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	<title>Arquivo de Imóveis | Construa Negócios</title>
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	<description>Conhecimento Constrói Grandes Obras</description>
	<lastBuildDate>Tue, 20 Oct 2026 17:10:38 +0000</lastBuildDate>
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	<title>Arquivo de Imóveis | Construa Negócios</title>
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	<item>
		<title>Aluguel comercial avança 11,18% em 12 meses pelo FipeZAP</title>
		<link>https://revistaconstrua.com.br/imoveis/aluguel-de-imoveis-comerciais-alta-indice-fipezap/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[revistaconstrua]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 20 Oct 2026 16:44:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Imóveis]]></category>
		<category><![CDATA[Principal]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Locação de salas e conjuntos corporativos cresce acima da inflação e supera ritmo de vendas; Salvador e Rio de Janeiro lideram valorizações.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O segmento corporativo nacional encerrou o último período de 12 meses com descolamento acentuado entre os mercados de locação e venda. O Índice FipeZAP Comercial, calculado pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas em parceria com o Grupo OLX, apontou que o aluguel de imóveis comerciais acumulou alta de 11,18% até setembro. O índice de reajuste das locações superou em quase cinco vezes a valorização dos preços de venda no mesmo intervalo, que avançaram de forma mais contida, a 2,29%.</p>
<p>O ritmo de reajuste das salas e conjuntos comerciais de até 200 metros quadrados superou com folga a inflação oficial acumulada em 12 meses, medida em 4,58% pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), bem como a taxa de 3,34% registrada pelo Índice Geral de Preços &#8211; Mercado (IGP-M).</p>
<h3>Disparidade regional e capitais em destaque</h3>
<p>A elevação nos valores de locação atingiu todas as dez capitais e polos metropolitanos monitorados pelo levantamento, ainda que em intensidades distintas. Salvador despontou no topo do ranking nacional de reajustes locatícios, acumulando salto de 20,65% em um ano, seguida de perto pelo Rio de Janeiro, com expansão de 20,01%.</p>
<div style="overflow-x: auto; margin: 24px 0;">
<table style="width: 100%; border-collapse: collapse; font-size: 15px; text-align: left; background-color: #ffffff; border: 1px solid #e2e8f0; border-radius: 6px;">
<thead>
<tr style="background-color: #1e73be; color: #ffffff;">
<th style="padding: 12px 16px; border: 1px solid #1E73BE; font-weight: bold;">Cidade Monitorada</th>
<th style="padding: 12px 16px; border: 1px solid #1E73BE; font-weight: bold;">Variação em 12 Meses (Locação)</th>
</tr>
</thead>
<tbody>
<tr style="border-bottom: 1px solid #e2e8f0;">
<td style="padding: 11px 16px; font-weight: 600; color: #1e293b;">Salvador (BA)</td>
<td style="padding: 11px 16px; color: #0284c7; font-weight: bold;">+20,65%</td>
</tr>
<tr style="background-color: #f8fafc; border-bottom: 1px solid #e2e8f0;">
<td style="padding: 11px 16px; font-weight: 600; color: #1e293b;">Rio de Janeiro (RJ)</td>
<td style="padding: 11px 16px; color: #0284c7; font-weight: bold;">+20,01%</td>
</tr>
<tr style="border-bottom: 1px solid #e2e8f0;">
<td style="padding: 11px 16px; font-weight: 600; color: #1e293b;">Brasília (DF)</td>
<td style="padding: 11px 16px; color: #334155;">+13,51%</td>
</tr>
<tr style="background-color: #f8fafc; border-bottom: 1px solid #e2e8f0;">
<td style="padding: 11px 16px; font-weight: 600; color: #1e293b;">Curitiba (PR)</td>
<td style="padding: 11px 16px; color: #334155;">+11,03%</td>
</tr>
<tr style="border-bottom: 1px solid #e2e8f0;">
<td style="padding: 11px 16px; font-weight: 600; color: #1e293b;">Niterói (RJ)</td>
<td style="padding: 11px 16px; color: #334155;">+10,52%</td>
</tr>
<tr style="background-color: #f8fafc; border-bottom: 1px solid #e2e8f0;">
<td style="padding: 11px 16px; font-weight: 600; color: #1e293b;">Campinas (SP)</td>
<td style="padding: 11px 16px; color: #334155;">+8,88%</td>
</tr>
<tr style="border-bottom: 1px solid #e2e8f0;">
<td style="padding: 11px 16px; font-weight: 600; color: #1e293b;">Belo Horizonte (MG)</td>
<td style="padding: 11px 16px; color: #334155;">+8,54%</td>
</tr>
<tr style="background-color: #f8fafc; border-bottom: 1px solid #e2e8f0;">
<td style="padding: 11px 16px; font-weight: 600; color: #1e293b;">São Paulo (SP)</td>
<td style="padding: 11px 16px; color: #334155;">+7,95%</td>
</tr>
<tr style="border-bottom: 1px solid #e2e8f0;">
<td style="padding: 11px 16px; font-weight: 600; color: #1e293b;">Florianópolis (SC)</td>
<td style="padding: 11px 16px; color: #334155;">+4,06%</td>
</tr>
<tr style="background-color: #f8fafc;">
<td style="padding: 11px 16px; font-weight: 600; color: #1e293b;">Porto Alegre (RS)</td>
<td style="padding: 11px 16px; color: #334155;">+1,96%</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
<h3>Rentabilidade do aluguel e valores médios por metro quadrado</h3>
<p>Como consequência direta do encarecimento dos aluguéis acima dos preços de venda, a rentabilidade média anual estimada (rental yield) das unidades comerciais atingiu 7,66% ao ano em setembro. Esse rendimento superou a taxa média apurada para a locação residencial no mesmo período, situada em 6,13% ao ano, embora continue abaixo do custo de oportunidade determinado pelas taxas de juros básicas da economia.</p>
<p>No quesito precificação nominal por metro quadrado, a cidade de São Paulo preserva a liderança nacional tanto em locação quanto em comercialização. A média paulistana atingiu R$ 62,87/m² para aluguel e R$ 10.662/m² para compra, seguida pelo Rio de Janeiro (aluguel de R$ 57,80/m²) e Salvador (aluguel de R$ 55,88/m²). A média geral consolidada das dez cidades pesquisadas ficou em R$ 54,64/m² para locação e R$ 8.846/m² para aquisição de imóveis corporativos.</p>
<h6>Fonte: Redação</h6>
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]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Construção civil no Ceará mantém ritmo estável no Sinapi</title>
		<link>https://revistaconstrua.com.br/imoveis/custo-metro-quadrado-construcao-ceara-sinapi-setembro/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[revistaconstrua]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 15 Oct 2026 17:26:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Imóveis]]></category>
		<category><![CDATA[Principal]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://revistaconstrua.com.br/?p=34324</guid>

					<description><![CDATA[<p>Estado registra o terceiro maior custo habitacional do Nordeste no Sinapi, mas desacelera reajuste mensal para 0,14% em setembro.</p>
<p>O post <a href="https://revistaconstrua.com.br/imoveis/custo-metro-quadrado-construcao-ceara-sinapi-setembro/">Construção civil no Ceará mantém ritmo estável no Sinapi</a> apareceu primeiro em <a href="https://revistaconstrua.com.br">Construa Negócios</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O custo médio da construção civil no Ceará encerrou setembro de 2026 cotado a R$ 1.885,79 por metro quadrado, segundo indicadores oficiais do Sistema Nacional de Pesquisa de Custos e Índices da Construção Civil (Sinapi), apurados em conjunto pelo IBGE e pela Caixa Econômica Federal. Com esse resultado, o estado consolida o terceiro valor mais alto de toda a Região Nordeste para obras residenciais e comerciais, situando-se ligeiramente acima da média regional de R$ 1.877,26.</p>
<p>Apesar do montante financeiro expressivo no canteiro de obras, o ritmo de remarcações no território cearense demonstrou sensível arrefecimento ao longo do último mês. A inflação setorial no estado registrou alta de apenas 0,14% em setembro, configurando a terceira menor taxa entre todos os estados nordestinos no período, situando-se acima exclusivamente dos índices computados pelo Piauí (estabilidade em 0,00%) e pela Paraíba (0,12%). Em contrapartida, outras praças regionais apresentaram variações mensais consideravelmente mais intensas, como Alagoas (1,84%), Sergipe (0,45%) e Pernambuco (0,39%), seguidas por Maranhão (0,28%), Bahia (0,25%) e Rio Grande do Norte (0,17%).</p>
<p>No acumulado dos nove primeiros meses de 2026, os desembolsos com obras no Ceará acumulam um avanço de 5,42%. No recorte anualizado dos últimos doze meses, o índice de preços habitacionais do estado alcançou variação de 6,43%. O comportamento trimestral revelou notável estabilidade de preços: após cotar a R$ 1.883,24 em julho e R$ 1.883,20 em agosto, a média estadual ajustou-se gradualmente até os R$ 1.885,79 apurados no fechamento de setembro.</p>
<p>Na decomposição analítica do Sinapi, a parcela correspondente aos materiais de construção permaneceu como o item de maior peso econômico para as construtoras locais. O componente material no Ceará variou de R$ 2.609,50 nos meses de julho e agosto para R$ 2.611,60 em setembro. Em âmbito nacional, a construção civil brasileira avançou 0,30% no mês e acumula alta de 5,72% no ano, demonstrando que o mercado imobiliário cearense mantém uma trajetória controlada perante os picos inflacionários observados em regiões como o Centro-Oeste, onde o salto mensal chegou a 1,34%.</p>
<h6>Fonte: Redação</h6>
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]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Aluguel em Fortaleza lidera altas no país e sobe 16,59%</title>
		<link>https://revistaconstrua.com.br/imoveis/aluguel-residencial-fortaleza-alta-fipezap-2026/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[revistaconstrua]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 14 Oct 2026 17:04:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Imóveis]]></category>
		<category><![CDATA[Principal]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://revistaconstrua.com.br/?p=34307</guid>

					<description><![CDATA[<p>Puxada por juros restritivos na compra e demanda aquecida, capital cearense registra avanço do metro quadrado 3,6 vezes superior à inflação oficial.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O aluguel residencial em Fortaleza alcançou a liderança nacional de valorização imobiliária no acumulado dos últimos 12 meses encerrados em setembro, com avanço de 16,59%, segundo dados do Índice FipeZAP de Locação Residencial. O desempenho da capital cearense superou amplamente a média brasileira de 9,13% apurada para o mesmo intervalo nas cidades monitoradas.</p>
<p>A valorização verificada em Fortaleza representa um salto correspondente a 3,6 vezes a inflação medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), que atingiu 4,58% no período, além de superar com folga expressiva o Índice Geral de Preços &#8211; Mercado (IGP-M), tradicional indexador contratual que acumulou alta de 3,34%. Na esteira de Fortaleza figuram Natal (16,51%), Aracaju (15,52%), Rio de Janeiro (14,80%) e Vitória (14,22%).</p>
<h3>O descompasso entre juros altos e escassez de oferta</h3>
<p>A disparada nos contratos de locação é impulsionada por fatores econômicos estruturais. Com taxas de juros elevadas que encarecem as parcelas do financiamento habitacional, muitas famílias adiam a aquisição definitiva do imóvel e optam por permanecer no mercado de aluguel por períodos mais longos.</p>
<p>Esse represamento da demanda pressiona os valores diante de um estoque de imóveis prontos que não se expande no mesmo ritmo. O descompasso entre procura e oferta explica por que a locação no país subiu 9,13% no último ano, enquanto o preço de venda dos imóveis avançou a um ritmo menor, de 5,51%.</p>
<h3>Valores por metro quadrado e capitais brasileiras</h3>
<p>Apesar de encabeçar a alta percentual acumulada, Fortaleza não figura entre os valores nominais mais caros do país:</p>
<ul>
<li><strong>Fortaleza (CE):</strong> preço médio de R$ 42,22 por metro quadrado anunciado;</li>
<li><strong>São Paulo (SP):</strong> média de R$ 65,78/m², a mais alta entre as capitais brasileiras;</li>
<li><strong>Barueri (SP):</strong> liderança geral do índice, com R$ 71,96 por metro quadrado.</li>
</ul>
<p>Em setembro, os dados mostram perda de fôlego no ritmo de reajuste: a capital cearense registrou variação mensal de apenas 0,15%, demonstrando que a liderança anual decorre da forte aceleração ocorrida ao longo dos meses anteriores e da aproximação do limite de capacidade de pagamento das famílias.</p>
<h3>Rental yield e a dinâmica dos apartamentos compactos</h3>
<p>A valorização contínua dos aluguéis estimulou a rentabilidade para investidores imobiliários. A taxa média de retorno bruto anual de locação (<em>rental yield</em>) no Brasil fixou-se em 6,13% em setembro. Em Fortaleza, o retorno estimado ficou em 4,92% ao ano — índice inferior à média do país em função da expressiva valorização patrimonial no valor de venda do metro quadrado cearense.</p>
<p>No recorte por tipologia residencial, as unidades compactas de um dormitório consolidaram-se como o investimento de maior liquidez e retorno, entregando rentabilidade média de 6,74% ao ano. Especialistas lembram que o investidor deve abater despesas operacionais, como taxas de intermediação, vacância e custos de condomínio, para apurar o rendimento líquido real da operação.</p>
<h6>Fonte: Redação</h6>
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]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Consórcio imobiliário atrai investidores e avança 39,9% no país</title>
		<link>https://revistaconstrua.com.br/imoveis/consorcio-imobiliario-investidores-avanco-2026/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[revistaconstrua]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 13 Oct 2026 17:05:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Imóveis]]></category>
		<category><![CDATA[Principal]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://revistaconstrua.com.br/?p=34294</guid>

					<description><![CDATA[<p>Modalidade cresce como estratégia para multiplicar imóveis e gerar renda de locação sem descapitalizar investimentos financeiros.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A busca por ferramentas eficientes de alocação de capital transformou o consórcio imobiliário para investidores em uma das principais estratégias de expansão de patrimônio no Brasil. Tradicionalmente visto como um mecanismo para famílias que planejam a aquisição da casa própria sem juros bancários, o instrumento foi incorporado por investidores e pessoas jurídicas que buscam ampliar sua carteira de ativos sem abrir mão da liquidez financeira.</p>
<p>O reflexo desse reposicionamento é visível nos indicadores setoriais da Associação Brasileira de Administradoras de Consórcios (ABAC). No acumulado de janeiro a agosto de 2026, foram comercializadas 1,14 milhão de cotas imobiliárias no país, um avanço expressivo de 39,9% em comparação com o mesmo período do ano passado. O setor encerrou o mês de agosto com uma base recorde de 3,34 milhões de participantes ativos.</p>
<h3>Preservação da liquidez e custo de oportunidade</h3>
<p>A principal atratividade do consórcio para o investidor qualificado reside na gestão do custo de oportunidade. Na aquisição de imóveis convencionais, a compra à vista exige a imobilização instantânea de centenas de milhares de reais, retirando recursos de aplicações financeiras que continuam rendendo com a taxa Selic em patamares elevados.</p>
<p>Ao optar por cotas de consórcio, o investidor consegue assegurar a compra de unidades futuras mantendo seus recursos em caixa ou gerando rendimentos no mercado financeiro. Essa folga orçamentária é particularmente vantajosa para empresários, que preservam o capital de giro para honrar obrigações correntes enquanto conduzem planos de aquisição de galpões, salas comerciais ou imóveis residenciais.</p>
<h3>O ciclo da locação para quitação das cartas de crédito</h3>
<p>A estratégia se consolida com a contemplação da cota, seja por meio de sorteio mensal ou pela oferta de lances planejados. Uma vez liberada a carta de crédito, o imóvel é adquirido e colocado imediatamente no mercado de locação.</p>
<p>Nessa dinâmica, a receita mensal obtida com o aluguel é direcionada para custear parcial ou integralmente as parcelas remanescentes da cota. O proprietário adquire um bem que se valoriza no tempo com baixo desembolso de caixa corrente, viabilizando o reinvestimento sucessivo em novas cotas para acelerar o crescimento patrimonial por meio de renda passiva.</p>
<h3>Custos invisíveis e o cálculo prudencial de vacância</h3>
<p>Embora o modelo de multiplicação apresente consistência teórica, analistas recomendam prudência na modelagem orçamentária. Para garantir a sustentabilidade do investimento, é indispensável provisionar margens para despesas operacionais e custos ocultos que afetam o mercado de locação:</p>
<ul>
<li><strong>Períodos de vacância:</strong> meses em que o imóvel permanece sem inquilino, exigindo pagamento da parcela do consórcio com recursos próprios;</li>
<li><strong>Custos condominiais e IPTU:</strong> encargos tributários e de conservação predial durante o período de desocupação;</li>
<li><strong>Manutenção e reformas:</strong> intervenções periódicas para manter a competitividade do imóvel no mercado;</li>
<li><strong>Taxas de administração:</strong> cobrança de gestão imobiliária e taxas de intermediação contratual.</li>
</ul>
<p>Com essas variáveis devidamente precificadas, o consórcio imobiliário consolida-se como uma das alternativas mais eficientes para estruturar patrimônio de forma planejada, alinhando renda de aluguel e valorização de ativos físicos.</p>
<h6>Fonte: Redação</h6>
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]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Messejana concentra 40,5% dos lançamentos verticais de Fortaleza</title>
		<link>https://revistaconstrua.com.br/imoveis/messejana-lancamentos-fortaleza-agosto/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[revistaconstrua]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 08 Oct 2026 16:33:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Imóveis]]></category>
		<category><![CDATA[Principal]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://revistaconstrua.com.br/?p=34260</guid>

					<description><![CDATA[<p>Bairro recebeu 620 apartamentos econômicos em agosto, enquanto VGV de Fortaleza e região metropolitana chega a R$ 5,8 bilhões no ano.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>“Messejana é quase um município dentro de Fortaleza.” É assim que Sérgio Macedo, diretor de Estatística do Sindicato da Indústria da Construção Civil do Ceará (Sinduscon-CE), explica por que o bairro liderou os lançamentos da capital em agosto. A região respondeu por 40,5% de todos os lançamentos verticais da cidade no mês.</p>
<h3>Messejana em números</h3>
<ul>
<li><strong>620 apartamentos</strong> econômicos lançados;</li>
<li><strong>130 vendas líquidas</strong> em 30 dias;</li>
<li><strong>Preço:</strong> de R$ 6 mil a R$ 7 mil por metro quadrado;</li>
<li><strong>Público:</strong> projetos voltados às faixas 2 e 3 do Minha Casa, Minha Vida.</li>
</ul>
<p>Para Macedo, o desempenho une demanda ativa por habitação popular e uma estrutura urbana consolidada, com centro próprio e infraestrutura completa. Os produtos que chegam, diz ele, atendem à classe média e trabalhadora, em sua maioria apartamentos compactos. &#8220;Onde houver terreno disponível na região, vai continuar tendo projetos do Minha Casa, Minha Vida&#8221;, avalia.</p>
<h3>Mercado acumulado no ano</h3>
<p>A força do bairro impulsionou os números gerais. De janeiro a agosto de 2026, Fortaleza e a Região Metropolitana (RMF) movimentaram R$ 5,811 bilhões em Valor Geral de Vendas (VGV). A capital respondeu por R$ 4,876 bilhões, alta de 17% sobre igual período de 2025, e a RMF por R$ 934,8 milhões.</p>
<p>Foram vendidas 11.610 unidades nos oito primeiros meses (+3%), 7.816 delas em Fortaleza. O segmento vertical econômico fez 3.595 dessas vendas na capital (+4%) e 2.469 na RMF (+18%). O estoque final de imóveis econômicos na capital subiu 34%.</p>
<p>O presidente do Sinduscon-CE, Patriolino Dias, vê nos números a continuidade da demanda por moradia: um mercado com oferta cada vez mais diversificada para diferentes faixas de renda, na capital e na região metropolitana.</p>
<h3>Lançamentos e preços</h3>
<p>Foram lançadas 12.751 unidades entre janeiro e agosto, alta de 40% frente às 9.103 do mesmo período de 2025. Fortaleza respondeu por 7.931 (+24%) e os quatro municípios pesquisados da RMF (Caucaia, Eusébio, Maracanaú e Aquiraz), por 4.820 (+79%).</p>
<p>O preço médio do metro quadrado residencial vertical em Fortaleza fechou agosto em R$ 12.350, estável, com alta de 2% sobre julho. A oferta final ao comprador chegou a 15.548 unidades na soma de capital e RMF, 30% a mais que um ano antes.</p>
<h6>Fonte: Redação</h6>
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]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Crédito imobiliário vai a R$ 16,97 bi, mas saques preocupam</title>
		<link>https://revistaconstrua.com.br/imoveis/credito-imobiliario-agosto-abecip/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[revistaconstrua]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 06 Oct 2026 16:35:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Imóveis]]></category>
		<category><![CDATA[Principal]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://revistaconstrua.com.br/?p=34219</guid>

					<description><![CDATA[<p>Abecip eleva projeção de 2026 para 18%, enquanto Abrainc e Insper alertam que uso de poupança e FGTS para pagar dívidas encarece o financiamento.</p>
<p>O post <a href="https://revistaconstrua.com.br/imoveis/credito-imobiliario-agosto-abecip/">Crédito imobiliário vai a R$ 16,97 bi, mas saques preocupam</a> apareceu primeiro em <a href="https://revistaconstrua.com.br">Construa Negócios</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>De um lado, recorde de volume; de outro, um alerta sobre a origem do dinheiro. O crédito imobiliário com recursos da poupança somou R$ 16,97 bilhões em agosto, alta de 46,6% sobre o mesmo mês de 2025 e o terceiro maior valor para o período em 25 anos, segundo a Abecip. A conta inclui financiamentos para compra e construção.</p>
<h3>Projeção revisada para cima</h3>
<p>De janeiro a agosto, os financiamentos totalizaram R$ 132,5 bilhões, expansão de 37,5% na comparação com o mesmo intervalo do ano passado. Com esses números, a entidade elevou de 15% para 18% a estimativa de crescimento anual dos financiamentos concedidos via poupança.</p>
<h3>O alerta da Abrainc</h3>
<p>A Abrainc, porém, chama atenção para o uso de poupança e FGTS na quitação de dívidas, o que altera o fluxo de capital que abastece as linhas voltadas à baixa renda. Entre 2020 e 2025, as operações de alienação ligadas ao FGTS movimentaram R$ 236 bilhões.</p>
<p>Até outubro de 2025, o fundo tinha 42 milhões de trabalhadores ativos, dos quais 21,5 milhões (51%) haviam optado pelo saque-aniversário. Cerca de 70% desse grupo antecipou o saldo com bancos e instituições autorizadas.</p>
<h3>Efeito sobre o financiamento</h3>
<p>Para a economista e professora do Insper Juliana Inhasz, ouvida no programa CNN Morning Call, o redirecionamento dos recursos do FGTS encarece as linhas de financiamento, reduz a oferta de crédito e desacelera o lançamento de novas unidades.</p>
<h6>Fonte: Redação</h6>
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]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Imóveis para quem mora só: um em cada cinco lares já é unipessoal</title>
		<link>https://revistaconstrua.com.br/imoveis/mercado-imobiliario-moradores-sozinhos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[revistaconstrua]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 05 Oct 2026 17:07:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Imóveis]]></category>
		<category><![CDATA[Principal]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Perfil de quem vive sozinho é diverso, e construtoras passam a olhar rotina, trabalho em casa e prioridades, não apenas o número de moradores.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Quase uma em cada cinco casas brasileiras tem um único morador. Segundo a Pnad Contínua, do IBGE, os domicílios unipessoais chegaram a 19,7% do total em 2025, a maior fatia da série histórica. O contingente saltou de 7,5 milhões de pessoas em 2012 para 15,6 milhões, alta de 109,8%.</p>
<p>O movimento já entra no radar do mercado imobiliário, que acompanha essas mudanças para entender como elas influenciam a escolha de quem compra.</p>
<h3>Quem mora sozinho não tem um perfil único</h3>
<p>Para Rafael Batista, diretor de incorporação da Perplan, viver só não define um comprador específico. Idade, momento de vida, rotina e prioridades pesam no tipo de imóvel buscado e no uso dos espaços. Entender essa diversidade, diz ele, ajuda a incorporadora a acompanhar as novas expectativas do consumidor.</p>
<h3>Rotina pesa mais que a contagem de moradores</h3>
<p>Trabalhar em casa, ter animais de estimação, receber familiares e amigos ou passar muito tempo fora são hábitos que mudam o que cada pessoa valoriza num imóvel.</p>
<p>Artur Cury Féres mora sozinho há sete anos e conta que a busca por privacidade motivou a decisão. Com o tempo, suas prioridades mudaram: na época de estudante, a proximidade da universidade era essencial; depois, ganharam peso a localização em um bom bairro e a segurança. &#8220;A casa também passou a ser, de fato, o meu espaço&#8221;, relata, citando escolhas que fogem do convencional.</p>
<h3>O que entra na conta do comprador</h3>
<p>O número de ocupantes deixa de ser, sozinho, referência para definir o produto. Planta, áreas comuns, localização, segurança e serviços passam a ser avaliados em conjunto com hábitos e planos de uso.</p>
<p>Gustavo Pereira, gestor executivo comercial da Perplan Incorporação, lembra que o mercado costumou associar composição familiar e produto de forma direta. Hoje, afirma, é preciso considerar outras variáveis: quem mora sozinho pode querer mais espaço, receber com frequência, trabalhar em casa ou ver o imóvel como decisão de longo prazo. O número de moradores, conclui, é importante, mas não conta sozinho a história do comprador.</p>
<h6>Fonte: Redação</h6>
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		<item>
		<title>Abecip revisa meta após novo disparo no crédito imobiliário</title>
		<link>https://revistaconstrua.com.br/imoveis/credito-imobiliario-cresce-agosto-2026-abecip/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[revistaconstrua]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 02 Oct 2026 17:37:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Imóveis]]></category>
		<category><![CDATA[Principal]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://revistaconstrua.com.br/?p=34187</guid>

					<description><![CDATA[<p>Alta de 46,6% em agosto levou associação a elevar projeção anual de R$ 180 bi para R$ 185 bi em financiamentos habitacionais.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A aceleração do mercado imobiliário surpreendeu até mesmo os especialistas do setor. O ritmo de crescimento do crédito habitacional em 2026 ficou tão acima das projeções iniciais que a Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança (Abecip) foi obrigada a revisar sua estimativa: a previsão de crescimento, que era de 15% no início do ano, passou para 18%, com as concessões totais esperadas subindo de R$ 180 bilhões para <strong>R$ 185 bilhões</strong>.</p>
<p>O gatilho para a revisão foi o desempenho de agosto. Os financiamentos concedidos com recursos da caderneta de poupança totalizaram <strong>R$ 16,97 bilhões</strong> no mês — alta de 46,6% em relação ao mesmo período de 2025 e o terceiro maior volume já registrado para um mês de agosto nos últimos 25 anos, segundo dados divulgados pela Abecip.</p>
<h3>Acumulado do ano e perspectiva de longo prazo</h3>
<p>O contexto dos últimos meses reforça a consistência do movimento. Entre janeiro e agosto, o volume total de crédito imobiliário via poupança atingiu <strong>R$ 132,5 bilhões</strong>, expansão de 37,5% sobre os oito primeiros meses de 2025. Quando ampliado o horizonte de análise para 12 meses encerrados em agosto, os financiamentos chegam a R$ 192,4 bilhões, com crescimento de 20,2%.</p>
<p>Os números consideram exclusivamente operações bancárias destinadas à aquisição e construção de imóveis residenciais com recursos da poupança — o chamado SBPE (Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo). O desempenho indica que a combinação entre demanda reprimida por moradia, crescimento da massa salarial e condições de crédito mais acessíveis vem sustentando um ciclo de expansão que resiste mesmo em um ambiente de juros ainda elevados. Para o mercado de construção civil, o resultado alimenta um otimismo cauteloso: enquanto o crédito fluir, as obras devem seguir.</p>
<h6>Fonte: Redação</h6>
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]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Fortaleza vende 7,8 mil imóveis e bate R$ 4,8 bi no acumulado</title>
		<link>https://revistaconstrua.com.br/imoveis/fortaleza-mercado-imobiliario-5-bilhoes-2026/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[revistaconstrua]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 01 Oct 2026 18:46:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Imóveis]]></category>
		<category><![CDATA[Principal]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://revistaconstrua.com.br/?p=34174</guid>

					<description><![CDATA[<p>Mercado imobiliário da capital cearense cresce 17% no volume financeiro até agosto, impulsionado por demanda aquecida em diferentes perfis de renda.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O mercado imobiliário de Fortaleza não dá sinais de acomodação. Dados divulgados pelo Sindicato da Indústria da Construção Civil do Ceará (Sinduscon-CE) revelam que a capital cearense acumula, entre janeiro e agosto de 2026, um Valor Geral de Vendas (VGV) de <strong>R$ 4,876 bilhões</strong> — alta de 17% sobre o mesmo período de 2025. Somado ao desempenho da Região Metropolitana de Fortaleza (RMF), que registrou R$ 934,8 milhões no mesmo intervalo, o mercado regional totalizou <strong>R$ 5,811 bilhões em transações imobiliárias</strong>.</p>
<p>Em volume de unidades, Fortaleza comercializou <strong>7.816 imóveis</strong> nos oito primeiros meses do ano, enquanto os municípios da RMF somaram 3.794. Juntos, os dois mercados chegaram a 11.610 unidades, uma evolução de 3% sobre as 11.276 vendidas no mesmo período de 2025. Em agosto especificamente, foram 1.522 imóveis negociados na capital e na região, número 2% superior ao registrado em agosto do ano passado.</p>
<h3>Perfil de demanda atinge diferentes faixas de renda</h3>
<p>O presidente do Sinduscon-CE, Patriolino Dias, celebrou a continuidade do aquecimento e destacou que a demanda está distribuída por diferentes perfis de compradores. Desde imóveis populares do programa Minha Casa Minha Vida até empreendimentos de alto padrão no litoral e nos bairros valorizados da capital, o setor tem conseguido absorver uma clientela diversificada. Esse comportamento confere estabilidade ao mercado, reduzindo a dependência de um único segmento de renda.</p>
<p>Em termos nacionais, os dados também apontam crescimento consistente para o setor. O levantamento do Sinduscon-CE dialoga com tendências observadas em outros estados, onde a retomada do crédito imobiliário, a estabilização das taxas do FGTS e o crescimento da renda real contribuíram para ampliar o acesso à casa própria. Em Fortaleza, a combinação entre localização estratégica, valorização dos novos empreendimentos à beira-mar e expansão de bairros como Eusébio e Caucaia na RMF seguem atraindo investidores de dentro e de fora do Ceará.</p>
<p>O mercado imobiliário cearense, que historicamente era visto como dependente de programas governamentais, consolida sua posição como um dos mais dinâmicos do Norte-Nordeste, com projeções que indicam a manutenção do ritmo de vendas até o fim de 2026.</p>
<h6>Fonte: Redação</h6>
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]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Retrofit transforma prédios antigos em ativos imobiliários</title>
		<link>https://revistaconstrua.com.br/imoveis/retrofit-transforma-predios-antigos-em-ativos-imobiliarios/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[revistaconstrua]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 30 Sep 2026 17:38:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Imóveis]]></category>
		<category><![CDATA[Principal]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://revistaconstrua.com.br/?p=34142</guid>

					<description><![CDATA[<p>Requalificação imobiliária dá sobrevida a edifícios subutilizados e vira grande alternativa sustentável nos grandes centros urbanos.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O mercado imobiliário brasileiro está passando por uma profunda mudança de paradigma, impulsionada por novas dinâmicas sociais e por um imperativo de sustentabilidade. Esqueletos de concreto de edifícios antigos, galpões subutilizados e prédios comerciais esvaziados nos grandes centros urbanos deixaram de ser vistos como passivos arquitetônicos e se transformaram em ativos de alto valor. O segredo por trás dessa redescoberta atende pelo nome de <strong>retrofit</strong>.</p>
<p>Ao contrário de uma simples reforma estética, o retrofit é um processo profundo de requalificação. Ele combina a preservação da estrutura e da memória histórica do imóvel com a modernização total de suas instalações — desde a fiação elétrica e hidráulica até a integração de tecnologias de automação. Mas por que o mercado resolveu olhar para o que já estava construído em vez de continuar buscando terrenos vazios para erguer novos gigantes do zero?</p>
<h3>Por que o Retrofit se tornou a Nova Frente de Negócios?</h3>
<p>A resposta envolve uma combinação de fatores urbanos, econômicos e comportamentais. Destacamos os cinco principais motores dessa tendência imobiliária:</p>
<p><strong>1. A Vacância Comercial Pós-Pandemia:</strong> A consolidação do trabalho remoto e do modelo híbrido deixou milhares de metros quadrados ociosos em prédios comerciais clássicos. A solução mais rentável encontrada por investidores foi a conversão desses espaços em complexos residenciais modernos ou em ambientes de <em>coliving</em>, adaptando a função do prédio à nova realidade do trabalho.</p>
<p><strong>2. Localização Privilegiada:</strong> Os edifícios mais antigos costumam ocupar as regiões mais centrais e bem servidas de infraestrutura, transporte e comércio. Como os terrenos nessas áreas estão escassos e com preços proibitivos, requalificar um prédio já existente é a única forma de oferecer moradia de alto padrão em endereços cobiçados.</p>
<p><strong>3. Redução Drástica de Entulho e Desperdício:</strong> A construção civil tradicional é uma das indústrias que mais gera resíduos sólidos no mundo. A prática do retrofit evita a etapa da demolição e da construção das fundações brutas. Isso não apenas encurta o cronograma da obra, mas evita que toneladas de materiais sejam descartadas em aterros, alinhando os projetos às métricas de ESG (Governança Ambiental, Social e Corporativa).</p>
<p><strong>4. Eficiência Energética e Selos Verdes:</strong> Edifícios da década de 70 ou 80 costumam ser grandes vilões no consumo de energia e água. O retrofit permite a instalação de fachadas inteligentes, painéis solares e sistemas de reuso hídrico, transformando estruturas arcaicas em modelos de sustentabilidade capazes de conquistar certificações ecológicas prestigiadas (como o selo LEED), o que aumenta substancialmente o valor geral do ativo.</p>
<p><strong>5. Charme e Memória Arquitetônica:</strong> Há um público crescente, especialmente entre as gerações mais jovens, que valoriza a estética histórica mesclada ao design contemporâneo. Manter arcos clássicos, pisos originais ou fachadas <em>art déco</em> enquanto se oferece internet de fibra ótica e fechaduras biométricas cria um produto único no mercado, impossível de ser replicado em um lançamento do zero.</p>
<p>Em suma, o retrofit prova que a inovação na construção civil não significa necessariamente construir o novo, mas sim saber reescrever a história das cidades de forma inteligente, sustentável e altamente lucrativa.</p>
<h6>Fonte: Redação</h6>
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]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Falta de lançamentos empurra classe média para imóveis antigos</title>
		<link>https://revistaconstrua.com.br/imoveis/classe-media-imoveis-usados-juros-lancamentos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[revistaconstrua]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 29 Sep 2026 16:38:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Imóveis]]></category>
		<category><![CDATA[Principal]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://revistaconstrua.com.br/?p=34116</guid>

					<description><![CDATA[<p>Com intenção de compra no maior patamar histórico, compradores da faixa de renda intermediária encontram escassez de imóveis adequados ao bolso.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O desejo de comprar imóvel nunca esteve tão alto no Brasil — e nunca foi tão difícil de ser realizado por quem ganha entre R$ 5 mil e R$ 20 mil por mês. Levantamento da consultoria Brain apontou que a intenção de aquisição de propriedades atingiu 52% dos entrevistados, o maior patamar da série histórica, iniciada em 2019. O paradoxo é que, justamente nesse momento de apetite máximo, o crédito está caro, os terrenos valorizados e os novos lançamentos voltados para essa faixa de renda praticamente sumiram do mercado.</p>
<p>O resultado direto desse desequilíbrio entre demanda e oferta aparece nas estatísticas de financiamento. Dos cerca de 160 mil créditos imobiliários liberados pelo Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE) no primeiro semestre deste ano, nada menos que 70% foram destinados à compra de imóveis de segunda mão, segundo a Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança (Abecip).</p>
<h3>Incorporadoras fogem da classe média</h3>
<p>O nó central do problema está na matemática dos projetos imobiliários. Com a taxa Selic acima dos 13% desde o início de 2025, o custo do capital encareceu significativamente para as incorporadoras, que viram também o preço dos terrenos e dos insumos subirem. Nesse cenário, encaixar a viabilidade financeira de um empreendimento voltado à faixa de R$ 500 mil a R$ 1 milhão tornou-se muito mais complexo. A saída do setor foi concentrar o portfólio no topo da pirâmide, onde as margens compensam os riscos.</p>
<p>A consequência prática é sentida nas ruas. Em São Paulo, maior mercado imobiliário do país, as vendas de imóveis usados cresceram 31% no acumulado do ano até maio, segundo o Conselho Regional de Corretores de Imóveis (Creci-SP). No mês de março, o pico foi ainda mais acentuado: alta de 50% nas transações em relação ao mês anterior, com maior concentração de negócios na faixa de R$ 500 mil a R$ 800 mil.</p>
<h3>Um novo perfil de comprador</h3>
<p>Além da questão financeira, há um fator comportamental nessa migração. Os imóveis novos disponíveis no mercado, mesmo quando estão em uma faixa de preço acessível, frequentemente são compostos por unidades muito pequenas — estúdios e kitnets — que não atendem às necessidades de uma família de classe média em busca de mais espaço.</p>
<p>Os usados, por sua vez, oferecem metragem maior a preços semelhantes, além de características valorizadas por compradores mais exigentes, como pisos de madeira, pé-direito alto e localização estabelecida. Para reverter esse desequilíbrio no médio prazo, o governo federal lançou em abril a faixa 4 do programa Minha Casa, Minha Vida, que permite financiamentos de até R$ 500 mil para famílias com renda de até R$ 13 mil. Contudo, o impacto nos lançamentos deve demorar anos para ser sentido, dado o longo ciclo de desenvolvimento dos projetos imobiliários.</p>
<h6>Fonte: Redação</h6>
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]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Congresso internacional revela o futuro da automação no setor de imóveis</title>
		<link>https://revistaconstrua.com.br/imoveis/congresso-internacional-revela-o-futuro-da-automacao-no-setor-de-imoveis/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[revistaconstrua]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 24 Sep 2026 17:10:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Imóveis]]></category>
		<category><![CDATA[Principal]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://revistaconstrua.com.br/?p=34068</guid>

					<description><![CDATA[<p>Integrar tecnologias autônomas na rotina das empresas é essencial para evitar fracassos e ampliar a competitividade.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O mercado imobiliário americano já ultrapassou a fase de testes e abraçou de vez a automação como ferramenta diária. Essa foi a principal conclusão do Blueprint Vegas 2026, conferência global de tecnologia voltada ao setor, que reuniu líderes globais e representantes de diversas imobiliárias. A mensagem central do encontro foi clara: utilizar sistemas inteligentes não é mais um luxo, mas uma necessidade de sobrevivência corporativa.</p>
<p>Profissionais de venda e incorporadoras que atuam nos Estados Unidos já colhem frutos tangíveis dessa transição. A elaboração autônoma de campanhas visuais, com fotos e vídeos gerados digitalmente, reduziu drasticamente os custos e acelerou a apresentação de ofertas aos clientes.</p>
<h3>O erro na implementação</h3>
<p>No entanto, a simples contratação de softwares de conversação não garante o sucesso. Especialistas presentes no evento alertaram que o principal equívoco dos gestores é tratar essa mudança apenas como a compra de um programa de computador.</p>
<p>A adoção eficiente exige que o sistema seja recebido na empresa quase como um novo colaborador. É fundamental criar rotinas específicas, organizar o banco de dados interno e estabelecer diretrizes operacionais. Sem uma base de dados padronizada, as respostas automáticas podem falhar, gerando erros prejudiciais à imagem da companhia.</p>
<h3>A evolução para agentes autônomos</h3>
<p>Outro ponto crucial debatido pelos executivos foi a necessidade de entender qual dor o negócio precisa curar antes de buscar uma solução tecnológica. Além disso, os palestrantes frisaram a diferença entre as plataformas tradicionais de diálogo e os chamados agentes autônomos. Enquanto a primeira geração responde perguntas básicas, os sistemas avançados atuam ativamente na prospecção e no relacionamento contínuo, analisando o contexto de cada comprador.</p>
<p>Com uma previsão de consolidação dessas práticas em um período de até cinco anos, os especialistas aconselham a automação imediata de tarefas repetitivas. Dessa forma, as equipes humanas ficam livres para focar no que realmente importa: a negociação e o trato pessoal com os clientes.</p>
<h6>Fonte: Redação</h6>
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]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Ciclo de corte de juros atua como gatilho para destravar vendas de imóveis</title>
		<link>https://revistaconstrua.com.br/imoveis/ciclo-queda-selic-estimulo-mercado-imobiliario/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[revistaconstrua]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 23 Sep 2026 17:25:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Imóveis]]></category>
		<category><![CDATA[Principal]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://revistaconstrua.com.br/?p=34049</guid>

					<description><![CDATA[<p>Redução progressiva da Selic devolve poder de compra às famílias e injeta previsibilidade para que construtoras acelerem lançamentos no país.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O início da trajetória de queda da taxa básica de juros do país reacendeu o alerta de oportunidades no setor de construção e incorporação. Após um longo período de crédito caro e restritivo, a Selic encostou na casa dos 13,75% ao ano. Para os bastidores do mercado, a notícia não vale apenas pelo desconto centesimal no custo do dinheiro, mas pelo recado de que o pior cenário já ficou para trás.</p>
<p>A principal força motriz desse movimento é a consolidação de uma tendência de baixa. Não se trata de comemorar um corte isolado, mas sim a criação de um ambiente duradouro que encoraje o consumidor a assumir dívidas de longo prazo.</p>
<h3>O resgate do poder de financiamento</h3>
<p>O impacto mais imediato de juros menos agressivos é sentido no bolso do comprador. Prestações habitacionais mais suaves significam que as famílias ganham margem para pleitear valores maiores nos bancos sem asfixiar o orçamento doméstico. Essa flexibilidade é vital para garantir o pagamento em dia e afastar o fantasma da inadimplência.</p>
<p>Como reflexo dessa matemática mais gentil, uma demanda que se encontrava paralisada pelo medo da inflação e pelo crédito escasso tende a sair da toca. Pessoas que engavetaram o sonho da casa própria ou a troca de endereço nos últimos anos podem encontrar agora a janela de viabilidade que tanto esperavam.</p>
<h3>Efeito cascata nos canteiros de obra</h3>
<p>A reativação do apetite do consumidor funciona como um sinal verde para a cadeia produtiva. Construtoras, ao observarem a velocidade das vendas nos estandes, ganham o fôlego necessário para desengavetar projetos que estavam pausados.</p>
<p>Essa engrenagem vai muito além dos muros das incorporadoras. Cada novo canteiro de obras inaugurado traciona dezenas de outros setores, consumindo aço, cimento, serviços de engenharia e impulsionando a geração de empregos. Contudo, para que essa retomada não seja apenas um voo de galinha, os juros precisam continuar caindo de forma cadenciada, garantindo a atração de capitais e alimentando a base do setor.</p>
<h6>Fonte: Redação</h6>
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]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Com crédito mais caro, aluguel comercial supera valorização da venda</title>
		<link>https://revistaconstrua.com.br/imoveis/aluguel-comercial-supera-valorizacao-imoveis/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[revistaconstrua]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 22 Sep 2026 17:39:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Imóveis]]></category>
		<category><![CDATA[Principal]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://revistaconstrua.com.br/?p=34030</guid>

					<description><![CDATA[<p>Com juros altos e crédito restrito, empresas optam pela locação de salas comerciais, que valorizou 11,21% em agosto de 2026, ante 2,20% nos preços de venda, segundo FipeZAP.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Quem aluga supera, e com folga, quem vende. Essa é a síntese do mercado de imóveis comerciais brasileiro no período de 12 meses encerrado em agosto de 2026, segundo o Índice FipeZAP Comercial. Os preços de locação de salas e conjuntos comerciais de até 200 metros quadrados subiram 11,21% no período — enquanto os valores de venda avançaram apenas 2,20%. A diferença é de quase cinco vezes.</p>
<p>O dado não surpreende especialistas que acompanham a dinâmica do crédito imobiliário no Brasil. Em um ambiente de juros elevados e financiamento mais caro, a compra de imóvel comercial exige comprometimento de capital expressivo e planejamento de longo prazo. A locação, por outro lado, libera recursos para o giro do negócio e oferece flexibilidade operacional — um fator decisivo para empresas em processo de estruturação ou expansão.</p>
<h3>Rendimento de locação acima da média</h3>
<p>&#8220;A aquisição de um imóvel exige alto volume de investimento e planejamento de longo prazo. Em contrapartida, a locação exige menos recursos imediatos e oferece maior flexibilidade operacional, fator estratégico para empresas em estruturação ou expansão&#8221;, explica Mariangela Silva, economista do Grupo OLX.</p>
<p>O rental yield médio do segmento comercial — indicador que mede o retorno anual do imóvel em relação ao seu valor de venda — chegou a 7,63% ao ano, segundo o levantamento. Para um investidor pessoa física, esse percentual representa uma alternativa com rentabilidade competitiva frente a outros ativos de renda fixa.</p>
<h3>Dez cidades, uma tendência nacional</h3>
<p>O FipeZAP Comercial acompanha os preços de salas e conjuntos comerciais em dez cidades brasileiras, o que dá ao índice uma abrangência suficiente para capturar tendências nacionais — não apenas movimentos pontuais de mercados locais aquecidos.</p>
<p>A combinação de alta demanda por locação, estoques controlados e custo de crédito elevado deve manter a pressão altista sobre os preços de aluguel comercial nos próximos meses. Para empresas que ainda avaliam entre comprar ou alugar o espaço do negócio, o cenário atual favorece a segunda opção — pelo menos enquanto os juros permanecerem em patamar restritivo.</p>
<h6>Fonte: Redação</h6>
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		<item>
		<title>Queda da Selic para 13,75% desafia novo modelo de crédito</title>
		<link>https://revistaconstrua.com.br/imoveis/queda-selic-desafia-novo-modelo-credito-imobiliario/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[revistaconstrua]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 17 Sep 2026 18:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Imóveis]]></category>
		<category><![CDATA[Principal]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://revistaconstrua.com.br/?p=33952</guid>

					<description><![CDATA[<p>Embora o Banco Central tenha reduzido a taxa básica, o custo dos financiamentos imobiliários continua sendo um obstáculo para o setor construtivo.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O recente alívio na política monetária nacional trouxe à tona um grande paradoxo para o mercado de imóveis. Mesmo com o Banco Central anunciando a redução da taxa Selic em 0,25 ponto percentual — fixando-a em 13,75% ao ano —, o custo dos financiamentos continua sendo uma verdadeira barreira para a expansão de novos negócios, especialmente para os imóveis de médio e alto padrão.</p>
<p>A maior preocupação recai sobre a nova política de crédito habitacional, que impõe um teto de 12% ao ano para financiamentos de propriedades avaliadas entre R$ 600 mil e R$ 2,25 milhões. Com a taxa básica orbitando a casa dos 13,75%, as instituições financeiras enfrentam margens espremidas e dificuldades matemáticas para adequar seus produtos a essa nova exigência governamental, que passará a ser mandatória a partir de 2027.</p>
<p>O movimento de corte, que já é o quinto consecutivo promovido pelo Comitê de Política Monetária (Copom), tirou a Selic do platô de 15% onde permaneceu engessada por meses. Contudo, para os gigantes da construção civil, o ritmo está aquém do necessário.</p>
<p>Entidades como a Câmara Brasileira da Indústria da Construção (Cbic) e a Associação Brasileira de Incorporadoras (Abrainc) alertam que a manutenção dos juros em dois dígitos asfixia o planejamento a longo prazo e retarda lançamentos. O setor argumenta que a construção perdeu dinamismo no último trimestre e que o prolongamento do cenário restritivo afasta compradores e compromete a saúde financeira das famílias.</p>
<p>No mercado financeiro, o clima é de divisão. Enquanto alguns preveem que o ciclo de cortes parou por aqui devido à pressão inflacionária persistente e ao cenário fiscal desafiador, outros projetam que a taxa possa atingir 13,25% até o fim de 2026. Por ora, os bancos estudam solicitar o adiamento das novas regras do crédito imobiliário para 2028, em busca de fôlego para equacionar suas carteiras.</p>
<h6>Fonte: Redação</h6>
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		<item>
		<title>Como a habitação popular virou a âncora do mercado imobiliário paulista</title>
		<link>https://revistaconstrua.com.br/imoveis/mcmv-sustenta-vendas-imoveis-sao-paulo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[revistaconstrua]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 16 Sep 2026 18:03:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Imóveis]]></category>
		<category><![CDATA[Principal]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://revistaconstrua.com.br/?p=33912</guid>

					<description><![CDATA[<p>Com o crédito restrito afetando o alto padrão, o programa Minha Casa, Minha Vida se consolida como o grande motor de vendas e lançamentos na capital.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O mercado imobiliário de São Paulo vive um momento de contrastes evidentes. Enquanto os estandes de vendas de empreendimentos de médio e alto padrão enfrentam um esfriamento notório, as moradias voltadas às faixas de renda mais baixas operam a todo vapor. Os números de julho de 2026 refletem essa dualidade: as vendas de imóveis novos na capital dispararam 67,4% na comparação com o ano anterior, somando mais de 10 mil unidades comercializadas.</p>
<p>O segredo por trás dessa expansão tem nome e sobrenome: Minha Casa, Minha Vida (MCMV). O programa habitacional, mais resiliente frente ao aperto nas condições de crédito, assumiu o protagonismo absoluto e hoje dita o ritmo da construção civil paulistana.</p>
<h3>A força do segmento popular</h3>
<p>A dependência do setor em relação ao financiamento subsidiado é expressiva. Atualmente, o MCMV responde por 69% de todas as vendas e 68% dos lançamentos registrados em São Paulo. Essa concentração revela uma mudança estratégica das incorporadoras, que passaram a canalizar seus investimentos para o nicho popular em busca de previsibilidade e volume de negócios.</p>
<p>Em contrapartida, os dados do Secovi-SP mostram que o segmento de maior valor agregado (médio e alto padrão) recuou cerca de 18% no volume de vendas acumulado dos últimos 12 meses. O alto custo de financiamento tradicional tem afugentado compradores e forçado uma freada nos novos projetos direcionados a esse público.</p>
<h3>O desafio do estoque em alta</h3>
<p>Apesar da euforia nas vendas impulsionadas pelo MCMV, o mercado acende um alerta amarelo para a oferta disponível. Nos meses anteriores, o ritmo agressivo de lançamentos — que somou 8,3 mil novas unidades só em julho (alta de quase 46%) — superou a velocidade de absorção. Como resultado, o estoque de imóveis novos cresceu cerca de 42% no último ano, alcançando a marca de 90,6 mil unidades na planta, em obras ou recém-entregues.</p>
<p>Para os próximos meses, o desafio das construtoras será equilibrar a produção de novos empreendimentos com o escoamento contínuo desse inventário, apostando fichas, invariavelmente, no aquecimento constante do déficit habitacional que o Minha Casa, Minha Vida se propõe a suprir.</p>
<h6>Fonte: Redação</h6>
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		<item>
		<title>Distratos e crédito escasso travam expansão de novos loteamentos</title>
		<link>https://revistaconstrua.com.br/imoveis/mercado-loteamentos-freia-expansao-pressao-juros/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[revistaconstrua]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 15 Sep 2026 10:00:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Imóveis]]></category>
		<category><![CDATA[Principal]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://revistaconstrua.com.br/?p=33876</guid>

					<description><![CDATA[<p>Enquanto os cancelamentos de contratos disparam por conta do endividamento, o mercado imobiliário tenta atrair bancos privados para salvar projetos populares.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O segmento responsável por moldar o solo urbano nacional está enfrentando um freio de arrumação profundo e inesperado. Historicamente o grande vetor do sonho da casa própria para a maioria da população, o mercado de desenvolvimento de loteamentos registrou números alarmantes na primeira metade deste ano. Um amplo estudo encomendado pela Aelo, e conduzido com exclusividade pela consultoria Brain Inteligência Estratégica, constatou um recuo doloroso e generalizado: o volume de novos lançamentos de lotes desabou impressionantes 14% em comparação ao mesmo intervalo do ano anterior, derrubando também as vendas finais em 11%.</p>
<p>A análise nua e crua desse recuo expõe as fragilidades intrínsecas de um modelo de negócios que opera sem uma rede de proteção financeira forte.</p>
<p>Diferente do mercado vertical, em que o repasse habitacional flui com mais naturalidade, as loteadoras exercem o arriscado duplo papel de construtoras da infraestrutura urbana e fiadoras diretas do cliente final. Sem conseguir acessar de forma ágil as cobiçadas linhas subsidiadas de financiamento compostas por recursos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS), as empresas viram sua margem ser esmagada pela escassez de mão de obra e pelas oscilações severas da taxa de juros básica da economia.</p>
<h3>O crescimento silencioso e letal dos distratos</h3>
<p>O problema não termina no balcão de vendas; ele assombra os caixas das empresas com a devolução de terrenos que já haviam sido comercializados. A taxa histórica e aceitável de cancelamentos de contratos — os temidos distratos —, que o mercado conseguia sustentar tranquilamente em torno de 10%, rompeu sua margem de segurança. Os levantamentos da Aelo mostram que essa métrica de desistência subiu velozmente para uma perigosa faixa que varia de 12% a 15% nos últimos meses.</p>
<p>O rastilho de pólvora que justifica essa escalada nas desistências é conhecido por qualquer economista: o severo sufocamento do orçamento mensal das famílias brasileiras. Afogadas em dívidas de curto prazo oriundas de despesas básicas e corroídas pela persistente inflação, milhares de pessoas simplesmente deixaram de conseguir honrar as parcelas firmadas diretamente com as desenvolvedoras. Esse ambiente inflamável é piorado pela atual insegurança na interpretação dos tribunais estaduais sobre a aplicação dura da Lei de Distratos.</p>
<p>A consequência matemática direta já foi contabilizada. O estoque nacional de lotes despencou expressivos 12%, reduzindo o volume geral para 154,8 mil unidades paradas. Isso indica claramente que, no curto prazo, a decisão cautelosa dos empresários é tentar a todo custo escoar o que já está na prateleira em vez de apostar capital milionário em novos e incertos lançamentos habitacionais populares.</p>
<h3>Uma possível tábua de salvação e o oásis de luxo</h3>
<p>Para tentar injetar oxigênio e estancar a retração prolongada no segmento médio e de base, as lideranças das associações empresariais estão travando um diálogo de convencimento forte. A meta ambiciosa da Aelo é seduzir a gigantesca rede de grandes bancos privados para que passem a oferecer crédito direto para a modalidade simultânea de aquisição de terreno mais construção da casa. Ao pulverizar o risco, o segmento tentará reduzir os solavancos dos juros na ponta.</p>
<p>Por outro lado, enquanto os grandes empreendimentos de classe média e baixa travam uma batalha ferrenha por crédito mais palatável, o segmento voltado aos multimilionários vive um cenário paralelo e blindado. Isolados das turbulências de aprovação de financiamento bancário e de programas sociais, os loteamentos em condomínios fechados e de altíssima renda — especialmente focados em segunda residência nos eixos viários ricos do interior paulista — seguem com forte e consistente liquidez, demonstrando que, para um grupo muito restrito de compradores endinheirados, o atual inverno imobiliário passa despercebido.</p>
<h6>Fonte: Redação</h6>
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			</item>
		<item>
		<title>Escassez: imóvel de classe média atinge menor patamar histórico</title>
		<link>https://revistaconstrua.com.br/imoveis/imovel-de-classe-media-atinge-menor-patamar-historico/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[revistaconstrua]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 14 Sep 2026 17:16:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Imóveis]]></category>
		<category><![CDATA[Principal]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://revistaconstrua.com.br/?p=33833</guid>

					<description><![CDATA[<p>Lançamentos caem pelo quarto ano seguido e representam apenas 1 a cada 5 novas unidades no Brasil.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O sonho da casa própria padrão está cada vez mais distante para a classe média brasileira. O volume de lançamentos de apartamentos voltados para esse público (com preços entre R$ 500 mil e R$ 2 milhões) chegou ao nível mais baixo já registrado na história do mercado imobiliário nacional.</p>
<h3>Queda Consecutiva</h3>
<p>Segundo o levantamento da Brain Inteligência Imobiliária, os imóveis dessa categoria, que já representaram a maior fatia de vendas no país, agora somam apenas 18,9% dos lançamentos e 24,1% do total comercializado nas capitais. É o quarto ano consecutivo de retração.</p>
<h3>Fatores do &#8220;Sumiço&#8221;</h3>
<p>A explicação para o desaparecimento dessas unidades está atrelada à matemática financeira. Juros altos prolongados encarecem drasticamente o financiamento — no qual o comprador assume até 80% do valor total da propriedade.</p>
<p>Ademais, a disparada dos custos da construção civil e o alto índice de endividamento das famílias com renda de R$ 10 mil a R$ 30 mil criaram uma barreira intransponível, forçando as construtoras a focarem em empreendimentos de altíssimo padrão ou nos programas populares subsidiados.</p>
<h6>Fonte: Redação</h6>
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]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Microlocalização se torna fator decisivo para investidores de tijolo</title>
		<link>https://revistaconstrua.com.br/imoveis/microlocalizacao-fator-decisivo-investidores-tijolo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[revistaconstrua]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 10 Sep 2026 17:14:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Imóveis]]></category>
		<category><![CDATA[Principal]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://revistaconstrua.com.br/?p=33796</guid>

					<description><![CDATA[<p>Diante da alta taxa Selic, escolher a rua certa em metrópoles como São Paulo é mais importante do que apostar apenas na valorização geral de um bairro.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Com o encarecimento do crédito e um cenário macroeconômico marcado por incertezas, o fluxo de capital para o mercado de propriedades tornou-se profundamente seletivo. A velha premissa de comprar qualquer unidade na planta à espera de valorização automática ficou no passado. Agora, a balança do investimento imobiliário exige uma precisão cirúrgica para equilibrar geração de renda, custos operacionais e facilidade de venda.</p>
<p>Para aqueles que buscam diversificar patrimônio através de ativos reais, a chamada &#8220;microlocalização&#8221; passou a ditar as regras do jogo.</p>
<h3>A força das âncoras urbanas</h3>
<p>Metrópoles globais como São Paulo mantêm um fluxo populacional intenso devido à enorme rede de serviços e oportunidades, o que blinda parcialmente a região contra ciclos econômicos de baixa. No entanto, especialistas apontam que a simples alocação na capital paulista não garante rentabilidade. A inteligência do aporte financeiro reside em mapear os chamados polos de atração.</p>
<p>Imóveis posicionados em perímetros específicos — ao redor de grandes polos médicos, universidades de ponta, polos corporativos robustos e complexos de eventos — conseguem sustentar altas taxas de ocupação. O perfil de quem aluga se diversifica: são estudantes, familiares de pacientes, profissionais em trânsito e turistas, garantindo assim uma resiliência financeira ímpar ao imóvel.</p>
<h3>Equilíbrio entre a oferta e a demanda local</h3>
<p>O excesso de lançamentos em certas regiões tem acendido um alerta amarelo. Porém, especialistas argumentam que há espaço para expansão desde que o produto seja milimetricamente alinhado às carências do bairro. A análise fria da quantidade de novas torres não basta; é imperativo verificar quem consumirá esses espaços.</p>
<p>Regiões tradicionais, como os Jardins ou Perdizes, refletem bem essa dinâmica. Em vez de simplesmente analisar a média de preço do metro quadrado de uma zona extensa, o investidor inteligente avalia a concorrência na mesma rua, o custo do condomínio e as amenidades que diferenciam o ativo. Dessa forma, é possível contornar a volatilidade das taxas básicas de juros e assegurar uma liquidez superior no momento em que for necessário se desfazer do bem.</p>
<h6>Fonte: Redação</h6>
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]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Fortaleza lidera procura nacional por imóveis econômicos</title>
		<link>https://revistaconstrua.com.br/imoveis/fortaleza-lidera-imoveis-economicos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[revistaconstrua]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 09 Sep 2026 18:20:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Imóveis]]></category>
		<category><![CDATA[Principal]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://revistaconstrua.com.br/?p=33766</guid>

					<description><![CDATA[<p>Mercado imobiliário local aquece as vendas e impulsiona faturamento bilionário na construção civil ao longo do primeiro semestre.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O mercado de construção civil do Ceará encerrou o primeiro semestre de 2026 com um faturamento expressivo de R$ 4,784 bilhões em Valor Geral de Vendas (VGV). O montante representa um salto de 16% em relação ao mesmo período do ano anterior, consolidando o aquecimento do setor. De acordo com o levantamento do Sinduscon Ceará e da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC), esse desempenho bilionário teve Fortaleza como sua principal força motriz, respondendo por R$ 3,652 bilhões das transações.</p>
<p>O principal vetor desse crescimento vertiginoso na capital cearense é o chamado segmento econômico. Trata-se de uma faixa do mercado focada em unidades habitacionais acessíveis, avaliadas entre R$ 115 mil e R$ 575 mil, voltadas a famílias com rendimentos mensais entre R$ 2 mil e R$ 12 mil. A procura por esse tipo de moradia não apenas impulsionou as vendas locais (que saltaram 20% no semestre), como colocou Fortaleza em evidência no cenário nacional.</p>
<h3>Demanda supera as maiores praças do Sudeste</h3>
<p>A consolidação desse cenário é ratificada pela última edição do Índice de Demanda Imobiliária (IDI Brasil), que colocou a capital cearense no topo do ranking nacional de procura por imóveis econômicos pelo quarto trimestre consecutivo. O estudo, que avalia fatores como a dinâmica econômica e a capacidade de absorção de novos empreendimentos em 84 cidades, conferiu a Fortaleza a nota 0,868.</p>
<p>Com essa pontuação, a cidade nordestina desbancou os maiores e mais tradicionais mercados do Brasil. São Paulo, histórica líder em volume imobiliário, ficou na segunda posição com 0,839, seguida por Curitiba, com 0,827. O feito demonstra uma vigorosa vocação de Fortaleza para o adensamento habitacional de entrada, evidenciando que bairros com potencial de valorização na Região Metropolitana continuam sendo o principal alvo de novos proprietários e investidores.</p>
<h6>Fonte: Redação</h6>
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]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Mercado imobiliário pressiona pela manutenção do teto de juros em financiamentos</title>
		<link>https://revistaconstrua.com.br/imoveis/manutencao-teto-juros-financiamento-imobiliario/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[revistaconstrua]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 08 Sep 2026 19:22:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Imóveis]]></category>
		<category><![CDATA[Principal]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://revistaconstrua.com.br/?p=33747</guid>

					<description><![CDATA[<p>Diante da Selic elevada, setor da construção civil defende regras do SBPE para evitar o desaquecimento nas vendas de imóveis de médio e alto padrão.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>As condições de acesso ao crédito para a aquisição da casa própria voltaram ao centro das atenções econômicas, com o setor produtivo buscando garantias para proteger o ritmo de negócios. Lideranças da construção e incorporação imobiliária têm manifestado resistência às tentativas das instituições bancárias de flexibilizar o teto de juros em operações voltadas a propriedades de maior valor.</p>
<h3>O debate sobre a taxa limite</h3>
<p>O principal impasse ocorre sobre a regra do Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE), que impõe um limite de 12% ao ano para o financiamento imobiliário em transações de até R$ 2,25 milhões. Enquanto os bancos argumentam que a sustentabilidade desse teto está ameaçada pelo patamar atual da Selic, fixada em 14%, entidades representativas da construção alertam que qualquer encarecimento afastará compradores potenciais.</p>
<p>A Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC) e o Secovi-SP reforçam a importância de manter o desenho do sistema sem adiamentos ou alterações drásticas, argumentando que os bancos já possuem mecanismos compensatórios para manter o spread lucrativo.</p>
<h3>Desempenho e dependência do crédito</h3>
<p>O acesso facilitado ao funding da poupança é vital para o ecossistema imobiliário, reduzindo a necessidade de as construtoras recorrerem a linhas mais custosas no mercado de capitais. No balanço do primeiro semestre, o SBPE liberou R$ 67,2 bilhões para a compra de moradias, um crescimento expressivo de 12% em relação ao mesmo intervalo do ano anterior.</p>
<p>Apesar desse volume de capital injetado, os reflexos no mercado variam conforme a faixa de renda. Enquanto os empreendimentos focados no Minha Casa, Minha Vida sustentaram uma alta geral de 5,4% nas vendas totais de imóveis novos, a comercialização de unidades de médio e alto padrão sofreu um decréscimo de 3,2%, contabilizando 112,5 mil unidades. Esse dado evidencia a sensibilidade desse público ao custo do crédito, justificando a pressão das construtoras para que as regras do limite não sejam modificadas.</p>
<h6>Fonte: Redação</h6>
<p>O post <a href="https://revistaconstrua.com.br/imoveis/manutencao-teto-juros-financiamento-imobiliario/">Mercado imobiliário pressiona pela manutenção do teto de juros em financiamentos</a> apareceu primeiro em <a href="https://revistaconstrua.com.br">Construa Negócios</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Imóveis acessíveis impulsionam vendas no bairro Antônio Bezerra, em Fortaleza</title>
		<link>https://revistaconstrua.com.br/imoveis/imoveis-acessiveis-impulsionam-vendas-no-bairro-antonio-bezerra/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[revistaconstrua]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 04 Sep 2026 17:26:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Imóveis]]></category>
		<category><![CDATA[Principal]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Preço abaixo da média atrai compradores e consolida a região como o principal polo de novos lançamentos residenciais em Fortaleza.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O mapa do mercado imobiliário em Fortaleza revelou um novo e surpreendente protagonista: o bairro Antônio Bezerra. A região assumiu a liderança absoluta no volume de vendas no início do segundo semestre, além de registrar um verdadeiro salto no número de novos lançamentos imobiliários.</p>
<p>Com a comercialização de dezenas de novas unidades em apenas um mês, o bairro foi responsável por uma fatia bastante expressiva de todas as transações realizadas na capital cearense, consolidando-se como um vetor de expansão habitacional.</p>
<h3>O fator custo-benefício</h3>
<p>O principal motor dessa alta demanda é, sem dúvida, o acesso a preços mais atrativos. O valor do metro quadrado na região é substancialmente mais baixo do que a média exigida pelos residenciais verticais em outras áreas de Fortaleza, reduzindo o custo final consideravelmente. Analistas do setor da construção civil apontam que, aliada a esse custo-benefício imbatível, a região oferece uma infraestrutura urbana consolidada, com ampla rede de serviços, comércio e boas opções de mobilidade, fatores que estão sendo decisivos para atrair famílias em busca de qualidade de vida e moradia econômica.</p>
<h6>Fonte: Redação</h6>
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]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Construtoras focam em moradias econômicas para manter vendas</title>
		<link>https://revistaconstrua.com.br/imoveis/construtoras-alteram-rota-investimentos-focam-moradias-economicas-garantir-vendas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[revistaconstrua]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 03 Sep 2026 18:04:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Imóveis]]></category>
		<category><![CDATA[Principal]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Com mercado de alto padrão em desaceleração, programa habitacional do governo federal se consolida como o grande motor do setor imobiliário, dominando os lançamentos nas metrópoles.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Diante de um mercado de médio e alto padrão que apresenta sinais claros de retração, as principais construtoras do país realizaram um recálculo estratégico em suas rotas de investimento. O foco, agora, está voltado quase integralmente para o segmento de moradias econômicas, transformando os subsídios federais no verdadeiro motor da construção civil nacional.</p>
<p>Os dados recentes revelam que os empreendimentos vinculados a programas habitacionais já representam mais da metade de todos os lançamentos e vendas de imóveis residenciais novos no Brasil. A dependência do setor em relação a essa faixa de mercado tornou-se ainda mais evidente em grandes centros urbanos, como São Paulo, onde os imóveis econômicos chegam a representar cerca de dois terços das negociações fechadas.</p>
<h3>O impacto dos novos limites de financiamento</h3>
<p>A mudança de portfólio por parte das incorporadoras foi impulsionada pela recente ampliação dos tetos de financiamento e pela reformulação dos subsídios governamentais. Com juros mais atrativos e condições facilitadas, o acesso à casa própria foi destravado para milhares de famílias, gerando um volume de demanda constante que as construtoras precisavam para manter seus canteiros de obras ativos.</p>
<h3>Perspectivas para o mercado imobiliário</h3>
<p>A migração massiva para o segmento econômico evidencia a sensibilidade do mercado imobiliário às políticas de crédito. Enquanto a classe média-alta adia decisões de compra frente ao cenário macroeconômico adverso, o setor de habitação popular desponta como o porto seguro para as empresas que buscam liquidez e giro rápido de estoque. A tendência é que os projetos voltados para a baixa renda continuem ditando o ritmo de lançamentos imobiliários até o fim do ano.</p>
<h6>Fonte: Redação</h6>
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			</item>
		<item>
		<title>Preço de imóveis acelera e bate a inflação em agosto</title>
		<link>https://revistaconstrua.com.br/imoveis/preco-imoveis-acima-inflacao-agosto/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[revistaconstrua]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 01 Sep 2026 17:01:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Imóveis]]></category>
		<category><![CDATA[Principal]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Enquanto o índice IPCA-15 indicou deflação, o metro quadrado habitacional encareceu 0,53% em agosto, liderado pelos mercados de Vitória e Brasília.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Quem apostou no mercado imobiliário para proteger seu capital nos primeiros oito meses de 2026 tem bons motivos para comemorar. O metro quadrado residencial registrou um avanço de 0,53% somente em agosto (de acordo com o índice FipeZap), um ganho veloz considerando que o mesmo mês apresentou uma surpreendente deflação de 0,40% no pré-índice IPCA-15.</p>
<h3>Ganhos Reais Frente a Inflação</h3>
<p>Com os números de agosto, o cenário de rentabilidade inverteu a balança a favor dos tijolos. Entre janeiro e o oitavo mês do ano, os imóveis acumularam valorização geral de 3,44%. Paralelamente, o custo de vida mensurado pelo IPCA estacionou na faixa dos 3,02%. Na prática, os imóveis não apenas protegeram o dinheiro dos investidores contra a desvalorização da moeda, como geraram ganho real (e até superaram os 1,85% de alta do temido IGP-M, a métrica oficial dos aluguéis).</p>
<p>O perfil que puxou essa valorização chama a atenção: os imóveis espaçosos de três dormitórios saltaram 0,63% de preço, ditando o ritmo, enquanto que propriedades maiores de quatro quartos ou mais ficaram na rabeira com altas mais tímidas (+0,29%).</p>
<h3>O Eixo Fora de São Paulo</h3>
<p>Analisando os mercados locais, o crescimento se mostra longe de ser um fenômeno concentrado na principal metrópole. Dezenove das vinte e duas capitais observadas registraram saldo imobiliário positivo.</p>
<p>O pódio nacional foi dominado por <strong>Vitória</strong> (que não apenas encabeçou as maiores altas mensais com 1,31%, como ostenta absurdos 10,24% de valorização acumulada em 2026), seguida pelo plano piloto de <strong>Brasília</strong> (+1,28%) e a litorânea <strong>Aracaju</strong> (+1,07%). Já a robusta capital paulista subiu modestos 0,37% em agosto. Por outro lado, quem comprou para investir em Curitiba (-0,25%) amargou leves perdas em agosto.</p>
<h6>Fonte: Redação</h6>
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		<item>
		<title>Litoral cearense desponta em congresso do mercado imobiliário</title>
		<link>https://revistaconstrua.com.br/imoveis/mercado-imobiliario-cearense-atrai-investidores-congresso/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[revistaconstrua]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 31 Aug 2026 16:43:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Imóveis]]></category>
		<category><![CDATA[Principal]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Em pauta no CIMI 360, no Rio de Janeiro, o estado atrai olhares estrangeiros e nacionais, alavancado pelas opções de funding do Ministério do Turismo</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Rio de Janeiro foi palco na última semana do Congresso Internacional do Mercado Imobiliário (CIMI 360), evento robusto que agrupou mais de 25 mil profissionais e delegações de 42 países no Riocentro. No entanto, o grande foco das conversas sobre oportunidades em solo brasileiro apontou para uma latitude diferente: o <strong>Ceará</strong>.</p>
<h3>Um Leque de Oportunidades Geográficas</h3>
<p>Participando do painel que apresentou os melhores negócios imobiliários do Brasil ao lado de Bahia, São Paulo e Minas Gerais, o presidente do Conselho Regional de Corretores de Imóveis do Ceará (CRECI-CE), Tibério Benevides, evidenciou o diferencial competitivo do estado. Segundo ele, não é apenas o extenso litoral de 573 quilômetros que movimenta a máquina, mas a pluralidade.</p>
<p>&#8220;É muito fácil vender um estado que tem tantos climas, turismo religioso, sítios arqueológicos e serras. O Ceará hoje desponta e o interesse estrangeiro é frequente, embora o próprio brasileiro já desenvolva intensamente o litoral oeste&#8221;, avaliou Benevides, destacando que essa diversidade topográfica atrai desde loteamentos massivos a complexos hoteleiros focados em públicos específicos.</p>
<h3>Ponte Entre Estado, Turismo e Crédito</h3>
<p>A força do mercado cearense não se apoia apenas na natureza, mas no crescente alinhamento do turismo com incentivos governamentais. Com o Brasil registrando o marco histórico de 9,2 milhões de turistas estrangeiros no fim de 2025, a urgência por expansão na rede hoteleira e em resorts abriu precedentes para injetar capital no setor.</p>
<p>Neste viés, a presença do Ministério do Turismo no congresso selou as estratégias para as construtoras. Carlos Henrique Sobral, secretário nacional de Infraestrutura, Crédito e Investimentos no Turismo, apresentou ao público do CIMI 360 o Novo Fundo Geral de Turismo (Fungetur). Trata-se de uma linha estruturada de crédito focada em financiar reformas, modernizações, ampliações e injeção de capital de giro em projetos turísticos.</p>
<p>Com essa união entre demanda orgânica por turismo, geografia privilegiada e caminhos facilitados de funding, o mercado imobiliário cearense se consolida como uma aposta madura e indispensável para a cartela de investidores globais nos próximos anos.</p>
<h6>Fonte: Redação</h6>
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			</item>
		<item>
		<title>Otimismo no mercado imobiliário tenta driblar alta na taxa Selic</title>
		<link>https://revistaconstrua.com.br/imoveis/mercado-imobiliario-mantem-confianca-alta-selic/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[revistaconstrua]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 28 Aug 2026 16:32:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Imóveis]]></category>
		<category><![CDATA[Principal]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Desemprego em baixa e valorização de aluguéis sustentam otimismo nas construtoras, embora a classe média comece a dar sinais de alerta</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Brasil vive um paradoxo econômico que reflete intensamente no setor de construção e incorporação. Mesmo com a taxa básica de juros (Selic) pairando nos dolorosos 14,25% ao ano — um cenário tradicionalmente tóxico para financiamentos —, a grande maioria dos empresários do setor mantém o foco no crescimento. Uma pesquisa divulgada pela Sienge mostra que <strong>76% dos players do mercado imobiliário</strong> tencionam aplicar novos investimentos ao longo de 2025.</p>
<h3>As Engrenagens do Otimismo Setorial</h3>
<p>O que sustenta a confiança de um setor cujo desempenho costuma estar intimamente atrelado à facilidade de crédito? De acordo com Renato Lomonaco, diretor de assuntos econômicos e administrativos da Abrainc, a resposta está na resiliência do próprio mercado, ancorada por bases macroeconômicas favoráveis, como o boom nas exportações e, principalmente, <strong>o mercado de trabalho</strong>.</p>
<p>A taxa de desemprego alcançou sua menor marca trimestral desde 2012, caindo praticamente pela metade quando comparada aos níveis de 2021. &#8220;Quando a economia brasileira está bem é porque a construção empurra. Mas o emprego é um critério de vendas fundamental&#8221;, analisa Lomonaco. Pessoas empregadas têm confiança e lastro para assumir dívidas de longo prazo, como a compra da casa própria.</p>
<h3>A Lógica Invertida do Aluguel vs. Compra</h3>
<p>Outro fenômeno que empurra os compradores para o mercado, apesar dos juros elevados, é a escalada desenfreada dos aluguéis. Desde 2020, o valor médio das locações disparou 63,6%, deixando para trás a inflação acumulada de 33,5% do período.</p>
<p>Esse avanço agressivo nas parcelas mensais gera um movimento duplo: por um lado, investidores são atraídos pelas margens altas e pela rentabilidade do aluguel; por outro, locatários se sentem &#8220;expulsos&#8221; e pressionados a adquirir imóveis, enxergando na parcela do financiamento, mesmo cara, um ativo mais seguro a longo prazo. Esse fluxo, somado ao crescimento demográfico contínuo do Brasil, garante a demanda constante nas incorporadoras.</p>
<h3>A Luz Amarela na Classe Média</h3>
<p>Apesar da visão positiva no panorama geral, há <strong>rachaduras perigosas</strong> no tecido do mercado. Fabrício Schveitzer, conselheiro de negócios da Sienge, destaca que a carga dos juros atua de maneira muito desigual na sociedade.</p>
<p>Enquanto o setor de alto padrão possui capital próprio e é praticamente imune às variações de crédito, e as moradias populares são amplamente subsidiadas por programas governamentais (como o Minha Casa, Minha Vida), <strong>a classe média é quem absorve o choque.</strong> Composta predominantemente por assalariados sem acesso a grandes subsídios, a camada média da população começa a demonstrar forte desaceleração e cansaço na aquisição de imóveis, incapaz de encaixar o peso dos juros brutais no orçamento familiar.</p>
<p>A gestão desse desafio nos próximos trimestres — entre alavancar a emissão de CRIs (Certificados de Recebíveis Imobiliários) e estruturar ofertas atrativas — ditará o ritmo da construção civil em um Brasil de Selic alta, mas de economia pulsante.</p>
<h6>Fonte: Redação</h6>
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		<item>
		<title>Caucaia lidera boom de lançamentos e se consolida como novo polo imobiliário</title>
		<link>https://revistaconstrua.com.br/imoveis/rmf-lancamentos-caucaia-ceara-2026/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[revistaconstrua]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 27 Aug 2026 18:22:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Imóveis]]></category>
		<category><![CDATA[Principal]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Região Metropolitana de Fortaleza registrou salto de 64% nos lançamentos em 2026, com Caucaia respondendo por metade das unidades lançadas</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Caucaia está no centro de uma expansão imobiliária que reposiciona a Região Metropolitana de Fortaleza (RMF) no mapa do mercado imobiliário cearense. De janeiro a julho de 2026, a RMF registrou 4.409 unidades habitacionais lançadas — alta de 64% sobre os 2.692 do mesmo período de 2025. A cidade de Caucaia respondeu por 24 dos 48 lançamentos da região, ou seja, exatamente 50% do total. Maracanaú (11), Eusébio (8) e Aquiraz (5) completaram a lista.</p>
<h3>O que revelam os dados financeiros da RMF</h3>
<p>A transformação não é apenas em volume. O Valor Geral Lançado (VGL) na RMF saltou 63%, chegando a R$ 1,2 bilhão nos sete primeiros meses do ano. Em Fortaleza, o movimento foi inverso: os lançamentos encolheram 14% em valor, somando R$ 2,6 bilhões — reflexo da pressão do custo da terra na capital e da migração de incorporadores para municípios com mais espaço e menor custo de produção.</p>
<p>O total de lançamentos no Ceará entre janeiro e julho chegou a 10.809 unidades, crescimento de 32% sobre o mesmo período de 2025, com VGL total de R$ 3,9 bilhões, praticamente estável (+1%).</p>
<h3>Vendas e VGV crescem com Fortaleza na liderança financeira</h3>
<p>No lado das vendas, o mercado cearense comercializou 10.067 imóveis no período, alta de 3% sobre 2025. O Valor Geral de Vendas (VGV) chegou a R$ 795 milhões apenas em julho — um salto de 22% em relação ao mesmo mês do ano passado. No acumulado de janeiro a julho, o VGV somou R$ 5,3 bilhões, 13% acima de 2025.</p>
<p>Fortaleza concentrou R$ 4,2 bilhões desse total (+19%), enquanto a RMF registrou R$ 1,1 bilhão, com recuo de 3% na comparação anual — indicando que, embora a região esteja em expansão de lançamentos, o volume de vendas ainda está em fase de maturação.</p>
<p>Os dados foram divulgados na quarta-feira (26) pelo Sinduscon Ceará, com base em estudo patrocinado pelo Sebrae e desenvolvido com apoio da Brain Inteligência Estratégica. A pesquisa analisou 427 empreendimentos de 149 empresas em Fortaleza e na RMF.</p>
<p>Para Patriolino Dias de Sousa, presidente do Sinduscon Ceará, a expansão fora da capital exige atenção estrutural. &#8220;Esse movimento exige planejamento, infraestrutura e segurança jurídica para que o crescimento se traduza em cidades mais integradas e em oportunidades de moradia para diferentes faixas de renda&#8221;, afirmou.</p>
<h6>Fonte: Redação</h6>
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]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>MCMV bate recorde e responde por 58% dos lançamentos no semestre</title>
		<link>https://revistaconstrua.com.br/imoveis/mcmv-recorde-lancamentos-vendas-imoveis-2026/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[revistaconstrua]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 26 Aug 2026 17:08:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Imóveis]]></category>
		<category><![CDATA[Principal]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Com 226 mil unidades vendidas entre janeiro e junho de 2026, mercado cresce 5,4% mesmo diante de juros elevados; MCMV bate recorde histórico de participação</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O programa habitacional Minha Casa, Minha Vida (MCMV) alcançou em abril, maio e junho deste ano sua maior fatia histórica nos lançamentos imobiliários residenciais do país. Das 107.161 unidades colocadas à venda no segundo trimestre de 2026, 62.129 — ou 58% do total — estavam enquadradas no programa do governo federal, o maior percentual desde o início da série histórica, em 2019. No primeiro trimestre deste ano, essa participação era de 50%.</p>
<p>A distribuição regional revela diferenças significativas. No Norte, o MCMV respondeu por 68% dos lançamentos do período; no Sudeste, por 66%; no Nordeste, 60%; no Centro-Oeste, 52%. O Sul apresentou o menor índice de adesão ao programa, com 29% de participação.</p>
<p>&#8220;O Minha Casa, Minha Vida poucas vezes representou mais de 50% dos lançamentos e, neste trimestre, chegou a 58%. O programa ganhou participação no mercado e ainda há espaço para avançar, podendo chegar a 60% ou até 65% dos lançamentos&#8221;, avaliou Celso Petrucci, conselheiro da CBIC e diretor de economia do Secovi-SP, durante a apresentação dos Indicadores Imobiliários Nacionais do segundo trimestre de 2026 nesta segunda-feira (24).</p>
<p>Nas vendas, o MCMV respondeu por 51% das 113.676 unidades comercializadas no período — 58.392 unidades, alta de 5% frente ao primeiro trimestre.</p>
<p>No panorama geral do semestre, o mercado imobiliário brasileiro registrou 226.536 unidades vendidas de janeiro a junho, crescimento de 5,4% sobre as 214.910 negociadas no mesmo período de 2025. Os lançamentos totalizaram 211.651 unidades nos seis meses, praticamente estáveis em relação às 212.338 do primeiro semestre de 2025.</p>
<p>A tipologia mais comercializada continuou sendo a de dois dormitórios, que concentrou 65,2% das vendas no segundo trimestre. Em seguida vieram imóveis de um dormitório (23,1%), três dormitórios (10%) e quatro dormitórios (1,8%).</p>
<p>O Valor Geral de Vendas (VGV) ficou em R$ 66,2 bilhões no segundo trimestre — estável em relação ao trimestre anterior, mas 5,5% abaixo do registrado no mesmo período do ano passado. O ticket médio dos imóveis vendidos recuou 10,3% na comparação anual, reflexo direto do crescimento da participação do MCMV, cujos imóveis têm menor valor unitário. No Valor Geral de Lançamentos (VGL), o segundo trimestre registrou R$ 62,4 bilhões.</p>
<p>A oferta de imóveis novos disponíveis encerrou junho com 355.290 unidades, queda de 2,1% em relação a março, mas alta de 8,2% sobre o segundo trimestre de 2025. Para o presidente da CBIC, Eduardo Aroeira Almeida, o resultado confirma a solidez do setor mesmo num ambiente adverso. &#8220;Os números mostram um mercado saudável e estável, com lançamentos e vendas avançando mesmo em um ambiente de juros elevados&#8221;, afirmou.</p>
<h6>Fonte: Redação</h6>
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]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Fundos imobiliários batem recorde com 3,3 mi de investidores e R$ 11,6 bi negociados</title>
		<link>https://revistaconstrua.com.br/imoveis/fundos-imobiliarios-batem-recorde-com-33-mi-de-investidores-e-r-116-bi-negociados/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[revistaconstrua]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 21 Aug 2026 17:12:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Imóveis]]></category>
		<category><![CDATA[Principal]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Base de cotistas cresceu 47 mil em um mês e estoque de cotas encerrou julho em R$ 196 bi; especialista aponta maturidade do varejo brasileiro no segmento</p>
<p>O post <a href="https://revistaconstrua.com.br/imoveis/fundos-imobiliarios-batem-recorde-com-33-mi-de-investidores-e-r-116-bi-negociados/">Fundos imobiliários batem recorde com 3,3 mi de investidores e R$ 11,6 bi negociados</a> apareceu primeiro em <a href="https://revistaconstrua.com.br">Construa Negócios</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O mercado de fundos imobiliários encerrou julho de 2026 com 3,297 milhões de investidores, novo recorde histórico da série da B3. O número representa um acréscimo de aproximadamente 47 mil cotistas em relação a junho, quando a base somava 3,250 milhões. No comparativo de médio prazo, o segmento cresceu 14,2% em nove meses, absorvendo 410 mil novos investidores desde outubro de 2025.</p>
<h3>Perfil dos cotistas: maioria é pessoa física com ticket baixo</h3>
<p>Pessoas físicas representam 73,7% da base de investidores em FIIs, enquanto investidores institucionais respondem por 20,6% do total. Um dado que reforça a democratização do produto: 75% das pessoas físicas investidas possuem até R$ 40 mil na classe, e 50% têm carteiras de até R$ 5 mil. &#8220;É um veículo acessível, de entrada, que permite grande diversificação e acesso a ativos sofisticados com ticket baixo&#8221;, destacou Anita Scal, sócia e diretora de investimentos imobiliários da Rio Bravo.</p>
<h3>Volume negociado supera os meses anteriores</h3>
<p>Em termos financeiros, julho movimentou R$ 11,6 bilhões em volume negociado — acima dos R$ 9,6 bilhões de junho e dos R$ 10,5 bilhões de maio. O estoque financeiro de cotas de FIIs encerrou o mês em R$ 196 bilhões, no mesmo patamar de junho, porém abaixo dos R$ 198 bilhões de maio e dos R$ 201 bilhões de abril. A queda no estoque ao longo do trimestre reflete o movimento de mercado sobre os preços das cotas, não necessariamente uma redução na base de ativos.</p>
<h3>Resiliência mesmo com Selic elevada</h3>
<p>A diretora da Rio Bravo ressaltou que o segmento manteve base superior a 2,8 milhões de cotistas durante todo o ano de 2025, mesmo diante das oscilações da taxa Selic — sinal de que o investidor de FIIs passou a tratar o produto como instrumento de longo prazo voltado à proteção contra a inflação e acesso a contratos de renda real, e não como posição especulativa sujeita ao humor do ciclo de juros.</p>
<p>&#8220;Os dados revelam maturidade do varejo brasileiro. É a prova de que o brasileiro passou a enxergar os FIIs como ferramenta para construção de patrimônio&#8221;, avaliou Anita Scal.</p>
<h6>Fonte: Redação</h6>
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]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>Fortaleza absorve estoques e VGV bate R$ 6,7 bi em 12 meses</title>
		<link>https://revistaconstrua.com.br/imoveis/fortaleza-mercado-imobiliario-vgv-record/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[revistaconstrua]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 20 Aug 2026 16:43:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Imóveis]]></category>
		<category><![CDATA[Principal]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Após 11 mil lançamentos em nove meses, capital cearense vendeu 916 unidades a mais do que lançou no 2º trimestre, com oferta disponível recuando 7,8%</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O mercado imobiliário de Fortaleza entrou em uma nova fase no segundo trimestre de 2026. Após um ciclo de expansão intensa de oferta, a capital cearense passou a absorver parte do estoque formado nos últimos meses: foram comercializadas 2.694 unidades no período, contra 1.778 lançamentos — saldo positivo de 916 vendas sobre os novos produtos inseridos no mercado. Os dados são do levantamento da Brain Inteligência Estratégica, divulgado em agosto.</p>
<h3>Contexto: 11 mil lançamentos em três trimestres</h3>
<p>O resultado do segundo trimestre de 2026 precisa ser lido à luz de uma sequência excepcional de oferta. Fortaleza colocou 3.937 unidades no mercado no terceiro trimestre de 2025, outras 3.698 no quarto trimestre e 3.490 no primeiro trimestre de 2026 — somando mais de 11 mil imóveis novos em apenas nove meses. Esse ritmo acelerado de entrada de produtos elevou o estoque disponível em 26% na comparação anual, o maior crescimento percentual entre as cinco capitais nordestinas monitoradas pela Brain.</p>
<h3>Estoque começa a recuar</h3>
<p>A combinação de menos lançamentos e volume de vendas ainda robusto no segundo trimestre gerou a primeira inversão da tendência de acúmulo. O estoque disponível em Fortaleza caiu de 11.669 para 10.753 unidades entre o primeiro e o segundo trimestre, redução de 7,8%. No recorte regional, enquanto Salvador reduziu sua oferta em 27% e Maceió em 15,4%, as demais capitais nordestinas ainda registraram acréscimo: João Pessoa (+9,2%) e Recife (+1,7%).</p>
<h3>VGV atinge maior patamar histórico da série</h3>
<p>O Valor Geral de Vendas (VGV) acumulado nos 12 meses encerrados em junho chegou a R$ 6,717 bilhões — o patamar mais alto registrado na série histórica da Brain, iniciada em 2021. No mesmo intervalo, foram comercializadas 10.689 unidades. O dado revela que o ticket médio dos imóveis vendidos subiu de forma relevante, elevando o valor financeiro do mercado mesmo sem o número de unidades estar no pico absoluto da série.</p>
<p>Os próximos trimestres indicarão se o movimento de absorção de estoques se consolida como uma nova etapa do ciclo ou se representou apenas uma acomodação pontual após o período de expansão acelerada da oferta.</p>
<h6>Fonte: Redação</h6>
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		<item>
		<title>Imóveis residenciais terão dedução de até R$ 100 mil no imposto</title>
		<link>https://revistaconstrua.com.br/imoveis/reforma-tributaria-impacto-mercado-imobiliario/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[revistaconstrua]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 18 Aug 2026 16:50:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Imóveis]]></category>
		<category><![CDATA[Principal]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Regulamentação do IVA dual estabelece descontos de 40% a 60% nas alíquotas e cria redutores sociais fixos na base de cálculo de transações residenciais</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A regulamentação do novo sistema tributário nacional definiu parâmetros específicos para a cobrança do Imposto sobre Bens e Serviços (IBS) e da Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS) no setor imobiliário. O modelo aprovado estabelece alíquotas diferenciadas e descontos progressivos em relação à alíquota padrão estimada do IVA dual, fixada em 26,5%.</p>
<h3>Alíquotas reduzidas para operações imobiliárias</h3>
<p>Pelas novas regras, as transações de compra, venda, incorporação e loteamento comercial ou residencial contam com uma redução de 40% em relação à alíquota geral. Na prática, a tributação efetiva nessas modalidades fica estimada em aproximadamente 15,9%.</p>
<p>Para o segmento de locação e arrendamento de bens imóveis, o benefício é ainda maior, com um abatimento de 60% sobre o tributo padrão. Com essa margem, a alíquota resultante para contratos de aluguel passa a girar em torno de 10,6%.</p>
<h3>Mecanismos de redutor social para unidades residenciais</h3>
<p>Com o objetivo de mitigar o impacto sobre a habitação, a legislação criou os chamados redutores sociais, que abatem valores fixos da base de cálculo antes da aplicação dos impostos:</p>
<ul>
<li><strong>Venda de imóveis novos residenciais:</strong> dedução fixa de R$ 100 mil sobre o valor da transação. Em um imóvel negociado por R$ 300 mil, por exemplo, o imposto incide apenas sobre R$ 200 mil.</li>
<li><strong>Locação residencial:</strong> desconto fixo de R$ 400 por mês no valor do aluguel. Em uma mensalidade de R$ 1.500, a base tributável cai para R$ 1.100.</li>
</ul>
<h3>Isenção para pessoas físicas sem habitualidade</h3>
<p>A regulamentação também preservou a situação de proprietários individuais. Pessoas físicas que vendem ou alugam imóveis de forma eventual, sem caracterizar atividade empresarial ou habitualidade comercial, permanecem fora do alcance do IBS e da CBS.</p>
<p>Para esse grupo de contribuintes, permanecem vigentes as regras tradicionais relativas à apuração do Imposto de Renda sobre o ganho de capital nas alienações.</p>
<h6>Fonte: Redação</h6>
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		<item>
		<title>Quatro bairros do Nordeste já superam R$ 13 mil por m²</title>
		<link>https://revistaconstrua.com.br/imoveis/metro-quadrado-nordeste-valorizacao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[revistaconstrua]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 17 Aug 2026 17:06:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Imóveis]]></category>
		<category><![CDATA[Principal]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Capitais nordestinas registram valorização imobiliária até duas vezes superior à inflação, com Recife exibindo o maior retorno de locação entre 22 cidades analisadas pelo FipeZAP</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Quatro bairros de capitais nordestinas já cobram mais de R$ 13 mil pelo metro quadrado residencial, segundo os dados mais recentes do Índice FipeZAP. O topo da lista pertence a Pajuçara, em Maceió, com preço médio de R$ 13.909 por m². Logo atrás surgem Ponta D&#8217;Areia (R$ 13.532/m²) e São Marcos (R$ 13.387/m²), ambos em São Luís, além da Barra, em Salvador, a R$ 13.278 por m².</p>
<h3>Valorização que supera em dobro a inflação</h3>
<p>O avanço dos preços no mercado imobiliário nordeste não se limita a bairros nobres isolados. Nos últimos doze meses, Salvador liderou a valorização entre as capitais da região, com 11,2%. Fortaleza veio logo atrás, acumulando 9,7% — quase o dobro da inflação de 4,4% medida pelo IPCA e bem acima do índice nacional FipeZAP, que avançou 5,4% no mesmo intervalo.</p>
<p>Outras capitais nordestinas também exibem desempenho expressivo. Aracaju subiu 9,1%, Natal registrou 8,87% e João Pessoa, 8,81%. A dispersão geográfica dos números sugere que o ciclo de apreciação é regional, e não pontual.</p>
<h3>Endereços mais caros de Fortaleza se aproximam dos R$ 13 mil</h3>
<p>Na capital cearense, o Meireles — bairro à beira-mar e um dos mais disputados da cidade — já pratica preço médio de R$ 12.937 por metro quadrado, tangenciando a barreira dos R$ 13 mil. A Aldeota, outro polo consolidado do segmento residencial de alto padrão, aparece com R$ 11.712 por m².</p>
<p>Quando se considera a média da cidade inteira, Maceió é a primeira capital do Nordeste a figurar no ranking nacional geral, com aproximadamente R$ 9,96 mil por m², na 13ª posição do país.</p>
<h3>Recife domina o mercado de locação</h3>
<p>Se a valorização patrimonial tem Fortaleza e Salvador como protagonistas, o mercado de aluguel encontra seu epicentro em Recife. A capital pernambucana registra o maior custo de locação de todo o Nordeste, com média de R$ 64,11 por m² ao mês, e ocupa a terceira posição nacional nesse quesito.</p>
<p>Para investidores, o dado mais relevante talvez seja o rental yield. Recife apresenta a maior rentabilidade do aluguel entre as 22 capitais monitoradas pelo FipeZAP: 8,47% ao ano. O retorno supera mercados como Belém (8,18%), Manaus (7,99%) e Natal (7,85%), todos também acima da média nacional de 6,14%.</p>
<p>Os números apontam que o mercado imobiliário nordeste vive um momento de maturação simultânea em dois eixos: a valorização acelerada do patrimônio e a geração de renda recorrente via aluguel, cada um com capitais diferentes assumindo a dianteira.</p>
<h6>Fonte: Redação</h6>
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]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Luxo e exclusividade sustentam bilhões em vendas pelo país</title>
		<link>https://revistaconstrua.com.br/imoveis/luxo-exclusividade-sustentam-bilhoes-vendas-brasil/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[revistaconstrua]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 14 Aug 2026 17:44:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Imóveis]]></category>
		<category><![CDATA[Principal]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Empreendimentos luxuosos e super residências blindam o segmento imobiliário contra crises, atraindo fundos de investimento e demanda externa.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O mercado imobiliário brasileiro prova mais uma vez que possui bolhas de extrema resiliência. Dados consolidados pelas principais associações do setor indicam que o nicho de alto e altíssimo padrão movimentou a estrondosa cifra de R$ 30 bilhões recentemente, descolando-se das oscilações de crédito que costumam frear o restante da economia.</p>
<p>O fenômeno é impulsionado por um perfil de comprador que não depende das linhas de financiamento tradicionais afetadas pela Selic alta. Pagamentos à vista ou permutas envolvendo outros ativos de luxo garantem a liquidez das incorporadoras. Para esse cliente, o imóvel não é apenas moradia, mas uma estratégia segura de proteção patrimonial contra a inflação.</p>
<h3>O novo conceito de luxo</h3>
<p>A injeção bilionária nesse segmento está remodelando as pranchetas dos arquitetos. O conceito de luxo foi redefinido: metragens gigantescas deram espaço à hiper personalização, curadoria artística nas áreas comuns e serviços ao estilo &#8220;concierge&#8221; de hotéis cinco estrelas. Tecnologias de biometria, automação residencial profunda e garagens adaptadas para supercarros elétricos viraram o padrão da indústria.</p>
<p>Incorporadoras paulistas, cariocas e do litoral catarinense lideram esse boom, com muitos empreendimentos esgotados meses antes do início das fundações. Especialistas afirmam que, enquanto a demanda por &#8220;portos seguros&#8221; de capital e exclusividade persistir, o nicho de altíssimo padrão continuará sustentando as margens de lucro bilionárias do setor da construção.</p>
<h6>Fonte: Redação</h6>
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			</item>
		<item>
		<title>Queda da Selic pode estimular decisões no mercado imobiliário</title>
		<link>https://revistaconstrua.com.br/imoveis/queda-selic-estimula-credito-mercado-imobiliario/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[revistaconstrua]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 06 Aug 2026 16:49:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Imóveis]]></category>
		<category><![CDATA[Principal]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Com a redução na taxa básica de juros, consumidores encontram cenário mais favorável para a tomada de crédito e financiamento da casa própria.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O recente ciclo de cortes na taxa Selic pelo Banco Central trouxe um alívio esperado por diversos setores da economia, e o mercado imobiliário desponta como um dos principais beneficiados. A diminuição da taxa básica tem um impacto direto no custo do crédito, tornando as prestações de financiamento mais acessíveis e encorajando o consumidor a tirar os planos de compra do papel.</p>
<p>Durante os períodos de juros altos, muitas famílias optaram por adiar a compra de imóveis, aguardando um momento financeiro mais favorável. Agora, com as taxas em trajetória de queda, os bancos tendem a flexibilizar suas linhas de crédito, o que pode destravar uma demanda reprimida significativa tanto em imóveis na planta quanto em unidades usadas.</p>
<h3>Novo fôlego para as construtoras</h3>
<p>Para o lado da oferta, a redução da Selic também representa um custo de capital menor para as construtoras e incorporadoras. Projetos que estavam paralisados devido ao alto custo de financiamento da obra tendem a ser retomados, aquecendo o setor da construção civil e gerando novos empregos na cadeia produtiva.</p>
<p>Especialistas alertam, contudo, que o reaquecimento do mercado não ocorre da noite para o dia. As decisões de compra de imóveis envolvem planejamento de longo prazo. No entanto, o simples movimento de queda já melhora o ânimo de compradores e vendedores, plantando as sementes para um final de ano com maior volume de negócios e lançamentos consistentes.</p>
<h6>Fonte: Redação</h6>
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]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Metro quadrado em Fortaleza valoriza e beira R$ 9,5 mil</title>
		<link>https://revistaconstrua.com.br/imoveis/mercado-imobiliario-fortaleza-valorizacao-metro-quadrado/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[revistaconstrua]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 04 Aug 2026 18:05:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Imóveis]]></category>
		<category><![CDATA[Principal]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://revistaconstrua.com.br/?p=33231</guid>

					<description><![CDATA[<p>O mercado imobiliário da capital cearense segue aquecido, impulsionado por novos empreendimentos de alto padrão e alta demanda por moradias costeiras.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Fortaleza continua se destacando como um dos mercados imobiliários mais resilientes e promissores da região Nordeste. Contrariando tendências de estabilização vistas em outras capitais, o preço do metro quadrado na cidade segue em rota ascendente, aproximando-se rapidamente da expressiva marca de R$ 9,5 mil em bairros de maior procura.</p>
<p>Esse fenômeno de valorização contínua é impulsionado por um interesse crescente de investidores e de compradores que buscam a chamada &#8220;segunda moradia&#8221;, além da forte demanda local por empreendimentos que oferecem infraestrutura completa. A verticalização da orla marítima e a revitalização de áreas nobres têm puxado a média de preços para cima.</p>
<h3>Projetos de alto padrão lideram a alta</h3>
<p>O segmento de luxo e alto padrão é o principal responsável por puxar os números positivos da capital cearense. Construtoras estão apostando em projetos arrojados, que incluem itens sofisticados de lazer, serviços integrados de facilities e plantas flexíveis, características que atraem clientes dispostos a pagar um prêmio pela qualidade de vida.</p>
<p>Para os próximos anos, analistas preveem que a valorização do metro quadrado deve se manter, ainda que em um ritmo mais moderado, refletindo a consolidação do mercado. O cenário fortalece Fortaleza como um porto seguro para alocação de capital em ativos reais, atraindo tanto o olhar de fundos de investimento quanto de famílias que apostam no desenvolvimento urbano do Ceará.</p>
<h6>Fonte: Redação</h6>
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]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Nordeste atrai capital externo e lidera expansão hoteleira</title>
		<link>https://revistaconstrua.com.br/imoveis/nordeste-expansao-hoteleira-capital-externo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[revistaconstrua]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 03 Aug 2026 17:14:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Imóveis]]></category>
		<category><![CDATA[Principal]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Concentrando 22% dos novos projetos, a região se consolida como polo magnético para investimentos internacionais no setor imobiliário turístico.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O mercado imobiliário voltado para o turismo está vivenciando uma efervescência notável na região Nordeste. Dados recentes confirmam que a localidade detém cerca de 22% de todos os empreendimentos hoteleiros atualmente em desenvolvimento no Brasil. Esse volume impressionante demonstra uma confiança renovada na capacidade turística da região.</p>
<p>A novidade desse ciclo de expansão é a forte presença de capital estrangeiro. Fundos de investimento globais estão direcionando aportes milionários para a construção de resorts de luxo, complexos hoteleiros e estruturas de multipropriedade ao longo do litoral nordestino, buscando rentabilidade em um mercado com alto potencial de crescimento pós-crise sanitária.</p>
<h3>Turismo de alto padrão em ascensão</h3>
<p>O perfil das novas construções também mudou. O foco agora é oferecer infraestruturas que aliem experiências exclusivas com responsabilidade ambiental, características altamente exigidas por hóspedes internacionais e investidores institucionais. Destinos que antes dependiam do turismo local agora se preparam para operar padrões de qualidade de nível internacional.</p>
<p>Essa injeção de capital estrangeiro não apenas modifica a paisagem costeira, mas também gera milhares de empregos diretos e indiretos nas fases de construção e operação. O amadurecimento desse segmento consolida o Nordeste não apenas como um destino de lazer preferencial, mas como uma das zonas mais aquecidas e estratégicas para o &#8220;real estate&#8221; brasileiro nos próximos anos.</p>
<h6>Fonte: Redação</h6>
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]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Programa habitacional aquece mercado e processos no Ceará</title>
		<link>https://revistaconstrua.com.br/imoveis/minha-casa-minha-vida-vendas-mercado-cearense/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[revistaconstrua]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 31 Jul 2026 17:40:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Imóveis]]></category>
		<category><![CDATA[Principal]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://revistaconstrua.com.br/?p=33201</guid>

					<description><![CDATA[<p>Além de dominar as vendas imobiliárias na região metropolitana, a alta demanda por moradias populares está forçando o mercado a acelerar processos de regularização e aquecendo fornecedores locais.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A expansão de programas de habitação popular está causando transformações que vão muito além da simples entrega de chaves. No Ceará, o setor de moradias populares tornou-se o eixo central do mercado imobiliário, provocando um verdadeiro efeito dominó positivo em toda a cadeia produtiva ligada à construção civil.</p>
<p>Fornecedores de materiais, prestadores de serviço e escritórios de engenharia estão precisando ampliar sua capacidade de atendimento para suprir o ritmo imposto pelas construtoras. No primeiro trimestre de 2026, mais da metade de todos os imóveis vendidos na Grande Fortaleza pertenciam a esse segmento, superando com folga o volume comercializado por todas as outras fatias do mercado juntas.</p>
<h3>Agilidade cartorária como resposta à demanda</h3>
<p>O aquecimento do setor também tem forçado uma modernização nos bastidores burocráticos. A necessidade de colocar novos empreendimentos rapidamente nas ruas para atender aos compradores tem impulsionado soluções de regularização documental mais eficientes. O tempo entre a compra do terreno pelas incorporadoras e a emissão do registro de incorporação nos cartórios precisou ser reduzido através do uso de tecnologias e consultorias especializadas.</p>
<p>Esse ciclo virtuoso, que começa no incentivo federal e termina na agilidade documental, garante que o interior e as regiões metropolitanas também absorvam o impacto econômico. A distribuição dos canteiros de obra fortalece polos regionais, descentralizando a geração de emprego e mostrando que o incentivo ao primeiro imóvel é, na prática, um incentivo à indústria local.</p>
<h6>Fonte: Redação</h6>
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]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Alta nos financiamentos impulsiona mercado imobiliário no país</title>
		<link>https://revistaconstrua.com.br/imoveis/financiamentos-impulsionam-mercado-imobiliario/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[revistaconstrua]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 29 Jul 2026 17:04:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Imóveis]]></category>
		<category><![CDATA[Principal]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://revistaconstrua.com.br/geral/financiamentos-impulsionam-mercado-imobiliario/</guid>

					<description><![CDATA[<p>Com forte participação do FGTS e recursos da poupança, as operações de crédito para habitação superaram as expectativas no primeiro semestre do ano.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O acesso ao financiamento da casa própria e os recursos direcionados para a construção de novos empreendimentos mostraram força no Brasil na primeira metade de 2026. Segundo os números mais recentes da Abecip, o volume total injetado na economia pelo setor habitacional atingiu a marca expressiva de R$ 180,9 bilhões, representando um salto significativo de 23% se comparado ao mesmo ciclo do ano anterior.</p>
<h3>O papel da poupança e dos fundos trabalhistas</h3>
<p>Parte substancial dessa performance positiva foi garantida pelo Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE), que foi responsável pela liberação de R$ 93,7 bilhões. O FGTS também não ficou para trás, sendo o motor de mais de R$ 77,6 bilhões em operações, grande parte atrelada aos incentivos do programa Minha Casa, Minha Vida, que tem facilitado a aquisição para a população.</p>
<h3>Canteiros de obras aquecidos</h3>
<p>Não foram apenas os compradores que se beneficiaram. As linhas de crédito para as construtoras erguerem novos prédios dispararam, somando R$ 26,5 bilhões — um crescimento superior a 100% sobre 2025. Esse fluxo financeiro se reflete diretamente na pesquisa da CBIC, que apontou uma alta de 34% nos lançamentos imobiliários.</p>
<p>Apesar de um leve aumento na quantidade de imóveis disponíveis em estoque no país, lideranças do setor descartam o risco de uma saturação do mercado. A expectativa agora gira em torno da manutenção desse ritmo, que está diretamente ligado à oferta de recursos e à política de taxas de juros nos próximos meses.</p>
<h6>Fonte: Redação</h6>
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		<item>
		<title>Mercado de imóveis fortalece economia cearense com recordes</title>
		<link>https://revistaconstrua.com.br/imoveis/mercado-imobiliario-fortaleza-4-bilhoes-semestre/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[revistaconstrua]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 Jul 2026 16:36:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Imóveis]]></category>
		<category><![CDATA[Principal]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Com quase R$ 4 bilhões movimentados em apenas seis meses, a capital projeta um crescimento habitacional de dois dígitos.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O primeiro semestre de 2026 desenhou um cenário extremamente lucrativo e promissor para o <strong>mercado imobiliário de Fortaleza</strong>. Dados setoriais recentes demonstram que o apetite dos investidores e das famílias cearenses por novos lares não apenas se manteve firme, mas quebrou marcas expressivas. Entre janeiro e maio, a engrenagem habitacional da capital e de sua Região Metropolitana girou um impressionante Valor Geral de Vendas (VGV) acumulado de quase R$ 4 bilhões.</p>
<p>Com os números fechados de junho ainda sendo consolidados pelas entidades representativas, como o Sinduscon-CE, a projeção é que esse montante beire os R$ 5 bilhões. Essa tração financeira consolida a capital cearense como uma das praças imobiliárias mais aquecidas e resilientes de todo o país, desenhando a perspectiva real de fechar o ano com um crescimento consolidado de dois dígitos.</p>
<h3>O motor do segmento econômico</h3>
<p>A base desse faturamento bilionário tem um pilar inquestionável: as moradias populares. O segmento econômico foi responsável por abraçar aproximadamente 70% de todo o volume de transações realizadas no período. A recente repaginada e o fomento contínuo do programa federal Minha Casa, Minha Vida (MCMV) serviram como catalisadores perfeitos para esse fenômeno.</p>
<p>Empreiteiras focadas nesse nicho de entrada aproveitaram a expansão dos tetos de financiamento e a redução de juros subsidiados para desovar estoques e antecipar lançamentos, garantindo que o sonho da casa própria continuasse a alavancar os canteiros de obra da região metropolitana.</p>
<h3>Valorização e liquidez no Alto Padrão</h3>
<p>Se a base da pirâmide garantiu o volume massivo de vendas, o topo assegurou a injeção recorde de faturamento. Os imóveis de médio e alto padrão experimentaram uma liquidez notável, surfando na onda de valorização imobiliária que atingiu a marca de 4,61% no semestre — índice superior à média nacional.</p>
<p>A disputa pelo metro quadrado em bairros cobiçados, como Meireles, Aldeota e no entorno do Parque do Cocó, continua empurrando os preços para cima. A junção de uma demanda latente por <em>design residences</em>, a busca por amenidades de alto luxo e a escassez de terrenos nas zonas mais nobres da cidade justificam o encarecimento constante. Para quem investe, o cenário traduz-se em segurança patrimonial e alto potencial de rentabilidade futura no <strong>mercado imobiliário de Fortaleza</strong>.</p>
<h6>Fonte: Redação</h6>
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		<title>Exigência de CNPJ para locadores fica para 2027</title>
		<link>https://revistaconstrua.com.br/imoveis/cnpj-imoveis-alugados-obrigatorio-2027/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[revistaconstrua]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Jul 2026 17:15:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Imóveis]]></category>
		<category><![CDATA[Principal]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Governo Federal concede mais tempo para adaptação aos novos sistemas eletrônicos da Reforma Tributária, tranquilizando pessoas físicas que recebem aluguéis.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Os investidores e proprietários pessoa física que sobrevivem da renda de <strong>imóveis alugados</strong> ganharam um alívio burocrático significativo. O cronograma que determinava a inscrição compulsória no Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica (CNPJ) para locadores que precisarem emitir documentos fiscais foi oficialmente prorrogado. Agora, a exigência passa a valer apenas a partir de 1º de janeiro de 2027.</p>
<p>Até que o novo ano fiscal chegue, aqueles que se enquadram na futura normativa poderão seguir utilizando o seu Cadastro de Pessoas Físicas (CPF) como principal documento de identificação nas negociações habituais de aluguel. A dilatação do prazo foi uma resposta direta à necessidade de garantir uma adaptação mais suave e sistêmica à nova malha eletrônica fiscal.</p>
<h3>A Reforma Tributária e os novos impostos</h3>
<p>A futura exigência é uma engrenagem que faz parte do novo motor da Reforma Tributária sobre o consumo. Quando a virada de chave acontecer em 2027, as plataformas digitais do Fisco precisarão de identificadores padronizados para o recolhimento do recém-criado Imposto sobre Bens e Serviços (IBS) e da Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS).</p>
<p>As autoridades esclarecem que o adiamento possui uma natureza puramente operacional, ou seja, serve apenas para que tanto a Receita quanto os contribuintes calibrem seus sistemas. A extensão do prazo, contudo, não mexe em absolutamente nenhuma regra referente à incidência ou ao cálculo dos tributos sobre as transações imobiliárias.</p>
<h3>Não, você não vai virar uma empresa (na prática)</h3>
<p>O ponto que gerava maior ansiedade entre os proprietários de <strong>imóveis alugados</strong> era o medo de que a posse de um CNPJ transformasse o cidadão, instantaneamente, em uma empresa (com todas as obrigações acessórias, contador mensal e impostos corporativos).</p>
<p>O detalhe fundamental divulgado é que essa inscrição terá uma finalidade restrita à identificação nos novos sistemas fiscais da Reforma. Emitir notas fiscais pelo novo registro não mudará a natureza jurídica do contribuinte perante o Estado. A pessoa física continuará sendo tributada como tal e submetida à mesma lógica do Imposto de Renda Pessoa Física, apenas utilizando uma via digital de registro mais robusta exigida pelos regulamentos futuros.</p>
<h6>Fonte: Redação</h6>
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		<item>
		<title>&#8220;Raio verde&#8221;: imóveis perto de praças e parques em Fortaleza valorizam até 20%</title>
		<link>https://revistaconstrua.com.br/imoveis/valorizacao-imoveis-proximos-areas-verdes-fortaleza/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[revistaconstrua]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Jul 2026 17:26:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Imóveis]]></category>
		<category><![CDATA[Principal]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Construtoras apostam em empreendimentos de alto padrão que priorizam o tempo e a caminhabilidade do morador, mudando o cenário urbano da capital cearense.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O perfil do comprador no mercado imobiliário em Fortaleza tem passado por uma transformação estrutural. Em vez de avaliar apenas a metragem quadrada e o padrão de acabamento, o foco atual dos clientes de alto padrão recai sobre um novo ativo: o tempo. Essa mudança de mentalidade impulsionou o chamado &#8220;Princípio da Proximidade&#8221;, onde a integração com a natureza e a facilidade de deslocamento tornaram-se os pilares dos novos desenvolvimentos urbanos.</p>
<p>Estudos recentes de planejamento urbano na capital cearense revelam que apartamentos e casas localizados num raio de até 600 metros de praças arborizadas, parques ou espaços verdes consolidados podem registrar uma valorização de até 20% sobre o preço de mercado. A premissa é simples: morar perto do verde significa poder dispensar o carro para atividades cotidianas.</p>
<h3>O conceito de &#8220;Design Residence&#8221; e a caminhabilidade</h3>
<p>Para atender a essa nova demanda por mobilidade inteligente e contato com a natureza, incorporadoras estão trazendo tendências internacionais como o conceito de <em>design residence</em>. Empreendimentos desse tipo são concebidos não apenas como moradia, mas como extensões da própria cidade. Eles oferecem áreas comuns com paisagismo nativo, conectividade com as ruas e incentivo à &#8220;caminhabilidade&#8221; (ou <em>walkability</em>).</p>
<p>A ideia é que os moradores tenham acesso a supermercados, farmácias, cafés e áreas de esporte e lazer apenas caminhando, transformando a relação do cearense com a rua. O entorno de pulmões verdes da cidade, como o Parque do Cocó e o Parque Rachel de Queiroz, concentra a maioria desses lançamentos, tornando-se os &#8220;metros quadrados&#8221; mais cobiçados pelos construtores.</p>
<h3>Sustentabilidade como vetor de credibilidade</h3>
<p>Paralelo à localização, a responsabilidade ambiental tem sido um diferencial que atrai compradores engajados. Empreendimentos que incorporam sustentabilidade real — com sistemas de eficiência energética, reaproveitamento de água, tetos verdes e estações exclusivas para recarga de veículos elétricos — conseguem fidelizar investidores e moradores que enxergam nessas práticas um fator de estabilidade patrimonial e bem-estar em longo prazo.</p>
<h3>O desafio da desigualdade urbana</h3>
<p>Apesar do aquecimento no mercado imobiliário em Fortaleza gerado por essa busca ao verde, o fenômeno expõe também um contraste social. Especialistas em urbanismo alertam que, enquanto as áreas nobres concentram investimentos milionários em infraestrutura paisagística, diversos bairros periféricos ainda sofrem com a escassez crônica de espaços de convivência e arborização. O grande desafio da cidade para as próximas décadas será expandir essa acessibilidade de forma mais igualitária em todo o seu território.</p>
<h6>Fonte: Redação</h6>
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		<item>
		<title>Ceará lidera emissão de certidões digitais de imóveis</title>
		<link>https://revistaconstrua.com.br/imoveis/ceara-alta-servicos-imobiliarios-digitais/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[revistaconstrua]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Jul 2026 18:15:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Imóveis]]></category>
		<category><![CDATA[Principal]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://revistaconstrua.com.br/geral/ceara-alta-servicos-imobiliarios-digitais/</guid>

					<description><![CDATA[<p>Plataforma nacional consolida a modernização do setor, impulsionada por pesquisas eletrônicas e pela busca dos cearenses por agilidade nas transações.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A era das longas esperas e processos físicos em cartórios parece estar, de fato, ficando no passado. O mercado imobiliário brasileiro passa por uma silenciosa revolução impulsionada pela conveniência da tecnologia, e os consumidores abraçaram de vez a facilidade de resolver entraves burocráticos sem sair de casa. Essa mudança comportamental tem colocado alguns estados do Nordeste na vanguarda da transformação digital, mostrando que a digitalização das transações imobiliárias é um caminho sem volta.</p>
<p>Segundo a visão de lideranças do setor, como o presidente do Registro de Imóveis do Brasil (RIB), Ari Pires, esse movimento reflete um conforto cada vez maior da população em lidar com sistemas eletrônicos oficiais. &#8220;A transformação digital do registro de imóveis é uma realidade consolidada&#8221;, assegura o executivo, indicando que a tendência nos próximos anos é de crescimento contínuo.</p>
<h3>O protagonismo do Ceará no cenário nacional</h3>
<p>A prova cabal dessa modernização pode ser vista nos números do primeiro semestre de 2026. O Ceará, em especial, assumiu papel de destaque no país. O estado apresentou a impressionante marca de 110,3% de aumento no uso de serviços digitais de registros imobiliários, saltando de pouco mais de 75,5 mil para quase 159 mil solicitações processadas pela plataforma RI Digital, o sistema eletrônico nacional de cartórios.</p>
<p>No ranking de estados que mais cresceram na adoção dessas ferramentas, o Ceará só ficou atrás de outro gigante nordestino: o Rio Grande do Norte, que registrou uma alta de 144,6%.</p>
<p>Quando analisamos os serviços específicos procurados pelos cearenses, o contraste com os métodos analógicos fica ainda mais evidente. O simples ato de emitir uma certidão, que antes demandava idas e vindas, teve um incremento espantoso de 311,2% (saindo de 19,8 mil para 81,4 mil emissões). O chamado e-Protocolo também caiu nas graças dos cidadãos, disparando mais de 214%. A demanda por visualizar matrículas e e-Intimações seguiu a mesma toada, com aumentos de 44% e 20,6%, respectivamente.</p>
<h3>Um movimento de escala nacional</h3>
<p>O apetite por menos burocracia também impulsiona o volume nacional de atendimentos. No Brasil todo, os serviços imobiliários online fecharam o semestre superando a barreira dos 12 milhões de solicitações — uma expansão de 15,8% em relação aos 10,4 milhões registrados na primeira metade do ano passado.</p>
<p>No consolidado do país, os destaques revelam que a etapa preliminar de negociação também migrou para o digital. A pesquisa prévia de imóveis liderou o avanço nacional (48,9%), seguida de perto pelas soluções de e-Protocolo (45,43%) e e-Intimação (31,4%). As ferramentas de monitoramento registral e as tradicionais certidões digitais completam a lista dos recursos que estão facilitando a vida de proprietários e compradores.</p>
<p>A transição massiva para a nuvem não apenas acelera a venda de imóveis, mas garante uma segurança jurídica que antes era sinônimo de pesadas caixas de arquivos, consolidando um novo padrão de eficiência para o setor imobiliário brasileiro.</p>
<h6>Fonte: Redação</h6>
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]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Falta de crédito expõe rombo bilionário na construção habitacional</title>
		<link>https://revistaconstrua.com.br/imoveis/falta-de-credito-expoe-rombo-bilionario-na-construcao-habitacional/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[revistaconstrua]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Jul 2026 16:21:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Imóveis]]></category>
		<category><![CDATA[Principal]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://revistaconstrua.com.br/geral/falta-de-credito-expoe-rombo-bilionario-na-construcao-habitacional/</guid>

					<description><![CDATA[<p>Construtoras regionais perdem acesso a recursos tradicionais, congelando milhares de empreendimentos na planta em todo o país.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O mercado imobiliário brasileiro está operando diante de um apagão de liquidez que ameaça travar o desenvolvimento urbano no médio prazo. Um novo mapeamento setorial disparou os alarmes das construtoras ao identificar que um imenso déficit de financiamento inviabilizou a injeção de incríveis 400 bilhões de reais no desenvolvimento de novos residenciais.</p>
<p>A trava do sistema bancário ocorre em um momento crítico, onde a demanda por novas moradias cresce aceleradamente nos principais polos regionais do país.</p>
<p>Os grandes conglomerados financeiros recuaram bruscamente suas posições de empréstimos, alterando as regras de governança e restringindo a liberação de capital quase que exclusivamente para as gigantes do setor. Essa blindagem de proteção ao risco deixou as empresas de médio e pequeno porte à mercê da própria sorte.</p>
<p>Sem acesso aos fundos tradicionais, essas incorporadoras locais, que são as verdadeiras engrenagens do crescimento urbano em cidades de porte médio, viram seus cronogramas de lançamentos naufragarem nas pranchetas de desenho.</p>
<p>O medo de um calote generalizado e a pressão da curva de juros ditaram essa fuga de capitais. Operando sob o guarda-chuva rigoroso da alta da Selic, as instituições bancárias reduziram drasticamente as apostas no segmento da construção civil, por considerá-lo extremamente sensível às oscilações macroeconômicas.</p>
<p>Como resultado direto dessa retração, os consumidores terão cada vez menos opções de lançamentos e o preço dos imóveis já concluídos tenderá a saltar devido à inevitável escassez de ofertas futuras.</p>
<p>Para contornar esse estrangulamento financeiro sistêmico, o empresariado tem batido às portas dos mercados de capitais alternativos, buscando emitir recebíveis e estruturar fundos imobiliários menores para captar os recursos vitais que os grandes bancos se recusam a liberar.</p>
<p>Se essas alternativas falharem, o gargalo das construções ditará um ritmo preocupante de estagnação para a habitação civil na próxima década.</p>
<h6>Fonte: Redação</h6>
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]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Segmentos habitacionais projetam forte expansão de negócios neste ano</title>
		<link>https://revistaconstrua.com.br/imoveis/alta-nos-financiamentos-garante-crescimento-do-mercado-imobiliario-em-2026/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[revistaconstrua]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Jul 2026 16:54:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Imóveis]]></category>
		<category><![CDATA[Principal]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Enquanto o Minha Casa Minha Vida impulsiona os resultados deste ano, especialistas alertam para os impactos dos juros elevados nos próximos ciclos.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O bom momento do financiamento habitacional no Brasil vem sendo a pedra angular para o avanço do setor de imóveis em 2026. Em um cenário econômico ainda marcado por incertezas estruturais, o forte desempenho de linhas de crédito como o Minha Casa Minha Vida e o uso de recursos do FGTS têm assegurado o crescimento do mercado imobiliário nacional no ano vigente.</p>
<p>De acordo com especialistas reunidos recentemente no Construsummit, em Florianópolis, a expectativa é de recorde. A Caixa Econômica Federal projeta que as concessões devem superar a marca inédita de R$ 250 bilhões até o encerramento do exercício. O primeiro trimestre já havia demonstrado fôlego, com uma alta de 30% no volume negociado em comparação ao mesmo intervalo do ano anterior.</p>
<h3>Programas sociais como porto seguro</h3>
<p>O foco em moradias populares consolida-se mais uma vez como a grande âncora do segmento. Representantes da Caixa ressaltam que o Minha Casa Minha Vida não sofre diretamente com as flutuações da Selic, possuindo recursos carimbados que garantem estabilidade para o setor construtivo. A inclusão da Faixa 4, voltada à classe média, bem como novas fontes como o Fundo Social do pré-sal, diversificaram as possibilidades e aqueceram a demanda.</p>
<p>A Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança (Abecip) calcula um avanço expressivo de 28% no volume total de crédito para este ano, sustentado principalmente pela expansão de 35% na parcela atrelada ao FGTS e de 15% via recursos da caderneta de poupança (SBPE).</p>
<h3>Desafios no horizonte e a busca por novo funding</h3>
<p>Apesar da euforia de curto prazo, o planejamento para 2027 levanta preocupações. A alta da taxa básica de juros e o encarecimento no custo dos insumos, apontados por entidades como a Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC) e a ABRAMAT, ameaçam o ritmo das futuras obras. Atualmente, a projeção de expansão na construção civil propriamente dita orbita a tímida marca de 1%.</p>
<p>Para contornar o engessamento provocado pela dependência quase exclusiva do FGTS e da Poupança, as lideranças defendem a massificação de instrumentos alternativos. Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRIs), Letras de Crédito Imobiliário (LCIs) e Letras Imobiliárias Garantidas (LIGs) ganham protagonismo na estratégia para elevar a participação do financiamento habitacional, que hoje representa apenas cerca de 11% do PIB brasileiro, índice inferior ao de diversas economias equivalentes.</p>
<h6>Fonte: Redação</h6>
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]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Mercado imobiliário no Nordeste vive novo ciclo de expansão</title>
		<link>https://revistaconstrua.com.br/imoveis/mercado-imobiliario-nordeste-novo-ciclo-expansao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[revistaconstrua]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Jul 2026 16:42:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Imóveis]]></category>
		<category><![CDATA[Principal]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://revistaconstrua.com.br/geral/32879/</guid>

					<description><![CDATA[<p>O setor imobiliário nordestino demonstra força com resultados expressivos em vendas e lançamentos. Descubra os fatores que impulsionam essa valorização.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O mercado imobiliário da região Nordeste, com especial destaque para o estado do Ceará, atravessa um momento estrutural de grande valorização. Grandes players da construção civil têm reportado resultados surpreendentes, consolidando a força da região no cenário nacional.</p>
<h2>Lançamentos e vendas em alta</h2>
<p>Mesmo diante de desafios econômicos e juros elevados que afetam outras regiões do país, o mercado nordestino segue resiliente. Relatórios recentes de grandes incorporadoras mostram volumes expressivos de lançamentos e vendas líquidas, atestando a confiança dos consumidores e investidores.</p>
<p>Esse novo ciclo de desenvolvimento é sustentado por fatores sólidos. A geração de empregos qualificados, o aumento da renda média e o fortalecimento de setores chave da economia regional criaram um ambiente altamente favorável para a aquisição de imóveis de médio e alto padrão.</p>
<h3>Infraestrutura impulsiona investimentos</h3>
<p>A modernização da infraestrutura logística e portuária tem atraído novas indústrias e negócios para a região. Esse movimento migratório corporativo gera uma demanda natural por moradias de qualidade e espaços comerciais modernos.</p>
<p>O mercado imobiliário deixou de ser apenas um reflexo do crescimento para se tornar um dos principais indicadores de prosperidade. Avaliar as regiões que estão recebendo pesados investimentos em infraestrutura é uma excelente estratégia para identificar as próximas áreas de grande valorização imobiliária.</p>
<h6>Fonte: Redação</h6>
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]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Alta no preço das moradias destaca capital cearense no mercado imobiliário</title>
		<link>https://revistaconstrua.com.br/imoveis/valorizacao-mercado-imobiliario-fortaleza/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[revistaconstrua]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Jul 2026 17:36:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Imóveis]]></category>
		<category><![CDATA[Principal]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://revistaconstrua.com.br/geral/valorizacao-mercado-imobiliario-fortaleza/</guid>

					<description><![CDATA[<p>O encarecimento das unidades residenciais colocou a cidade em evidência nacional, superando a média do país no primeiro semestre.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h3>Desempenho nacional e o impacto regional</h3>
<p>Durante o primeiro semestre do ano, o cenário de vendas de residências no Brasil demonstrou um avanço consistente. O índice FipeZAP, que acompanha o comportamento de venda em diversas cidades, apontou um crescimento nacional médio de 2,42% entre os meses de janeiro e junho. Apesar da elevação, o ritmo ficou um pouco abaixo da inflação acumulada no mesmo período, mostrando uma recuperação gradual do setor habitacional.</p>
<p>O que mais chamou a atenção, no entanto, foi a força demonstrada por mercados fora do eixo Sul-Sudeste. As regiões Norte e Nordeste ganharam tração, puxando os números para cima e revelando uma mudança na dinâmica de valorização das propriedades pelo país. Esse deslocamento de interesse reforça o potencial de desenvolvimento de capitais nordestinas.</p>
<h3>O protagonismo do mercado cearense</h3>
<p>No meio desse movimento de alta, o mercado imobiliário da capital do Ceará assumiu uma posição de liderança. O município registrou uma valorização expressiva de 4,32% em suas unidades residenciais, um salto considerável que superou a média do restante do Brasil. Esse desempenho colocou a cidade no radar de investidores e compradores em busca de oportunidades sólidas.</p>
<p>Para se ter uma ideia do impacto dessa valorização, o custo para adquirir um imóvel na cidade atingiu a marca de R$ 7.730 por metro quadrado. A intensa procura por moradias e as características atrativas da região têm sido determinantes para manter os valores aquecidos, mesmo em um cenário de ajustes na economia nacional.</p>
<h3>Bairros mais cobiçados e tendências</h3>
<p>A distribuição dessa alta de preços não ocorreu de maneira uniforme. A valorização foi liderada pela região do Meireles, onde o metro quadrado se consolidou como o mais caro da cidade, seguido de perto pelo Engenheiro Luciano Cavalcante e pelo bairro de Fátima. Esses locais atraem perfis específicos de consumidores, dispostos a investir mais em qualidade de vida, infraestrutura e localização privilegiada.</p>
<p>A tendência mostra que o interesse por esses bairros deve continuar a sustentar os preços em patamares elevados. A preferência por áreas com acesso a serviços completos e boa mobilidade urbana confirma que o comprador atual está mais exigente, fator que continuará a ditar as regras e os valores das negociações nos próximos meses.</p>
<h6>Fonte: Redação</h6>
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]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Fortaleza expõe distância entre moradia popular e orla</title>
		<link>https://revistaconstrua.com.br/imoveis/metro-quadrado-em-fortaleza/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[revistaconstrua]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 Jun 2026 16:52:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Imóveis]]></category>
		<category><![CDATA[Principal]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://revistaconstrua.com.br/geral/metro-quadrado-em-fortaleza/</guid>

					<description><![CDATA[<p>Levantamento em 57 bairros mostra Parque Santa Filomena como menor preço médio e Beira Mar no topo dos imóveis verticais.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O metro quadrado em Fortaleza mostra uma distância de quase cinco vezes entre os bairros mais acessíveis e os endereços próximos à orla. Pesquisa da Brain Inteligência Estratégica com o Sinduscon-CE avaliou 57 bairros da capital em abril de 2026.</p>
<p>O menor preço médio em residenciais verticais foi registrado no Parque Santa Filomena, com R$ 3.989 por metro quadrado. No topo da lista aparece a Beira Mar, com R$ 23.377 por metro quadrado, valor 486% superior.</p>
<h3>Faixa mais acessível do levantamento</h3>
<ul>
<li>Parque Santa Filomena: R$ 3.989/m².</li>
<li>Bom Jardim: R$ 5.204/m².</li>
<li>Coaçu: R$ 5.520/m².</li>
<li>Ancuri: R$ 5.722/m².</li>
<li>Siqueira: R$ 5.786/m².</li>
</ul>
<p>Essas áreas concentram parte da demanda por moradia de entrada e projetos com apelo social, incluindo compradores que buscam o primeiro imóvel.</p>
<h3>Endereços valorizados seguem perto da orla</h3>
<p>Além da Beira Mar, os maiores valores aparecem em Mucuripe, com R$ 20.214/m², Meireles, com R$ 19.678/m², Aldeota, com R$ 16.084/m², e Dionísio Torres, com R$ 14.329/m².</p>
<p>O bairro Carlito Pamplona ficou sem preço médio calculado porque as 11 unidades disponíveis em março foram vendidas antes da medição seguinte.</p>
<h3>Preço reflete infraestrutura e perfil de renda</h3>
<p>Para o economista Ricardo Coimbra, do Corecon-CE, a diferença expõe uma polarização geográfica e econômica. Regiões nobres reúnem infraestrutura urbana, serviços, mobilidade, empreendimentos de alto padrão e maior presença de investidores.</p>
<p>Já os bairros com menor preço funcionam como alternativa para famílias que procuram casa própria com valores mais compatíveis com a renda. A pesquisa reforça que localização, acesso a serviços e padrão construtivo seguem determinantes na formação dos preços imobiliários.</p>
<h6>Fonte: Redação</h6>
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]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Crédito imobiliário segue pesado mesmo com Selic menor</title>
		<link>https://revistaconstrua.com.br/imoveis/credito-imobiliario-selic-menor/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[revistaconstrua]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 19 Jun 2026 16:48:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Imóveis]]></category>
		<category><![CDATA[Principal]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://revistaconstrua.com.br/geral/credito-imobiliario-selic-menor/</guid>

					<description><![CDATA[<p>Corte pequeno na taxa básica não muda de imediato o custo do financiamento, especialmente fora dos programas subsidiados.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O crédito imobiliário deve continuar caro para boa parte dos compradores, mesmo após a redução da Selic de 14,50% para 14,25% ao ano. O corte de 0,25 ponto percentual ajuda a sinalizar uma mudança de direção, mas não altera imediatamente o custo dos financiamentos habitacionais.</p>
<p>O impacto é desigual. Famílias enquadradas no Minha Casa Minha Vida contam com juros subsidiados e ficam mais protegidas das oscilações de mercado. Já compradores fora do programa dependem de linhas mais sensíveis ao custo de captação dos bancos e às expectativas para os juros futuros.</p>
<h3>Por que a Selic não resolve sozinha</h3>
<p>Financiamentos imobiliários são contratos longos. Por isso, os bancos não olham apenas para a taxa básica atual ao definir as condições. Eles também consideram inflação esperada, juros futuros, risco de crédito e disponibilidade de recursos.</p>
<p>As principais fontes de dinheiro para financiar imóveis no país são a poupança, o FGTS e recursos de mercado, como LCI, CRI, fundos, capital próprio dos bancos e outras estruturas financeiras.</p>
<p>Quando a renda fixa paga retornos elevados, investidores tendem a retirar dinheiro da poupança. Esse movimento reduz uma fonte tradicional de recursos para crédito imobiliário e obriga instituições financeiras a buscar funding mais caro.</p>
<h3>Minha Casa Minha Vida protege parte dos compradores</h3>
<p>Famílias com renda de até R$ 13 mil que se encaixam no Minha Casa Minha Vida acessam condições subsidiadas, com recursos ligados principalmente ao FGTS. Nesses casos, a taxa do contrato não acompanha a Selic de forma direta.</p>
<p>A proteção, porém, não elimina todos os efeitos dos juros altos. A Taxa Referencial, usada para corrigir o saldo devedor, pode ficar mais elevada em períodos de aperto monetário e provocar aumentos graduais nas parcelas.</p>
<h3>Classe média fica no trecho mais difícil</h3>
<p>O maior desconforto aparece entre famílias que ganham acima do limite do programa, mas ainda não têm renda suficiente para financiar imóveis caros. Especialistas apontam esse grupo, muitas vezes entre R$ 13 mil e R$ 20 mil mensais, como um público em situação intermediária.</p>
<p>No Sistema Financeiro da Habitação, o teto do imóvel subiu para R$ 2,25 milhões e há limite legal de juros de 12% ao ano, mas as taxas praticadas já se aproximam desse patamar. Acima desse valor, as operações entram no Sistema de Financiamento Imobiliário, sem teto de juros e com maior exposição ao mercado.</p>
<p>Para quem pretende comprar, a decisão entre esperar ou financiar agora exige conta detalhada. Juros altos pesam nas parcelas, mas um imóvel desejado pode encarecer no futuro. Ao mesmo tempo, um mercado mais frio pode abrir espaço para negociar descontos e, posteriormente, buscar portabilidade se as taxas caírem.</p>
<h6>Fonte: Redação</h6>
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]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Fortaleza revela bairros mais baratos para comprar apartamento</title>
		<link>https://revistaconstrua.com.br/imoveis/apartamentos-em-fortaleza-precos-bairros/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[revistaconstrua]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 Jun 2026 16:43:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Imóveis]]></category>
		<category><![CDATA[Principal]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://revistaconstrua.com.br/geral/apartamentos-em-fortaleza-precos-bairros/</guid>

					<description><![CDATA[<p>Levantamento em 57 bairros mostra forte diferença entre áreas periféricas e endereços próximos à orla de Fortaleza.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Comprar apartamentos em Fortaleza exige atenção ao bairro escolhido. Um levantamento da Brain em parceria com o Sinduscon-CE apontou o Parque Santa Filomena como o endereço com menor preço médio do metro quadrado em residenciais verticais na capital.</p>
<p>Em abril de 2026, o valor médio na região era de R$ 3.989 por metro quadrado. A pesquisa avaliou 57 bairros e revelou uma distância expressiva entre áreas mais populares e zonas consolidadas de alto padrão.</p>
<h3>Onde o preço médio é menor</h3>
<ul>
<li>Parque Santa Filomena: R$ 3.989/m².</li>
<li>Bom Jardim: R$ 5.204/m².</li>
<li>Coaçu: R$ 5.520/m².</li>
<li>Ancuri: R$ 5.722/m².</li>
<li>Siqueira: R$ 5.786/m².</li>
</ul>
<p>Esses bairros aparecem como portas de entrada para famílias que buscam o primeiro imóvel, especialmente em projetos ligados a faixas mais econômicas e programas habitacionais.</p>
<h3>Orla concentra os maiores valores</h3>
<p>No extremo oposto, a Beira Mar registrou o metro quadrado mais caro, chegando a R$ 23.377. O preço é 486% superior ao observado no Parque Santa Filomena.</p>
<p>Também aparecem entre os maiores valores Mucuripe, com R$ 20.214/m², Meireles, com R$ 19.678/m², Aldeota, com R$ 16.084/m², e Dionísio Torres, com R$ 14.329/m².</p>
<p>O Carlito Pamplona foi o único bairro sem preço médio calculado. Segundo o levantamento, todas as 11 unidades disponíveis na área em março foram vendidas, impedindo a formação da média em abril.</p>
<h3>Infraestrutura ajuda a explicar a distância</h3>
<p>Para o economista Ricardo Coimbra, do Corecon-CE, o mercado imobiliário fortalezense reflete uma polarização geográfica e econômica. A escassez de terrenos próximos à orla e a presença de infraestrutura consolidada sustentam preços mais altos nas áreas nobres.</p>
<p>Já os bairros mais econômicos avançam como alternativas de acesso à casa própria. Nessas regiões, também cresce a presença de condomínios horizontais, principalmente em áreas ao sul da cidade e próximas a Eusébio e Aquiraz.</p>
<p>A pesquisa reforça que localização, infraestrutura urbana, renda do público comprador e formato dos empreendimentos continuam determinando diferenças relevantes nos preços dos imóveis.</p>
<h6>Fonte: Redação</h6>
<p>O post <a href="https://revistaconstrua.com.br/imoveis/apartamentos-em-fortaleza-precos-bairros/">Fortaleza revela bairros mais baratos para comprar apartamento</a> apareceu primeiro em <a href="https://revistaconstrua.com.br">Construa Negócios</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>IPCA pressiona orçamento das famílias com alimentos e energia em alta</title>
		<link>https://revistaconstrua.com.br/imoveis/inflacao-de-maio-familias/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[revistaconstrua]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 12 Jun 2026 17:05:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Imóveis]]></category>
		<category><![CDATA[Principal]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://revistaconstrua.com.br/geral/inflacao-de-maio-familias/</guid>

					<description><![CDATA[<p>Inflação de maio desacelerou frente a abril, mas ficou acima das projeções e voltou a superar o teto da meta em 12 meses.</p>
<p>O post <a href="https://revistaconstrua.com.br/imoveis/inflacao-de-maio-familias/">IPCA pressiona orçamento das famílias com alimentos e energia em alta</a> apareceu primeiro em <a href="https://revistaconstrua.com.br">Construa Negócios</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A inflação de maio trouxe uma combinação incômoda para as famílias: comida mais cara, conta de luz maior e resultado acima do esperado pelo mercado. O IPCA subiu 0,58% no mês, depois de avançar 0,67% em abril, informou o IBGE nesta sexta-feira.</p>
<p>Embora o índice tenha perdido força na comparação mensal, a taxa foi a maior para maio desde 2021, quando havia chegado a 0,83%. Analistas esperavam alta de 0,53%.</p>
<h3>O que mais pesou no IPCA</h3>
<p>O grupo de alimentação teve alta de 1,33% e respondeu por cerca de metade do resultado do mês. Dentro de casa, os alimentos avançaram 1,65%, com destaque para batata-inglesa, tomate, cebola e carnes.</p>
<p>Alguns itens, porém, aliviaram a cesta. Café moído e frutas recuaram no período, mas não foram suficientes para compensar a pressão dos demais produtos.</p>
<p>Segundo José Fernando Gonçalves, gerente do IPCA, a alta de parte dos alimentos está ligada à menor oferta e ao encarecimento do frete, influenciado pelos combustíveis.</p>
<h3>Energia elétrica ampliou o impacto no mês</h3>
<p>A energia elétrica residencial teve aumento de 3,67% e foi o principal impacto individual na inflação de maio. O movimento refletiu reajustes em algumas áreas e a vigência da bandeira tarifária amarela, que adicionou cobrança extra à conta de luz.</p>
<p>Para moradores, inquilinos e famílias que já convivem com gastos fixos elevados, a pressão sobre energia e alimentação reduz a margem do orçamento. Esse ambiente também afeta decisões ligadas a aluguel, financiamento, reformas e consumo de bens duráveis.</p>
<h3>Índice em 12 meses volta a preocupar</h3>
<p>No acumulado de 12 meses, o IPCA chegou a 4,72%. Com isso, voltou a ultrapassar o teto da meta definida pelo Banco Central, que tem centro em 3% e margem de tolerância de 1,5 ponto percentual.</p>
<p>A perspectiva para os próximos meses ainda exige cautela. Economistas acompanham os efeitos de conflitos internacionais sobre combustíveis e fretes, além de possíveis impactos climáticos sobre alimentos no segundo semestre.</p>
<p>Para o consumidor, o dado reforça a importância de acompanhar os custos recorrentes. Mesmo quando o índice desacelera, altas concentradas em itens essenciais costumam ser sentidas de forma mais direta no dia a dia.</p>
<h6>Fonte: Redação</h6>
<p>O post <a href="https://revistaconstrua.com.br/imoveis/inflacao-de-maio-familias/">IPCA pressiona orçamento das famílias com alimentos e energia em alta</a> apareceu primeiro em <a href="https://revistaconstrua.com.br">Construa Negócios</a>.</p>
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