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	<title>Arquivo de Imóveis | Construa Negócios</title>
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	<description>Conhecimento Constrói Grandes Obras</description>
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	<title>Arquivo de Imóveis | Construa Negócios</title>
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	<item>
		<title>Imóveis acessíveis impulsionam vendas no bairro Antônio Bezerra, em Fortaleza</title>
		<link>https://revistaconstrua.com.br/imoveis/imoveis-acessiveis-impulsionam-vendas-no-bairro-antonio-bezerra/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[revistaconstrua]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 04 Sep 2026 17:26:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Imóveis]]></category>
		<category><![CDATA[Principal]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Preço abaixo da média atrai compradores e consolida a região como o principal polo de novos lançamentos residenciais em Fortaleza.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O mapa do mercado imobiliário em Fortaleza revelou um novo e surpreendente protagonista: o bairro Antônio Bezerra. A região assumiu a liderança absoluta no volume de vendas no início do segundo semestre, além de registrar um verdadeiro salto no número de novos lançamentos imobiliários.</p>
<p>Com a comercialização de dezenas de novas unidades em apenas um mês, o bairro foi responsável por uma fatia bastante expressiva de todas as transações realizadas na capital cearense, consolidando-se como um vetor de expansão habitacional.</p>
<h3>O fator custo-benefício</h3>
<p>O principal motor dessa alta demanda é, sem dúvida, o acesso a preços mais atrativos. O valor do metro quadrado na região é substancialmente mais baixo do que a média exigida pelos residenciais verticais em outras áreas de Fortaleza, reduzindo o custo final consideravelmente. Analistas do setor da construção civil apontam que, aliada a esse custo-benefício imbatível, a região oferece uma infraestrutura urbana consolidada, com ampla rede de serviços, comércio e boas opções de mobilidade, fatores que estão sendo decisivos para atrair famílias em busca de qualidade de vida e moradia econômica.</p>
<h6>Fonte: Redação</h6>
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			</item>
		<item>
		<title>Construtoras focam em moradias econômicas para manter vendas</title>
		<link>https://revistaconstrua.com.br/imoveis/construtoras-alteram-rota-investimentos-focam-moradias-economicas-garantir-vendas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[revistaconstrua]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 03 Sep 2026 18:04:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Imóveis]]></category>
		<category><![CDATA[Principal]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Com mercado de alto padrão em desaceleração, programa habitacional do governo federal se consolida como o grande motor do setor imobiliário, dominando os lançamentos nas metrópoles.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Diante de um mercado de médio e alto padrão que apresenta sinais claros de retração, as principais construtoras do país realizaram um recálculo estratégico em suas rotas de investimento. O foco, agora, está voltado quase integralmente para o segmento de moradias econômicas, transformando os subsídios federais no verdadeiro motor da construção civil nacional.</p>
<p>Os dados recentes revelam que os empreendimentos vinculados a programas habitacionais já representam mais da metade de todos os lançamentos e vendas de imóveis residenciais novos no Brasil. A dependência do setor em relação a essa faixa de mercado tornou-se ainda mais evidente em grandes centros urbanos, como São Paulo, onde os imóveis econômicos chegam a representar cerca de dois terços das negociações fechadas.</p>
<h3>O impacto dos novos limites de financiamento</h3>
<p>A mudança de portfólio por parte das incorporadoras foi impulsionada pela recente ampliação dos tetos de financiamento e pela reformulação dos subsídios governamentais. Com juros mais atrativos e condições facilitadas, o acesso à casa própria foi destravado para milhares de famílias, gerando um volume de demanda constante que as construtoras precisavam para manter seus canteiros de obras ativos.</p>
<h3>Perspectivas para o mercado imobiliário</h3>
<p>A migração massiva para o segmento econômico evidencia a sensibilidade do mercado imobiliário às políticas de crédito. Enquanto a classe média-alta adia decisões de compra frente ao cenário macroeconômico adverso, o setor de habitação popular desponta como o porto seguro para as empresas que buscam liquidez e giro rápido de estoque. A tendência é que os projetos voltados para a baixa renda continuem ditando o ritmo de lançamentos imobiliários até o fim do ano.</p>
<h6>Fonte: Redação</h6>
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		<item>
		<title>Preço de imóveis acelera e bate a inflação em agosto</title>
		<link>https://revistaconstrua.com.br/imoveis/preco-imoveis-acima-inflacao-agosto/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[revistaconstrua]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 01 Sep 2026 17:01:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Imóveis]]></category>
		<category><![CDATA[Principal]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Enquanto o índice IPCA-15 indicou deflação, o metro quadrado habitacional encareceu 0,53% em agosto, liderado pelos mercados de Vitória e Brasília.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Quem apostou no mercado imobiliário para proteger seu capital nos primeiros oito meses de 2026 tem bons motivos para comemorar. O metro quadrado residencial registrou um avanço de 0,53% somente em agosto (de acordo com o índice FipeZap), um ganho veloz considerando que o mesmo mês apresentou uma surpreendente deflação de 0,40% no pré-índice IPCA-15.</p>
<h3>Ganhos Reais Frente a Inflação</h3>
<p>Com os números de agosto, o cenário de rentabilidade inverteu a balança a favor dos tijolos. Entre janeiro e o oitavo mês do ano, os imóveis acumularam valorização geral de 3,44%. Paralelamente, o custo de vida mensurado pelo IPCA estacionou na faixa dos 3,02%. Na prática, os imóveis não apenas protegeram o dinheiro dos investidores contra a desvalorização da moeda, como geraram ganho real (e até superaram os 1,85% de alta do temido IGP-M, a métrica oficial dos aluguéis).</p>
<p>O perfil que puxou essa valorização chama a atenção: os imóveis espaçosos de três dormitórios saltaram 0,63% de preço, ditando o ritmo, enquanto que propriedades maiores de quatro quartos ou mais ficaram na rabeira com altas mais tímidas (+0,29%).</p>
<h3>O Eixo Fora de São Paulo</h3>
<p>Analisando os mercados locais, o crescimento se mostra longe de ser um fenômeno concentrado na principal metrópole. Dezenove das vinte e duas capitais observadas registraram saldo imobiliário positivo.</p>
<p>O pódio nacional foi dominado por <strong>Vitória</strong> (que não apenas encabeçou as maiores altas mensais com 1,31%, como ostenta absurdos 10,24% de valorização acumulada em 2026), seguida pelo plano piloto de <strong>Brasília</strong> (+1,28%) e a litorânea <strong>Aracaju</strong> (+1,07%). Já a robusta capital paulista subiu modestos 0,37% em agosto. Por outro lado, quem comprou para investir em Curitiba (-0,25%) amargou leves perdas em agosto.</p>
<h6>Fonte: Redação</h6>
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		<title>Litoral cearense desponta em congresso do mercado imobiliário</title>
		<link>https://revistaconstrua.com.br/imoveis/mercado-imobiliario-cearense-atrai-investidores-congresso/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[revistaconstrua]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 31 Aug 2026 16:43:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Imóveis]]></category>
		<category><![CDATA[Principal]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Em pauta no CIMI 360, no Rio de Janeiro, o estado atrai olhares estrangeiros e nacionais, alavancado pelas opções de funding do Ministério do Turismo</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Rio de Janeiro foi palco na última semana do Congresso Internacional do Mercado Imobiliário (CIMI 360), evento robusto que agrupou mais de 25 mil profissionais e delegações de 42 países no Riocentro. No entanto, o grande foco das conversas sobre oportunidades em solo brasileiro apontou para uma latitude diferente: o <strong>Ceará</strong>.</p>
<h3>Um Leque de Oportunidades Geográficas</h3>
<p>Participando do painel que apresentou os melhores negócios imobiliários do Brasil ao lado de Bahia, São Paulo e Minas Gerais, o presidente do Conselho Regional de Corretores de Imóveis do Ceará (CRECI-CE), Tibério Benevides, evidenciou o diferencial competitivo do estado. Segundo ele, não é apenas o extenso litoral de 573 quilômetros que movimenta a máquina, mas a pluralidade.</p>
<p>&#8220;É muito fácil vender um estado que tem tantos climas, turismo religioso, sítios arqueológicos e serras. O Ceará hoje desponta e o interesse estrangeiro é frequente, embora o próprio brasileiro já desenvolva intensamente o litoral oeste&#8221;, avaliou Benevides, destacando que essa diversidade topográfica atrai desde loteamentos massivos a complexos hoteleiros focados em públicos específicos.</p>
<h3>Ponte Entre Estado, Turismo e Crédito</h3>
<p>A força do mercado cearense não se apoia apenas na natureza, mas no crescente alinhamento do turismo com incentivos governamentais. Com o Brasil registrando o marco histórico de 9,2 milhões de turistas estrangeiros no fim de 2025, a urgência por expansão na rede hoteleira e em resorts abriu precedentes para injetar capital no setor.</p>
<p>Neste viés, a presença do Ministério do Turismo no congresso selou as estratégias para as construtoras. Carlos Henrique Sobral, secretário nacional de Infraestrutura, Crédito e Investimentos no Turismo, apresentou ao público do CIMI 360 o Novo Fundo Geral de Turismo (Fungetur). Trata-se de uma linha estruturada de crédito focada em financiar reformas, modernizações, ampliações e injeção de capital de giro em projetos turísticos.</p>
<p>Com essa união entre demanda orgânica por turismo, geografia privilegiada e caminhos facilitados de funding, o mercado imobiliário cearense se consolida como uma aposta madura e indispensável para a cartela de investidores globais nos próximos anos.</p>
<h6>Fonte: Redação</h6>
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			</item>
		<item>
		<title>Otimismo no mercado imobiliário tenta driblar alta na taxa Selic</title>
		<link>https://revistaconstrua.com.br/imoveis/mercado-imobiliario-mantem-confianca-alta-selic/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[revistaconstrua]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 28 Aug 2026 16:32:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Imóveis]]></category>
		<category><![CDATA[Principal]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Desemprego em baixa e valorização de aluguéis sustentam otimismo nas construtoras, embora a classe média comece a dar sinais de alerta</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Brasil vive um paradoxo econômico que reflete intensamente no setor de construção e incorporação. Mesmo com a taxa básica de juros (Selic) pairando nos dolorosos 14,25% ao ano — um cenário tradicionalmente tóxico para financiamentos —, a grande maioria dos empresários do setor mantém o foco no crescimento. Uma pesquisa divulgada pela Sienge mostra que <strong>76% dos players do mercado imobiliário</strong> tencionam aplicar novos investimentos ao longo de 2025.</p>
<h3>As Engrenagens do Otimismo Setorial</h3>
<p>O que sustenta a confiança de um setor cujo desempenho costuma estar intimamente atrelado à facilidade de crédito? De acordo com Renato Lomonaco, diretor de assuntos econômicos e administrativos da Abrainc, a resposta está na resiliência do próprio mercado, ancorada por bases macroeconômicas favoráveis, como o boom nas exportações e, principalmente, <strong>o mercado de trabalho</strong>.</p>
<p>A taxa de desemprego alcançou sua menor marca trimestral desde 2012, caindo praticamente pela metade quando comparada aos níveis de 2021. &#8220;Quando a economia brasileira está bem é porque a construção empurra. Mas o emprego é um critério de vendas fundamental&#8221;, analisa Lomonaco. Pessoas empregadas têm confiança e lastro para assumir dívidas de longo prazo, como a compra da casa própria.</p>
<h3>A Lógica Invertida do Aluguel vs. Compra</h3>
<p>Outro fenômeno que empurra os compradores para o mercado, apesar dos juros elevados, é a escalada desenfreada dos aluguéis. Desde 2020, o valor médio das locações disparou 63,6%, deixando para trás a inflação acumulada de 33,5% do período.</p>
<p>Esse avanço agressivo nas parcelas mensais gera um movimento duplo: por um lado, investidores são atraídos pelas margens altas e pela rentabilidade do aluguel; por outro, locatários se sentem &#8220;expulsos&#8221; e pressionados a adquirir imóveis, enxergando na parcela do financiamento, mesmo cara, um ativo mais seguro a longo prazo. Esse fluxo, somado ao crescimento demográfico contínuo do Brasil, garante a demanda constante nas incorporadoras.</p>
<h3>A Luz Amarela na Classe Média</h3>
<p>Apesar da visão positiva no panorama geral, há <strong>rachaduras perigosas</strong> no tecido do mercado. Fabrício Schveitzer, conselheiro de negócios da Sienge, destaca que a carga dos juros atua de maneira muito desigual na sociedade.</p>
<p>Enquanto o setor de alto padrão possui capital próprio e é praticamente imune às variações de crédito, e as moradias populares são amplamente subsidiadas por programas governamentais (como o Minha Casa, Minha Vida), <strong>a classe média é quem absorve o choque.</strong> Composta predominantemente por assalariados sem acesso a grandes subsídios, a camada média da população começa a demonstrar forte desaceleração e cansaço na aquisição de imóveis, incapaz de encaixar o peso dos juros brutais no orçamento familiar.</p>
<p>A gestão desse desafio nos próximos trimestres — entre alavancar a emissão de CRIs (Certificados de Recebíveis Imobiliários) e estruturar ofertas atrativas — ditará o ritmo da construção civil em um Brasil de Selic alta, mas de economia pulsante.</p>
<h6>Fonte: Redação</h6>
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			</item>
		<item>
		<title>Caucaia lidera boom de lançamentos e se consolida como novo polo imobiliário</title>
		<link>https://revistaconstrua.com.br/imoveis/rmf-lancamentos-caucaia-ceara-2026/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[revistaconstrua]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 27 Aug 2026 18:22:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Imóveis]]></category>
		<category><![CDATA[Principal]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Região Metropolitana de Fortaleza registrou salto de 64% nos lançamentos em 2026, com Caucaia respondendo por metade das unidades lançadas</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Caucaia está no centro de uma expansão imobiliária que reposiciona a Região Metropolitana de Fortaleza (RMF) no mapa do mercado imobiliário cearense. De janeiro a julho de 2026, a RMF registrou 4.409 unidades habitacionais lançadas — alta de 64% sobre os 2.692 do mesmo período de 2025. A cidade de Caucaia respondeu por 24 dos 48 lançamentos da região, ou seja, exatamente 50% do total. Maracanaú (11), Eusébio (8) e Aquiraz (5) completaram a lista.</p>
<h3>O que revelam os dados financeiros da RMF</h3>
<p>A transformação não é apenas em volume. O Valor Geral Lançado (VGL) na RMF saltou 63%, chegando a R$ 1,2 bilhão nos sete primeiros meses do ano. Em Fortaleza, o movimento foi inverso: os lançamentos encolheram 14% em valor, somando R$ 2,6 bilhões — reflexo da pressão do custo da terra na capital e da migração de incorporadores para municípios com mais espaço e menor custo de produção.</p>
<p>O total de lançamentos no Ceará entre janeiro e julho chegou a 10.809 unidades, crescimento de 32% sobre o mesmo período de 2025, com VGL total de R$ 3,9 bilhões, praticamente estável (+1%).</p>
<h3>Vendas e VGV crescem com Fortaleza na liderança financeira</h3>
<p>No lado das vendas, o mercado cearense comercializou 10.067 imóveis no período, alta de 3% sobre 2025. O Valor Geral de Vendas (VGV) chegou a R$ 795 milhões apenas em julho — um salto de 22% em relação ao mesmo mês do ano passado. No acumulado de janeiro a julho, o VGV somou R$ 5,3 bilhões, 13% acima de 2025.</p>
<p>Fortaleza concentrou R$ 4,2 bilhões desse total (+19%), enquanto a RMF registrou R$ 1,1 bilhão, com recuo de 3% na comparação anual — indicando que, embora a região esteja em expansão de lançamentos, o volume de vendas ainda está em fase de maturação.</p>
<p>Os dados foram divulgados na quarta-feira (26) pelo Sinduscon Ceará, com base em estudo patrocinado pelo Sebrae e desenvolvido com apoio da Brain Inteligência Estratégica. A pesquisa analisou 427 empreendimentos de 149 empresas em Fortaleza e na RMF.</p>
<p>Para Patriolino Dias de Sousa, presidente do Sinduscon Ceará, a expansão fora da capital exige atenção estrutural. &#8220;Esse movimento exige planejamento, infraestrutura e segurança jurídica para que o crescimento se traduza em cidades mais integradas e em oportunidades de moradia para diferentes faixas de renda&#8221;, afirmou.</p>
<h6>Fonte: Redação</h6>
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			</item>
		<item>
		<title>MCMV bate recorde e responde por 58% dos lançamentos no semestre</title>
		<link>https://revistaconstrua.com.br/imoveis/mcmv-recorde-lancamentos-vendas-imoveis-2026/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[revistaconstrua]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 26 Aug 2026 17:08:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Imóveis]]></category>
		<category><![CDATA[Principal]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Com 226 mil unidades vendidas entre janeiro e junho de 2026, mercado cresce 5,4% mesmo diante de juros elevados; MCMV bate recorde histórico de participação</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O programa habitacional Minha Casa, Minha Vida (MCMV) alcançou em abril, maio e junho deste ano sua maior fatia histórica nos lançamentos imobiliários residenciais do país. Das 107.161 unidades colocadas à venda no segundo trimestre de 2026, 62.129 — ou 58% do total — estavam enquadradas no programa do governo federal, o maior percentual desde o início da série histórica, em 2019. No primeiro trimestre deste ano, essa participação era de 50%.</p>
<p>A distribuição regional revela diferenças significativas. No Norte, o MCMV respondeu por 68% dos lançamentos do período; no Sudeste, por 66%; no Nordeste, 60%; no Centro-Oeste, 52%. O Sul apresentou o menor índice de adesão ao programa, com 29% de participação.</p>
<p>&#8220;O Minha Casa, Minha Vida poucas vezes representou mais de 50% dos lançamentos e, neste trimestre, chegou a 58%. O programa ganhou participação no mercado e ainda há espaço para avançar, podendo chegar a 60% ou até 65% dos lançamentos&#8221;, avaliou Celso Petrucci, conselheiro da CBIC e diretor de economia do Secovi-SP, durante a apresentação dos Indicadores Imobiliários Nacionais do segundo trimestre de 2026 nesta segunda-feira (24).</p>
<p>Nas vendas, o MCMV respondeu por 51% das 113.676 unidades comercializadas no período — 58.392 unidades, alta de 5% frente ao primeiro trimestre.</p>
<p>No panorama geral do semestre, o mercado imobiliário brasileiro registrou 226.536 unidades vendidas de janeiro a junho, crescimento de 5,4% sobre as 214.910 negociadas no mesmo período de 2025. Os lançamentos totalizaram 211.651 unidades nos seis meses, praticamente estáveis em relação às 212.338 do primeiro semestre de 2025.</p>
<p>A tipologia mais comercializada continuou sendo a de dois dormitórios, que concentrou 65,2% das vendas no segundo trimestre. Em seguida vieram imóveis de um dormitório (23,1%), três dormitórios (10%) e quatro dormitórios (1,8%).</p>
<p>O Valor Geral de Vendas (VGV) ficou em R$ 66,2 bilhões no segundo trimestre — estável em relação ao trimestre anterior, mas 5,5% abaixo do registrado no mesmo período do ano passado. O ticket médio dos imóveis vendidos recuou 10,3% na comparação anual, reflexo direto do crescimento da participação do MCMV, cujos imóveis têm menor valor unitário. No Valor Geral de Lançamentos (VGL), o segundo trimestre registrou R$ 62,4 bilhões.</p>
<p>A oferta de imóveis novos disponíveis encerrou junho com 355.290 unidades, queda de 2,1% em relação a março, mas alta de 8,2% sobre o segundo trimestre de 2025. Para o presidente da CBIC, Eduardo Aroeira Almeida, o resultado confirma a solidez do setor mesmo num ambiente adverso. &#8220;Os números mostram um mercado saudável e estável, com lançamentos e vendas avançando mesmo em um ambiente de juros elevados&#8221;, afirmou.</p>
<h6>Fonte: Redação</h6>
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			</item>
		<item>
		<title>Fundos imobiliários batem recorde com 3,3 mi de investidores e R$ 11,6 bi negociados</title>
		<link>https://revistaconstrua.com.br/imoveis/fundos-imobiliarios-batem-recorde-com-33-mi-de-investidores-e-r-116-bi-negociados/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[revistaconstrua]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 21 Aug 2026 17:12:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Imóveis]]></category>
		<category><![CDATA[Principal]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://revistaconstrua.com.br/?p=33510</guid>

					<description><![CDATA[<p>Base de cotistas cresceu 47 mil em um mês e estoque de cotas encerrou julho em R$ 196 bi; especialista aponta maturidade do varejo brasileiro no segmento</p>
<p>O post <a href="https://revistaconstrua.com.br/imoveis/fundos-imobiliarios-batem-recorde-com-33-mi-de-investidores-e-r-116-bi-negociados/">Fundos imobiliários batem recorde com 3,3 mi de investidores e R$ 11,6 bi negociados</a> apareceu primeiro em <a href="https://revistaconstrua.com.br">Construa Negócios</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O mercado de fundos imobiliários encerrou julho de 2026 com 3,297 milhões de investidores, novo recorde histórico da série da B3. O número representa um acréscimo de aproximadamente 47 mil cotistas em relação a junho, quando a base somava 3,250 milhões. No comparativo de médio prazo, o segmento cresceu 14,2% em nove meses, absorvendo 410 mil novos investidores desde outubro de 2025.</p>
<h3>Perfil dos cotistas: maioria é pessoa física com ticket baixo</h3>
<p>Pessoas físicas representam 73,7% da base de investidores em FIIs, enquanto investidores institucionais respondem por 20,6% do total. Um dado que reforça a democratização do produto: 75% das pessoas físicas investidas possuem até R$ 40 mil na classe, e 50% têm carteiras de até R$ 5 mil. &#8220;É um veículo acessível, de entrada, que permite grande diversificação e acesso a ativos sofisticados com ticket baixo&#8221;, destacou Anita Scal, sócia e diretora de investimentos imobiliários da Rio Bravo.</p>
<h3>Volume negociado supera os meses anteriores</h3>
<p>Em termos financeiros, julho movimentou R$ 11,6 bilhões em volume negociado — acima dos R$ 9,6 bilhões de junho e dos R$ 10,5 bilhões de maio. O estoque financeiro de cotas de FIIs encerrou o mês em R$ 196 bilhões, no mesmo patamar de junho, porém abaixo dos R$ 198 bilhões de maio e dos R$ 201 bilhões de abril. A queda no estoque ao longo do trimestre reflete o movimento de mercado sobre os preços das cotas, não necessariamente uma redução na base de ativos.</p>
<h3>Resiliência mesmo com Selic elevada</h3>
<p>A diretora da Rio Bravo ressaltou que o segmento manteve base superior a 2,8 milhões de cotistas durante todo o ano de 2025, mesmo diante das oscilações da taxa Selic — sinal de que o investidor de FIIs passou a tratar o produto como instrumento de longo prazo voltado à proteção contra a inflação e acesso a contratos de renda real, e não como posição especulativa sujeita ao humor do ciclo de juros.</p>
<p>&#8220;Os dados revelam maturidade do varejo brasileiro. É a prova de que o brasileiro passou a enxergar os FIIs como ferramenta para construção de patrimônio&#8221;, avaliou Anita Scal.</p>
<h6>Fonte: Redação</h6>
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]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Fortaleza absorve estoques e VGV bate R$ 6,7 bi em 12 meses</title>
		<link>https://revistaconstrua.com.br/imoveis/fortaleza-mercado-imobiliario-vgv-record/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[revistaconstrua]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 20 Aug 2026 16:43:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Imóveis]]></category>
		<category><![CDATA[Principal]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Após 11 mil lançamentos em nove meses, capital cearense vendeu 916 unidades a mais do que lançou no 2º trimestre, com oferta disponível recuando 7,8%</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O mercado imobiliário de Fortaleza entrou em uma nova fase no segundo trimestre de 2026. Após um ciclo de expansão intensa de oferta, a capital cearense passou a absorver parte do estoque formado nos últimos meses: foram comercializadas 2.694 unidades no período, contra 1.778 lançamentos — saldo positivo de 916 vendas sobre os novos produtos inseridos no mercado. Os dados são do levantamento da Brain Inteligência Estratégica, divulgado em agosto.</p>
<h3>Contexto: 11 mil lançamentos em três trimestres</h3>
<p>O resultado do segundo trimestre de 2026 precisa ser lido à luz de uma sequência excepcional de oferta. Fortaleza colocou 3.937 unidades no mercado no terceiro trimestre de 2025, outras 3.698 no quarto trimestre e 3.490 no primeiro trimestre de 2026 — somando mais de 11 mil imóveis novos em apenas nove meses. Esse ritmo acelerado de entrada de produtos elevou o estoque disponível em 26% na comparação anual, o maior crescimento percentual entre as cinco capitais nordestinas monitoradas pela Brain.</p>
<h3>Estoque começa a recuar</h3>
<p>A combinação de menos lançamentos e volume de vendas ainda robusto no segundo trimestre gerou a primeira inversão da tendência de acúmulo. O estoque disponível em Fortaleza caiu de 11.669 para 10.753 unidades entre o primeiro e o segundo trimestre, redução de 7,8%. No recorte regional, enquanto Salvador reduziu sua oferta em 27% e Maceió em 15,4%, as demais capitais nordestinas ainda registraram acréscimo: João Pessoa (+9,2%) e Recife (+1,7%).</p>
<h3>VGV atinge maior patamar histórico da série</h3>
<p>O Valor Geral de Vendas (VGV) acumulado nos 12 meses encerrados em junho chegou a R$ 6,717 bilhões — o patamar mais alto registrado na série histórica da Brain, iniciada em 2021. No mesmo intervalo, foram comercializadas 10.689 unidades. O dado revela que o ticket médio dos imóveis vendidos subiu de forma relevante, elevando o valor financeiro do mercado mesmo sem o número de unidades estar no pico absoluto da série.</p>
<p>Os próximos trimestres indicarão se o movimento de absorção de estoques se consolida como uma nova etapa do ciclo ou se representou apenas uma acomodação pontual após o período de expansão acelerada da oferta.</p>
<h6>Fonte: Redação</h6>
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		<item>
		<title>Imóveis residenciais terão dedução de até R$ 100 mil no imposto</title>
		<link>https://revistaconstrua.com.br/imoveis/reforma-tributaria-impacto-mercado-imobiliario/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[revistaconstrua]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 18 Aug 2026 16:50:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Imóveis]]></category>
		<category><![CDATA[Principal]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Regulamentação do IVA dual estabelece descontos de 40% a 60% nas alíquotas e cria redutores sociais fixos na base de cálculo de transações residenciais</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A regulamentação do novo sistema tributário nacional definiu parâmetros específicos para a cobrança do Imposto sobre Bens e Serviços (IBS) e da Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS) no setor imobiliário. O modelo aprovado estabelece alíquotas diferenciadas e descontos progressivos em relação à alíquota padrão estimada do IVA dual, fixada em 26,5%.</p>
<h3>Alíquotas reduzidas para operações imobiliárias</h3>
<p>Pelas novas regras, as transações de compra, venda, incorporação e loteamento comercial ou residencial contam com uma redução de 40% em relação à alíquota geral. Na prática, a tributação efetiva nessas modalidades fica estimada em aproximadamente 15,9%.</p>
<p>Para o segmento de locação e arrendamento de bens imóveis, o benefício é ainda maior, com um abatimento de 60% sobre o tributo padrão. Com essa margem, a alíquota resultante para contratos de aluguel passa a girar em torno de 10,6%.</p>
<h3>Mecanismos de redutor social para unidades residenciais</h3>
<p>Com o objetivo de mitigar o impacto sobre a habitação, a legislação criou os chamados redutores sociais, que abatem valores fixos da base de cálculo antes da aplicação dos impostos:</p>
<ul>
<li><strong>Venda de imóveis novos residenciais:</strong> dedução fixa de R$ 100 mil sobre o valor da transação. Em um imóvel negociado por R$ 300 mil, por exemplo, o imposto incide apenas sobre R$ 200 mil.</li>
<li><strong>Locação residencial:</strong> desconto fixo de R$ 400 por mês no valor do aluguel. Em uma mensalidade de R$ 1.500, a base tributável cai para R$ 1.100.</li>
</ul>
<h3>Isenção para pessoas físicas sem habitualidade</h3>
<p>A regulamentação também preservou a situação de proprietários individuais. Pessoas físicas que vendem ou alugam imóveis de forma eventual, sem caracterizar atividade empresarial ou habitualidade comercial, permanecem fora do alcance do IBS e da CBS.</p>
<p>Para esse grupo de contribuintes, permanecem vigentes as regras tradicionais relativas à apuração do Imposto de Renda sobre o ganho de capital nas alienações.</p>
<h6>Fonte: Redação</h6>
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			</item>
		<item>
		<title>Quatro bairros do Nordeste já superam R$ 13 mil por m²</title>
		<link>https://revistaconstrua.com.br/imoveis/metro-quadrado-nordeste-valorizacao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[revistaconstrua]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 17 Aug 2026 17:06:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Imóveis]]></category>
		<category><![CDATA[Principal]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Capitais nordestinas registram valorização imobiliária até duas vezes superior à inflação, com Recife exibindo o maior retorno de locação entre 22 cidades analisadas pelo FipeZAP</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Quatro bairros de capitais nordestinas já cobram mais de R$ 13 mil pelo metro quadrado residencial, segundo os dados mais recentes do Índice FipeZAP. O topo da lista pertence a Pajuçara, em Maceió, com preço médio de R$ 13.909 por m². Logo atrás surgem Ponta D&#8217;Areia (R$ 13.532/m²) e São Marcos (R$ 13.387/m²), ambos em São Luís, além da Barra, em Salvador, a R$ 13.278 por m².</p>
<h3>Valorização que supera em dobro a inflação</h3>
<p>O avanço dos preços no mercado imobiliário nordeste não se limita a bairros nobres isolados. Nos últimos doze meses, Salvador liderou a valorização entre as capitais da região, com 11,2%. Fortaleza veio logo atrás, acumulando 9,7% — quase o dobro da inflação de 4,4% medida pelo IPCA e bem acima do índice nacional FipeZAP, que avançou 5,4% no mesmo intervalo.</p>
<p>Outras capitais nordestinas também exibem desempenho expressivo. Aracaju subiu 9,1%, Natal registrou 8,87% e João Pessoa, 8,81%. A dispersão geográfica dos números sugere que o ciclo de apreciação é regional, e não pontual.</p>
<h3>Endereços mais caros de Fortaleza se aproximam dos R$ 13 mil</h3>
<p>Na capital cearense, o Meireles — bairro à beira-mar e um dos mais disputados da cidade — já pratica preço médio de R$ 12.937 por metro quadrado, tangenciando a barreira dos R$ 13 mil. A Aldeota, outro polo consolidado do segmento residencial de alto padrão, aparece com R$ 11.712 por m².</p>
<p>Quando se considera a média da cidade inteira, Maceió é a primeira capital do Nordeste a figurar no ranking nacional geral, com aproximadamente R$ 9,96 mil por m², na 13ª posição do país.</p>
<h3>Recife domina o mercado de locação</h3>
<p>Se a valorização patrimonial tem Fortaleza e Salvador como protagonistas, o mercado de aluguel encontra seu epicentro em Recife. A capital pernambucana registra o maior custo de locação de todo o Nordeste, com média de R$ 64,11 por m² ao mês, e ocupa a terceira posição nacional nesse quesito.</p>
<p>Para investidores, o dado mais relevante talvez seja o rental yield. Recife apresenta a maior rentabilidade do aluguel entre as 22 capitais monitoradas pelo FipeZAP: 8,47% ao ano. O retorno supera mercados como Belém (8,18%), Manaus (7,99%) e Natal (7,85%), todos também acima da média nacional de 6,14%.</p>
<p>Os números apontam que o mercado imobiliário nordeste vive um momento de maturação simultânea em dois eixos: a valorização acelerada do patrimônio e a geração de renda recorrente via aluguel, cada um com capitais diferentes assumindo a dianteira.</p>
<h6>Fonte: Redação</h6>
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]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Luxo e exclusividade sustentam bilhões em vendas pelo país</title>
		<link>https://revistaconstrua.com.br/imoveis/luxo-exclusividade-sustentam-bilhoes-vendas-brasil/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[revistaconstrua]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 14 Aug 2026 17:44:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Imóveis]]></category>
		<category><![CDATA[Principal]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://revistaconstrua.com.br/?p=33400</guid>

					<description><![CDATA[<p>Empreendimentos luxuosos e super residências blindam o segmento imobiliário contra crises, atraindo fundos de investimento e demanda externa.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O mercado imobiliário brasileiro prova mais uma vez que possui bolhas de extrema resiliência. Dados consolidados pelas principais associações do setor indicam que o nicho de alto e altíssimo padrão movimentou a estrondosa cifra de R$ 30 bilhões recentemente, descolando-se das oscilações de crédito que costumam frear o restante da economia.</p>
<p>O fenômeno é impulsionado por um perfil de comprador que não depende das linhas de financiamento tradicionais afetadas pela Selic alta. Pagamentos à vista ou permutas envolvendo outros ativos de luxo garantem a liquidez das incorporadoras. Para esse cliente, o imóvel não é apenas moradia, mas uma estratégia segura de proteção patrimonial contra a inflação.</p>
<h3>O novo conceito de luxo</h3>
<p>A injeção bilionária nesse segmento está remodelando as pranchetas dos arquitetos. O conceito de luxo foi redefinido: metragens gigantescas deram espaço à hiper personalização, curadoria artística nas áreas comuns e serviços ao estilo &#8220;concierge&#8221; de hotéis cinco estrelas. Tecnologias de biometria, automação residencial profunda e garagens adaptadas para supercarros elétricos viraram o padrão da indústria.</p>
<p>Incorporadoras paulistas, cariocas e do litoral catarinense lideram esse boom, com muitos empreendimentos esgotados meses antes do início das fundações. Especialistas afirmam que, enquanto a demanda por &#8220;portos seguros&#8221; de capital e exclusividade persistir, o nicho de altíssimo padrão continuará sustentando as margens de lucro bilionárias do setor da construção.</p>
<h6>Fonte: Redação</h6>
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]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Queda da Selic pode estimular decisões no mercado imobiliário</title>
		<link>https://revistaconstrua.com.br/imoveis/queda-selic-estimula-credito-mercado-imobiliario/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[revistaconstrua]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 06 Aug 2026 16:49:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Imóveis]]></category>
		<category><![CDATA[Principal]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://revistaconstrua.com.br/?p=33267</guid>

					<description><![CDATA[<p>Com a redução na taxa básica de juros, consumidores encontram cenário mais favorável para a tomada de crédito e financiamento da casa própria.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O recente ciclo de cortes na taxa Selic pelo Banco Central trouxe um alívio esperado por diversos setores da economia, e o mercado imobiliário desponta como um dos principais beneficiados. A diminuição da taxa básica tem um impacto direto no custo do crédito, tornando as prestações de financiamento mais acessíveis e encorajando o consumidor a tirar os planos de compra do papel.</p>
<p>Durante os períodos de juros altos, muitas famílias optaram por adiar a compra de imóveis, aguardando um momento financeiro mais favorável. Agora, com as taxas em trajetória de queda, os bancos tendem a flexibilizar suas linhas de crédito, o que pode destravar uma demanda reprimida significativa tanto em imóveis na planta quanto em unidades usadas.</p>
<h3>Novo fôlego para as construtoras</h3>
<p>Para o lado da oferta, a redução da Selic também representa um custo de capital menor para as construtoras e incorporadoras. Projetos que estavam paralisados devido ao alto custo de financiamento da obra tendem a ser retomados, aquecendo o setor da construção civil e gerando novos empregos na cadeia produtiva.</p>
<p>Especialistas alertam, contudo, que o reaquecimento do mercado não ocorre da noite para o dia. As decisões de compra de imóveis envolvem planejamento de longo prazo. No entanto, o simples movimento de queda já melhora o ânimo de compradores e vendedores, plantando as sementes para um final de ano com maior volume de negócios e lançamentos consistentes.</p>
<h6>Fonte: Redação</h6>
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]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Metro quadrado em Fortaleza valoriza e beira R$ 9,5 mil</title>
		<link>https://revistaconstrua.com.br/imoveis/mercado-imobiliario-fortaleza-valorizacao-metro-quadrado/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[revistaconstrua]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 04 Aug 2026 18:05:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Imóveis]]></category>
		<category><![CDATA[Principal]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://revistaconstrua.com.br/?p=33231</guid>

					<description><![CDATA[<p>O mercado imobiliário da capital cearense segue aquecido, impulsionado por novos empreendimentos de alto padrão e alta demanda por moradias costeiras.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Fortaleza continua se destacando como um dos mercados imobiliários mais resilientes e promissores da região Nordeste. Contrariando tendências de estabilização vistas em outras capitais, o preço do metro quadrado na cidade segue em rota ascendente, aproximando-se rapidamente da expressiva marca de R$ 9,5 mil em bairros de maior procura.</p>
<p>Esse fenômeno de valorização contínua é impulsionado por um interesse crescente de investidores e de compradores que buscam a chamada &#8220;segunda moradia&#8221;, além da forte demanda local por empreendimentos que oferecem infraestrutura completa. A verticalização da orla marítima e a revitalização de áreas nobres têm puxado a média de preços para cima.</p>
<h3>Projetos de alto padrão lideram a alta</h3>
<p>O segmento de luxo e alto padrão é o principal responsável por puxar os números positivos da capital cearense. Construtoras estão apostando em projetos arrojados, que incluem itens sofisticados de lazer, serviços integrados de facilities e plantas flexíveis, características que atraem clientes dispostos a pagar um prêmio pela qualidade de vida.</p>
<p>Para os próximos anos, analistas preveem que a valorização do metro quadrado deve se manter, ainda que em um ritmo mais moderado, refletindo a consolidação do mercado. O cenário fortalece Fortaleza como um porto seguro para alocação de capital em ativos reais, atraindo tanto o olhar de fundos de investimento quanto de famílias que apostam no desenvolvimento urbano do Ceará.</p>
<h6>Fonte: Redação</h6>
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]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Nordeste atrai capital externo e lidera expansão hoteleira</title>
		<link>https://revistaconstrua.com.br/imoveis/nordeste-expansao-hoteleira-capital-externo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[revistaconstrua]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 03 Aug 2026 17:14:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Imóveis]]></category>
		<category><![CDATA[Principal]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://revistaconstrua.com.br/?p=33219</guid>

					<description><![CDATA[<p>Concentrando 22% dos novos projetos, a região se consolida como polo magnético para investimentos internacionais no setor imobiliário turístico.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O mercado imobiliário voltado para o turismo está vivenciando uma efervescência notável na região Nordeste. Dados recentes confirmam que a localidade detém cerca de 22% de todos os empreendimentos hoteleiros atualmente em desenvolvimento no Brasil. Esse volume impressionante demonstra uma confiança renovada na capacidade turística da região.</p>
<p>A novidade desse ciclo de expansão é a forte presença de capital estrangeiro. Fundos de investimento globais estão direcionando aportes milionários para a construção de resorts de luxo, complexos hoteleiros e estruturas de multipropriedade ao longo do litoral nordestino, buscando rentabilidade em um mercado com alto potencial de crescimento pós-crise sanitária.</p>
<h3>Turismo de alto padrão em ascensão</h3>
<p>O perfil das novas construções também mudou. O foco agora é oferecer infraestruturas que aliem experiências exclusivas com responsabilidade ambiental, características altamente exigidas por hóspedes internacionais e investidores institucionais. Destinos que antes dependiam do turismo local agora se preparam para operar padrões de qualidade de nível internacional.</p>
<p>Essa injeção de capital estrangeiro não apenas modifica a paisagem costeira, mas também gera milhares de empregos diretos e indiretos nas fases de construção e operação. O amadurecimento desse segmento consolida o Nordeste não apenas como um destino de lazer preferencial, mas como uma das zonas mais aquecidas e estratégicas para o &#8220;real estate&#8221; brasileiro nos próximos anos.</p>
<h6>Fonte: Redação</h6>
<p>O post <a href="https://revistaconstrua.com.br/imoveis/nordeste-expansao-hoteleira-capital-externo/">Nordeste atrai capital externo e lidera expansão hoteleira</a> apareceu primeiro em <a href="https://revistaconstrua.com.br">Construa Negócios</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Programa habitacional aquece mercado e processos no Ceará</title>
		<link>https://revistaconstrua.com.br/imoveis/minha-casa-minha-vida-vendas-mercado-cearense/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[revistaconstrua]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 31 Jul 2026 17:40:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Imóveis]]></category>
		<category><![CDATA[Principal]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://revistaconstrua.com.br/?p=33201</guid>

					<description><![CDATA[<p>Além de dominar as vendas imobiliárias na região metropolitana, a alta demanda por moradias populares está forçando o mercado a acelerar processos de regularização e aquecendo fornecedores locais.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A expansão de programas de habitação popular está causando transformações que vão muito além da simples entrega de chaves. No Ceará, o setor de moradias populares tornou-se o eixo central do mercado imobiliário, provocando um verdadeiro efeito dominó positivo em toda a cadeia produtiva ligada à construção civil.</p>
<p>Fornecedores de materiais, prestadores de serviço e escritórios de engenharia estão precisando ampliar sua capacidade de atendimento para suprir o ritmo imposto pelas construtoras. No primeiro trimestre de 2026, mais da metade de todos os imóveis vendidos na Grande Fortaleza pertenciam a esse segmento, superando com folga o volume comercializado por todas as outras fatias do mercado juntas.</p>
<h3>Agilidade cartorária como resposta à demanda</h3>
<p>O aquecimento do setor também tem forçado uma modernização nos bastidores burocráticos. A necessidade de colocar novos empreendimentos rapidamente nas ruas para atender aos compradores tem impulsionado soluções de regularização documental mais eficientes. O tempo entre a compra do terreno pelas incorporadoras e a emissão do registro de incorporação nos cartórios precisou ser reduzido através do uso de tecnologias e consultorias especializadas.</p>
<p>Esse ciclo virtuoso, que começa no incentivo federal e termina na agilidade documental, garante que o interior e as regiões metropolitanas também absorvam o impacto econômico. A distribuição dos canteiros de obra fortalece polos regionais, descentralizando a geração de emprego e mostrando que o incentivo ao primeiro imóvel é, na prática, um incentivo à indústria local.</p>
<h6>Fonte: Redação</h6>
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		<title>Alta nos financiamentos impulsiona mercado imobiliário no país</title>
		<link>https://revistaconstrua.com.br/imoveis/financiamentos-impulsionam-mercado-imobiliario/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[revistaconstrua]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 29 Jul 2026 17:04:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Imóveis]]></category>
		<category><![CDATA[Principal]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://revistaconstrua.com.br/geral/financiamentos-impulsionam-mercado-imobiliario/</guid>

					<description><![CDATA[<p>Com forte participação do FGTS e recursos da poupança, as operações de crédito para habitação superaram as expectativas no primeiro semestre do ano.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O acesso ao financiamento da casa própria e os recursos direcionados para a construção de novos empreendimentos mostraram força no Brasil na primeira metade de 2026. Segundo os números mais recentes da Abecip, o volume total injetado na economia pelo setor habitacional atingiu a marca expressiva de R$ 180,9 bilhões, representando um salto significativo de 23% se comparado ao mesmo ciclo do ano anterior.</p>
<h3>O papel da poupança e dos fundos trabalhistas</h3>
<p>Parte substancial dessa performance positiva foi garantida pelo Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE), que foi responsável pela liberação de R$ 93,7 bilhões. O FGTS também não ficou para trás, sendo o motor de mais de R$ 77,6 bilhões em operações, grande parte atrelada aos incentivos do programa Minha Casa, Minha Vida, que tem facilitado a aquisição para a população.</p>
<h3>Canteiros de obras aquecidos</h3>
<p>Não foram apenas os compradores que se beneficiaram. As linhas de crédito para as construtoras erguerem novos prédios dispararam, somando R$ 26,5 bilhões — um crescimento superior a 100% sobre 2025. Esse fluxo financeiro se reflete diretamente na pesquisa da CBIC, que apontou uma alta de 34% nos lançamentos imobiliários.</p>
<p>Apesar de um leve aumento na quantidade de imóveis disponíveis em estoque no país, lideranças do setor descartam o risco de uma saturação do mercado. A expectativa agora gira em torno da manutenção desse ritmo, que está diretamente ligado à oferta de recursos e à política de taxas de juros nos próximos meses.</p>
<h6>Fonte: Redação</h6>
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		<title>Mercado de imóveis fortalece economia cearense com recordes</title>
		<link>https://revistaconstrua.com.br/imoveis/mercado-imobiliario-fortaleza-4-bilhoes-semestre/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[revistaconstrua]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 Jul 2026 16:36:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Imóveis]]></category>
		<category><![CDATA[Principal]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Com quase R$ 4 bilhões movimentados em apenas seis meses, a capital projeta um crescimento habitacional de dois dígitos.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O primeiro semestre de 2026 desenhou um cenário extremamente lucrativo e promissor para o <strong>mercado imobiliário de Fortaleza</strong>. Dados setoriais recentes demonstram que o apetite dos investidores e das famílias cearenses por novos lares não apenas se manteve firme, mas quebrou marcas expressivas. Entre janeiro e maio, a engrenagem habitacional da capital e de sua Região Metropolitana girou um impressionante Valor Geral de Vendas (VGV) acumulado de quase R$ 4 bilhões.</p>
<p>Com os números fechados de junho ainda sendo consolidados pelas entidades representativas, como o Sinduscon-CE, a projeção é que esse montante beire os R$ 5 bilhões. Essa tração financeira consolida a capital cearense como uma das praças imobiliárias mais aquecidas e resilientes de todo o país, desenhando a perspectiva real de fechar o ano com um crescimento consolidado de dois dígitos.</p>
<h3>O motor do segmento econômico</h3>
<p>A base desse faturamento bilionário tem um pilar inquestionável: as moradias populares. O segmento econômico foi responsável por abraçar aproximadamente 70% de todo o volume de transações realizadas no período. A recente repaginada e o fomento contínuo do programa federal Minha Casa, Minha Vida (MCMV) serviram como catalisadores perfeitos para esse fenômeno.</p>
<p>Empreiteiras focadas nesse nicho de entrada aproveitaram a expansão dos tetos de financiamento e a redução de juros subsidiados para desovar estoques e antecipar lançamentos, garantindo que o sonho da casa própria continuasse a alavancar os canteiros de obra da região metropolitana.</p>
<h3>Valorização e liquidez no Alto Padrão</h3>
<p>Se a base da pirâmide garantiu o volume massivo de vendas, o topo assegurou a injeção recorde de faturamento. Os imóveis de médio e alto padrão experimentaram uma liquidez notável, surfando na onda de valorização imobiliária que atingiu a marca de 4,61% no semestre — índice superior à média nacional.</p>
<p>A disputa pelo metro quadrado em bairros cobiçados, como Meireles, Aldeota e no entorno do Parque do Cocó, continua empurrando os preços para cima. A junção de uma demanda latente por <em>design residences</em>, a busca por amenidades de alto luxo e a escassez de terrenos nas zonas mais nobres da cidade justificam o encarecimento constante. Para quem investe, o cenário traduz-se em segurança patrimonial e alto potencial de rentabilidade futura no <strong>mercado imobiliário de Fortaleza</strong>.</p>
<h6>Fonte: Redação</h6>
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		<title>Exigência de CNPJ para locadores fica para 2027</title>
		<link>https://revistaconstrua.com.br/imoveis/cnpj-imoveis-alugados-obrigatorio-2027/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[revistaconstrua]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Jul 2026 17:15:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Imóveis]]></category>
		<category><![CDATA[Principal]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Governo Federal concede mais tempo para adaptação aos novos sistemas eletrônicos da Reforma Tributária, tranquilizando pessoas físicas que recebem aluguéis.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Os investidores e proprietários pessoa física que sobrevivem da renda de <strong>imóveis alugados</strong> ganharam um alívio burocrático significativo. O cronograma que determinava a inscrição compulsória no Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica (CNPJ) para locadores que precisarem emitir documentos fiscais foi oficialmente prorrogado. Agora, a exigência passa a valer apenas a partir de 1º de janeiro de 2027.</p>
<p>Até que o novo ano fiscal chegue, aqueles que se enquadram na futura normativa poderão seguir utilizando o seu Cadastro de Pessoas Físicas (CPF) como principal documento de identificação nas negociações habituais de aluguel. A dilatação do prazo foi uma resposta direta à necessidade de garantir uma adaptação mais suave e sistêmica à nova malha eletrônica fiscal.</p>
<h3>A Reforma Tributária e os novos impostos</h3>
<p>A futura exigência é uma engrenagem que faz parte do novo motor da Reforma Tributária sobre o consumo. Quando a virada de chave acontecer em 2027, as plataformas digitais do Fisco precisarão de identificadores padronizados para o recolhimento do recém-criado Imposto sobre Bens e Serviços (IBS) e da Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS).</p>
<p>As autoridades esclarecem que o adiamento possui uma natureza puramente operacional, ou seja, serve apenas para que tanto a Receita quanto os contribuintes calibrem seus sistemas. A extensão do prazo, contudo, não mexe em absolutamente nenhuma regra referente à incidência ou ao cálculo dos tributos sobre as transações imobiliárias.</p>
<h3>Não, você não vai virar uma empresa (na prática)</h3>
<p>O ponto que gerava maior ansiedade entre os proprietários de <strong>imóveis alugados</strong> era o medo de que a posse de um CNPJ transformasse o cidadão, instantaneamente, em uma empresa (com todas as obrigações acessórias, contador mensal e impostos corporativos).</p>
<p>O detalhe fundamental divulgado é que essa inscrição terá uma finalidade restrita à identificação nos novos sistemas fiscais da Reforma. Emitir notas fiscais pelo novo registro não mudará a natureza jurídica do contribuinte perante o Estado. A pessoa física continuará sendo tributada como tal e submetida à mesma lógica do Imposto de Renda Pessoa Física, apenas utilizando uma via digital de registro mais robusta exigida pelos regulamentos futuros.</p>
<h6>Fonte: Redação</h6>
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		<item>
		<title>&#8220;Raio verde&#8221;: imóveis perto de praças e parques em Fortaleza valorizam até 20%</title>
		<link>https://revistaconstrua.com.br/imoveis/valorizacao-imoveis-proximos-areas-verdes-fortaleza/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[revistaconstrua]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Jul 2026 17:26:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Imóveis]]></category>
		<category><![CDATA[Principal]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Construtoras apostam em empreendimentos de alto padrão que priorizam o tempo e a caminhabilidade do morador, mudando o cenário urbano da capital cearense.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O perfil do comprador no mercado imobiliário em Fortaleza tem passado por uma transformação estrutural. Em vez de avaliar apenas a metragem quadrada e o padrão de acabamento, o foco atual dos clientes de alto padrão recai sobre um novo ativo: o tempo. Essa mudança de mentalidade impulsionou o chamado &#8220;Princípio da Proximidade&#8221;, onde a integração com a natureza e a facilidade de deslocamento tornaram-se os pilares dos novos desenvolvimentos urbanos.</p>
<p>Estudos recentes de planejamento urbano na capital cearense revelam que apartamentos e casas localizados num raio de até 600 metros de praças arborizadas, parques ou espaços verdes consolidados podem registrar uma valorização de até 20% sobre o preço de mercado. A premissa é simples: morar perto do verde significa poder dispensar o carro para atividades cotidianas.</p>
<h3>O conceito de &#8220;Design Residence&#8221; e a caminhabilidade</h3>
<p>Para atender a essa nova demanda por mobilidade inteligente e contato com a natureza, incorporadoras estão trazendo tendências internacionais como o conceito de <em>design residence</em>. Empreendimentos desse tipo são concebidos não apenas como moradia, mas como extensões da própria cidade. Eles oferecem áreas comuns com paisagismo nativo, conectividade com as ruas e incentivo à &#8220;caminhabilidade&#8221; (ou <em>walkability</em>).</p>
<p>A ideia é que os moradores tenham acesso a supermercados, farmácias, cafés e áreas de esporte e lazer apenas caminhando, transformando a relação do cearense com a rua. O entorno de pulmões verdes da cidade, como o Parque do Cocó e o Parque Rachel de Queiroz, concentra a maioria desses lançamentos, tornando-se os &#8220;metros quadrados&#8221; mais cobiçados pelos construtores.</p>
<h3>Sustentabilidade como vetor de credibilidade</h3>
<p>Paralelo à localização, a responsabilidade ambiental tem sido um diferencial que atrai compradores engajados. Empreendimentos que incorporam sustentabilidade real — com sistemas de eficiência energética, reaproveitamento de água, tetos verdes e estações exclusivas para recarga de veículos elétricos — conseguem fidelizar investidores e moradores que enxergam nessas práticas um fator de estabilidade patrimonial e bem-estar em longo prazo.</p>
<h3>O desafio da desigualdade urbana</h3>
<p>Apesar do aquecimento no mercado imobiliário em Fortaleza gerado por essa busca ao verde, o fenômeno expõe também um contraste social. Especialistas em urbanismo alertam que, enquanto as áreas nobres concentram investimentos milionários em infraestrutura paisagística, diversos bairros periféricos ainda sofrem com a escassez crônica de espaços de convivência e arborização. O grande desafio da cidade para as próximas décadas será expandir essa acessibilidade de forma mais igualitária em todo o seu território.</p>
<h6>Fonte: Redação</h6>
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		<item>
		<title>Ceará lidera emissão de certidões digitais de imóveis</title>
		<link>https://revistaconstrua.com.br/imoveis/ceara-alta-servicos-imobiliarios-digitais/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[revistaconstrua]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Jul 2026 18:15:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Imóveis]]></category>
		<category><![CDATA[Principal]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://revistaconstrua.com.br/geral/ceara-alta-servicos-imobiliarios-digitais/</guid>

					<description><![CDATA[<p>Plataforma nacional consolida a modernização do setor, impulsionada por pesquisas eletrônicas e pela busca dos cearenses por agilidade nas transações.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A era das longas esperas e processos físicos em cartórios parece estar, de fato, ficando no passado. O mercado imobiliário brasileiro passa por uma silenciosa revolução impulsionada pela conveniência da tecnologia, e os consumidores abraçaram de vez a facilidade de resolver entraves burocráticos sem sair de casa. Essa mudança comportamental tem colocado alguns estados do Nordeste na vanguarda da transformação digital, mostrando que a digitalização das transações imobiliárias é um caminho sem volta.</p>
<p>Segundo a visão de lideranças do setor, como o presidente do Registro de Imóveis do Brasil (RIB), Ari Pires, esse movimento reflete um conforto cada vez maior da população em lidar com sistemas eletrônicos oficiais. &#8220;A transformação digital do registro de imóveis é uma realidade consolidada&#8221;, assegura o executivo, indicando que a tendência nos próximos anos é de crescimento contínuo.</p>
<h3>O protagonismo do Ceará no cenário nacional</h3>
<p>A prova cabal dessa modernização pode ser vista nos números do primeiro semestre de 2026. O Ceará, em especial, assumiu papel de destaque no país. O estado apresentou a impressionante marca de 110,3% de aumento no uso de serviços digitais de registros imobiliários, saltando de pouco mais de 75,5 mil para quase 159 mil solicitações processadas pela plataforma RI Digital, o sistema eletrônico nacional de cartórios.</p>
<p>No ranking de estados que mais cresceram na adoção dessas ferramentas, o Ceará só ficou atrás de outro gigante nordestino: o Rio Grande do Norte, que registrou uma alta de 144,6%.</p>
<p>Quando analisamos os serviços específicos procurados pelos cearenses, o contraste com os métodos analógicos fica ainda mais evidente. O simples ato de emitir uma certidão, que antes demandava idas e vindas, teve um incremento espantoso de 311,2% (saindo de 19,8 mil para 81,4 mil emissões). O chamado e-Protocolo também caiu nas graças dos cidadãos, disparando mais de 214%. A demanda por visualizar matrículas e e-Intimações seguiu a mesma toada, com aumentos de 44% e 20,6%, respectivamente.</p>
<h3>Um movimento de escala nacional</h3>
<p>O apetite por menos burocracia também impulsiona o volume nacional de atendimentos. No Brasil todo, os serviços imobiliários online fecharam o semestre superando a barreira dos 12 milhões de solicitações — uma expansão de 15,8% em relação aos 10,4 milhões registrados na primeira metade do ano passado.</p>
<p>No consolidado do país, os destaques revelam que a etapa preliminar de negociação também migrou para o digital. A pesquisa prévia de imóveis liderou o avanço nacional (48,9%), seguida de perto pelas soluções de e-Protocolo (45,43%) e e-Intimação (31,4%). As ferramentas de monitoramento registral e as tradicionais certidões digitais completam a lista dos recursos que estão facilitando a vida de proprietários e compradores.</p>
<p>A transição massiva para a nuvem não apenas acelera a venda de imóveis, mas garante uma segurança jurídica que antes era sinônimo de pesadas caixas de arquivos, consolidando um novo padrão de eficiência para o setor imobiliário brasileiro.</p>
<h6>Fonte: Redação</h6>
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]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Falta de crédito expõe rombo bilionário na construção habitacional</title>
		<link>https://revistaconstrua.com.br/imoveis/falta-de-credito-expoe-rombo-bilionario-na-construcao-habitacional/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[revistaconstrua]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Jul 2026 16:21:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Imóveis]]></category>
		<category><![CDATA[Principal]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://revistaconstrua.com.br/geral/falta-de-credito-expoe-rombo-bilionario-na-construcao-habitacional/</guid>

					<description><![CDATA[<p>Construtoras regionais perdem acesso a recursos tradicionais, congelando milhares de empreendimentos na planta em todo o país.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O mercado imobiliário brasileiro está operando diante de um apagão de liquidez que ameaça travar o desenvolvimento urbano no médio prazo. Um novo mapeamento setorial disparou os alarmes das construtoras ao identificar que um imenso déficit de financiamento inviabilizou a injeção de incríveis 400 bilhões de reais no desenvolvimento de novos residenciais.</p>
<p>A trava do sistema bancário ocorre em um momento crítico, onde a demanda por novas moradias cresce aceleradamente nos principais polos regionais do país.</p>
<p>Os grandes conglomerados financeiros recuaram bruscamente suas posições de empréstimos, alterando as regras de governança e restringindo a liberação de capital quase que exclusivamente para as gigantes do setor. Essa blindagem de proteção ao risco deixou as empresas de médio e pequeno porte à mercê da própria sorte.</p>
<p>Sem acesso aos fundos tradicionais, essas incorporadoras locais, que são as verdadeiras engrenagens do crescimento urbano em cidades de porte médio, viram seus cronogramas de lançamentos naufragarem nas pranchetas de desenho.</p>
<p>O medo de um calote generalizado e a pressão da curva de juros ditaram essa fuga de capitais. Operando sob o guarda-chuva rigoroso da alta da Selic, as instituições bancárias reduziram drasticamente as apostas no segmento da construção civil, por considerá-lo extremamente sensível às oscilações macroeconômicas.</p>
<p>Como resultado direto dessa retração, os consumidores terão cada vez menos opções de lançamentos e o preço dos imóveis já concluídos tenderá a saltar devido à inevitável escassez de ofertas futuras.</p>
<p>Para contornar esse estrangulamento financeiro sistêmico, o empresariado tem batido às portas dos mercados de capitais alternativos, buscando emitir recebíveis e estruturar fundos imobiliários menores para captar os recursos vitais que os grandes bancos se recusam a liberar.</p>
<p>Se essas alternativas falharem, o gargalo das construções ditará um ritmo preocupante de estagnação para a habitação civil na próxima década.</p>
<h6>Fonte: Redação</h6>
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]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Segmentos habitacionais projetam forte expansão de negócios neste ano</title>
		<link>https://revistaconstrua.com.br/imoveis/alta-nos-financiamentos-garante-crescimento-do-mercado-imobiliario-em-2026/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[revistaconstrua]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Jul 2026 16:54:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Imóveis]]></category>
		<category><![CDATA[Principal]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Enquanto o Minha Casa Minha Vida impulsiona os resultados deste ano, especialistas alertam para os impactos dos juros elevados nos próximos ciclos.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O bom momento do financiamento habitacional no Brasil vem sendo a pedra angular para o avanço do setor de imóveis em 2026. Em um cenário econômico ainda marcado por incertezas estruturais, o forte desempenho de linhas de crédito como o Minha Casa Minha Vida e o uso de recursos do FGTS têm assegurado o crescimento do mercado imobiliário nacional no ano vigente.</p>
<p>De acordo com especialistas reunidos recentemente no Construsummit, em Florianópolis, a expectativa é de recorde. A Caixa Econômica Federal projeta que as concessões devem superar a marca inédita de R$ 250 bilhões até o encerramento do exercício. O primeiro trimestre já havia demonstrado fôlego, com uma alta de 30% no volume negociado em comparação ao mesmo intervalo do ano anterior.</p>
<h3>Programas sociais como porto seguro</h3>
<p>O foco em moradias populares consolida-se mais uma vez como a grande âncora do segmento. Representantes da Caixa ressaltam que o Minha Casa Minha Vida não sofre diretamente com as flutuações da Selic, possuindo recursos carimbados que garantem estabilidade para o setor construtivo. A inclusão da Faixa 4, voltada à classe média, bem como novas fontes como o Fundo Social do pré-sal, diversificaram as possibilidades e aqueceram a demanda.</p>
<p>A Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança (Abecip) calcula um avanço expressivo de 28% no volume total de crédito para este ano, sustentado principalmente pela expansão de 35% na parcela atrelada ao FGTS e de 15% via recursos da caderneta de poupança (SBPE).</p>
<h3>Desafios no horizonte e a busca por novo funding</h3>
<p>Apesar da euforia de curto prazo, o planejamento para 2027 levanta preocupações. A alta da taxa básica de juros e o encarecimento no custo dos insumos, apontados por entidades como a Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC) e a ABRAMAT, ameaçam o ritmo das futuras obras. Atualmente, a projeção de expansão na construção civil propriamente dita orbita a tímida marca de 1%.</p>
<p>Para contornar o engessamento provocado pela dependência quase exclusiva do FGTS e da Poupança, as lideranças defendem a massificação de instrumentos alternativos. Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRIs), Letras de Crédito Imobiliário (LCIs) e Letras Imobiliárias Garantidas (LIGs) ganham protagonismo na estratégia para elevar a participação do financiamento habitacional, que hoje representa apenas cerca de 11% do PIB brasileiro, índice inferior ao de diversas economias equivalentes.</p>
<h6>Fonte: Redação</h6>
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]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Mercado imobiliário no Nordeste vive novo ciclo de expansão</title>
		<link>https://revistaconstrua.com.br/imoveis/mercado-imobiliario-nordeste-novo-ciclo-expansao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[revistaconstrua]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Jul 2026 16:42:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Imóveis]]></category>
		<category><![CDATA[Principal]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://revistaconstrua.com.br/geral/32879/</guid>

					<description><![CDATA[<p>O setor imobiliário nordestino demonstra força com resultados expressivos em vendas e lançamentos. Descubra os fatores que impulsionam essa valorização.</p>
<p>O post <a href="https://revistaconstrua.com.br/imoveis/mercado-imobiliario-nordeste-novo-ciclo-expansao/">Mercado imobiliário no Nordeste vive novo ciclo de expansão</a> apareceu primeiro em <a href="https://revistaconstrua.com.br">Construa Negócios</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O mercado imobiliário da região Nordeste, com especial destaque para o estado do Ceará, atravessa um momento estrutural de grande valorização. Grandes players da construção civil têm reportado resultados surpreendentes, consolidando a força da região no cenário nacional.</p>
<h2>Lançamentos e vendas em alta</h2>
<p>Mesmo diante de desafios econômicos e juros elevados que afetam outras regiões do país, o mercado nordestino segue resiliente. Relatórios recentes de grandes incorporadoras mostram volumes expressivos de lançamentos e vendas líquidas, atestando a confiança dos consumidores e investidores.</p>
<p>Esse novo ciclo de desenvolvimento é sustentado por fatores sólidos. A geração de empregos qualificados, o aumento da renda média e o fortalecimento de setores chave da economia regional criaram um ambiente altamente favorável para a aquisição de imóveis de médio e alto padrão.</p>
<h3>Infraestrutura impulsiona investimentos</h3>
<p>A modernização da infraestrutura logística e portuária tem atraído novas indústrias e negócios para a região. Esse movimento migratório corporativo gera uma demanda natural por moradias de qualidade e espaços comerciais modernos.</p>
<p>O mercado imobiliário deixou de ser apenas um reflexo do crescimento para se tornar um dos principais indicadores de prosperidade. Avaliar as regiões que estão recebendo pesados investimentos em infraestrutura é uma excelente estratégia para identificar as próximas áreas de grande valorização imobiliária.</p>
<h6>Fonte: Redação</h6>
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]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Alta no preço das moradias destaca capital cearense no mercado imobiliário</title>
		<link>https://revistaconstrua.com.br/imoveis/valorizacao-mercado-imobiliario-fortaleza/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[revistaconstrua]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Jul 2026 17:36:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Imóveis]]></category>
		<category><![CDATA[Principal]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://revistaconstrua.com.br/geral/valorizacao-mercado-imobiliario-fortaleza/</guid>

					<description><![CDATA[<p>O encarecimento das unidades residenciais colocou a cidade em evidência nacional, superando a média do país no primeiro semestre.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h3>Desempenho nacional e o impacto regional</h3>
<p>Durante o primeiro semestre do ano, o cenário de vendas de residências no Brasil demonstrou um avanço consistente. O índice FipeZAP, que acompanha o comportamento de venda em diversas cidades, apontou um crescimento nacional médio de 2,42% entre os meses de janeiro e junho. Apesar da elevação, o ritmo ficou um pouco abaixo da inflação acumulada no mesmo período, mostrando uma recuperação gradual do setor habitacional.</p>
<p>O que mais chamou a atenção, no entanto, foi a força demonstrada por mercados fora do eixo Sul-Sudeste. As regiões Norte e Nordeste ganharam tração, puxando os números para cima e revelando uma mudança na dinâmica de valorização das propriedades pelo país. Esse deslocamento de interesse reforça o potencial de desenvolvimento de capitais nordestinas.</p>
<h3>O protagonismo do mercado cearense</h3>
<p>No meio desse movimento de alta, o mercado imobiliário da capital do Ceará assumiu uma posição de liderança. O município registrou uma valorização expressiva de 4,32% em suas unidades residenciais, um salto considerável que superou a média do restante do Brasil. Esse desempenho colocou a cidade no radar de investidores e compradores em busca de oportunidades sólidas.</p>
<p>Para se ter uma ideia do impacto dessa valorização, o custo para adquirir um imóvel na cidade atingiu a marca de R$ 7.730 por metro quadrado. A intensa procura por moradias e as características atrativas da região têm sido determinantes para manter os valores aquecidos, mesmo em um cenário de ajustes na economia nacional.</p>
<h3>Bairros mais cobiçados e tendências</h3>
<p>A distribuição dessa alta de preços não ocorreu de maneira uniforme. A valorização foi liderada pela região do Meireles, onde o metro quadrado se consolidou como o mais caro da cidade, seguido de perto pelo Engenheiro Luciano Cavalcante e pelo bairro de Fátima. Esses locais atraem perfis específicos de consumidores, dispostos a investir mais em qualidade de vida, infraestrutura e localização privilegiada.</p>
<p>A tendência mostra que o interesse por esses bairros deve continuar a sustentar os preços em patamares elevados. A preferência por áreas com acesso a serviços completos e boa mobilidade urbana confirma que o comprador atual está mais exigente, fator que continuará a ditar as regras e os valores das negociações nos próximos meses.</p>
<h6>Fonte: Redação</h6>
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]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Fortaleza expõe distância entre moradia popular e orla</title>
		<link>https://revistaconstrua.com.br/imoveis/metro-quadrado-em-fortaleza/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[revistaconstrua]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 Jun 2026 16:52:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Imóveis]]></category>
		<category><![CDATA[Principal]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://revistaconstrua.com.br/geral/metro-quadrado-em-fortaleza/</guid>

					<description><![CDATA[<p>Levantamento em 57 bairros mostra Parque Santa Filomena como menor preço médio e Beira Mar no topo dos imóveis verticais.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O metro quadrado em Fortaleza mostra uma distância de quase cinco vezes entre os bairros mais acessíveis e os endereços próximos à orla. Pesquisa da Brain Inteligência Estratégica com o Sinduscon-CE avaliou 57 bairros da capital em abril de 2026.</p>
<p>O menor preço médio em residenciais verticais foi registrado no Parque Santa Filomena, com R$ 3.989 por metro quadrado. No topo da lista aparece a Beira Mar, com R$ 23.377 por metro quadrado, valor 486% superior.</p>
<h3>Faixa mais acessível do levantamento</h3>
<ul>
<li>Parque Santa Filomena: R$ 3.989/m².</li>
<li>Bom Jardim: R$ 5.204/m².</li>
<li>Coaçu: R$ 5.520/m².</li>
<li>Ancuri: R$ 5.722/m².</li>
<li>Siqueira: R$ 5.786/m².</li>
</ul>
<p>Essas áreas concentram parte da demanda por moradia de entrada e projetos com apelo social, incluindo compradores que buscam o primeiro imóvel.</p>
<h3>Endereços valorizados seguem perto da orla</h3>
<p>Além da Beira Mar, os maiores valores aparecem em Mucuripe, com R$ 20.214/m², Meireles, com R$ 19.678/m², Aldeota, com R$ 16.084/m², e Dionísio Torres, com R$ 14.329/m².</p>
<p>O bairro Carlito Pamplona ficou sem preço médio calculado porque as 11 unidades disponíveis em março foram vendidas antes da medição seguinte.</p>
<h3>Preço reflete infraestrutura e perfil de renda</h3>
<p>Para o economista Ricardo Coimbra, do Corecon-CE, a diferença expõe uma polarização geográfica e econômica. Regiões nobres reúnem infraestrutura urbana, serviços, mobilidade, empreendimentos de alto padrão e maior presença de investidores.</p>
<p>Já os bairros com menor preço funcionam como alternativa para famílias que procuram casa própria com valores mais compatíveis com a renda. A pesquisa reforça que localização, acesso a serviços e padrão construtivo seguem determinantes na formação dos preços imobiliários.</p>
<h6>Fonte: Redação</h6>
<p>O post <a href="https://revistaconstrua.com.br/imoveis/metro-quadrado-em-fortaleza/">Fortaleza expõe distância entre moradia popular e orla</a> apareceu primeiro em <a href="https://revistaconstrua.com.br">Construa Negócios</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Crédito imobiliário segue pesado mesmo com Selic menor</title>
		<link>https://revistaconstrua.com.br/imoveis/credito-imobiliario-selic-menor/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[revistaconstrua]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 19 Jun 2026 16:48:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Imóveis]]></category>
		<category><![CDATA[Principal]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://revistaconstrua.com.br/geral/credito-imobiliario-selic-menor/</guid>

					<description><![CDATA[<p>Corte pequeno na taxa básica não muda de imediato o custo do financiamento, especialmente fora dos programas subsidiados.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O crédito imobiliário deve continuar caro para boa parte dos compradores, mesmo após a redução da Selic de 14,50% para 14,25% ao ano. O corte de 0,25 ponto percentual ajuda a sinalizar uma mudança de direção, mas não altera imediatamente o custo dos financiamentos habitacionais.</p>
<p>O impacto é desigual. Famílias enquadradas no Minha Casa Minha Vida contam com juros subsidiados e ficam mais protegidas das oscilações de mercado. Já compradores fora do programa dependem de linhas mais sensíveis ao custo de captação dos bancos e às expectativas para os juros futuros.</p>
<h3>Por que a Selic não resolve sozinha</h3>
<p>Financiamentos imobiliários são contratos longos. Por isso, os bancos não olham apenas para a taxa básica atual ao definir as condições. Eles também consideram inflação esperada, juros futuros, risco de crédito e disponibilidade de recursos.</p>
<p>As principais fontes de dinheiro para financiar imóveis no país são a poupança, o FGTS e recursos de mercado, como LCI, CRI, fundos, capital próprio dos bancos e outras estruturas financeiras.</p>
<p>Quando a renda fixa paga retornos elevados, investidores tendem a retirar dinheiro da poupança. Esse movimento reduz uma fonte tradicional de recursos para crédito imobiliário e obriga instituições financeiras a buscar funding mais caro.</p>
<h3>Minha Casa Minha Vida protege parte dos compradores</h3>
<p>Famílias com renda de até R$ 13 mil que se encaixam no Minha Casa Minha Vida acessam condições subsidiadas, com recursos ligados principalmente ao FGTS. Nesses casos, a taxa do contrato não acompanha a Selic de forma direta.</p>
<p>A proteção, porém, não elimina todos os efeitos dos juros altos. A Taxa Referencial, usada para corrigir o saldo devedor, pode ficar mais elevada em períodos de aperto monetário e provocar aumentos graduais nas parcelas.</p>
<h3>Classe média fica no trecho mais difícil</h3>
<p>O maior desconforto aparece entre famílias que ganham acima do limite do programa, mas ainda não têm renda suficiente para financiar imóveis caros. Especialistas apontam esse grupo, muitas vezes entre R$ 13 mil e R$ 20 mil mensais, como um público em situação intermediária.</p>
<p>No Sistema Financeiro da Habitação, o teto do imóvel subiu para R$ 2,25 milhões e há limite legal de juros de 12% ao ano, mas as taxas praticadas já se aproximam desse patamar. Acima desse valor, as operações entram no Sistema de Financiamento Imobiliário, sem teto de juros e com maior exposição ao mercado.</p>
<p>Para quem pretende comprar, a decisão entre esperar ou financiar agora exige conta detalhada. Juros altos pesam nas parcelas, mas um imóvel desejado pode encarecer no futuro. Ao mesmo tempo, um mercado mais frio pode abrir espaço para negociar descontos e, posteriormente, buscar portabilidade se as taxas caírem.</p>
<h6>Fonte: Redação</h6>
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]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Fortaleza revela bairros mais baratos para comprar apartamento</title>
		<link>https://revistaconstrua.com.br/imoveis/apartamentos-em-fortaleza-precos-bairros/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[revistaconstrua]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 Jun 2026 16:43:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Imóveis]]></category>
		<category><![CDATA[Principal]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://revistaconstrua.com.br/geral/apartamentos-em-fortaleza-precos-bairros/</guid>

					<description><![CDATA[<p>Levantamento em 57 bairros mostra forte diferença entre áreas periféricas e endereços próximos à orla de Fortaleza.</p>
<p>O post <a href="https://revistaconstrua.com.br/imoveis/apartamentos-em-fortaleza-precos-bairros/">Fortaleza revela bairros mais baratos para comprar apartamento</a> apareceu primeiro em <a href="https://revistaconstrua.com.br">Construa Negócios</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Comprar apartamentos em Fortaleza exige atenção ao bairro escolhido. Um levantamento da Brain em parceria com o Sinduscon-CE apontou o Parque Santa Filomena como o endereço com menor preço médio do metro quadrado em residenciais verticais na capital.</p>
<p>Em abril de 2026, o valor médio na região era de R$ 3.989 por metro quadrado. A pesquisa avaliou 57 bairros e revelou uma distância expressiva entre áreas mais populares e zonas consolidadas de alto padrão.</p>
<h3>Onde o preço médio é menor</h3>
<ul>
<li>Parque Santa Filomena: R$ 3.989/m².</li>
<li>Bom Jardim: R$ 5.204/m².</li>
<li>Coaçu: R$ 5.520/m².</li>
<li>Ancuri: R$ 5.722/m².</li>
<li>Siqueira: R$ 5.786/m².</li>
</ul>
<p>Esses bairros aparecem como portas de entrada para famílias que buscam o primeiro imóvel, especialmente em projetos ligados a faixas mais econômicas e programas habitacionais.</p>
<h3>Orla concentra os maiores valores</h3>
<p>No extremo oposto, a Beira Mar registrou o metro quadrado mais caro, chegando a R$ 23.377. O preço é 486% superior ao observado no Parque Santa Filomena.</p>
<p>Também aparecem entre os maiores valores Mucuripe, com R$ 20.214/m², Meireles, com R$ 19.678/m², Aldeota, com R$ 16.084/m², e Dionísio Torres, com R$ 14.329/m².</p>
<p>O Carlito Pamplona foi o único bairro sem preço médio calculado. Segundo o levantamento, todas as 11 unidades disponíveis na área em março foram vendidas, impedindo a formação da média em abril.</p>
<h3>Infraestrutura ajuda a explicar a distância</h3>
<p>Para o economista Ricardo Coimbra, do Corecon-CE, o mercado imobiliário fortalezense reflete uma polarização geográfica e econômica. A escassez de terrenos próximos à orla e a presença de infraestrutura consolidada sustentam preços mais altos nas áreas nobres.</p>
<p>Já os bairros mais econômicos avançam como alternativas de acesso à casa própria. Nessas regiões, também cresce a presença de condomínios horizontais, principalmente em áreas ao sul da cidade e próximas a Eusébio e Aquiraz.</p>
<p>A pesquisa reforça que localização, infraestrutura urbana, renda do público comprador e formato dos empreendimentos continuam determinando diferenças relevantes nos preços dos imóveis.</p>
<h6>Fonte: Redação</h6>
<p>O post <a href="https://revistaconstrua.com.br/imoveis/apartamentos-em-fortaleza-precos-bairros/">Fortaleza revela bairros mais baratos para comprar apartamento</a> apareceu primeiro em <a href="https://revistaconstrua.com.br">Construa Negócios</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>IPCA pressiona orçamento das famílias com alimentos e energia em alta</title>
		<link>https://revistaconstrua.com.br/imoveis/inflacao-de-maio-familias/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[revistaconstrua]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 12 Jun 2026 17:05:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Imóveis]]></category>
		<category><![CDATA[Principal]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://revistaconstrua.com.br/geral/inflacao-de-maio-familias/</guid>

					<description><![CDATA[<p>Inflação de maio desacelerou frente a abril, mas ficou acima das projeções e voltou a superar o teto da meta em 12 meses.</p>
<p>O post <a href="https://revistaconstrua.com.br/imoveis/inflacao-de-maio-familias/">IPCA pressiona orçamento das famílias com alimentos e energia em alta</a> apareceu primeiro em <a href="https://revistaconstrua.com.br">Construa Negócios</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A inflação de maio trouxe uma combinação incômoda para as famílias: comida mais cara, conta de luz maior e resultado acima do esperado pelo mercado. O IPCA subiu 0,58% no mês, depois de avançar 0,67% em abril, informou o IBGE nesta sexta-feira.</p>
<p>Embora o índice tenha perdido força na comparação mensal, a taxa foi a maior para maio desde 2021, quando havia chegado a 0,83%. Analistas esperavam alta de 0,53%.</p>
<h3>O que mais pesou no IPCA</h3>
<p>O grupo de alimentação teve alta de 1,33% e respondeu por cerca de metade do resultado do mês. Dentro de casa, os alimentos avançaram 1,65%, com destaque para batata-inglesa, tomate, cebola e carnes.</p>
<p>Alguns itens, porém, aliviaram a cesta. Café moído e frutas recuaram no período, mas não foram suficientes para compensar a pressão dos demais produtos.</p>
<p>Segundo José Fernando Gonçalves, gerente do IPCA, a alta de parte dos alimentos está ligada à menor oferta e ao encarecimento do frete, influenciado pelos combustíveis.</p>
<h3>Energia elétrica ampliou o impacto no mês</h3>
<p>A energia elétrica residencial teve aumento de 3,67% e foi o principal impacto individual na inflação de maio. O movimento refletiu reajustes em algumas áreas e a vigência da bandeira tarifária amarela, que adicionou cobrança extra à conta de luz.</p>
<p>Para moradores, inquilinos e famílias que já convivem com gastos fixos elevados, a pressão sobre energia e alimentação reduz a margem do orçamento. Esse ambiente também afeta decisões ligadas a aluguel, financiamento, reformas e consumo de bens duráveis.</p>
<h3>Índice em 12 meses volta a preocupar</h3>
<p>No acumulado de 12 meses, o IPCA chegou a 4,72%. Com isso, voltou a ultrapassar o teto da meta definida pelo Banco Central, que tem centro em 3% e margem de tolerância de 1,5 ponto percentual.</p>
<p>A perspectiva para os próximos meses ainda exige cautela. Economistas acompanham os efeitos de conflitos internacionais sobre combustíveis e fretes, além de possíveis impactos climáticos sobre alimentos no segundo semestre.</p>
<p>Para o consumidor, o dado reforça a importância de acompanhar os custos recorrentes. Mesmo quando o índice desacelera, altas concentradas em itens essenciais costumam ser sentidas de forma mais direta no dia a dia.</p>
<h6>Fonte: Redação</h6>
<p>O post <a href="https://revistaconstrua.com.br/imoveis/inflacao-de-maio-familias/">IPCA pressiona orçamento das famílias com alimentos e energia em alta</a> apareceu primeiro em <a href="https://revistaconstrua.com.br">Construa Negócios</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Fundos ocupam espaço dos bancos no financiamento imobiliário</title>
		<link>https://revistaconstrua.com.br/principal/financiamento-imobiliario-fundos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[revistaconstrua]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 11 Jun 2026 17:07:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Imóveis]]></category>
		<category><![CDATA[Principal]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://revistaconstrua.com.br/geral/financiamento-imobiliario-fundos/</guid>

					<description><![CDATA[<p>Com poupança pressionada e juros altos, incorporadoras recorrem a CRIs, FIDCs e estruturas sob medida para manter obras em andamento.</p>
<p>O post <a href="https://revistaconstrua.com.br/principal/financiamento-imobiliario-fundos/">Fundos ocupam espaço dos bancos no financiamento imobiliário</a> apareceu primeiro em <a href="https://revistaconstrua.com.br">Construa Negócios</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O <strong>financiamento imobiliário</strong> residencial no Brasil deixou de depender quase exclusivamente dos grandes bancos. Com juros altos, menor liquidez e perda de fôlego da poupança, incorporadoras passaram a buscar recursos em fundos, CRIs, FIDCs e outras estruturas do mercado de capitais.</p>
<p>A mudança não costuma aparecer para quem compra um apartamento, mas já influencia grande parte dos empreendimentos lançados. O capital de investidores pode financiar terrenos, obras, reforço de caixa ou até estoques de unidades prontas.</p>
<h3>Financiamento imobiliário busca novas fontes</h3>
<p>O movimento ganhou força porque o Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo, principal fonte histórica de funding do setor, perdeu tração. Em 2025, a captação líquida do SBPE ficou negativa em R$ 62,98 bilhões.</p>
<p>No mesmo período, financiamentos à produção imobiliária com recursos da poupança somaram R$ 37,98 bilhões, enquanto operações com recursos livres chegaram a R$ 30,5 bilhões, segundo dados da Abecip.</p>
<p>A poupança ainda é relevante para o comprador final, especialmente no repasse realizado na entrega das chaves. Para financiar a etapa de construção, porém, as incorporadoras têm recorrido cada vez mais a alternativas privadas.</p>
<h3>Fundos avaliam projeto por projeto</h3>
<p>Gestoras que atuam no setor adotam uma lógica diferente da análise bancária tradicional. Em vez de olhar apenas o balanço da incorporadora, muitas avaliam cada empreendimento individualmente.</p>
<p>A preferência costuma ser por projetos com viabilidade comercial já comprovada, obras em andamento e percentual relevante de unidades vendidas. A ideia é financiar a fase intermediária da incorporação, entre a venda na planta e o repasse bancário ao comprador.</p>
<p>Essa etapa exige capital para manter o cronograma da obra, mesmo antes de a incorporadora receber a maior parte dos recursos das vendas. Por isso, investidores buscam estruturas que garantam capital suficiente para concluir a construção.</p>
<h3>Critério aumenta com juros altos</h3>
<p>O avanço do capital privado ocorre em um momento que exige cautela. Juros elevados pressionam custos financeiros e podem expor empreendimentos com estrutura frágil ou cronogramas apertados.</p>
<p>Gestores alertam que há oportunidades, mas também situações de estresse, com obras desaceleradas ou paralisadas por falta de recursos. O desenho da operação, as garantias e a liberação dos recursos em etapas tornam-se decisivos.</p>
<p>Em muitos casos, os aportes passaram a ser feitos em tranches, acompanhando a evolução física da obra. Isso reduz o custo financeiro para o empreendedor e melhora o controle de risco para o investidor.</p>
<h3>Minha Casa, Minha Vida entra no radar</h3>
<p>O mercado de capitais também começa a avançar no Minha Casa, Minha Vida. Nesse segmento, a lógica não é substituir a Caixa, mas complementar etapas que ficam antes do financiamento principal da obra.</p>
<p>Fundos e FIDCs podem apoiar compra de terrenos, estruturação comercial, marketing, tecnologia e despesas iniciais necessárias para que o projeto alcance os critérios exigidos pelo banco público.</p>
<p>O FIDC tem ganhado espaço por permitir operações menores, desembolsos rápidos e prazos mais curtos, funcionando como ponte até a entrada de recursos do FGTS e da Caixa.</p>
<p>Com estruturas mais flexíveis, o mercado de capitais amplia a capacidade de financiar diferentes necessidades da incorporação. Para construtoras, essa mudança pode significar a diferença entre manter a obra ativa ou atrasar entregas em um cenário de crédito escasso.</p>
<h6>Fonte: Redação</h6>
<p>O post <a href="https://revistaconstrua.com.br/principal/financiamento-imobiliario-fundos/">Fundos ocupam espaço dos bancos no financiamento imobiliário</a> apareceu primeiro em <a href="https://revistaconstrua.com.br">Construa Negócios</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Amazon leva casa modular ao centro do debate sobre moradia acessível</title>
		<link>https://revistaconstrua.com.br/principal/amazon-casa-modular-moradia-acessivel/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[revistaconstrua]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 09 Jun 2026 16:46:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Imóveis]]></category>
		<category><![CDATA[Principal]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://revistaconstrua.com.br/geral/casa-modular-vendida-online/</guid>

					<description><![CDATA[<p>Oferta de residência compacta em marketplace chama atenção pelo preço baixo, mas exige análise de terreno, instalação e custos adicionais.</p>
<p>O post <a href="https://revistaconstrua.com.br/principal/amazon-casa-modular-moradia-acessivel/">Amazon leva casa modular ao centro do debate sobre moradia acessível</a> apareceu primeiro em <a href="https://revistaconstrua.com.br">Construa Negócios</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A venda de uma casa modular em marketplace internacional voltou a chamar atenção para novas formas de acesso à moradia. O anúncio, associado a uma residência compacta pronta para uso e preço próximo de R$ 60 mil, ganhou repercussão por aproximar o mercado imobiliário de uma lógica comum no comércio eletrônico.</p>
<p>A proposta desperta curiosidade porque transforma um bem tradicionalmente complexo em um produto aparentemente simples de comprar. Ainda assim, especialistas recomendam cautela: a residência anunciada não elimina etapas fundamentais como terreno, fundação, transporte, montagem, ligação de água e energia, regularização e adequação às normas locais.</p>
<h3>Casa modular reduz prazo, mas não simplifica tudo</h3>
<p>A principal vantagem da casa modular está na produção industrializada. Ao sair de fábrica com partes prontas ou pré-montadas, esse tipo de construção pode reduzir desperdícios, encurtar prazos e oferecer maior previsibilidade de custos.</p>
<p>Esse modelo também dialoga com uma demanda crescente por soluções habitacionais compactas. Em regiões onde o preço do imóvel tradicional subiu acima da renda, alternativas menores e padronizadas passam a atrair consumidores que buscam uma primeira moradia, uma edícula ou um imóvel de lazer.</p>
<h3>Preço anunciado não representa custo final</h3>
<p>O valor de vitrine, porém, conta apenas parte da história. Para transformar o produto em moradia efetiva, o comprador precisa considerar frete, impostos, instalação, acabamento complementar, licenças municipais e infraestrutura do lote.</p>
<p>Também é necessário verificar se o sistema construtivo atende às exigências brasileiras, especialmente em relação a desempenho térmico, segurança elétrica, ventilação, resistência estrutural e documentação para habite-se.</p>
<h3>Marketplaces entram no radar imobiliário</h3>
<p>A presença de imóveis compactos em plataformas digitais indica uma mudança de comportamento. O consumidor já pesquisa materiais, móveis e serviços de reforma pela internet; agora, começa a encontrar também soluções completas ou semicompletas de construção.</p>
<p>Para o mercado imobiliário, isso não significa substituição imediata dos modelos tradicionais, mas amplia a pressão por transparência de preço, padronização e velocidade de entrega. Construtoras e fornecedores de sistemas industrializados tendem a acompanhar essa tendência de perto.</p>
<h3>Moradia acessível exige contexto local</h3>
<p>No Brasil, o debate sobre casa modular precisa ser conectado ao déficit habitacional, ao custo do crédito e à disponibilidade de terrenos urbanos com infraestrutura. Uma unidade barata pode não ser acessível se estiver distante de serviços ou se exigir investimentos elevados para instalação.</p>
<p>Por isso, a compra online deve ser vista como ponto de partida, não como solução completa. O avanço desse tipo de oferta pode ajudar a popularizar a construção industrializada, desde que venha acompanhado de informação técnica, garantias claras e integração com regras municipais.</p>
<h6>Fonte: Redação</h6>
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]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Atrasos no aluguel ficam estáveis em abril</title>
		<link>https://revistaconstrua.com.br/principal/inadimplencia-de-aluguel-abril/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[revistaconstrua]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 08 Jun 2026 16:06:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Imóveis]]></category>
		<category><![CDATA[Principal]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://revistaconstrua.com.br/geral/inadimplencia-de-aluguel-abril/</guid>

					<description><![CDATA[<p>Índice de inadimplência locatícia chegou a 3,77%, acima da média nacional, mas abaixo do patamar visto um ano antes.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A <strong>inadimplência de aluguel</strong> permaneceu praticamente estável em abril, com taxa de 3,77%. O resultado ficou muito próximo dos 3,75% registrados em março, segundo o Índice de Inadimplência Locatícia, levantamento da Superlógica.</p>
<p>Apesar da estabilidade no comparativo mensal, o indicador mostrou melhora em relação a abril de 2025, quando a taxa era de 4,64%. A queda anual foi de 0,87 ponto percentual, sinalizando um ambiente um pouco mais equilibrado para o mercado de locação.</p>
<h3>Inadimplência de aluguel segue acima da média nacional</h3>
<p>O percentual de 3,77% ficou acima da média brasileira, que alcançou 3,18% em abril. Ainda assim, o desempenho local foi melhor que o observado no Nordeste, região que liderou o ranking nacional de atrasos, com taxa de 4,98%.</p>
<p>Na sequência do levantamento regional aparecem Norte, com 4,37%; Centro-Oeste, com 2,97%; Sudeste, com 2,94%; e Sul, com o menor índice do país, de 2,65%.</p>
<p>A leitura do setor é que juros elevados e inflação continuam pressionando o orçamento das famílias, mesmo em um cenário de redução na comparação anual. Para imobiliárias, a estabilidade exige acompanhamento da carteira por perfil de contrato.</p>
<h3>Comerciais lideram atrasos no Nordeste</h3>
<p>Na análise por tipo de imóvel, os comerciais apresentaram os maiores índices de inadimplência no Nordeste. A taxa ficou em 7,54% em abril, levemente abaixo dos 7,65% registrados em março.</p>
<p>As casas vieram em seguida, com taxa de 5,78%, acima dos 4,90% do mês anterior. Já os apartamentos tiveram avanço de 3,14% para 3,32%, mostrando que a pressão não está concentrada em apenas um formato de locação.</p>
<p>Esse recorte ajuda imobiliárias a compreender onde o risco de atraso está mais forte. Contratos comerciais, por exemplo, podem representar impacto financeiro maior quando há inadimplência prolongada.</p>
<h3>Aluguéis mais baixos seguem pressionados</h3>
<p>No cenário nacional, imóveis com aluguel de até R$ 1 mil continuaram concentrando os maiores percentuais de atraso. Nos contratos residenciais dessa faixa, a inadimplência caiu de 5,98% em março para 5,56% em abril.</p>
<p>Nos imóveis comerciais da mesma faixa de preço, o índice passou de 7,41% para 7%. A redução indica alívio, mas o nível ainda mostra maior sensibilidade de famílias e pequenos negócios ao custo de vida.</p>
<p>Por outro lado, imóveis residenciais com aluguel entre R$ 3 mil e R$ 5 mil apresentaram a menor taxa dentro do segmento residencial, com 1,71%.</p>
<h3>Contratos caros também pedem atenção</h3>
<p>Entre os contratos residenciais acima de R$ 13 mil, a inadimplência também recuou. O índice passou de 6,01% em fevereiro para 5,83% em março e chegou a 4,52% em abril.</p>
<p>Mesmo com a queda, a faixa de maior valor continua exigindo cuidado das imobiliárias, já que cada atraso representa impacto proporcionalmente mais alto no fluxo financeiro.</p>
<p>Na média nacional por categoria, todos os segmentos apresentaram recuo em abril. Apartamentos caíram de 2,30% para 2,11%; casas passaram de 3,60% para 3,31%; e imóveis comerciais reduziram a taxa de 4,54% para 4,21%.</p>
<h6>Fonte: Redação</h6>
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		<item>
		<title>VGV de R$ 3,42 bilhões confirma força do imobiliário cearense</title>
		<link>https://revistaconstrua.com.br/principal/mercado-imobiliario-cearense-vgv/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[revistaconstrua]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 05 Jun 2026 16:51:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Imóveis]]></category>
		<category><![CDATA[Principal]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://revistaconstrua.com.br/geral/mercado-imobiliario-cearense-vgv/</guid>

					<description><![CDATA[<p>Fortaleza e Região Metropolitana ampliaram vendas e lançamentos entre janeiro e abril, com destaque para médio e alto padrão.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O <strong>mercado imobiliário cearense</strong> começou 2026 em ritmo forte. Entre janeiro e abril, Fortaleza e Região Metropolitana movimentaram R$ 3,42 bilhões em Valor Geral de Vendas, alta de 59% sobre o mesmo período de 2025.</p>
<p>Os dados foram divulgados pelo Sinduscon Ceará em estudo desenvolvido pela Brain Inteligência Estratégica, com patrocínio do Sesi. No primeiro quadrimestre do ano passado, o VGV havia somado R$ 2,31 bilhões.</p>
<h3>Mercado imobiliário cearense acelera vendas</h3>
<p>Fortaleza respondeu pela maior parte do volume financeiro, com R$ 2,73 bilhões vendidos e avanço de 59% na comparação anual. Nos municípios da Região Metropolitana, o VGV chegou a R$ 689,6 milhões, crescimento de 16%.</p>
<p>Em unidades, foram comercializados 5.893 imóveis residenciais em Fortaleza, Aquiraz, Caucaia, Eusébio, Maracanaú e demais áreas acompanhadas no levantamento. O número representa alta de 8% frente às 5.444 unidades vendidas no mesmo período de 2025.</p>
<p>Somente na capital cearense, 3.975 unidades residenciais foram negociadas, também com avanço de 8%.</p>
<h3>Médio e alto padrão puxam faturamento</h3>
<p>O melhor desempenho financeiro veio dos empreendimentos residenciais verticais de médio e alto padrão em Fortaleza. O VGV desse segmento saltou de R$ 1,21 bilhão para R$ 2,23 bilhões, crescimento de 85% em um ano.</p>
<p>As vendas de unidades nesse recorte também avançaram com força, passando de 1.622 para 2.157 imóveis, alta de 33%. O resultado indica demanda aquecida por produtos de maior valor na capital.</p>
<p>Já o padrão econômico manteve estabilidade financeira, com faturamento de R$ 461,5 milhões e crescimento de 1%.</p>
<h3>Lançamentos crescem no quadrimestre</h3>
<p>A oferta também ganhou tração. Entre janeiro e abril, foram lançadas 5.975 unidades residenciais em Fortaleza e Região Metropolitana, número 59% superior ao registrado no mesmo intervalo de 2025.</p>
<p>Na capital, os lançamentos alcançaram 4.158 unidades. Nos municípios metropolitanos, o volume passou de 1.146 para 1.817 unidades, ampliando a presença de novos projetos fora de Fortaleza.</p>
<p>O segmento econômico, impulsionado pelo Minha Casa Minha Vida, teve expansão expressiva na capital. O número de unidades lançadas subiu 160%, de 1.043 para 2.715 unidades.</p>
<h3>Pesquisa mapeou mais de 400 empreendimentos</h3>
<p>O estudo avaliou 415 empreendimentos, sendo 214 em Fortaleza e 201 na Região Metropolitana, além de dados de 149 empresas do setor. A amostra contempla Fortaleza, Aquiraz, Caucaia, Eusébio e Maracanaú.</p>
<p>Para o Sinduscon Ceará, os números demonstram confiança das empresas no potencial do mercado local. O avanço de VGV, vendas e lançamentos indica liquidez, demanda reprimida e espaço para investimentos em diferentes faixas de renda.</p>
<p>Com médio e alto padrão puxando faturamento e o Minha Casa Minha Vida ampliando lançamentos, o mercado imobiliário cearense chega ao meio do ano com sinais consistentes de expansão.</p>
<h6>Fonte: Redação</h6>
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		<title>Minha Casa Minha Vida domina vendas na Grande Fortaleza</title>
		<link>https://revistaconstrua.com.br/principal/minha-casa-minha-vida-grande-fortaleza/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[revistaconstrua]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 03 Jun 2026 16:26:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Imóveis]]></category>
		<category><![CDATA[Principal]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Programa respondeu por 56,37% das unidades comercializadas no primeiro trimestre e puxou lançamentos econômicos na capital cearense.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O <strong>Minha Casa Minha Vida</strong> assumiu papel central no mercado imobiliário da Grande Fortaleza no primeiro trimestre de 2026. O programa respondeu por 56,37% de todas as unidades vendidas em Fortaleza e na Região Metropolitana, segundo dados do Sinduscon-CE.</p>
<p>Foram 2.234 imóveis comercializados pelo segmento econômico no período. Desse total, 1.418 unidades ficaram em Fortaleza e 816 nos demais municípios da Região Metropolitana.</p>
<h3>Minha Casa Minha Vida supera outros segmentos</h3>
<p>Ao todo, a Grande Fortaleza registrou 3.963 imóveis vendidos entre janeiro e março, considerando todos os padrões. Com isso, o programa federal superou os demais segmentos em volume de unidades e se consolidou como principal motor da demanda habitacional local.</p>
<p>Em Fortaleza, o Valor Geral de Vendas do padrão econômico chegou a R$ 618,3 milhões. O montante representou 39,42% do mercado imobiliário cearense no trimestre, que movimentou cerca de R$ 1,5 bilhão.</p>
<p>O desempenho mostra que a faixa econômica segue atraindo compradores em um cenário de crédito caro. Condições de financiamento, demanda reprimida por moradia e preços mais acessíveis ajudam a explicar a força do segmento.</p>
<h3>Região Metropolitana concentra peso maior</h3>
<p>O domínio do Minha Casa Minha Vida foi ainda mais expressivo na Região Metropolitana de Fortaleza. Das 997 unidades vendidas na RMF no primeiro trimestre, 816 pertenciam ao programa, o equivalente a 81,85% do total.</p>
<p>Na prática, quatro em cada cinco imóveis comercializados na região estavam dentro do segmento econômico. O volume foi 4,5 vezes maior que o total vendido pelos demais padrões somados.</p>
<p>Na capital, a participação também foi elevada. O programa respondeu por 47,81% das vendas, com 1.418 unidades de um total de 2.966 imóveis comercializados.</p>
<h3>Lançamentos econômicos aceleram</h3>
<p>A força das vendas veio acompanhada de expansão nos lançamentos. Fortaleza registrou 2.367 novas unidades econômicas no trimestre, crescimento de 165% na comparação anual.</p>
<p>Entre janeiro e março, foram lançados sete empreendimentos de padrão econômico na capital, alta de 75% sobre igual período de 2025. Para o Sinduscon-CE, o resultado reflete a demanda habitacional e as facilidades de crédito do programa federal.</p>
<p>Na Região Metropolitana, o volume de novos empreendimentos também cresceu. Foram 527 unidades lançadas no primeiro trimestre, avanço de 9% em relação aos três primeiros meses do ano passado.</p>
<h3>Estoque indica continuidade da oferta</h3>
<p>O estoque disponível do segmento econômico soma 5.296 unidades em Fortaleza e 1.389 na Região Metropolitana. Esse volume indica que o mercado ainda tem oferta para atender parte da demanda, embora a velocidade de vendas possa exigir novos lançamentos ao longo do ano.</p>
<p>Além do impacto social, o crescimento do programa movimenta a cadeia da construção civil, com efeitos sobre emprego, renda, materiais e serviços. Para o mercado cearense, o primeiro trimestre mostrou que a habitação econômica continua sendo a base mais dinâmica do setor.</p>
<h6>Fonte: Redação</h6>
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			</item>
		<item>
		<title>Capitais nordestinas e compactos sustentam preços dos imóveis</title>
		<link>https://revistaconstrua.com.br/principal/precos-dos-imoveis-nordeste-compactos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[revistaconstrua]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 02 Jun 2026 16:43:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Imóveis]]></category>
		<category><![CDATA[Principal]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://revistaconstrua.com.br/geral/precos-dos-imoveis-nordeste-compactos/</guid>

					<description><![CDATA[<p>Levantamento FipeZAP mostra avanço de 0,42% em maio, com destaque para Aracaju, João Pessoa e apartamentos de um dormitório.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Os <strong>preços dos imóveis</strong> residenciais continuaram subindo em maio, mas a valorização ficou mais seletiva. Segundo o Índice FipeZAP, a alta média nacional foi de 0,42%, abaixo do avanço de 0,51% registrado em abril.</p>
<p>Mesmo com a desaceleração mensal, o levantamento mostra um mercado ainda espalhado por quase todo o país. Das 56 cidades monitoradas, 51 tiveram aumento nos valores de venda, incluindo 19 das 22 capitais acompanhadas.</p>
<h3>Preços dos imóveis têm liderança nordestina</h3>
<p>O Nordeste concentrou as maiores altas de maio e reforçou seu protagonismo no mercado residencial. Aracaju liderou o ranking mensal, com avanço de 1,88%, seguida por João Pessoa, com 1,46%; Teresina, com 1,43%; Salvador, com 1,15%; e Natal, com 1,01%.</p>
<p>A força da região combina crescimento urbano, turismo, expansão populacional e preços ainda mais acessíveis que os grandes centros do Sudeste. Esse conjunto tem ampliado a demanda de compradores e investidores por capitais nordestinas.</p>
<p>Na direção oposta, apenas três capitais registraram recuo no mês: Porto Alegre, com queda de 0,53%; Belém, com retração de 0,40%; e Brasília, com variação negativa de 0,05%.</p>
<h3>Compactos mostram maior liquidez</h3>
<p>Além da leitura regional, o FipeZAP apontou maior valorização dos imóveis de um dormitório. Esse perfil subiu 0,55% em maio, enquanto unidades de três dormitórios avançaram 0,28%, o menor resultado entre os tipos analisados.</p>
<p>No acumulado de 12 meses, a diferença também é relevante. Apartamentos de um quarto registram alta de 7,35%, contra 4,52% das unidades de três dormitórios. O desempenho sugere demanda mais firme por moradias compactas, seja para uso próprio, renda com aluguel ou investimento.</p>
<p>Juros elevados ajudam a explicar o movimento, já que imóveis menores costumam exigir tíquete de entrada mais baixo e podem oferecer liquidez maior em regiões centrais ou turísticas.</p>
<h3>Valorização nominal perde para inflação</h3>
<p>Apesar da alta dos preços, o mercado residencial ainda mostra perda de força em termos reais. De janeiro a maio, o Índice FipeZAP acumula valorização de 1,96%, abaixo do IPCA, que soma 3,24%, e do IGP-M, com 3,79% no período.</p>
<p>Isso significa que os imóveis seguem ficando mais caros nominalmente, mas perdem valor quando comparados à inflação. Para compradores, esse quadro pode abrir espaço para negociações em alguns mercados; para incorporadoras, reforça a necessidade de calibrar lançamentos.</p>
<h3>Fortaleza lidera em 12 meses</h3>
<p>Quando o recorte passa para os últimos 12 meses, o Nordeste segue em destaque. Fortaleza aparece na liderança, com valorização de 12,99%, seguida por Salvador, com 12,52%. Também aparecem entre as maiores altas Natal, João Pessoa, Maceió, São Luís e Aracaju.</p>
<p>Nos mercados mais consolidados do Sudeste, a alta foi mais moderada. São Paulo acumulou 4,23% em 12 meses, enquanto o Rio de Janeiro avançou 4%.</p>
<p>Entre as capitais mais caras, Vitória segue na primeira posição, com metro quadrado médio de R$ 14.965 em maio. Florianópolis, São Paulo, Curitiba, Rio de Janeiro e Belo Horizonte completam a lista de maiores preços médios.</p>
<p>Na outra ponta, Aracaju, Teresina, Natal, Campo Grande e Cuiabá registraram os menores valores médios. O preço nacional de venda chegou a R$ 9.809 por metro quadrado, consolidando um cenário de valorização, mas com diferenças cada vez maiores entre regiões e tipos de imóvel.</p>
<h6>Fonte: Redação</h6>
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]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Entrada menor aquece busca por imóveis prontos</title>
		<link>https://revistaconstrua.com.br/imoveis/entrada-menor-aquece-busca-por-imoveis-prontos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[revistaconstrua]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 29 May 2026 16:20:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Imóveis]]></category>
		<category><![CDATA[Principal]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://revistaconstrua.com.br/?p=32530</guid>

					<description><![CDATA[<p>Com financiamento de até 90% do valor do imóvel, compradores no Ceará voltam a priorizar unidades prontas ou próximas da entrega.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A flexibilização do crédito imobiliário começou a mudar o comportamento de compradores no Ceará. A decisão do Santander de financiar até 90% do valor do imóvel reduziu a barreira da entrada e reacendeu a procura por unidades prontas ou em fase final de entrega.</p>
<p>O movimento é visto pelo mercado como uma das mudanças mais relevantes dos últimos anos no financiamento habitacional. Na prática, famílias que antes precisavam reunir um volume maior de capital inicial passam a ter mais margem para acessar o crédito.</p>
<h3>Imóvel pronto ganha vantagem</h3>
<p>A nova condição tende a favorecer imóveis com entrega rápida porque o comprador quer transformar a aprovação de crédito em moradia ou investimento no menor prazo possível. Esse perfil reduz a espera típica de empreendimentos ainda em construção.</p>
<p>Para incorporadoras e imobiliárias, a mudança amplia o público potencial para unidades disponíveis, especialmente em regiões urbanas com demanda reprimida e consumidores sensíveis ao valor da entrada.</p>
<h3>Competição entre bancos melhora o cenário</h3>
<p>A medida também aumenta a pressão competitiva no sistema financeiro. Quando uma instituição amplia o percentual financiado, outras tendem a rever condições para não perder participação no crédito habitacional.</p>
<p>Esse ambiente pode beneficiar compradores, desde que renda, capacidade de pagamento e custo final da operação sejam analisados com cautela. Financiar uma fatia maior reduz o desembolso inicial, mas também pode elevar o saldo financiado e o peso das parcelas no orçamento.</p>
<h3>Ceará sente reflexo na demanda</h3>
<p>No mercado cearense, a expectativa é de maior interesse por imóveis prontos, usados recentes e empreendimentos em etapa final. A redução da entrada mínima aumenta a liquidez desse estoque e pode acelerar decisões que estavam suspensas por falta de capital imediato.</p>
<p>O efeito tende a ser mais forte em compradores que já tinham renda compatível, mas não conseguiam acumular rapidamente o valor exigido para dar entrada. Para esse público, a diferença entre financiar 80% e 90% pode definir a viabilidade da compra.</p>
<h3>Acesso maior exige planejamento</h3>
<p>Apesar do estímulo, especialistas do setor recomendam atenção ao custo total do financiamento. Juros, seguros, taxas e prazo continuam determinantes para avaliar se a compra cabe no orçamento familiar.</p>
<p>A flexibilização amplia o acesso, mas não elimina a necessidade de comparar propostas bancárias, simular cenários e escolher imóveis compatíveis com a renda. Para o setor imobiliário, a novidade oferece fôlego comercial; para o comprador, abre uma porta que precisa ser atravessada com planejamento.</p>
<h6>Fonte: Redação</h6>
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]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Crédito imobiliário carrega o peso da Selic</title>
		<link>https://revistaconstrua.com.br/imoveis/credito-imobiliario-carrega-o-peso-da-selic/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[revistaconstrua]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 25 May 2026 14:23:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Imóveis]]></category>
		<category><![CDATA[Principal]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://revistaconstrua.com.br/?p=32504</guid>

					<description><![CDATA[<p>Para imóveis fora do Minha Casa Minha Vida, a combinação de poupança menor e funding mais caro tende a manter taxas próximas de 12% ao ano.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O comprador de imóveis de médio e alto padrão deve continuar convivendo com financiamentos mais caros. A expectativa de queda mais firme nas taxas do crédito habitacional perdeu força diante de uma Selic ainda elevada e de um mercado financeiro menos otimista para 2027.</p>
<p>A avaliação da Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança (Abecip) é que os financiamentos fora do Minha Casa Minha Vida, especialmente para imóveis acima de R$ 600 mil, podem seguir próximos ao teto de 12% ao ano.</p>
<h3>Funding virou peça central</h3>
<p>O problema não está apenas na taxa básica de juros. O financiamento imobiliário de maior valor depende do Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE), e a poupança deixou de oferecer a mesma folga de recursos ao setor.</p>
<p>Com saques superando depósitos, os bancos passaram a combinar diferentes fontes de dinheiro para emprestar, como caderneta, Letras de Crédito Imobiliário (LCI) e outros instrumentos. Essa mistura ajuda a manter a oferta, mas encarece a ponta final para o consumidor.</p>
<p>Segundo a Abecip, mesmo instrumentos mais competitivos que a Selic, como a LCI, ainda custam mais do que a poupança tradicional. Por isso, o financiamento tende a ficar colado ao patamar de 12% ao ano.</p>
<h3>Entrada maior pode virar regra prática</h3>
<p>Para as famílias, o efeito mais visível deve aparecer na composição da compra. Bancos podem exigir maior entrada e financiar uma fatia menor do imóvel, reduzindo o chamado LTV, indicador que mede o percentual do preço coberto pelo crédito.</p>
<p>Embora existam modalidades que financiem até 90% do valor, a prática mais comum para muitos compradores fica entre 60% e 70%. Em um cenário de juros altos, essa distância pode pesar mais no planejamento de renda média e alta.</p>
<h3>Minha Casa Minha Vida segue em outro ritmo</h3>
<p>O mercado, no entanto, não está parado. A Abecip avalia que 2026 ainda mostra resiliência, puxada sobretudo pelo Minha Casa Minha Vida e por construtoras especializadas no programa. A entidade começou o ano projetando alta de 15% nas operações com recursos da poupança e de 35% no crédito com FGTS.</p>
<p>As contratações com recursos da poupança também tiveram melhora em março, mês em que somaram R$ 12,6 bilhões. A leitura é que fevereiro foi prejudicado pelo calendário mais curto, enquanto março trouxe uma base operacional mais normal.</p>
<h3>Custos de construção adicionam pressão</h3>
<p>Além do crédito, os custos de obra entram no radar. O avanço do INCC e o encarecimento da construção já começam a afetar alguns segmentos. Em São Paulo, por exemplo, lançamentos recuaram 5% no primeiro trimestre de 2026 ante igual período do ano anterior, segundo dados citados pelo Secovi.</p>
<p>Em 2025, o crédito imobiliário total cresceu 3% e alcançou R$ 324 bilhões. A parcela de imóveis mais caros, financiada pelo SBPE, caminhou na direção contrária: caiu 13,4% e somou R$ 156,3 bilhões.</p>
<p>O resultado é um mercado dividido. A habitação popular mantém fôlego, enquanto o financiamento de imóveis fora dos programas subsidiados depende de juros longos menores, recomposição da poupança e custos de obra menos pressionados.</p>
<h6>Fonte: Redação</h6>
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]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Nordeste puxa reajuste de aluguéis e desafia hegemonia do eixo Sudeste</title>
		<link>https://revistaconstrua.com.br/imoveis/nordeste-puxa-reajuste-de-alugueis-e-desafia-hegemonia-do-eixo-sudeste/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[revistaconstrua]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 19 May 2026 17:11:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Imóveis]]></category>
		<category><![CDATA[Principal]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://revistaconstrua.com.br/?p=32483</guid>

					<description><![CDATA[<p>Capitais como Aracaju e Teresina registram valorizações mensais até quatro vezes superiores à de São Paulo, redesenhando o mapa da locação residencial no país.</p>
<p>O post <a href="https://revistaconstrua.com.br/imoveis/nordeste-puxa-reajuste-de-alugueis-e-desafia-hegemonia-do-eixo-sudeste/">Nordeste puxa reajuste de aluguéis e desafia hegemonia do eixo Sudeste</a> apareceu primeiro em <a href="https://revistaconstrua.com.br">Construa Negócios</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O mapa da valorização imobiliária no Brasil está sendo redesenhado. Em abril, enquanto São Paulo registrou alta de 0,90% nos aluguéis residenciais, Aracaju disparou com reajuste de 3,93% — mais de quatro vezes o avanço da maior capital do país. O movimento, captado pelo Índice FipeZAP de Locação Residencial, sinaliza uma mudança estrutural na distribuição geográfica da demanda por moradia.</p>
<h3>Capitais fora do radar lideram a corrida dos preços</h3>
<p>O Índice FipeZAP, que monitora anúncios em 36 cidades brasileiras, registrou alta de 1,04% no mês de abril — a mais expressiva desde abril de 2025, quando o avanço foi de 1,25%. No acumulado de 2026, os preços já subiram 3,51%, e em doze meses a valorização alcança 8,40%, praticamente o dobro do IPCA no mesmo período (4,39%).</p>
<p>O protagonismo, contudo, não está nos endereços tradicionais. Teresina aparece logo atrás de Aracaju, com alta mensal de 2,14%, seguida por Campo Grande (2%), Brasília (1,99%) e João Pessoa (1,91%). Fortaleza (1,54%), Rio de Janeiro (1,51%) e Belo Horizonte (1,37%) completam o pelotão de capitais acima da média nacional.</p>
<p>Na outra ponta, Porto Alegre (0,20%), Salvador (0,25%) e Recife (0,32%) registraram avanços tímidos, indicando mercados locais com dinâmicas próprias que descolam da tendência nacional.</p>
<h3>Aracaju acumula alta de quase 18% em doze meses</h3>
<p>A capital sergipana destaca-se não apenas pelo reajuste mensal, mas pela valorização acumulada em um ano: 17,71%, o percentual mais alto entre todas as capitais monitoradas pelo FipeZAP. Esse ritmo ultrapassa com folga qualquer aplicação financeira conservadora do período e evidencia a pressão de demanda em mercados regionais que antes eram considerados periféricos.</p>
<h3>São Paulo mantém o metro quadrado mais caro, mas rivais se aproximam</h3>
<p>Apesar de não liderar os reajustes, São Paulo continua com o aluguel mais elevado entre as capitais: R$ 64,20 por metro quadrado em abril. A novidade é a aproximação acelerada de outras praças. Belém já cobra R$ 63,43/m², praticamente empatada com a capital paulista, enquanto Recife alcança R$ 63,39/m². Florianópolis (R$ 61,07/m²) e Rio de Janeiro (R$ 58,48/m²) completam o grupo das cidades com valores mais altos.</p>
<p>Na ponta oposta, Teresina permanece como a capital mais acessível para inquilinos, com média de R$ 30,28/m², seguida de Campo Grande, a R$ 31,37/m².</p>
<h3>Famílias em busca de espaço pressionam imóveis de três quartos</h3>
<p>A análise por tipologia revela que apartamentos de três dormitórios lideraram as altas mensais em abril, com avanço de 1,14%. Unidades de dois quartos subiram 1,11%, e as de um quarto avançaram 1,08%. Já imóveis com quatro ou mais dormitórios ficaram praticamente estáveis (0,17%), sugerindo uma demanda concentrada no segmento intermediário — típica de famílias em crescimento que buscam mais espaço sem migrar para o alto padrão.</p>
<p>No acumulado anual, a tendência se confirma: apartamentos de três dormitórios acumulam valorização de 9,24%, a maior entre todas as categorias.</p>
<h3>Retorno com locação avança, mas Selic segue como barreira</h3>
<p>A rentabilidade média do aluguel residencial chegou a 6,08% ao ano em abril, considerando a relação entre valor de locação e preço de venda. Recife lidera entre as capitais, com yield de 8,55%, enquanto Santos destaca-se entre todas as cidades pesquisadas, com retorno anual de 8,58%.</p>
<p>São Paulo entrega 6,37% ao ano e o Rio de Janeiro, 6,17%. Na ponta inferior, Vitória (4,28%), Fortaleza (4,64%) e Curitiba (4,74%) apresentam os menores retornos — patamares que perdem competitividade frente a aplicações de renda fixa em cenário de Selic acima de dois dígitos.</p>
<h6>Fonte: Redação</h6>
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		<title>Experiência e arquitetura se fundem em nova tendência de moradia de luxo</title>
		<link>https://revistaconstrua.com.br/imoveis/experiencia-e-arquitetura-se-fundem-em-nova-tendencia-de-moradia-de-luxo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[revistaconstrua]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 14 May 2026 17:14:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Imóveis]]></category>
		<category><![CDATA[Principal]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://revistaconstrua.com.br/?p=32464</guid>

					<description><![CDATA[<p>Empreendimentos focados em vivências urbanas e serviços premium chegam ao Nordeste, mudando a forma como os consumidores valorizam seus futuros lares.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Uma nova forma de compreender o mercado imobiliário de alto padrão começa a se consolidar em metrópoles pelo mundo e aterrissa com força na capital cearense. Trata-se da vertente dos imóveis projetados com foco total na união entre serviços refinados e arquitetura pensada nos mínimos detalhes. Com essa mudança de paradigma, a tradicional avaliação baseada apenas na área útil do apartamento dá lugar a uma percepção focada no valor agregado e na comodidade.</p>
<p>Segundo analistas do setor de construção, a tendência reflete o perfil do novo consumidor cosmopolita. Inspirados em padrões de grandes centros globais, como Nova York e Barcelona, os lançamentos buscam oferecer algo que o dinheiro e os acabamentos caros sozinhos não entregam: uma verdadeira integração com a vida moderna e o tecido da cidade.</p>
<h3>Arte e vivência cotidiana</h3>
<p>O conceito, que tem movimentado reuniões entre engenheiros e arquitetos em Fortaleza, engloba uma redefinição do morar. Trata-se de transformar edifícios em locais onde o design dialoga com a arte e facilita o cotidiano das famílias por meio da praticidade. Para os executivos à frente desses novos desenvolvimentos, o foco atual das construtoras premium deve ser proporcionar soluções completas para quem habita esses novos espaços.</p>
<p>A exclusividade passa a ser medida pela facilidade com que o condomínio se relaciona com o bairro, os serviços disponíveis na porta de casa e a estética que reflete o modo de vida de seus proprietários. Ao invés de meras estruturas de concreto, a aposta recai sobre a construção de empreendimentos que se tornem marcos urbanos e entreguem uma experiência sensorial única todos os dias.</p>
<h6>Fonte: Redação</h6>
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		<item>
		<title>Transformações no estilo de vida impulsionam recordes no setor imobiliário</title>
		<link>https://revistaconstrua.com.br/imoveis/transformacoes-no-estilo-de-vida-impulsionam-recordes-no-setor-imobiliario/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[revistaconstrua]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 May 2026 16:49:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Imóveis]]></category>
		<category><![CDATA[Principal]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://revistaconstrua.com.br/?p=32454</guid>

					<description><![CDATA[<p>O aumento no número de pessoas morando sozinhas e a busca por moradias integradas à cidade redesenham o mapa de lançamentos habitacionais no Brasil.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O mercado de imóveis no Brasil vivencia uma fase de forte aquecimento, movido não apenas por cifras bilionárias, mas por uma verdadeira mudança no estilo de vida da população. Um levantamento do GRI Hub apontou que o ano de 2025 fechou com a marca histórica de 453 mil novas unidades lançadas, gerando um volume de vendas superior a 264 bilhões de reais. No entanto, o que mais chama a atenção por trás desses números recordes é a transformação no perfil de quem está comprando ou alugando.</p>
<p>Os dados do IBGE revelam que o país ganhou mais de 12 milhões de domicílios na última década. Nesse cenário, o modelo tradicional de grandes casas para famílias numerosas vem perdendo espaço para apartamentos compactos e imóveis destinados à locação. A proporção de domicílios com apenas um morador, por exemplo, saltou de 12,2% para quase 20% do total, puxada especialmente por adultos que buscam praticidade no dia a dia.</p>
<h3>Conectividade e descentralização urbana</h3>
<p>Para atender a esse novo consumidor, construtoras e urbanistas estão repensando a lógica dos projetos. Imóveis que integram tecnologia, mobilidade e serviços em um único ambiente ganham destaque. A ideia é oferecer soluções onde o morador tenha fácil acesso ao trabalho e ao lazer sem precisar de grandes deslocamentos, refletindo uma demanda por maior eficiência e conveniência.</p>
<p>Essa tendência também tem provocado o surgimento de novas centralidades nas grandes capitais. Regiões antes consideradas estritamente residenciais ou antigos polos industriais estão sendo revitalizados e transformados em bairros de uso misto. Especialistas apontam que a descentralização dos escritórios corporativos e a criação de minicidades integradas são os pilares que sustentarão o crescimento do segmento nos próximos anos.</p>
<h6>Fonte: Redação</h6>
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		<item>
		<title>Ceará registra salto no crédito habitacional impulsionado por novas fontes de recursos</title>
		<link>https://revistaconstrua.com.br/imoveis/ceara-registra-salto-no-credito-habitacional-impulsionado-por-novas-fontes-de-recursos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[revistaconstrua]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 May 2026 16:29:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Imóveis]]></category>
		<category><![CDATA[Principal]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://revistaconstrua.com.br/?p=32421</guid>

					<description><![CDATA[<p>Para contornar a queda na poupança e os juros altos, mercado aposta no FGTS e em títulos financeiros para manter o ritmo de financiamentos.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O mercado de moradias no Ceará tem mostrado notável resistência frente às adversidades econômicas. Dados recentes do Banco Central apontam que o estoque de crédito imobiliário no estado alcançou a expressiva marca de R$ 28,77 bilhões no início de 2026, configurando um salto de 16,1% na comparação anual. Essa expansão contínua encontra respaldo na força do emprego formal, no incremento da renda das famílias e em uma crônica falta de moradias adequadas.</p>
<h3>A transição no financiamento das moradias</h3>
<p>Por trás desse crescimento vigoroso, há uma mudança silenciosa nas engrenagens financeiras. Tradicionalmente, o dinheiro depositado na caderneta de poupança sempre foi o motor dos financiamentos residenciais. No entanto, com a fuga de capital dessa modalidade, o mercado precisou se reinventar. Artur da Silva Figueiredo, especialista em crédito da Central Sicredi Nordeste, destaca que alternativas como o FGTS e papéis de investimento (CRIs e LCIs) assumiram o protagonismo para garantir que a roda continuasse girando.</p>
<p>Essa diversificação foi crucial para driblar a taxa básica de juros, que historicamente penaliza o setor encarecendo as prestações. A manutenção da alta procura mesmo com o dinheiro mais caro evidencia que o déficit habitacional e as condições demográficas se sobrepõem às barreiras financeiras temporárias.</p>
<h3>Cooperativas e programas públicos como catalisadores</h3>
<p>As cooperativas de crédito têm aproveitado bem esse cenário. O Sicredi, por exemplo, viu sua carteira de empréstimos imobiliários no Ceará inchar 35% no último ano. A estratégia envolve a flexibilização das condições: eles chegam a bancar 90% do valor do imóvel, dividindo o saldo devedor em até três décadas e meia através de amortizações decrescentes, além de viabilizarem a portabilidade de contratos e o saque do FGTS para abater a dívida.</p>
<p>Na base da pirâmide, o incentivo vem dos cofres públicos. O fortalecimento do programa Minha Casa Minha Vida tem blindado as famílias de renda menor contra a oscilação dos juros, garantindo que o volume de negócios permaneça aquecido. A soma desses fatores — inovação privada e apoio governamental — desenha um horizonte promissor e diversificado para quem sonha com a casa própria nos próximos anos.</p>
<h6>Fonte: Redação</h6>
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			</item>
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		<title>Imóveis em Fortaleza acumulam valorização acima da inflação e ganham destaque no ranking nacional</title>
		<link>https://revistaconstrua.com.br/imoveis/imoveis-em-fortaleza-acumulam-valorizacao-acima-da-inflacao-e-ganham-destaque-no-ranking-nacional/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[revistaconstrua]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 07 May 2026 18:13:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Imóveis]]></category>
		<category><![CDATA[Principal]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://revistaconstrua.com.br/?p=32401</guid>

					<description><![CDATA[<p>Capital cearense registra valorização de 1,04% em abril e se posiciona acima de capitais como Salvador e Osasco no ranking nacional do Índice FipeZAP.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O mercado imobiliário nacional encerrou abril de 2026 com mais um mês de valorização, e Fortaleza acompanhou a tendência com resultados expressivos. Segundo o Índice FipeZAP de Venda Residencial, a capital cearense alcançou o preço médio de R$ 9.350 por metro quadrado, após uma variação positiva de 1,04% no período — superando o desempenho médio registrado no país.</p>
<h3>Aceleração nacional dos preços</h3>
<p>No panorama brasileiro, os imóveis residenciais à venda apresentaram alta de 0,51% em abril. Esse resultado marca uma aceleração progressiva ao longo do primeiro quadrimestre: janeiro registrou 0,20%, fevereiro 0,32% e março 0,48%, evidenciando um movimento contínuo de aquecimento.</p>
<p>Quando se analisa o acumulado de 12 meses, o índice aponta ganho de 5,63%, patamar superior tanto ao IGP-M da Fundação Getulio Vargas (0,61%) quanto ao IPCA (4,62%), o que reforça a atratividade do investimento imobiliário frente a outros indicadores econômicos.</p>
<h3>Valorização generalizada no país</h3>
<p>O fenômeno de alta não ficou restrito a poucas regiões. Das 56 cidades acompanhadas pela pesquisa, 55 apresentaram valorização em abril, demonstrando que o aquecimento do mercado é amplo e disseminado pelo território nacional.</p>
<p>No topo do ranking de capitais aparece Vitória (ES), com R$ 14.818 por metro quadrado, seguida por Florianópolis (SC), com R$ 13.208, e São Paulo (SP), com R$ 12.019. A média geral do país ficou em R$ 9.769 por metro quadrado.</p>
<h3>Fortaleza no cenário nacional</h3>
<p>Com o valor de R$ 9.350/m², Fortaleza ocupa a 15ª posição no ranking geral das cidades monitoradas, ultrapassando capitais como Salvador (BA) e outras cidades da região metropolitana paulista, como Osasco (SP). O desempenho mensal de 1,04% ficou acima da média nacional, indicando dinamismo particular do mercado local.</p>
<p>No cenário das cidades mais valorizadas do país, Balneário Camboriú (SC) lidera com R$ 15.185/m², seguida de perto por Itapema (SC), com R$ 15.179/m². Barueri (SP) e Curitiba (PR) também figuram entre as dez localidades com valores mais elevados.</p>
<h3>Recuo pontual em Belém</h3>
<p>Na contramão do movimento nacional, Belém (PA) foi a única capital a registrar queda no mês, com retração de 0,42%. Ainda assim, no acumulado do primeiro quadrimestre, a cidade paraense apresenta saldo positivo, com alta de 4,46%.</p>
<h6>Fonte: Redação</h6>
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			</item>
		<item>
		<title>Vendas imobiliárias superam R$ 2,4 bilhões e avançam 38% na Grande Fortaleza</title>
		<link>https://revistaconstrua.com.br/imoveis/vendas-imobiliarias-superam-r-24-bilhoes-e-avancam-38-na-grande-fortaleza/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[revistaconstrua]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 05 May 2026 17:15:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Imóveis]]></category>
		<category><![CDATA[Principal]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://revistaconstrua.com.br/?p=32388</guid>

					<description><![CDATA[<p>O mercado de médio e alto padrão na capital e região metropolitana consolida alta demanda no primeiro trimestre de 2026, com R$ 2,43 bilhões em valor geral de vendas.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O cenário imobiliário em Fortaleza e na sua Região Metropolitana (RMF) começou o ano de 2026 com desempenho expressivo e um ritmo acentuado de negócios. Impulsionado pela procura aquecida, principalmente em categorias de maior valor, o mercado contabilizou cifras expressivas em seu balanço inicial.</p>
<p>Segundo os indicadores organizados pela Brain Inteligência Estratégica, em parceria com o Sinduscon Ceará, o Valor Geral de Vendas (VGV) no primeiro trimestre atingiu a marca de R$ 2,43 bilhões. O montante evidencia um avanço notável de 38% quando comparado com o mesmo trimestre do ano de 2025.</p>
<h3>Alta puxada pela capital</h3>
<p>Como era esperado, Fortaleza concentrou o grande volume destas transações imobiliárias. Apenas na capital cearense, as vendas bateram R$ 2,05 bilhões, caracterizando um aumento de 55% frente ao desempenho do ano anterior. O restante do saldo foi proveniente da Região Metropolitana, que totalizou R$ 384,4 milhões em negócios e demonstrou a força de expansão imobiliária também nas cidades vizinhas.</p>
<p>Os grandes responsáveis pelo faturamento elevado foram os empreendimentos classificados como de médio e alto padrão. Em Fortaleza, essas categorias viram suas vendas dispararem em 82%, subindo de R$ 918,3 milhões para um total de R$ 1,67 bilhão. Considerando o mercado de construções residenciais verticais como um todo na cidade, a comercialização superou R$ 2,03 bilhões, o equivalente a um crescimento anual de 57%.</p>
<h3>Um novo momento no setor</h3>
<p>Para Sérgio Macedo, diretor de estatística associado ao Sinduscon Ceará, esse panorama pujante é o reflexo de uma mudança estrutural na mentalidade do público consumidor. “O crescimento de 38% nas vendas totais e o salto de 82% no VGV de médio e alto padrão em Fortaleza mostram que o consumidor voltou a investir no imóvel como ativo de valor e qualidade de vida”, salienta.</p>
<p>O executivo também ressalta um detalhe importante em relação à performance dos novos projetos. A eficácia nas transações tem sido um grande diferencial recente, onde os projetos lançados encontram boa aderência. “Temos um mercado que não apenas lança, mas que converte esses lançamentos em vendas efetivas, movimentando toda a cadeia produtiva do Estado”, encerra.</p>
<h6>Fonte: Redação</h6>
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]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Crédito imobiliário dispara 53,9% em março e atinge R$ 18,5 bilhões, aponta Abecip</title>
		<link>https://revistaconstrua.com.br/imoveis/credito-imobiliario-dispara-539-em-marco-e-atinge-r-185-bilhoes-aponta-abecip/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[revistaconstrua]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 Apr 2026 16:51:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Imóveis]]></category>
		<category><![CDATA[Principal]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://revistaconstrua.com.br/?p=32361</guid>

					<description><![CDATA[<p>Resultado é o quarto melhor da série histórica, com 54,6 mil imóveis financiados no mês</p>
<p>O post <a href="https://revistaconstrua.com.br/imoveis/credito-imobiliario-dispara-539-em-marco-e-atinge-r-185-bilhoes-aponta-abecip/">Crédito imobiliário dispara 53,9% em março e atinge R$ 18,5 bilhões, aponta Abecip</a> apareceu primeiro em <a href="https://revistaconstrua.com.br">Construa Negócios</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Os financiamentos imobiliários com recursos da caderneta de poupança alcançaram R$ 18,5 bilhões em março de 2026, configurando o quarto melhor resultado mensal de toda a série histórica. Os dados foram divulgados pela Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança (Abecip) e revelam um avanço expressivo de 56,9% em relação a fevereiro e de 53,9% na comparação com março de 2025. Ao todo, 54,6 mil imóveis foram financiados no período.</p>
<h2>Primeiro trimestre avança, mas acumulado de 12 meses segue em queda</h2>
<p>No primeiro trimestre do ano, as concessões de crédito imobiliário totalizaram R$ 42,4 bilhões, representando avanço de 11,9% frente ao mesmo período do ano passado. Apesar da recuperação recente, o acumulado de 12 meses encerrado em março ainda registra retração de 13,5% em relação ao intervalo anterior, com R$ 160,8 bilhões liberados.</p>
<p>O levantamento da Abecip leva em consideração exclusivamente as operações com funding proveniente da caderneta de poupança, modalidade mais utilizada por compradores de classe média e alta para a aquisição de imóveis com valor acima de R$ 600 mil — novo teto estabelecido para o programa Minha Casa, Minha Vida.</p>
<h2>Operações com recursos livres ganham relevância entre os bancos</h2>
<p>Além do SBPE, a Abecip passou a divulgar também os dados referentes às operações realizadas com recursos livres dos bancos. Em março, essa modalidade movimentou R$ 2,01 bilhões, com alta de 47,7% em relação a fevereiro e de 19,7% na comparação com o mesmo mês do ano passado.</p>
<p>No acumulado do primeiro trimestre, as operações com recursos livres somaram R$ 5,64 bilhões, crescimento de 5,9% em relação ao mesmo período de 2025. O avanço indica uma diversificação nas fontes de financiamento, com os bancos buscando alternativas à poupança para atender à demanda por crédito habitacional.</p>
<h2>Caixa lidera ranking do SBPE com folga</h2>
<p>No ranking das instituições financeiras que mais concederam crédito via SBPE no trimestre, a Caixa Econômica Federal manteve a liderança absoluta, com R$ 21,4 bilhões desembolsados — alta de 68,5% em relação ao mesmo período do ano passado. Na sequência aparecem Itaú (R$ 10,2 bilhões), Bradesco (R$ 6,7 bilhões) e Santander (R$ 3 bilhões).</p>
<p>O desempenho reforça o peso do banco público na sustentação do crédito imobiliário em 2026, especialmente em um cenário de juros elevados que tem limitado a participação dos bancos privados nas operações com recursos da poupança.</p>
<h6>Fonte: Redação</h6>
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]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Mercado imobiliário do Ceará inicia 2026 com salto de 306% nos lançamentos e forte alta nas vendas</title>
		<link>https://revistaconstrua.com.br/imoveis/mercado-imobiliario-do-ceara-inicia-2026-com-salto-de-306-nos-lancamentos-e-forte-alta-nas-vendas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[revistaconstrua]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Apr 2026 17:46:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Imóveis]]></category>
		<category><![CDATA[Principal]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://revistaconstrua.com.br/?p=32345</guid>

					<description><![CDATA[<p>Sindicato da construção civil cearense aponta que o VGV lançado chegou a R$ 611,8 milhões em janeiro, impulsionado por Fortaleza, que sozinha registrou crescimento de 340% nos novos projetos</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O mercado imobiliário de Fortaleza e da Região Metropolitana (RM) abriu 2026 em ritmo acelerado, com números que surpreendem pelo volume e pela consistência. Em janeiro, o Valor Geral de Vendas (VGV) lançado atingiu R$ 611,8 milhões — crescimento de 306% em relação ao mesmo período de 2025. As vendas também apresentaram desempenho robusto, com alta de 36% na comparação anual.</p>
<p>Os dados foram divulgados pela Comissão de Pesquisas (CPES) do Sindicato da Indústria da Construção Civil do Ceará (Sinduscon Ceará) no Panorama de Janeiro de 2026. Para Sergio Macedo, diretor de Estatística da entidade, os resultados confirmam que o dinamismo observado no ano anterior se mantém e tende a se consolidar. &#8220;O mercado inicia 2026 com uma reposição de estoque importante e com empreendimentos em diferentes faixas de renda, reforçando a confiança na continuidade da demanda&#8221;, avalia.</p>
<h2>Fortaleza lidera com vendas 75% maiores</h2>
<p>O VGV residencial total — somando unidades verticais e horizontais — chegou a R$ 761,6 milhões em janeiro de 2026. O resultado foi puxado sobretudo pela capital cearense, onde as vendas avançaram de R$ 365,7 milhões para R$ 638,6 milhões, representando alta de 75% em comparação ao mesmo mês do ano anterior.</p>
<p>No recorte de lançamentos, Fortaleza apresentou expansão ainda mais expressiva: o VGV saltou de R$ 124,6 milhões em janeiro de 2025 para R$ 548,5 milhões em 2026, um crescimento de 340%. O desempenho foi distribuído por diferentes padrões construtivos — do residencial econômico aos demais segmentos —, sinalizando uma oferta diversificada e capaz de absorver demandas variadas.</p>
<h2>Segmento horizontal avança na região metropolitana</h2>
<p>Enquanto Fortaleza concentra o movimento de verticalização, a Região Metropolitana consolida sua vocação para o mercado horizontal — casas em condomínios fechados e loteamentos. Em janeiro de 2026, esse segmento movimentou R$ 96,4 milhões em VGV vendido, com 545 unidades comercializadas e crescimento de 2% em relação ao mesmo período de 2025 (R$ 94,4 milhões).</p>
<p>Os números de lançamentos horizontais na RM Fortaleza também chamam atenção: o VGV cresceu 327%, passando de R$ 17,2 milhões para R$ 73,6 milhões. &#8220;O salto nos lançamentos horizontais reflete uma estratégia de expansão para áreas que oferecem metragens diferenciadas, atendendo ao público que busca alternativas ao modelo vertical&#8221;, explica Macedo.</p>
<h2>446 novos imóveis lançados e perspectivas positivas para o ano</h2>
<p>No consolidado geral de unidades físicas lançadas, o mercado registrou a entrada de 446 novos imóveis em janeiro, alta de 31% em relação às 340 unidades do mesmo período de 2025. Para o Sinduscon Ceará, o desempenho reforça o papel do setor imobiliário como um dos pilares da economia estadual.</p>
<p>&#8220;Os números mostram um mercado ativo e com boa absorção. O desempenho recorde nos lançamentos sinaliza que as empresas estão prontas para atender a demanda reprimida e manter o setor aquecido ao longo de todo o ano&#8221;, conclui Macedo.</p>
<h6>Fonte: Redação</h6>
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		<title>Megaempreendimento de luxo no Ceará projeta investimentos de até R$ 5 bilhões</title>
		<link>https://revistaconstrua.com.br/imoveis/megaempreendimento-de-luxo-no-ceara-projeta-investimentos-de-ate-r-5-bilhoes/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[revistaconstrua]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Apr 2026 16:17:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Imóveis]]></category>
		<category><![CDATA[Principal]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Projeto do Grupo Carnaúba no Preá prevê residências de alto padrão, hotelaria internacional com estreia da Anantara na América Latina e potencial de R$ 10 bilhões em vendas</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Um novo projeto imobiliário de alto padrão no litoral cearense prevê investimentos que podem ultrapassar R$ 5 bilhões e promete reposicionar o estado no mapa internacional do turismo premium. Idealizado pelo empresário Julio Capua, ex-sócio da XP, o empreendimento ocupa uma área de aproximadamente 12 milhões de metros quadrados no Preá, a poucos minutos do Aeroporto Regional de Jericoacoara.</p>
<p>A proposta do projeto combina residências de alto padrão, hotelaria internacional e infraestrutura turística completa, fortalecendo o Ceará como polo de experiências exclusivas no Brasil.</p>
<h2>Fase inicial prevê R$ 2 bilhões</h2>
<p>Desenvolvido pelo Grupo Carnaúba, o empreendimento projeta cerca de R$ 2 bilhões em investimentos na primeira fase, com execução estimada entre dois e três anos. A estratégia inclui loteamentos, casas de luxo, hotelaria e clubes de hospedagem, além de parcerias com operadores globais e fundos estruturados para viabilizar a expansão gradual do portfólio.</p>
<p>A primeira etapa já demonstra a força da demanda: lançada em 2022, a Vila Carnaúba teve todos os seus 115 lotes comercializados, com parte das unidades já entregue e outras em construção. A expansão contempla novas áreas residenciais e de lazer, incluindo lagoas artificiais de águas cristalinas inspiradas nos Lençóis Maranhenses.</p>
<h2>Anantara estreia na América Latina</h2>
<p>No eixo hoteleiro, o projeto marca a chegada da rede Anantara ao continente, com um hotel de luxo que ficará sob gestão do fundo Wings, em parceria de R$ 280 milhões com a TG Core. A operação será conduzida pela bandeira internacional. As negociações avançam ainda para atrair outras redes de renome global, entre elas Accor e Fasano.</p>
<h2>Potencial de R$ 10 bilhões em vendas</h2>
<p>Entre investidores e frequentadores do complexo figuram nomes como Álvaro Garnero, Alexandre Birman, Pablo Marçal, Tallis Gomes, Flávio Canto, Claude Troisgros e Felipe Bronze, evidenciando o posicionamento do empreendimento no segmento de altíssimo padrão. O grupo busca financiamento de até 60% via Banco do Nordeste para o projeto.</p>
<p>Com potencial de ultrapassar R$ 10 bilhões em valor geral de vendas no longo prazo, a iniciativa pode consolidar o Ceará como um dos destinos mais promissores do país para investimentos em turismo de luxo e no mercado imobiliário premium.</p>
<h6>Fonte: Redação</h6>
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		<title>Wellness redefine o conceito de moradia e impulsiona novo padrão na construção civil</title>
		<link>https://revistaconstrua.com.br/imoveis/wellness-redefine-o-conceito-de-moradia-e-impulsiona-novo-padrao-na-construcao-civil/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[revistaconstrua]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Apr 2026 16:35:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Imóveis]]></category>
		<category><![CDATA[Principal]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Mercado imobiliário do bem-estar cresce mais de 15% ao ano no mundo e ganha força no Brasil com empreendimentos que priorizam saúde, natureza e qualidade de vida</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Um novo conceito de moradia ganha força no Brasil e no mundo: o mercado imobiliário do bem-estar, conhecido como wellness. Embora ainda represente apenas 3,3% da construção anual global, o segmento avança a um ritmo superior a 15% ao ano e deve alcançar US$ 1,1 trilhão em 2029, com destaque para a América Latina, segundo dados do Instituto Global de Bem-Estar referentes a 2025.</p>
<p>A busca por qualidade de vida, saúde, lazer e convivência passou a ter peso decisivo na hora da compra do imóvel, transformando o que antes era diferencial em critério de escolha para consumidores de diferentes faixas de renda.</p>
<h2>Santa Catarina e Ceará despontam como polos</h2>
<p>No cenário nacional, Santa Catarina se consolidou como principal destino desse tipo de empreendimento — geralmente condomínios horizontais no litoral, que combinam bom gosto, conveniência e conexão com a natureza. O Ceará, com seus mais de 600 km de costa, começa a se posicionar como novo polo do segmento.</p>
<p>A pandemia acelerou essa transformação ao redefinir o papel da casa como espaço simultâneo de descanso, trabalho, lazer e convivência. A demanda passou a exigir projetos que contemplem saúde física, mental e social, o que impõe avanços no urbanismo, na arquitetura e na infraestrutura dos empreendimentos.</p>
<h2>Mudança estrutural no comportamento do consumidor</h2>
<p>Para Patriolino Dias de Sousa, presidente do Sinduscon-CE, o fenômeno não é passageiro. &#8220;Essa tendência representa uma mudança estrutural no comportamento do consumidor, que passou a valorizar mais saúde, equilíbrio e qualidade de vida&#8221;, avalia. Segundo ele, os projetos orientados ao wellness incorporam uma visão mais ampla do morar, com planejamento urbanístico que inclui áreas verdes generosas, espaços para prática esportiva, ventilação e iluminação naturais e ambientes que estimulem o convívio.</p>
<p>Os empreendimentos horizontais têm se destacado precisamente por oferecerem maior integração com a natureza, menor adensamento e mais espaço para infraestrutura de lazer. O presidente do Sinduscon-CE aponta que o wellness na construção tende a gerar maior valorização patrimonial no médio e longo prazo, tanto para moradia quanto para investimento.</p>
<h2>Luxo simples e conexão com a natureza</h2>
<p>No litoral cearense, empreendimentos mais despojados que privilegiam conforto e conexão com a natureza começam a redesenhar o setor. O engenheiro civil George Martins, diretor comercial da Maroa Curadoria Construtiva, destaca que a prática de esportes como o kitesurf atrai investidores de grandes centros, como São Paulo e Minas Gerais, para regiões como a Praia do Preá.</p>
<p>Para atender esse público, a indústria da construção incorpora materiais naturais como eucalipto e palha de carnaúba, além de sistemas voltados ao conforto. Entre os projetos de destaque na região, Martins cita o futuro hotel de alto luxo Vila Mango, em fase de definição da construtora, e o hotel seis estrelas Anantara, ambos alinhados ao conceito do luxo simples.</p>
<h2>Bem-estar como valor central do morar</h2>
<p>Aristarco Sobreira, presidente da A&amp;B Incorporações, avalia que o wellness inicialmente se associa à segunda moradia, mas já impacta empreendimentos urbanos. Ele cita como exemplo o Artse Meireles, em Fortaleza, que incorpora o conceito com serviços integrados, academia no 14º andar, piscina semiolímpica e lobby inspirado na hotelaria, com concierge e espaços de coworking.</p>
<p>&#8220;Esse é o novo luxo que o mercado deseja&#8221;, afirma Sobreira. Para ele, qualidade e bom gosto podem estar presentes em projetos de diferentes faixas, e o setor deve viver um segundo semestre totalmente aderente ao conceito de bem-estar.</p>
<h6>Fonte: Redação</h6>
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		<title>Aluguel residencial sobe 2,45% no primeiro trimestre e supera inflação</title>
		<link>https://revistaconstrua.com.br/imoveis/aluguel-residencial-sobe-245-no-primeiro-trimestre-e-supera-inflacao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[revistaconstrua]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Apr 2026 16:39:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Imóveis]]></category>
		<category><![CDATA[Principal]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Índice FipeZap mostra alta em 33 das 36 cidades monitoradas, com Manaus liderando a valorização e tendência de pressão sobre os preços de locação em todo o país</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O preço do aluguel residencial no Brasil subiu 2,45% no primeiro trimestre de 2026, ritmo que supera tanto a inflação oficial medida pelo IPCA (1,92% no período) quanto a variação do Índice Geral de Preços — Mercado (IGP-M), que ficou em apenas 0,19%. Os números são do Índice FipeZap, divulgados nesta terça-feira (14).</p>
<p>O levantamento revela que a alta dos aluguéis foi registrada em 33 das 36 localidades monitoradas, abrangendo 20 das 22 capitais analisadas. Entre as cidades com maior valorização trimestral, Manaus liderou com avanço de 10,12%, seguida por Campo Grande (9,12%) e Aracaju (7,06%). Na contramão, Teresina e São Luís foram as únicas capitais a apresentar recuo, ambas com queda de 0,12%.</p>
<h2>Março mantém tendência de alta</h2>
<p>No recorte mensal, o aluguel residencial avançou 0,84% em março, ritmo levemente inferior ao registrado em fevereiro (0,94%), mas ainda acima da variação média dos preços de venda de imóveis no período, que ficou em 0,48%. O dado reforça que a locação segue pressionada pela demanda, mesmo diante de um cenário de juros elevados.</p>
<p>No mesmo mês, o IPCA registrou alta de 0,88% e o IGP-M avançou 0,52%, ambos abaixo do crescimento observado especificamente no mercado de locação. Entre as capitais, Aracaju liderou a alta mensal com 6,53%, enquanto São Luís apresentou a maior queda (-1,24%).</p>
<h2>Desempenho nas principais capitais</h2>
<p>Outras capitais brasileiras também registraram variações relevantes ao longo do primeiro trimestre. O Rio de Janeiro acumulou alta de 4,17%, enquanto Fortaleza e Brasília avançaram 1,75% cada. Em São Paulo, a valorização foi de 1,50% nos três meses.</p>
<p>Os resultados consolidam uma tendência de pressão sobre os preços de locação em todo o país, impulsionada pela combinação entre demanda aquecida e oferta ajustada no mercado imobiliário residencial.</p>
<h6>Fonte: Redação</h6>
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		<item>
		<title>Fortaleza registra maior alta no preço dos imóveis entre capitais brasileiras</title>
		<link>https://revistaconstrua.com.br/imoveis/fortaleza-registra-maior-alta-no-preco-dos-imoveis-entre-capitais-brasileiras/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[revistaconstrua]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 Apr 2026 16:39:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Imóveis]]></category>
		<category><![CDATA[Principal]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://revistaconstrua.com.br/?p=32285</guid>

					<description><![CDATA[<p>Índice FipeZAP aponta valorização acumulada de 13,46% nos últimos 12 meses, acima da inflação e da média nacional, impulsionada pelo aquecimento do mercado no Norte e Nordeste</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Fortaleza liderou a valorização imobiliária entre todas as capitais brasileiras nos últimos 12 meses, segundo o Índice FipeZAP de março de 2026, divulgado em 1º de abril. A capital cearense registrou alta acumulada de 13,46% no período, resultado que supera tanto a inflação ao consumidor medida pelo IPCA (3,69%) quanto a variação média nacional do índice (5,62%).</p>
<p>As cidades de Belém (PA), com alta de 13,43%, e Salvador (BA), com 13,13%, completam o pódio das capitais com maior valorização. O desempenho evidencia uma tendência de aquecimento do mercado imobiliário nas regiões Norte e Nordeste do Brasil, historicamente menos representativas no setor.</p>
<h2>Descentralização do Mercado</h2>
<p>Especialistas apontam que o movimento de valorização em Fortaleza reflete uma mudança estrutural no perfil da demanda imobiliária nacional. O mercado, antes concentrado nos eixos Rio de Janeiro–São Paulo, tem se diversificado geograficamente, com capitais do Norte e Nordeste passando a receber fluxo crescente de investidores e compradores.</p>
<p>O metro quadrado médio em Fortaleza chegou a R$ 9.254 em março de 2026, valor inferior à média nacional de R$ 9.720/m², mas com trajetória de crescimento consistente. Entre os bairros mais valorizados da cidade, o Meireles lidera com R$ 12.859/m², seguido pela Aldeota (R$ 11.522/m²) e pelo Engenheiro Luciano Cavalcante (R$ 10.412/m²).</p>
<h2>Sobre o Índice FipeZAP</h2>
<p>O FipeZAP é o primeiro índice brasileiro de preços de imóveis residenciais e comerciais com cobertura nacional. As variações são apuradas pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe) com base em anúncios de venda e locação publicados nos portais do Grupo OLX, que incluem plataformas como Zap, Viva Real e OLX.</p>
<p>O índice serve como referência para investidores, compradores e analistas do mercado imobiliário, funcionando como termômetro mensal das tendências de valorização por cidade e bairro em todo o território nacional.</p>
<h6>Fonte: Redação</h6>
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		<item>
		<title>Mercado imobiliário exige maior preparo estratégico dos profissionais em 2026</title>
		<link>https://revistaconstrua.com.br/imoveis/mercado-imobiliario-exige-maior-preparo-estrategico-dos-profissionais-em-2026/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[revistaconstrua]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Apr 2026 15:51:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Imóveis]]></category>
		<category><![CDATA[Principal]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Com lançamentos em São Paulo crescendo 19% em 2025 e variáveis como juros e IA redefinindo o setor, Conecta Imobi 2026 adota formato híbrido para ampliar o acesso a conteúdo e conexões estratégicas</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O setor imobiliário brasileiro encerrou 2025 em trajetória de crescimento, mesmo diante de um cenário de crédito mais restritivo. Dados do Anuário do Mercado Imobiliário, realizado pelo DataZAP, mostram que apenas em São Paulo houve aumento de 19% nas unidades lançadas, com destaque para o segmento econômico, que cresceu 24% e reforçou seu papel como principal motor da atividade.</p>
<h2>Juros, crédito e inteligência artificial redefinem as regras do setor em 2026</h2>
<p>Em um ambiente de maior complexidade, 2026 tende a exigir preparo ainda mais estratégico dos profissionais do mercado imobiliário. Juros, crédito e confiança do consumidor seguem como variáveis-chave para o ritmo das vendas, em um cenário marcado por ajustes macroeconômicos e transformações estruturais — incluindo a incorporação crescente da inteligência artificial nas diferentes etapas da jornada de compra e venda.</p>
<p>&#8220;O mercado nunca esteve tão dinâmico e, diante desse cenário, é ainda mais importante que os profissionais estejam preparados para se adaptar aos novos desafios e oportunidades. O Conecta Imobi vem para colocar corretores, imobiliárias e incorporadoras no centro das discussões, apoiando-os a navegar em um cenário de transformações profundamente impactado pela incorporação da Inteligência Artificial&#8221;, explica Marcos Leite, CRO do Grupo OLX.</p>
<h2>Conecta Imobi 2026 adota formato híbrido para ampliar alcance nacional</h2>
<p>É nesse contexto que o Grupo OLX realiza a 13ª edição do Conecta Imobi, marcada para os dias 21 e 22 de outubro, no São Paulo Expo. A principal novidade desta edição é o formato híbrido, com transmissão online de conteúdos específicos para ampliar o acesso ao evento e reduzir barreiras logísticas para profissionais de diferentes regiões do país.</p>
<p>Em 2025, o evento reuniu cerca de 150 palestrantes, com mais de 100 palestras e painéis e aproximadamente 5.000 participantes, abordando temas como tecnologia, marketing, gestão e comportamento do consumidor. Para 2026, a expectativa é manter a densidade da programação, com discussões sobre digitalização das vendas, uso de dados, experiência do cliente e novos modelos de negócio.</p>
<h2>Adaptação e atualização se tornam diferenciais competitivos no novo cenário</h2>
<p>A transformação digital já impacta diferentes etapas da jornada imobiliária, da busca por imóveis à concretização da venda. Plataformas digitais, inteligência de dados e novas estratégias comerciais vêm redefinindo a forma como o setor se organiza. Nesse ambiente, a capacidade de adaptação se consolida como diferencial competitivo para corretores, imobiliárias e incorporadoras.</p>
<p>&#8220;Desde 2014, a cada edição, o evento evolui para acompanhar as mudanças do mercado e as necessidades do público. O canal digital nos permite chegar mais longe e estar próximos de quem faz o mercado acontecer nos diversos cantos do país&#8221;, reforça Leite. Os ingressos para o Conecta Imobi 2026 estão disponíveis a partir de 7 de abril.</p>
<h6>Fonte: Redação</h6>
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