto isso, a produção de aço bruto no país seguiu em sentido oposto, recuando 7,9% no mesmo período e totalizando 2,5 milhões de toneladas. A divergência entre os dois indicadores evidencia o impacto crescente da concorrência estrangeira sobre a capacidade produtiva nacional.</p>
<h2>Exportações e vendas internas mostram demanda resiliente</h2>
<p>Apesar da retração na produção, outros indicadores do setor apontam para uma demanda que se mantém aquecida. As exportações de aço subiram 20,2%, totalizando 1,2 milhão de toneladas, enquanto as vendas internas cresceram 3,5%, alcançando 1,6 milhão de toneladas.</p>
<p>O cenário reforça a leitura de um mercado doméstico ainda com apetite por aço, mas cada vez mais pressionado pela entrada de produtos estrangeiros, especialmente de países com excesso de capacidade produtiva e preços mais competitivos, como a China.</p>
<h2>Medidas antidumping devem surtir efeito a partir do segundo semestre</h2>
<p>A pressão das importações tem sido um dos principais pontos de atenção da indústria siderúrgica brasileira. Nos últimos meses, o governo federal adotou medidas antidumping e de defesa comercial com o objetivo de conter o avanço do aço importado e proteger a competitividade da indústria nacional.</p>
<p>Ainda assim, representantes do setor avaliam que os efeitos práticos dessas medidas devem ser percebidos de forma mais clara apenas a partir do segundo semestre de 2026, à medida que os mecanismos de proteção comercial passem a impactar efetivamente os fluxos de comércio.</p>
<h2>Confiança da indústria do aço cai para 49,3 pontos em março</h2>
<p>O ambiente de incerteza se reflete na percepção dos executivos do setor. O Indicador de Confiança da Indústria do Aço recuou para 49,3 pontos em março, uma queda de 8,3 pontos em relação a fevereiro. A volta do indicador para abaixo da marca dos 50 pontos — que funciona como linha divisória entre otimismo e pessimismo — sinaliza uma deterioração da confiança entre os CEOs da siderurgia brasileira.</p>
<h6>Fonte: Redação</h6>
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		<item>
		<title>Portos privados avançam 14,1% em janeiro e lideram movimentação portuária no país</title>
		<link>https://revistaconstrua.com.br/variedades/portos-privados-avancam-141-em-janeiro-e-lideram-movimentacao-portuaria-no-pais/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[revistaconstrua]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 23 Mar 2026 16:33:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Principal]]></category>
		<category><![CDATA[Variedades]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://revistaconstrua.com.br/?p=32157</guid>

					<description><![CDATA[<p>Terminais de uso privado movimentaram 68,6 milhões de toneladas no primeiro mês de 2026, respondendo por 66% de toda a carga portuária brasileira</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Os terminais portuários privados brasileiros abriram 2026 com desempenho expressivo, consolidando sua posição como principal motor da logística portuária nacional. Em janeiro, os Terminais de Uso Privado (TUP) movimentaram 68,6 milhões de toneladas, registrando crescimento de 14,1% em relação ao mesmo mês do ano anterior e respondendo por 66% de toda a carga portuária do país.</p>
<h2>Movimentação total alcança 103,9 milhões de toneladas</h2>
<p>O volume total movimentado pelos portos brasileiros em janeiro somou 103,9 milhões de toneladas, uma expansão de 12,8% na comparação anual. Os portos organizados contribuíram com 35,3 milhões de toneladas, com crescimento de 10,3%. Os dados são da Associação de Terminais Portuários Privados (ATP), elaborados a partir do Estatístico Aquaviário da Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq).</p>
<h2>Granel líquido e gasoso cresce 30,6% nos terminais privados</h2>
<p>Entre os perfis de carga, o granel líquido e gasoso foi o destaque nos TUP em janeiro, com alta de 30,6% e volume de 25,9 milhões de toneladas. O avanço foi impulsionado pela movimentação de longo curso, que registrou crescimento de 60,7%, refletindo o aquecimento das exportações brasileiras.</p>
<p>Polos portuários estratégicos concentraram os maiores volumes. O Terminal de Petróleo TPET/TOIL, no complexo do Açu (RJ), movimentou 7,6 milhões de toneladas, um salto de 159,8%. O Terminal Aquaviário de Angra dos Reis, operado pela Transpetro, registrou 6 milhões de toneladas (+20,6%), enquanto o Terminal de São Sebastião (SP), também da Transpetro, ultrapassou 5 milhões de toneladas (+11%).</p>
<h2>Commodities agrícolas puxam alta de 10% no granel sólido</h2>
<p>O granel sólido também apresentou resultado positivo, com crescimento de 10% e movimentação total de 35,1 milhões de toneladas. O desempenho foi sustentado pelo avanço das principais commodities agrícolas e minerais: a soja liderou com alta de 108,5%, seguida pelo milho (+48,5%) e pela bauxita (+9,1%).</p>
<p>Outro dado relevante é o crescimento da navegação interior no transporte de granel sólido, que avançou 70,8% no período. O número reforça a importância crescente das hidrovias como alternativa logística para o escoamento da produção nacional.</p>
<h2>Contêineres avançam levemente; carga geral apresenta queda</h2>
<p>A carga conteinerizada apresentou crescimento modesto de 1,2%, com 4,7 milhões de toneladas movimentadas em janeiro. Já o segmento de carga geral seguiu na contramão dos demais, registrando queda de 22,5%. Dos 34 terminais com dados comparáveis entre janeiro de 2025 e 2026, apenas 13 apresentaram crescimento, enquanto 20 registraram retração.</p>
<h2>Setor destaca papel estratégico dos terminais privados</h2>
<p>&#8220;O forte crescimento dos TUP em janeiro mostra que os terminais privados são essenciais para a eficiência da logística nacional e o desenvolvimento do setor portuário brasileiro&#8221;, declarou o presidente da ATP, Murillo Barbosa. &#8220;Os empreendimentos privados fortalecem nossa capacidade de exportar diferentes tipos de cargas, contribuindo para a liderança do país no mercado global de commodities&#8221;, completou.</p>
<h6>Fonte: Redação</h6>
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]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Transporte ferroviário de cargas bate recorde e impulsiona logística brasileira</title>
		<link>https://revistaconstrua.com.br/variedades/transporte-ferroviario-de-cargas-bate-recorde-e-impulsiona-logistica-brasileira/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[revistaconstrua]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 12 Mar 2026 15:16:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Principal]]></category>
		<category><![CDATA[Variedades]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://revistaconstrua.com.br/?p=32077</guid>

					<description><![CDATA[<p>Modal movimenta volume histórico impulsionado pelo agronegócio e atrai bilhões em novos investimentos privados.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O fechamento logístico de 2025 consolidou um marco gigantesco para os transportes brasileiros. Atingindo números inéditos até então, os trens de carga pelo país conseguiram circular com mais de 555 milhões de toneladas úteis, determinando um acréscimo vigoroso de 2,57% ante as passagens do balanço anterior e demarcando a 3ª alta nacional consecutiva da modalidade.</p>
<h2>O Potencial Decisivo do Agronegócio</h2>
<p>Os levantamentos realizados pela Infra S.A. e pelo Ministério dos Transportes traduzem com clareza a razão pelo reaquecimento no segmento: O campo e os grãos. Apontados como os principais expoentes do crescimento econômico global de movimentação, os exportadores agrícolas impulsionaram o modal, alcançando sozinhos quase 5% de expansão só nas ferrovias.</p>
<p>Os donos das maiores safras localizados no Centro-Oeste vêm redirecionando as lógicas alfandegárias e priorizando os trens ao invés das cansativas e sobrecarregadas viagens de caminhão e transporte rodoviário até os portos, cortando os gargalos com muito mais agilidade nas remessas distantes.</p>
<h2>Novos Investimentos Governamentais</h2>
<p>Considerando o potencial do escoamento férreo, a secretária Nacional previu números animadores: estão a postos investimentos pesados e preveem-se cerca de novos R$ 140 bilhões direcionados com prioridade para licitações antes do final de 2026. Além deles, projetos emblemáticos que até então estavam emperrados recomeçaram, como é o caso da obra colossal da Transnordestina, aguardada há anos pela logística de carga da região Norte-Nordeste do país.</p>
<p>Dentro os escopos políticos do Ministério, constam também medidas emergenciais para modernização da Malha Sul, Malha Oeste, Centro-Atlântica, entre outras ramificações logísticas chaves que ligam os trilhos ociosos de volta para debaixo do radar produtivo.</p>
<h6>Fonte: Redação</h6>
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		<item>
		<title>Sucessão no Sinduscon-CE: Lideranças iniciam articulação para mandato de 2027</title>
		<link>https://revistaconstrua.com.br/variedades/sucessao-no-sinduscon-ce-liderancas-iniciam-articulacao-para-mandato-de-2027/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[revistaconstrua]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 02 Mar 2026 17:48:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Principal]]></category>
		<category><![CDATA[Variedades]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://revistaconstrua.com.br/?p=31977</guid>

					<description><![CDATA[<p>Reunião estratégica reúne grandes nomes do setor para debater modernização e diretrizes da futura gestão</p>
<p>O post <a href="https://revistaconstrua.com.br/variedades/sucessao-no-sinduscon-ce-liderancas-iniciam-articulacao-para-mandato-de-2027/">Sucessão no Sinduscon-CE: Lideranças iniciam articulação para mandato de 2027</a> apareceu primeiro em <a href="https://revistaconstrua.com.br">Construa Negócios</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O cenário político do setor da construção civil no Ceará já começa a se desenhar para o ciclo que se iniciará em 2027. Nesta quarta-feira (25), um grupo expressivo de empresários e lideranças realizou um encontro reservado para traçar as primeiras linhas de uma possível chapa para o comando do Sindicato da Indústria da Construção Civil do Ceará (Sinduscon-CE).</p>
<p>A movimentação de bastidores contou com a presença de figuras históricas e influentes do mercado imobiliário local. Entre os participantes estavam Patriolino Dias, Paulo Jatahy, Marcelo Pordeus, Ananias Pinheiro Granja, José Carlos Gama, Aristarco Sobreira, Jefferson Boes, Roberto Studart, Alexandre Accioly, Paula Frota, Rafael Pamplona e Irineu Guimarães.</p>
<p>O objetivo central da reunião foi alinhar diretrizes que contemplem a diversidade do segmento no estado, unindo desde grandes incorporadoras até construtoras de médio e pequeno porte. Na pauta, destacaram-se temas como o fortalecimento institucional da entidade e a necessidade de ampliar a representatividade do setor junto à sociedade e ao poder público.</p>
<h3>Foco em inovação</h3>
<p>Um dos pontos altos do debate foi a modernização dos processos produtivos. Nesse contexto, o nome do empresário Joaquim Caracas surgiu com força para liderar uma frente voltada à tecnologia, área vista como vital para o futuro da construção civil diante da transformação digital.</p>
<p>O início das articulações coincide com um momento de aquecimento do mercado cearense, impulsionado por novos projetos estruturantes e expansão imobiliária. Fontes ligadas ao setor afirmam que, embora o processo eleitoral ainda esteja em fase de construção e diálogo entre diferentes grupos, a tendência é de uma disputa marcada pela apresentação de visões plurais para os próximos anos da entidade, que já soma mais de oito décadas de atuação.</p>
<h6>Fonte: Redação</h6>
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		<item>
		<title>Criação de empregos formais despenca 23,7% com impacto prolongado dos juros elevados</title>
		<link>https://revistaconstrua.com.br/variedades/criacao-de-empregos-formais-despenca-237-com-impacto-prolongado-dos-juros-elevados/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[revistaconstrua]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 25 Feb 2026 17:17:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Principal]]></category>
		<category><![CDATA[Variedades]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://revistaconstrua.com.br/?p=31953</guid>

					<description><![CDATA[<p>Levantamento do Ibre/FGV baseado no Novo Caged revela saldo negativo para profissionais de nível superior na construção e indústria. Mercado encerrou o ano com o pior mês de dezembro da série histórica.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A manutenção da taxa básica de juros em patamares elevados cobrou um preço alto do mercado de trabalho brasileiro em 2025. Um estudo conduzido pelas pesquisadoras Janaína Feijó e Helena Zahar, do Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getúlio Vargas (Ibre/FGV), revelou uma forte desaceleração nas contratações com carteira assinada.</p>
<p>De acordo com o levantamento, feito com base nos microdados do Novo Caged do Ministério do Trabalho, o Brasil abriu 1.279.448 vagas formais em 2025. O montante representa uma expressiva queda de 23,7% em comparação com o ano anterior, o equivalente a 398 mil postos de trabalho a menos.</p>
<p>A atração de capital estrangeiro e o bom desempenho do Ibovespa, que figurou entre os melhores ganhos em dólar desde o ano 2000 e impulsionou a rentabilidade no mercado imobiliário em São Paulo e no Rio de Janeiro, não foram suficientes para blindar o emprego formal da restrição monetária.</p>
<p>O impacto foi severo para os trabalhadores com maior grau de instrução. Apenas 1,9% (24.513) das novas oportunidades foram ocupadas por profissionais com ensino superior completo. Setores de peso na economia fecharam vagas líquidas para esse perfil qualificado: a indústria demitiu 13.686 funcionários a mais do que contratou, enquanto o comércio perdeu 12.432 postos e a construção civil encolheu em 8.179 vagas. O balanço para profissionais graduados só ficou positivo graças aos setores de serviços (+58.300) e agricultura (+509).</p>
<p>Para Janaína Feijó, o custo do crédito afeta as decisões corporativas com um efeito de atraso. Ela pontua que, desde junho, o mercado começou a sentir a consolidação desse impacto negativo, culminando em um desempenho crítico no último mês do ano. Dezembro de 2025 registrou o fechamento líquido de 618.164 vagas, o pior resultado para o mês em toda a série histórica do Novo Caged, com queda generalizada em todos os setores, exceto na agropecuária.</p>
<p>As perspectivas para 2026 apontam para um cenário de cautela redobrada. O ambiente de juros altos somado à desaceleração econômica e ao calendário eleitoral no segundo semestre deve postergar os investimentos das empresas em novas equipes.</p>
<p>Feijó avalia que, além do corte necessário na taxa de juros, o Brasil precisa enfrentar custos trabalhistas e melhorar o ambiente de negócios. A pesquisadora alerta que a precarização do emprego segue como um entrave estrutural profundo, com mais de 38% dos ocupados atuando na informalidade, o que prejudica a arrecadação do Estado e retira as garantias básicas dos trabalhadores.</p>
<h6>Fonte: Redação</h6>
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		<item>
		<title>Vendas de cimento crescem 1,1% em janeiro e somam 5,3 milhões de toneladas</title>
		<link>https://revistaconstrua.com.br/variedades/vendas-de-cimento-crescem-11-em-janeiro-e-somam-53-milhoes-de-toneladas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[revistaconstrua]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 11 Feb 2026 17:09:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Principal]]></category>
		<category><![CDATA[Variedades]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://revistaconstrua.com.br/?p=31917</guid>

					<description><![CDATA[<p>Com desemprego no menor nível desde 2012, setor inicia 2026 com otimismo, mas alerta para impacto da Selic a 15% e endividamento das famílias</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A indústria de cimento no Brasil manteve a trajetória positiva na abertura de 2026, consolidando um ciclo de dois anos de expansão. Dados do setor indicam que a comercialização do insumo atingiu 5,3 milhões de toneladas em janeiro. O volume representa um crescimento de 1,1% na comparação com o mesmo mês de 2025 e um salto de 8% em relação a dezembro passado.</p>
<p>Mesmo com o registro de chuvas intensas nas regiões Sul e Sudeste, o ritmo diário de vendas mostrou vigor. A média de comercialização por dia útil foi de 223,9 mil toneladas, uma evolução de 3,3% frente a janeiro do ano anterior.</p>
<h3>Mercado de trabalho aquece demanda</h3>
<p>O desempenho é sustentado fundamentalmente pela robustez do mercado de trabalho e pela recuperação da renda. A taxa de desemprego encerrou o ano recuando para 5,1%, o menor índice registrado desde 2012, enquanto a população ocupada bateu o recorde de 103 milhões de pessoas.</p>
<p>Paralelamente, a massa salarial atingiu seu maior nível histórico, impulsionada por um rendimento médio de R$ 3.560 — valor superior aos R$ 3.368 observados em 2024. A formalização também avançou, com 38,9 milhões de postos de trabalho com carteira assinada, o que reduziu a informalidade para 38,1%.</p>
<p>Esse cenário macroeconômico elevou a confiança da construção ao melhor patamar desde março de 2025. O otimismo é reforçado por investimentos em infraestrutura e pelo programa Minha Casa, Minha Vida (MCMV). Até setembro do ano passado, o programa registrou alta de 7,9% nos lançamentos e de 15,5% nas vendas, com a meta de contratar 3 milhões de unidades até o final de 2026.</p>
<h3>Juros e endividamento como travas</h3>
<p>Apesar dos números favoráveis, o Sindicato Nacional da Indústria do Cimento (SNIC) aponta desafios estruturais. A manutenção da Taxa Selic em 15% ao ano e o alto endividamento das famílias, que chegou a 49,77% em novembro, freiam um crescimento mais acelerado. A inadimplência já afeta 81,2 milhões de brasileiros, o que impactou a confiança do consumidor em janeiro após quatro meses de alta. Outro gargalo relevante para 2026 é a escassez de mão de obra qualificada.</p>
<h3>Agenda de sustentabilidade e futuro</h3>
<p>Para o decorrer do ano, a indústria projeta uma redução dos juros mais agressiva do que os 12,25% estimados pelo mercado financeiro, apoiada na trajetória de queda da inflação. O setor também pleiteia a retomada da Depreciação Acelerada, instrumento fiscal utilizado entre 2024 e 2025 para incentivar a modernização fabril.</p>
<p>No campo ambiental, o foco permanece na regulamentação do mercado de carbono e em estratégias de descarbonização, incluindo o uso de combustíveis alternativos e Soluções baseadas na Natureza (SbN), como reflorestamento.</p>
<p>“Iniciamos 2026 com a confiança da construção em seu melhor momento dos últimos dez meses”, avalia Paulo Camillo Penna, presidente do SNIC. O executivo ressalta que, embora a renda e o emprego formem uma base sólida, a redução consistente da Selic é crucial para destravar o crédito imobiliário e o consumo.</p>
<h6>Fonte: Redação</h6>
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		<title>Selic a 15% travou crescimento da indústria em 2025, avalia CNI</title>
		<link>https://revistaconstrua.com.br/variedades/selic-a-15-travou-crescimento-da-industria-em-2025-avalia-cni/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[revistaconstrua]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 04 Feb 2026 17:20:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Principal]]></category>
		<category><![CDATA[Variedades]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://revistaconstrua.com.br/?p=31886</guid>

					<description><![CDATA[<p>Confederação aponta que juros elevados e alta de 15,6% nas importações anularam recuperação do setor produtivo</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A política monetária restritiva foi o principal fator para a perda de dinamismo do setor industrial no encerramento de 2025. A análise é da Confederação Nacional da Indústria (CNI), em resposta aos dados da Pesquisa Industrial Mensal, divulgada nesta terça-feira (3) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Para a entidade, a manutenção da Taxa Selic em 15% ao ano criou uma barreira intransponível para o investimento e o consumo.</p>
<p>O diagnóstico da confederação indica que o custo elevado do crédito, somado a uma demanda interna enfraquecida, gerou um efeito cascata negativo. Enquanto as fábricas brasileiras enfrentavam dificuldades para escoar a produção, o mercado foi ocupado por produtos estrangeiros. As compras de bens de consumo do exterior dispararam 15,6% no ano passado, preenchendo o espaço que a indústria nacional não conseguiu sustentar devido ao aperto financeiro.</p>
<p>Mário Sérgio Telles, diretor de Economia da CNI, define o atual patamar de juros como &#8220;punitivo&#8221;. Segundo o executivo, o prejuízo é evidente quando se compara o desempenho recente com períodos de taxas mais baixas. &#8220;Em 2024, com a Selic menor, a demanda doméstica por bens da indústria de transformação cresceu quatro vezes mais do que a demanda registrada até novembro de 2025&#8221;, destacou Telles, enfatizando que o cenário resultou em estoques acumulados e recuo de 0,2% na indústria de transformação.</p>
<h3>Dados do IBGE confirmam desaceleração</h3>
<p>Os números oficiais corroboram a leitura de estagnação. O ano de 2025 fechou com uma expansão tímida de 0,6% na produção industrial, um resultado muito inferior ao crescimento de 3,1% obtido em 2024. A desaceleração se acentuou justamente no segundo semestre, alinhada à rigidez da política monetária.</p>
<h3>Crise de confiança</h3>
<p>O impacto financeiro contaminou o otimismo do empresariado. O Índice de Confiança do Empresário Industrial (Icei) de janeiro registrou seu pior resultado para o mês em uma década. O indicador permanece há 13 meses abaixo dos 50 pontos, linha divisória que sinaliza pessimismo.</p>
<p>Para a CNI, se não houver uma revisão na estratégia de juros e incentivos à demanda doméstica, o ano atual corre sérios riscos. A entidade alerta que a persistência desse cenário inibe contratações e paralisa projetos de modernização, comprometendo a recuperação econômica do país no curto prazo.</p>
<h6>Fonte: Redação</h6>
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		<item>
		<title>Brasil amplia presença da indústria de máquinas em feira mundial</title>
		<link>https://revistaconstrua.com.br/variedades/brasil-amplia-presenca-da-industria-de-maquinas-em-feira-mundial/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[revistaconstrua]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 26 Jan 2026 16:55:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Principal]]></category>
		<category><![CDATA[Variedades]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://revistaconstrua.com.br/?p=31843</guid>

					<description><![CDATA[<p>Com apoio do Brazil Machinery Solutions, 17 fabricantes apresentam tecnologia nacional na IPPE 2026 e projetam negócios acima de US$ 32 milhões</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Com a estratégia de fortalecer sua posição na cadeia global de produção e processamento de proteína animal, o Brasil desembarca em Atlanta, nos Estados Unidos, com a maior delegação já registrada de fabricantes nacionais de máquinas, equipamentos e soluções industriais para a International Production &amp; Processing Expo (IPPE), principal evento mundial do setor. A feira acontece entre 27 e 29 de janeiro e reúne os principais players da indústria global de alimentos.</p>
<p>Ao todo, 17 empresas brasileiras participam da IPPE 2026 com apoio do Brazil Machinery Solutions (BMS), programa de incentivo às exportações coordenado pela ABIMAQ em parceria com a ApexBrasil. O número representa um crescimento de 30% em relação à edição anterior, quando 13 empresas nacionais estiveram presentes, estabelecendo um novo recorde para o projeto.</p>
<p>Segundo Patrícia Gomes, diretora executiva de Mercado Externo da ABIMAQ, a participação reforça a relevância do mercado norte-americano na estratégia internacional da indústria brasileira de bens de capital voltada ao processamento de proteínas. “As empresas chegam à IPPE com soluções tecnológicas maduras, desenvolvidas a partir da vivência prática da indústria nacional e alinhadas às exigências técnicas e operacionais do mercado internacional”, afirma.</p>
<h3>Expectativa de negócios em alta</h3>
<p>A projeção do Brazil Machinery Solutions é que os negócios gerados a partir da participação brasileira na IPPE 2026 superem US$ 32 milhões, avanço estimado de 15% em relação a 2025, quando o volume alcançou US$ 29,8 milhões. O resultado esperado reflete tanto a ampliação da presença brasileira quanto a forte aderência das tecnologias apresentadas às demandas da cadeia global de proteína animal.</p>
<p>No Pavilhão Brasil, as empresas exibem soluções voltadas ao processamento industrial, automação, aumento de produtividade, segurança alimentar, bem-estar animal, rastreabilidade e logística — áreas consideradas estratégicas para a competitividade do setor no cenário internacional.</p>
<h3>Portfólio diversificado de soluções</h3>
<p>A delegação brasileira é composta por empresas como Bumerangue Brasil Industrial, EDATA HLD Tecnologia, Fluxo Máquinas, G.A Tecnologia – Geave, Gratt Indústria de Máquinas, Ibraflex Industrial, Lenke Automação Industrial, Plasmetal Tecnologia Industrial, Rotec Indústria de Equipamentos, SAG Informática, Semil Equipamentos Industriais, Smart Pixel Soluções Inteligentes, Stared Co., Vantec Indústria de Máquinas, Versátil Implementos Rodoviários, VP Soluções, entre outras, além de consultorias e desenvolvedores de sistemas especializados.</p>
<p>Esta é a 11ª participação consecutiva de fabricantes apoiados pelo Projeto BMS na IPPE. De acordo com Patrícia Gomes, a presença contínua contribui para aprofundar relações comerciais com compradores e integradores internacionais, além de consolidar o Brasil como fornecedor confiável de tecnologia industrial para o processamento de proteínas.</p>
<h3>Exportações sustentam estratégia internacional</h3>
<p>O desempenho recente das exportações do setor reforça essa estratégia de internacionalização. Em 2025, as vendas externas brasileiras dos produtos e soluções representados na IPPE somaram US$ 2,17 bilhões, crescimento de 17% em relação ao ano anterior e avanço acumulado de 81% na comparação com 2021.</p>
<p>Os Estados Unidos ocupam a quarta posição entre os principais destinos, com importações de US$ 191,7 milhões, equivalentes a 8,8% do total exportado pelo segmento.</p>
<p>Reconhecida como a maior feira anual das Américas dedicada à produção e ao processamento de proteínas, a IPPE 2026 reúne mais de 1.300 expositores, em uma área superior a 60 mil metros quadrados no Georgia World Congress Center, atraindo tomadores de decisão de toda a cadeia global de alimentos e consolidando-se como um dos principais palcos de negócios e inovação do setor.</p>
<h6>Fonte: Redação</h6>
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			</item>
		<item>
		<title>Movimentação portuária no Brasil cresce de forma estrutural e adiciona 35 milhões de toneladas em 2025</title>
		<link>https://revistaconstrua.com.br/variedades/movimentacao-portuaria-no-brasil-cresce-de-forma-estrutural-e-adiciona-35-milhoes-de-toneladas-em-2025/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[revistaconstrua]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 21 Jan 2026 16:55:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Principal]]></category>
		<category><![CDATA[Variedades]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://revistaconstrua.com.br/?p=31829</guid>

					<description><![CDATA[<p>Avanço de 4% no volume de cargas reflete força do agronegócio e da mineração e reforça pressão por novos investimentos em infraestrutura</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A movimentação de cargas nos portos brasileiros manteve uma trajetória consistente de expansão em 2025, com crescimento estimado em cerca de 4%, o que representa um acréscimo aproximado de 35 milhões de toneladas ao longo do ano. O resultado reforça o caráter estrutural do aumento da demanda por transporte e logística em todo o sistema portuário nacional.</p>
<p>A expansão foi impulsionada, sobretudo, pelo avanço contínuo da produção agrícola e mineral, sustentado por ganhos de produtividade e pelo maior dinamismo das exportações. Esse cenário confirma a tendência de crescimento de longo prazo da demanda por infraestrutura portuária no país.</p>
<p>Os dados foram apresentados pelo Ministério de Portos e Aeroportos, em exposição conduzida pelo secretário nacional de Portos, Alex Sandro de Ávila, pela diretora de Gestão e Modernização Portuária, Ana Bonfim, e pelo diretor de Novas Concessões Portuárias e Política Regulatória Portuária, Bruno Neri. Os representantes discutiram com analistas as oportunidades no setor e as transformações esperadas nos fluxos de carga doméstica nos próximos anos.</p>
<p><strong>Demanda crescente evidencia gargalos operacionais</strong><br />
Segundo Ávila, o ritmo de crescimento da movimentação tem pressionado cada vez mais os gargalos operacionais existentes. A capacidade recentemente incorporada aos portos vem sendo rapidamente absorvida, o que evidencia a persistência de uma demanda latente nos principais corredores logísticos do país.</p>
<p>Nesse contexto, projetos estruturantes ganham relevância. O terminal de contêineres Tecon Santos 10, considerado um dos pilares da atual agenda portuária, aliado aos ganhos de eficiência observados nos Terminais de Uso Privado (TUPs), destaca o papel da coordenação entre poder público e iniciativa privada como principal vetor de expansão da capacidade do sistema.</p>
<p><strong>Tecon Santos 10 reforça competitividade do maior porto do país</strong><br />
O Tecon Santos 10 deverá acrescentar cerca de 3 milhões de TEUs à capacidade atual do Porto de Santos, hoje estimada em aproximadamente 6,5 milhões de TEUs. O projeto é visto como essencial para elevar o nível de serviço e a competitividade do principal hub de contêineres do Brasil, ainda que não seja suficiente, por si só, para eliminar totalmente a demanda reprimida existente.</p>
<p>Em paralelo, os Terminais de Uso Privado seguem como protagonistas na movimentação de cargas. Atualmente, eles respondem por cerca de 60% do volume total movimentado no país, enquanto as áreas públicas arrendadas concentram os 40% restantes. Essa distribuição evidencia a complementaridade entre os dois modelos e reforça a importância do investimento privado na ampliação da capacidade portuária.</p>
<p><strong>Arco Norte ganha protagonismo nos fluxos futuros</strong><br />
A expectativa do setor é que os portos do Arco Norte absorvam a maior parte dos volumes adicionais de exportação nas próximas décadas. Embora a produção agrícola esteja relativamente equilibrada entre as regiões Norte e Sul, os fluxos de exportação ainda se concentram majoritariamente no Arco Sul, responsável por cerca de 70% do total, com portos operando próximos aos seus limites físicos.</p>
<p>A avaliação predominante é que essa redistribuição não ocorrerá de forma abrupta. A tendência aponta para um compartilhamento gradual do crescimento incremental, à medida que novas capacidades forem sendo incorporadas nos portos do Norte.</p>
<p><strong>Reconfiguração gradual da matriz logística</strong><br />
A ampla disponibilidade de áreas greenfield em portos como Aratu, Maranhão e Barcarena sustenta projeções de que a Região Norte deverá absorver parcela relevante do crescimento futuro, especialmente nos segmentos de grãos e fertilizantes. Esse movimento cria condições para uma reconfiguração progressiva da matriz logística brasileira, com maior equilíbrio regional e redução de pressões sobre os corredores tradicionais.</p>
<p>O cenário delineado pelo Ministério reforça que o crescimento da movimentação portuária não é episódico, mas resultado de mudanças estruturais na economia brasileira, exigindo planejamento, investimentos contínuos e integração entre políticas públicas e capital privado para sustentar a expansão nos próximos anos.</p>
<h6>Fonte: Redação</h6>
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]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Manutenção industrial ganha papel estratégico na redução de acidentes de trabalho no Brasil</title>
		<link>https://revistaconstrua.com.br/variedades/manutencao-industrial-ganha-papel-estrategico-na-reducao-de-acidentes-de-trabalho-no-brasil/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[revistaconstrua]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 19 Dec 2025 16:57:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Principal]]></category>
		<category><![CDATA[Variedades]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://revistaconstrua.com.br/?p=31741</guid>

					<description><![CDATA[<p>Crescimento contínuo de ocorrências desde 2021 reforça a importância da gestão de ativos críticos, tecnologia e capacitação profissional.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A segurança no ambiente de trabalho segue como um dos principais desafios estruturais enfrentados pelo Brasil. Dados do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) mostram que, desde 2021, o número de acidentes laborais cresce, em média, 11% ao ano, evidenciando a necessidade de uma abordagem mais estratégica por parte das empresas na proteção de pessoas, ativos e operações.</p>
<p>Para o setor produtivo, esse cenário reforça a urgência de adotar práticas capazes de garantir o bem-estar dos colaboradores e a integridade das instalações industriais. Nesse contexto, a manutenção regular e bem estruturada assume um papel decisivo na segurança operacional, especialmente em segmentos considerados essenciais.</p>
<h3>Ativos críticos e riscos operacionais</h3>
<p>Indústrias essenciais e equipamentos que demandam manutenção contínua são classificados como ativos críticos, uma vez que falhas estruturais ou operacionais podem comprometer seriamente a segurança das pessoas, reduzir a produtividade e, em situações mais graves, resultar em acidentes fatais. A avaliação dessa criticidade é realizada por meio da classificação ABC, que considera fatores como segurança, confiabilidade, qualidade, frequência das intervenções e custos envolvidos.</p>
<p>A manutenção desses ativos é indispensável para o cumprimento da Norma Regulamentadora nº 12 (NR12), que estabelece requisitos de segurança no trabalho em máquinas e equipamentos, com impacto direto sobre a prevenção de acidentes em ambientes industriais.</p>
<h3>Manutenção como ferramenta de prevenção</h3>
<p>Em setores como saneamento, falhas operacionais podem interromper o tratamento de esgoto, provocar contaminação ambiental e colocar a saúde pública em risco. Já no segmento de energia, interrupções na distribuição afetam serviços essenciais, incluindo hospitais e sistemas de emergência.</p>
<p>Entre os modelos adotados, a manutenção preventiva sistemática é a mais comum em ativos críticos. Ela ocorre de forma periódica, com substituição programada de componentes, inspeções técnicas e testes de funcionamento, reduzindo significativamente a probabilidade de falhas inesperadas. Complementarmente, a manutenção preditiva monitora parâmetros operacionais para identificar anomalias em estágio inicial, permitindo intervenções antes que o problema se agrave.</p>
<p>Um exemplo concreto da relevância dessas práticas ocorreu em São Sebastião, no Litoral Norte de São Paulo. Em 2024, diante do risco iminente de deslizamentos, o acionamento das sirenes de alerta de inundação possibilitou a evacuação preventiva da população. O funcionamento pleno do sistema, resultado de manutenção constante, foi decisivo para garantir a segurança de milhares de moradores.</p>
<h3>Tecnologia e qualificação impulsionam a segurança</h3>
<p>As práticas de manutenção preventiva e preditiva vêm sendo aprimoradas com o avanço das ferramentas digitais. Soluções como CMMS e EAM, aliadas a sistemas de monitoramento baseados em Internet das Coisas (IoT) e Inteligência Artificial (IA), ampliam a capacidade de controle e análise dos ativos, especialmente quando integradas em uma única plataforma.</p>
<p>Para que esses recursos gerem resultados efetivos, é fundamental contar com profissionais qualificados, capazes de executar as atividades de acordo com a criticidade dos equipamentos e a complexidade das tecnologias empregadas. Colaboradores bem preparados aumentam a confiabilidade operacional e transformam a manutenção em um investimento estratégico, e não apenas em um centro de custo.</p>
<h3>Planejamento e gestão como fatores decisivos</h3>
<p>Além da adoção de tecnologias e da capacitação das equipes, a manutenção eficiente depende de planejamento estruturado. A boa gestão das equipes, o cumprimento rigoroso dos prazos definidos e o controle preciso dos estoques, evitando a falta de materiais, são fatores essenciais para preservar a integridade dos colaboradores e a continuidade das operações.</p>
<p>O futuro da manutenção industrial aponta para o monitoramento online em tempo real, capaz de gerar bases de dados robustas e alimentar sistemas de Inteligência Artificial com informações suficientes para análises preditivas e recomendações de boas práticas específicas para cada ativo.</p>
<p>Essas evoluções reduzem o risco de falhas com potencial catastrófico e oferecem às empresas não apenas ganhos de eficiência e redução de custos, mas também maior segurança, previsibilidade e suporte estratégico para o crescimento sustentável dos negócios.</p>
<h6>Fonte: Redação</h6>
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		<title>Moura Dubeux ultrapassa R$ 1 bi em vendas no Ceará e reforça liderança no mercado imobiliário nordestino</title>
		<link>https://revistaconstrua.com.br/variedades/moura-dubeux-ultrapassa-r-1-bi-em-vendas-no-ceara-e-reforca-lideranca-no-mercado-imobiliario-nordestino/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[revistaconstrua]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 11 Dec 2025 17:21:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Principal]]></category>
		<category><![CDATA[Variedades]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Marca histórica consolida Fortaleza como uma das operações mais fortes do grupo e celebra parceria com corretores e mercado local.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p data-start="432" data-end="1238">A Moura Dubeux atingiu na última terça-feira (9) um marco inédito em sua trajetória: superar R$ 1 bilhão em vendas no Ceará em um único ano. O resultado, o maior já registrado pela companhia no Estado, reforça a força da operação local e consolida o mercado cearense como um dos pilares estratégicos do Grupo MDNE (Moura Dubeux Negócios de Excelência) no Brasil.</p>
<p data-start="432" data-end="1238">A performance acompanha o ritmo acelerado de expansão da empresa na região. Somente no terceiro trimestre, foram contabilizados R$ 500 milhões em vendas, impulsionando um ciclo contínuo de alta performance e ampliando o protagonismo do Ceará no portfólio da incorporadora pernambucana. Entre os destaques está o lançamento do Mansão Seara, o primeiro projeto no Nordeste assinado por Arthur Casas e posicionado no segmento de altíssimo padrão.</p>
<p data-start="1240" data-end="2021">Para celebrar a conquista, o Grupo MDNE promoveu um evento especial para parceiros, imprensa e convidados, no Ideal Clube, na Avenida Beira-Mar. A programação contou com a presença do influenciador Theodoro, que compartilhou sua trajetória de superação — de gerente de loja a um dos criadores de conteúdo mais carismáticos e seguidos do país — adicionando um tom inspiracional ao encontro.</p>
<p data-start="1240" data-end="2021">Para Eduarda Dubeux, diretora Comercial, de Marketing e CX do Grupo MDNE, a celebração reconhece o papel essencial dos corretores nos resultados alcançados. <em>“Fortaleza é uma praça estratégica em que atuamos de forma próxima ao mercado e a um grande número de profissionais. Foi uma grande celebração das conquistas que construímos juntos”</em>, afirma.</p>
<p data-start="2023" data-end="3154" data-is-last-node="" data-is-only-node="">O CEO do grupo, Diego Villar, destaca que o momento simboliza a força da operação no Estado. <em>“Fortaleza é uma das nossas praças mais potentes e estratégicas. A cidade reúne maturidade de mercado, demanda qualificada e um ecossistema imobiliário vibrante, que responde muito bem aos nossos lançamentos. Esse resultado histórico de mais de R$ 1 bilhão demonstra não apenas a força do Grupo MDNE, mas também a força do Ceará e a confiança do público local no nosso trabalho”</em>, ressalta.</p>
<p data-start="2023" data-end="3154" data-is-last-node="" data-is-only-node="">Com mais de quatro décadas de atuação nos segmentos de médio, alto padrão e luxo, o Grupo MDNE integra o Novo Mercado da B3 (MDNE3) desde 2020 e lidera o market share no Nordeste. O grupo atua por meio das marcas Moura Dubeux, Mood e Ún1ca em projetos residenciais, empresariais, flats, hotéis e resorts. Fundada em Pernambuco, a companhia está presente também no Rio Grande do Norte, Bahia, Paraíba, Alagoas e Sergipe. Em Fortaleza, a Moura Dubeux completa 17 anos de atuação; a Mood marca dois anos de operação e a Ún1ca anunciou recentemente seu primeiro projeto na capital. Atualmente, o grupo mantém 11 obras em andamento simultâneo no Estado.</p>
<h6 data-start="2023" data-end="3154">Fonte: Redação</h6>
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		<title>Black Friday transforma setor de construção e dispara corrida logística com salto nas buscas em 2025</title>
		<link>https://revistaconstrua.com.br/variedades/black-friday-transforma-setor-de-construcao-e-dispara-corrida-logistica-com-salto-nas-buscas-em-2025/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[revistaconstrua]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 09 Dec 2025 16:41:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Principal]]></category>
		<category><![CDATA[Variedades]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://revistaconstrua.com.br/?p=31696</guid>

					<description><![CDATA[<p>Crescimento das pesquisas por materiais de construção e antecipação nas rotas de abastecimento mostram que o consumidor está cada vez mais planejado.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Black Friday ganhou novo protagonismo no mercado de materiais de construção em 2025. Depois de ocupar apenas a sexta posição entre as categorias mais pesquisadas pelos brasileiros no Google no ano anterior, “casa e construção” avançou para a segunda colocação, indicando que o consumidor está mais racional e focado em compras estratégicas para reformas e projetos de maior investimento.</p>
<p>Diferentemente de outros segmentos do varejo, o período não movimenta compras impulsivas. Ele funciona como uma oportunidade para quem já está tocando uma obra ou pretende iniciá-la no curto prazo. Um levantamento da Juntos Somos Mais mostra que 86% dos consumidores que buscam descontos na data estão diretamente envolvidos com reformas ou pensam em começar uma nos meses seguintes, estimulados pelo pagamento do 13º salário e pela folga no fim de ano.</p>
<p>Esse comportamento provoca uma reação antecipada em toda a cadeia logística, e os indicadores mostram isso com clareza. Entre setembro e outubro deste ano, o volume transportado pela Brado — referência nacional em logística multimodal — praticamente dobrou, registrando crescimento de 94% nas cargas destinadas ao setor. O avanço reflete a necessidade de reforçar os estoques antes do pico de vendas.</p>
<p>De acordo com Gabriel Gustavo Gonçalves Ferreira, especialista comercial de bens industriais da empresa, os clientes começam a se preparar já em outubro. Ele afirma que, dentro do portfólio da Brado, a maior parte das cargas ligadas à construção corresponde a pisos e cimento. Segundo o especialista, o aumento nos embarques nesse período ocorre porque as empresas precisam antecipar a reposição para garantir previsibilidade e disponibilidade durante a Black Friday.</p>
<p>Os produtos saem majoritariamente do estado de São Paulo com destino aos terminais ferroviários da companhia no Mato Grosso e no Maranhão. A partir daí, as cargas seguem por via rodoviária até varejistas e distribuidores nas regiões Centro-Oeste, Norte e Nordeste, ampliando a cobertura logística no período.</p>
<p>Ferreira explica que esse planejamento é indispensável. O volume de pedidos atinge o auge entre outubro e a primeira metade de novembro, enquanto o ciclo médio de abastecimento leva cerca de 40 dias. Por isso, o setor trabalha para que os materiais cheguem às lojas até 15 de novembro, período considerado crucial para atender o aumento da procura do consumidor final.</p>
<p>Apesar do avanço no transporte relacionado à Black Friday, o movimento logístico não se restringe a esse momento específico. Todo o segundo semestre apresenta uma demanda mais aquecida, impulsionada também por bens de consumo e defensivos agrícolas. Esse cenário exige da Brado e de seus parceiros reforços em capacidade ferroviária, operações rodoviárias e em atividades de crossdocking para dar conta da pressão adicional de movimentação.</p>
<h6>Fonte: Redação</h6>
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		<item>
		<title>COP30 lança roteiro global para transformar o setor da construção rumo à descarbonização</title>
		<link>https://revistaconstrua.com.br/variedades/cop30-lanca-roteiro-global-para-transformar-o-setor-da-construcao-rumo-a-descarbonizacao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[revistaconstrua]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 21 Nov 2025 16:39:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Principal]]></category>
		<category><![CDATA[Variedades]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://revistaconstrua.com.br/?p=31601</guid>

					<description><![CDATA[<p>Documento internacional apresenta seis eixos estratégicos e 13 ações prioritárias para orientar governos e empresas na transição sustentável do ambiente construído, um dos maiores emissores de CO₂ do planeta.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p data-start="684" data-end="1634">No centro das discussões da COP30, um dos setores mais pressionados pela agenda climática ganhou, pela primeira vez, um roteiro global para orientar sua transição. O ambiente construído — responsável por cerca de 34% das emissões mundiais de CO₂ e mais de 30% do consumo global de energia — é também um campo onde a urgência ambiental se cruza com desafios de governança, desigualdade e competitividade. Foi durante os debates no Pavilhão de Edificações e Resfriamento que a comunidade internacional recebeu o Action Paper sobre Construção Sustentável, documento que estabelece seis grandes eixos e 13 prioridades estruturantes para guiar governos, empresas e instituições em uma mudança de caráter sistêmico. O material é resultado de um ano de consultas internacionais coordenadas pelo Observatório de Construção Sustentável, iniciativa liderada pela Saint-Gobain, e começou a circular oficialmente no dia 12 de novembro, na Blue Zone da COP30.</p>
<p data-start="1636" data-end="2335">A proposta surge em um momento em que a transição do setor avança de forma desigual, com interpretações distintas sobre o que realmente caracteriza uma construção sustentável. O documento busca enfrentar justamente essa falta de alinhamento, considerada hoje uma das maiores barreiras para o avanço coordenado globalmente. “Somente com inteligência coletiva conseguiremos responder à altura desse desafio”, afirmou Benoit Bazin, presidente e CEO global da Saint-Gobain, no lançamento. Ele reforçou que a COP30 destaca a urgência de ação alinhada às metas climáticas e que o Action Paper traduz pensamento compartilhado em impacto mensurável para um ambiente construído mais resiliente e sustentável.</p>
<h3 data-start="2337" data-end="2397">Os 6 eixos que redefinem a agenda global da construção</h3>
<p data-start="2398" data-end="2495">O documento apresenta seis temas considerados essenciais para destravar a transformação do setor:</p>
<ol data-start="2497" data-end="3784">
<li data-start="2497" data-end="2688">
<p data-start="2500" data-end="2688">Definição comum de construção sustentável<br data-start="2545" data-end="2548" />Ainda não existe consenso sobre critérios e métricas, o que gera políticas conflitantes. O plano propõe padronizar definições e indicadores.</p>
</li>
<li data-start="2690" data-end="2929">
<p data-start="2693" data-end="2929">Colaboração entre todos os elos da cadeia<br data-start="2738" data-end="2741" />A construção segue fragmentada, com baixa integração entre governos, empresas, projetistas, operadores e usuários. O documento defende maior coordenação e redução de iniciativas paralelas.</p>
</li>
<li data-start="2931" data-end="3103">
<p data-start="2934" data-end="3103">Integração de adaptação e resiliência<br data-start="2975" data-end="2978" />Com crises climáticas mais frequentes, resiliência precisa ter o mesmo peso da eficiência energética e da redução de carbono.</p>
</li>
<li data-start="3105" data-end="3356">
<p data-start="3108" data-end="3356">Estratégias específicas para economias emergentes<br data-start="3161" data-end="3164" />Com 2,5 bilhões de novos habitantes urbanos previstos até 2050, principalmente em países emergentes, o plano ressalta que a transição deve considerar desigualdades e infraestruturas precárias.</p>
</li>
<li data-start="3358" data-end="3598">
<p data-start="3361" data-end="3598">Provar a viabilidade econômica da construção sustentável<br data-start="3421" data-end="3424" />A percepção de custo elevado ainda predomina. O documento reforça a necessidade de evidências financeiras, análises de ciclo de vida e casos de sucesso amplamente divulgados.</p>
</li>
<li data-start="3600" data-end="3784">
<p data-start="3603" data-end="3784">Transformar a percepção do setor<br data-start="3639" data-end="3642" />A sustentabilidade precisa deixar de ser vista como obrigação técnica e se tornar símbolo de inovação, conforto, eficiência e competitividade.</p>
</li>
</ol>
<p data-start="3786" data-end="4022">A partir desses eixos, o Action Paper apresenta 13 ações prioritárias, que incluem incorporar resiliência como requisito obrigatório em licitações e desenvolver códigos de construção adaptados às realidades de países em desenvolvimento.</p>
<h3 data-start="4024" data-end="4071">Um processo global de construção coletiva</h3>
<p data-start="4072" data-end="4156">O documento foi elaborado a partir de uma ampla consulta internacional que envolveu:</p>
<ul data-start="4158" data-end="4419">
<li data-start="4158" data-end="4223">
<p data-start="4160" data-end="4223">12 especialistas globais em clima, construção e regulação</p>
</li>
<li data-start="4224" data-end="4288">
<p data-start="4226" data-end="4288">797 respostas de profissionais do setor em 36 países</p>
</li>
<li data-start="4289" data-end="4419">
<p data-start="4291" data-end="4419">35 líderes de construção, finanças, seguros e sociedade civil reunidos em workshop presencial na Climate Week em Nova York</p>
</li>
</ul>
<p data-start="4421" data-end="4602">O processo reforça a intenção de criar um guia de consenso, capaz de dialogar tanto com economias maduras quanto com regiões que ainda sofrem com déficits básicos de infraestrutura.</p>
<h3 data-start="4604" data-end="4650">Por que o documento importa para a COP30</h3>
<p data-start="4651" data-end="4944">A publicação ocorre em um momento em que a construção entra no centro das negociações climáticas globais. O Action Paper complementa iniciativas como a Buildings Breakthrough, que busca tornar edificações resilientes e de baixas emissões o novo padrão até 2030. Entre seus objetivos estão:</p>
<ul data-start="4946" data-end="5178">
<li data-start="4946" data-end="4976">
<p data-start="4948" data-end="4976">alinhar políticas públicas</p>
</li>
<li data-start="4977" data-end="5010">
<p data-start="4979" data-end="5010">orientar investimentos verdes</p>
</li>
<li data-start="5011" data-end="5067">
<p data-start="5013" data-end="5067">estabelecer critérios regulatórios mais consistentes</p>
</li>
<li data-start="5068" data-end="5118">
<p data-start="5070" data-end="5118">incentivar inovação em materiais e tecnologias</p>
</li>
<li data-start="5119" data-end="5178">
<p data-start="5121" data-end="5178">estimular programas nacionais de construção sustentável</p>
</li>
</ul>
<p data-start="5180" data-end="5360">Ao conectar clima, economia e impacto social, o plano reorganiza prioridades de um setor historicamente visto como vilão das emissões, mas que passa a ser protagonista de soluções.</p>
<h3 data-start="5362" data-end="5401">Uma agenda que ultrapassa a COP30</h3>
<p data-start="5402" data-end="6082">Se a comunidade internacional conseguiu estabelecer um direcionamento comum, o desafio agora é transformar ambição em implementação — dos códigos de obra ao planejamento urbano, do financiamento público à inovação privada. É essa transição, do diagnóstico à execução, que o documento pretende acelerar. Em jogo está não apenas o desempenho ambiental de novas edificações, mas a forma como cidades inteiras irão crescer, se adaptar e resistir às pressões climáticas, sociais e econômicas dos próximos anos. A COP30 deu o impulso inicial; cabe ao setor da construção provar que existe um plano capaz de transformar intenções em realidade — e que esse plano já começou a tomar forma.</p>
<h6 data-start="5402" data-end="6082">Fonte: Redação</h6>
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]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Sistemas inteligentes elevam a segurança e a fluidez nas rodovias</title>
		<link>https://revistaconstrua.com.br/variedades/sistemas-inteligentes-elevam-a-seguranca-e-a-fluidez-nas-rodovias/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[revistaconstrua]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 18 Nov 2025 16:36:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Principal]]></category>
		<category><![CDATA[Variedades]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://revistaconstrua.com.br/?p=31580</guid>

					<description><![CDATA[<p>Sistemas digitais, IA e monitoramento em tempo real ganham protagonismo diante do aumento do fluxo e da escalada de acidentes nas estradas federais.</p>
<p>O post <a href="https://revistaconstrua.com.br/variedades/sistemas-inteligentes-elevam-a-seguranca-e-a-fluidez-nas-rodovias/">Sistemas inteligentes elevam a segurança e a fluidez nas rodovias</a> apareceu primeiro em <a href="https://revistaconstrua.com.br">Construa Negócios</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Com a chegada do fim do ano, o tráfego nas rodovias brasileiras volta a crescer significativamente, elevando também as preocupações com segurança. Dados da Polícia Rodoviária Federal (PRF) mostram que a mortalidade nas estradas federais aumentou de forma contínua entre 2020 e 2024. Nesse período, 27.920 pessoas perderam a vida, resultado de um avanço de 16% nas mortes registradas, que passaram de 5.292 para 6.160 vítimas ao longo dos quatro anos.</p>
<p>O movimento crescente de veículos reforça a necessidade de gestão eficiente, capacidade de resposta rápida e tecnologias que ajudem a reduzir o número de acidentes. Nesse contexto, os Sistemas de Transporte Inteligente (ITS) e as soluções baseadas em inteligência artificial (IA) estão se consolidando como aliados fundamentais na administração das rodovias.</p>
<p>Segundo Alexandre Krzyzanovski, diretor de Tecnologia do Grupo Pumatronix, ferramentas como câmeras com visão computacional, sensores de tráfego, radares OCR e plataformas de análise avançada já conseguem identificar irregularidades em segundos – muitas vezes antes de qualquer acionamento ao serviço de emergência. Ele destaca que a agilidade na detecção e no atendimento pode ser determinante para salvar vidas, especialmente em horários críticos ou em trechos de tráfego intenso.</p>
<p>Além da segurança, concessionárias e órgãos públicos têm buscado maior eficiência operacional. Telemetria, manutenção preditiva e análise de grandes volumes de dados vêm sendo aplicadas para evitar falhas, economizar recursos e reduzir custos, ao mesmo tempo em que diminuem deslocamentos desnecessários e o consumo energético.</p>
<p>Entre as evoluções mais marcantes está o avanço do sistema de pedágio eletrônico Free Flow, que elimina cancelas, reduz congestionamentos, diminui emissões de CO₂ e agiliza viagens. De acordo com Krzyzanovski, o modelo também gera dados estratégicos que contribuem para planejamento viário e decisões de longo prazo.</p>
<p>A inteligência artificial também está transformando o trabalho nos centros de controle de tráfego. Em períodos de maior demanda, algoritmos ajudam a priorizar alertas, identificar comportamentos perigosos e detectar situações anômalas, como paradas bruscas ou veículos em locais proibidos. Para o especialista, a IA não substitui o operador humano, mas amplia sua capacidade de resposta e reduz a chance de falhas.</p>
<p>O conceito de estradas conectadas vem ganhando força no país. A integração entre concessionárias, forças de segurança e serviços de emergência permite cruzar dados de tráfego, clima e incidentes, criando modelos preditivos capazes de orientar ações preventivas. Esse ecossistema digital fortalece o planejamento e aumenta a capacidade de antecipar riscos.</p>
<p>Para Krzyzanovski, o futuro das rodovias brasileiras combina tecnologia e gestão integrada: menos filas, menos acidentes e mais vidas preservadas. A digitalização e a análise de dados se consolidam como pilares essenciais para garantir viagens mais seguras e eficientes justamente no período em que o fluxo de veículos atinge seus maiores níveis no ano.</p>
<h6>Fonte: Redação</h6>
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]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Confiança da indústria volta a subir em novembro, mas empresários ainda demonstram cautela</title>
		<link>https://revistaconstrua.com.br/variedades/confianca-da-industria-volta-a-subir-em-novembro-mas-empresarios-ainda-demonstram-cautela/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[revistaconstrua]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 13 Nov 2025 15:05:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Principal]]></category>
		<category><![CDATA[Variedades]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://revistaconstrua.com.br/?p=31547</guid>

					<description><![CDATA[<p>ICEI registra terceira alta seguida e chega a 48,3 pontos, impulsionado por expectativas mais otimistas, mas ainda permanece abaixo do nível que indica confiança.</p>
<p>O post <a href="https://revistaconstrua.com.br/variedades/confianca-da-industria-volta-a-subir-em-novembro-mas-empresarios-ainda-demonstram-cautela/">Confiança da indústria volta a subir em novembro, mas empresários ainda demonstram cautela</a> apareceu primeiro em <a href="https://revistaconstrua.com.br">Construa Negócios</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Índice de Confiança do Empresário Industrial (ICEI) subiu 1,1 ponto em novembro, alcançando 48,3 pontos, segundo levantamento divulgado pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) nesta quinta-feira (13). Este é o terceiro aumento consecutivo do indicador, que mostra uma recuperação gradual após meses de retração no setor industrial.</p>
<p>Apesar da melhora, o ICEI permanece abaixo da linha dos 50 pontos, o que ainda indica pessimismo entre os empresários. De acordo com Larissa Nocko, especialista em Políticas e Indústria da CNI, é prematuro falar em retomada da confiança. “Esse avanço depende da redução de entraves como alta carga tributária, juros elevados, demanda interna enfraquecida e escassez de mão de obra qualificada”, explica.</p>
<p>Condições atuais ainda são desafiadoras</p>
<p>O levantamento aponta que a avaliação sobre o momento atual da economia melhorou, embora siga negativa. O índice de condições atuais subiu de 43,2 para 44,3 pontos, revelando que, embora o ambiente continue mais difícil que há seis meses, a percepção pessimista vem diminuindo entre os empresários.</p>
<h3>Expectativas voltam a sinalizar otimismo</h3>
<p>Já o índice de expectativas teve avanço de 1,3 ponto, passando de 49,1 para 50,4 pontos — o primeiro resultado acima de 50 desde julho. O cruzamento dessa marca indica que os industriais retomaram a confiança nas perspectivas para os próximos seis meses, principalmente em relação aos próprios negócios e à melhoria gradual do cenário econômico.</p>
<p>Com o resultado, o ICEI completa 11 meses abaixo de 50 pontos, refletindo um ano de incertezas, mas o comportamento recente do indicador reforça sinais de estabilização e retomada do otimismo no setor industrial brasileiro.</p>
<h6>Fonte: Redação</h6>
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		<title>Exportações brasileiras batem recorde em outubro com alta de 9,1%, apesar da alta nas tarifas</title>
		<link>https://revistaconstrua.com.br/variedades/exportacoes-brasileiras-batem-recorde-em-outubro-com-alta-de-91-apesar-da-alta-nas-tarifas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[revistaconstrua]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 07 Nov 2025 16:32:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Principal]]></category>
		<category><![CDATA[Variedades]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Diversificação para Ásia e Europa compensou impacto do tarifaço imposto pelo governo norte-americano, segundo dados do MDIC</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>As exportações brasileiras cresceram 9,1% em outubro na comparação com o mesmo mês de 2024, alcançando US$ 31,97 bilhões e registrando o melhor desempenho para o mês desde o início da série histórica, em 1989. O resultado veio mesmo após o tarifaço imposto pelos Estados Unidos, que provocou forte retração de 37,9% nas vendas para o país. Os dados foram divulgados nesta quinta-feira (6) pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC).</p>
<p>Com as importações somando US$ 25,01 bilhões, a balança comercial brasileira fechou o mês com superávit de US$ 6,96 bilhões. Apesar da perda no mercado norte-americano, a ampliação das exportações para a Ásia e a Europa foi decisiva para o saldo positivo.</p>
<p>Segundo o MDIC, as exportações para a América do Norte caíram 24,1%, reflexo direto das tarifas aplicadas pelo governo de Donald Trump. A principal queda veio dos embarques de petróleo, que despencaram 82,6%, representando uma perda de cerca de US$ 500 milhões. Também recuaram as vendas de celulose (-43,9%), óleos combustíveis (-37,7%) e aeronaves (-19,8%). “Mesmo produtos que não foram tarifados, como óleo combustível e celulose, sofreram queda”, explicou Herlon Brandão, diretor de Estatísticas e Estudos de Comércio Exterior do MDIC.</p>
<p>Em contrapartida, a diversificação das exportações ajudou a compensar as perdas. As vendas para a Ásia avançaram 21,2%, impulsionadas por fortes altas para China (33,4%), Índia (55,5%), Cingapura (29,2%) e Filipinas (22,4%). Entre os produtos que mais cresceram estão soja (64,5%), petróleo bruto (43%), minério de ferro (31,7%) e carne bovina (44,7%).</p>
<p>Na Europa, as exportações subiram 7,6%, com destaque para minérios de cobre (823,6%), carne bovina (73,4%) e celulose (46,8%). Já a América do Sul apresentou aumento de 12,6%, impulsionado pelos embarques de óleos brutos de petróleo, que cresceram 141,1%.</p>
<p>Brandão observou que as vendas para os EUA vêm em queda constante nos últimos três meses — 16,5% em agosto, 20,3% em setembro e 37,9% em outubro. Segundo ele, o recuo reflete não apenas o impacto das tarifas, mas também uma possível desaceleração da demanda norte-americana. “A principal queda, em termos absolutos, foi no petróleo bruto, que nem sequer foi tarifado. Isso mostra que há outros fatores afetando o desempenho das exportações para os Estados Unidos”, concluiu.</p>
<h6>Fonte: Redação</h6>
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		<title>Brasil deixa de aproveitar 80% dos resíduos da construção, segundo pesquisa</title>
		<link>https://revistaconstrua.com.br/variedades/brasil-deixa-de-aproveitar-80-dos-residuos-da-construcao-segundo-pesquisa/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[revistaconstrua]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 03 Nov 2025 16:54:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Principal]]></category>
		<category><![CDATA[Variedades]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Mesmo com estrutura e tecnologia disponíveis, o país ainda recicla pouco mais de um quinto dos resíduos da construção civil; especialistas defendem incentivos e integração de políticas para impulsionar a economia circular no setor.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Brasil ainda está longe de aproveitar plenamente o potencial de reciclagem dos resíduos da construção civil. Apesar de dispor de capacidade técnica e estrutura instalada, o país reaproveita menos de 25% do entulho gerado anualmente. Segundo a Associação Brasileira de Resíduos e Meio Ambiente (Abrema), das cerca de 48 milhões de toneladas de resíduos produzidas por ano — o equivalente a até 60% de todo o lixo urbano — apenas 10 milhões de toneladas são recicladas, representando cerca de 21% do total.</p>
<p>De acordo com o pesquisador Laerte Scavavacca Jr., da Embrapa Meio Ambiente, a baixa reciclagem impacta diretamente os custos do setor, que responde por 10% do PIB e 15% dos empregos formais no país. Ele destaca que a má gestão dos resíduos pode elevar os custos das obras entre 10% e 30%. “Cada real investido em habitação retorna R$ 2,46 para a economia e gera 18 empregos diretos. No entanto, quase metade dos resíduos ainda é descartada irregularmente, em locais não licenciados”, alerta.</p>
<p>Embora o Brasil tenha um marco regulatório sólido — com a Resolução Conama nº 307/2002 e suas atualizações, além da Política Nacional de Resíduos Sólidos (Lei nº 12.305/2010) — a aplicação das normas é desigual. A ausência de fiscalização efetiva e de indicadores nacionais impede o avanço das metas de gestão e reaproveitamento.</p>
<p>Os resíduos da construção são formados principalmente por concreto, argamassa, cerâmica e tijolos — materiais inertes com alto potencial de reciclagem. A principal rota tecnológica é a produção de agregados reciclados (AR), utilizados em pavimentação, bases e sub-bases de rodovias, blocos e pisos. Estima-se que até 85% do material reciclado vá para obras de infraestrutura, 20% para artefatos de cimento e cerca de 10% para aplicações mais sofisticadas, como concretos leves e muros de contenção.</p>
<p>A concentração das usinas de reciclagem também revela desigualdades regionais. O Sudeste abriga 65% das cerca de 300 unidades em operação no país, principalmente em São Paulo e Rio de Janeiro, mas a taxa média regional de reciclagem ainda é de apenas 20%. Entre os principais desafios estão os altos custos logísticos, a falta de escala operacional e a resistência do mercado em adotar agregados reciclados.</p>
<p>Novas soluções vêm sendo estudadas para superar essas barreiras. Pesquisas apontam o uso de resíduos em geossintéticos, concretos estruturais de baixo teor e asfalto-borracha, conforme normas como a NBR 15116. As usinas móveis, instaladas próximas aos canteiros de obra, também ganham espaço por reduzir custos de transporte e emissões de CO₂.</p>
<p>Para que o país avance rumo à economia circular, Scavavacca defende cinco frentes prioritárias: fortalecer a aplicação das resoluções do Conama, criar políticas de compras públicas sustentáveis, incentivar plantas móveis regionais, padronizar certificações e ampliar a pesquisa em novos materiais.</p>
<p>Segundo o pesquisador, “a reciclagem de resíduos da construção civil no Brasil tem potencial para reduzir drasticamente o uso de recursos naturais e os impactos ambientais. O desafio está em transformar esse potencial em prática concreta, com políticas públicas consistentes e incentivos que tornem o reaproveitamento uma realidade estrutural do setor.”</p>
<h6>Fonte: Redação</h6>
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